
Carlos Marín deu entrada num hospital em Manchester, Reino Unido, no dia 7 de dezembro, tendo sido entubado e colocado em coma induzido pouco depois. No dia 19, foi noticiado que o cantor dos Il Divo não tinha resistido à Covid-19, na variante Delta. Agora, o advogado do artista, Alberto Martín, dá uma entrevista ao “Daily Mail” na qual diz que a família acreditava que o desfecho poderia ter sido outro se o cantor tivesse recebido tratamento em Espanha.
“Falei com a mãe dele no dia em que ele morreu e ela dizia que estava convencida de que, se o filho estivesse em Espanha, poderia ter sobrevivido”, conta o advogado. Alberto Martín acredita que estas palavras foram proferidas num momento de desespero.
“Não acreditávamos que iria acontecer este fim terrível”, continua o advogado, acrescentando que, provavalmente, a família irá entrar em breve com uma ação judicial para perceber o que realmente aconteceu. “Teremos de analisar isso quando virmos todos os documentos médicos, pois sentimos que seria possível controlar a situação dele e melhorar o seu estado de modo a salvar-lhe a vida. Os laudos médicos irão explicar o porquê de não ter recuperado”.
Alberto Martím remata ao afirmar que a família do cantor está “de coração partido”.