
O corpo e a graciosidade não enganam: não é preciso perguntar-lhe a profissão, toda a gente adivinha o que faz na vida. É filha de bailarinos, afilhada de bailarinos, mas teve de provar que era tão boa como os outros. Nascida numa família onde se falavam três línguas (o O do Barbora não é uma gralha, é a versão checa do nome, aliás, a República Checa é o único país onde se escreve assim), correu mundo antes de se fixar em Portugal, há mais de 20 anos, dançou todos os bailados que há para dançar, e agora passa tudo o que sabe a outros bailarinos.
Durante uma hora, temos o Teatro Camões, sede da CNB só para nós, o que é um luxo. Conversamos sobre a vida, os sonhos, família, lesões, vocações, tempo e idade. Assistimos a um ensaio do pas-de-deux, com os fantásticos Filipa de Castro e Lourenço Ferreira. Fala-se inglês, francês e português, ri-se muito, trabalha-se muito. Afinal, para que serve todo este esforço? Fomos saber.
Uma entrevista para ler na CARAS desta semana.

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