Na antevisão do documentário The Final Copy of Ilon Specht, promovido pela L´Oréal Paris, a make up artistMel Jordão Piçarra conversou com a CARAS e revelou aquelas que considera as três principais tendências de maquilhagem para este ano.
Mel Jordão partilha com a CARAS três tendências de maquilhagem para 2025. Foto: D. R.
Assista ao vídeo (em cima) com as tendências de maquilhagem partilhadas por Mel Jordão com a CARAS.
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Pamela Bach, de 62 anos, foi encontrada morta em sua casa em Los Angeles, nos EUA, no passado dia 5. De acordo com o site TMZ, a atriz de Baywatch – Marés Vivas e ex-mulher do ator David Hasselhoff, que conheceu em O Justiceiro e com quem foi casada durante 17 anos, foi encontrada com um ferimento de bala na cabeça, e a causa da morte foi considerada suicídio.
David Hasselhoff reagiu, entretanto, à morte da ex-mulher, mãe das suas duas filhas, Taylor, de 34 anos, e Hayley, de 32. “A nossa família está profundamente triste com o recente falecimento de Pamela. Somos gratos pela demonstração de amor e apoio durante este momento difícil, mas pedimos gentilmente privacidade enquanto lamentamos e navegamos por este momento desafiador”, disse através de um comunicado.
Catarina e Cláudia Soares Pereira com a mãe, Catarina Rosas, fundadora da Casa do Passadiço.
Como tudo começou?
A Casa do Passadiço nasceu em 1992 quando Catarina Rosas restaurou um solar do século XVIII, no centro histórico de Braga, transformando-o num showroom e ateliê de decoração de interiores. Inicialmente, o trabalho era desenvolvido em Portugal, focado em projetos residenciais de luxo. Rapidamente juntámo-nos (as filhas Cláudia e Catarina Soares Pereira) para prosseguir o trabalho. Hoje, estamos em constante movimento enquanto lideramos três lojas/showrooms e desenvolvemos vários projetos residenciais em Portugal e na Europa, assim como as lojas Aquazzura em todo o mundo.
Sobre a vossa filosofia de vida e de design, reflete-se na forma como dirigem o estúdio?
Arquitetura, design e arte sempre foram áreas que nos despertavam grande interesse. A nossa família proporcionou-nos uma educação em que a sensibilidade estética era valorizada e sempre gostámos de explorar não só variadas culturas como também marcas excecionais, peças únicas e diferentes técnicas artesanais. Além disso, o nosso avô era colecionador de antiguidades indo-portuguesas. Sem dúvida que estes fatores tiveram uma grande influência na forma como desenvolvemos hoje o nosso trabalho. Estamos juntas em todas as principais etapas de um projeto. Em geral, as decisões criativas são tomadas em conjunto, e no que é essencial temos tendência a pensar de forma muito semelhante. Enquanto que uma tem como foco detalhes relativos à seleção de tecidos, texturas, cor e decoração, a outra tem um olhar mais arquitetónico, concentrando-se em decisões relacionadas, por exemplo, com a seleção de materiais e acabamentos, complementamo-nos. A forma como dirigimos o estúdio é assente nas relações de confiança que nutrimos com a nossa equipa, clientes e fornecedores. Valores como a honestidade, transparência, atenção ao detalhe são fundamentais para nós. Procuramos inspirar a nossa equipa do ponto de vista criativo e humano.
Aquazzura em Florença. As lojas da marca italiana contribuíram para uma maior visibilidade do estúdio.
Existe um estilo que defina o vosso trabalho?
Cada projeto da Casa do Passadiço é único e vemos no detalhe a nossa essência. O nosso estilo está assente num “clássico reinterpretado”, numa fusão entre clássico e contemporâneo. Gostamos de conjugar antiguidades com peças atuais. O uso de materiais de qualidade é muito importante, ter sempre presente noções de proporção, equilíbrio e funcionalidade, também. Tendo em mão projetos verdadeiramente únicos há uma característica transversal a todos: intemporalidade.
De onde vem a vossa inspiração?
Tendo crescido numa atmosfera onde estética e arte eram importantes e valorizadas, temos sempre um olhar atento sobre diferentes formas de inspiração. As viagens que fazemos, tendências da moda, arte, livros, revistas e eventos de design internacionais são a nossa principal fonte de inspiração. É de elevada importância destacar que cada espaço é único e, por isso, também nos inspiramos nas características arquitetónicas originais de determinado edifício. Da mesma forma, quando propomos um projeto, também procuramos inspirar-nos nas particularidades da sua envolvente. Temos cuidado em estar atualizadas em relação a tendências e inovação, mantendo sempre como pilar o estilo e cunho pessoal característico e facilmente identificável da Casa do Passadiço.
O showroom/loja da Casa do Passadiço em Lisboa foi instalado num edifício histórico, em plena Avenida da Liberdade.
Qual o tipo de projeto que mais as desafiam/gostam, residencial ou público?
Encaramos todos como únicos e desafiantes. Temos a sorte de contar com variados projetos no nosso portfólio, desde residências e iates privados a espaços comerciais. Normalmente, num contexto de projeto residencial, há uma abordagem mais serena, assente numa paleta de cores suaves, num estilo elegante, intemporal e confortável. Os nossos projetos comerciais, no caso das lojas Aquazzura, têm seguido uma abordagem mais arrojada e até “maximalista”, com cores impactantes, que procuram criar um ambiente positivo e vibrante. Neste sentido, têm sido projetos mais experimentais e desafiantes.
De Portugal para o mundo, quando deram esse passo? Houve algum momento importante?
Após termos assinado uma longa lista de obras em Portugal, os nossos projetos começaram a despertar interesse internacional. Atualmente, fazem parte do nosso portfólio projetos em Portugal, mas também em Paris, Londres, Florença, Milão, Miami, Dubai, Qatar, São Paulo, Madrid e Nova Iorque. Sem dúvida que esta projeção ganhou força após termos sido premiadas com, entre outros, The International Property Awards (Londres, 2012), o IDA-The International Design Awards (Los Angeles, 2013) e The Yacht and Aviation Awards (2014). As lojas da marca italiana Aquazzura também contribuíram para essa maior visibilidade.
Depois de Braga e Lisboa, o estúdio inaugurou o ano passado, no Porto, um novo showroom, junto à Foz.
E em relação aos vossos espaços, Braga, Lisboa e Porto, todos eles integrados em edifícios com história, foi coincidência ou foram decisões conscientes?
Para nós é sempre uma prioridade valorizar as características arquitetónicas originais de um edifício, destacando elementos mais clássicos através da sua recuperação e enriquecimento. Os nossos espaços em Braga, Lisboa e Porto são precisamente o espelho desta nossa visão. A loja em Lisboa está localizada num edifício histórico de 1900, na Avenida da Liberdade. O nosso showroom/loja mais recente, em plena Foz do Douro, no Porto, é localizada num edifício tipicamente portuense, com uma fachada coberta por azulejos com motivos geométricos. Os tetos em gesso do piso térreo foram recuperados e enriquecidos com novos elementos, enquanto os do piso superior foram feitos de raiz. As molduras nas paredes são também novos elementos que vieram complementar os rodapés e guarnições de portas já existentes, típicas deste estilo arquitetónico.
O que o cliente pode encontrar nos vossos showrooms? Principais peças, marcas, inspirações?
Os nossos showrooms são detalhadamente pensados de maneira a refletir o trabalho que desenvolvemos. O ambiente acolhedor é composto por mobiliário exclusivo das melhores marcas internacionais e por uma seleção criteriosa de objetos de decoração únicos, iluminação, acessórios, peças de arte e antiguidades, escolhidos pessoalmente por todo o mundo e apresentados de forma harmoniosa num espaço histórico e privilegiado. Assim, as nossas lojas são como “casas” que refletem plenamente o nosso estilo de vida e o nosso trabalho de design de interiores.
Na Cartier, em Lisboa, a Casa do Passadiço assina um painel que é uma homenagem aos bordados de Castelo Branco. Foto: Francisco Nogueira
Parcerias importantes, exemplos?
Podemos destacar parcerias com marcas como a Dior, a Aquazzura, a Porshe e a Bentley. Mais recentemente, revelámos um projeto muito especial com a Cartier, que nos desafiou a criar um painel para a renovada boutique em Lisboa com referências ao património e cultura portuguesa. Vimos aqui uma oportunidade de materializar a nossa enorme admiração pelos bordados de Castelo Branco com origem no século XVIII. Acreditamos que as técnicas artesanais tradicionais portuguesas são tesouros culturais que devemos preservar e perpetuar. Depois de quase um ano de trabalho delicado em conjunto com artesãs locais, criámos um painel único inspirado em motivos indo-portugueses: a árvore da vida e elementos inspirados nos temas da fauna e da flora, também recorrentes na história da Cartier.
Como é que encaram o futuro do design de interiores? Será promissor?
Será um futuro altamente influenciado pelo desenvolvimento tecnológico e digital, com uma crescente saturação e democratização do mercado. Ainda assim, acreditamos num futuro muito promissor. Acreditamos sobretudo naquilo que é intemporal – o conforto, a funcionalidade, a arte, a elegância, o espaço como uma extensão da individualidade, capaz de dar resposta às necessidades tão particulares de cada um. A consciência ambiental e a sustentabilidade serão também pilares cada vez mais importantes.
Perspetiva da sala de jantar de uma penthouse em Lisboa. Projeto residencial assinado pela Casa do Passadiço.
Como imaginam, por exemplo, o interior de uma casa daqui a 100 anos?
Imaginamos o interior dessa casa profundamente personalizado e projetado de maneira a haver uma otimização do espaço. O uso de materiais naturais, como madeiras, vidro e metais, e a seleção de peças de autor, elaborada de forma artesanal, serão altamente valorizados. A sustentabilidade irá além dos materiais e os interiores serão uma extensão do ambiente ao seu redor, procurando-se trazer a natureza para dentro de casa. O equilíbrio entre conforto, inovação e respeito pelo ambiente será privilegiado. Será uma casa que reflete as tendências de bem-estar, com a elegânciae sofisticação de sempre.
Projetos futuros, alguns que queiram destacar?
Relativamente a projetos futuros podemos destacar os seguintes: um grande projeto na Comporta, entre eles um club-house no empreendimento Torre; um palacete com 2000m² na Lapa, em Lisboa; novas lojas Aquazzura em Milão, Londres e Madrid; um café Aquazzura no Hotel de Russie, em Roma; uma residência em Zurique e vários projetos residenciais em Lisboa, Porto, Algarve e Comporta. Na calha temos um hotel em edifício histórico do qual ainda não podemos revelar detalhes.
Como é habitual, Felipe VI e Letizia marcaram presença na inauguração da mais célebre Feira de Arte Contemporânea de Madrid (ARCO), que decorreu no passado dia 5.
A 44.ª edição da ARCO celebra-se até ao dia 9 de março. O chefe de Estado e a mulher já demonstraram anteriormente que são grandes admiradores e defensores de todas as formas culturais.
Letizia e Felipe VI à chegada à inauguração da 44.ª edição da ARCO. Fotos: @Casa de S.M. el Rey
O visual da rainha é sempre alvo de análise por muitos especialistas de moda. Este ano, marcou por ser mais simples que em anteriores edições.
Para este evento anual, Letizia apostou num look em dois tons: uma jaqueta vermelha em couro da Mango, conjugada com duas bases simples em preto. Na mesma cor da jaqueta, usou uma carteira Maison Admire, marcante pelo seu design. Para completar o visual, Letizia optou por uns sapatos rasos, igualmente escuros, e brincos com banho de ouro.
Veja (em cima) o vídeo e a galeria de fotos dos reis.
A Feira de Arte Contemporânea da capital espanhola (ARCO) volta a abrir portas esta quinta-feira, 6 de março, em Madrid. E, tal como tem sido hábito desde 2009, o certame conta com a presença de Letizia.
Recorde alguns dos looks que a rainha de Espanha usou nesta ocasião e que acolheram sempre excelentes críticas.
É já habitual os atores vencedores juntarem-se para uma fotografia de grupo. E os premiados não esconderam o orgulho na distinção da Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood. Adrien Brody repetiu o feito de 2003 (com O Pianista), e tornou a vencer na mesma categoria, agora por O Brutalista. Mikey Madison foi a Melhor Atriz, com Anora. Os atores secundários foram Zoe Saldaña (Emilia Pérez) e Kieran Culkin (A Verdadeira Dor).
Veja tudo sobre a grande noite dos Óscares.
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Não é apenas uma cantora, Maria João é uma intérprete de mão-cheia. Cria e transforma a música de uma forma única, especial. Com uma entrega emocional intensa e uma criatividade sem limites, traz à tona uma forma de comunicar autêntica que nos envolve do princípio ao fim.
Para ler na CARAS desta semana.
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Sob uma chuva intensa, Emmanuel e Brigitte Macron chegaram a Lisboa para uma visita de Estado de dois dias com o objetivo de fortalecer os laços históricos entre França e Portugal. O Presidente francês e a primeira-dama foram, desde o primeiro momento, recebidos com afeto e descontração por Marcelo Rebelo de Sousa, que fez questão de criar um ambiente de proximidade e acolhimento.
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Depois da tempestade vem a bonança e 2025 está, até agora, a ser um ano muito sorridente para os príncipes de Gales. Kate e William parecem ter reforçado o seu amor durante o período mais negro das suas vidas. Recorde-se que, por esta altura, em 2024, a princesa travava uma batalha contra um problema do foro oncológico e que o apoio do marido, dos três filhos – George, de 11 anos, Charlotte, de 9, e Louis, de 6, da sua família e também de alguns membros da Casa Real foi fundamental para conseguir atravessar aquela fase tão delicada com estabilidade e confiança na recuperação.
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