Princesa Beatrice foi mãe pela segunda vez
A pequena Athena nasceu no dia 22 de janeiro
Foto: @theroyalfamily

A princesa Beatrice foi mãe pela segunda vez de uma menina e o parto aconteceu algumas semanas antes do esperado no Chelsea and Westminster Hospital, em Londres.

A notícia foi avançada pelo marido da sobrinha do rei Carlo III, o empresário Edoardo Mapelli Mozzi, e pela Casa Real, acompanhada de uma imagem da recém-nascida protegida por uma manta cor-de-rosa.

O novo membro da família real britânica chama-se Athena Elizabeth Rose Mapelli Mozzi, numa homenagem à bisavó Isabel II, e nasceu a 22 de Janeiro, anunciou o Palácio de Buckingham, detalhando que o rei e a rainha, Camilla, assim como outros membros da família, estão “encantados” com a notícia do nascimento de uma nova sobrinha-neta.

“Sua Alteza Real a Princesa Beatriz e o Sr. Edoardo Mapelli Mozzi têm o prazer de anunciar a chegada sã e salva da sua filha, Athena Elizabeth Rose Mapelli Mozzi, nascida na quarta-feira, 22 de janeiro, às 12h57. A menina nasceu com dois quilos”, escreveu a família real na página oficial.

No mesmo comunicado, é feito um agradecimento a toda a equipa hospitalar que os acompanhou e dito que mãe e filha “estão saudáveis” e a passar tempo tempo em família, junto com os irmãos mais velhos de Athena, Wolfie, de um anterior relacionamento de Edoardo, e Sienna, de três anos.

Beatrice e Edoardo casaram-se em 2020
Foto: Arquivo CARAS

Na sua publicação, Edoardo mostra-se igualmente embevecido.

“Recebemos a bebé Athena nas nossas vidas na semana passada. Ela é pequenina e absolutamente perfeita. Todos nós (incluindo o Wolfie e a Sienna) já estamos completamente apaixonados por ela. Os nossos corações estão a transbordar de amor por ti, pequena Athena”, escreveu.

Quem também não perdeu a oportunidade de demonstrar todo o seu amor pela bebé foi Sarah Ferguson. A duquesa também partilhou a imagem da neta nas redes sociais com uma mensagem especial.

“Transbordando de amor e alegria por poder dar as boas-vindas de Athena Elizabeth Rose ao mundo. Ela já é tão adorada e eu sou incrivelmente abençoada por ser avó mais uma vez.”

Athena, que só era esperada na primavera, ocupa a 11ª posição na linha de sucessão ao trono britânico, logo atrás da irmã, Sienna, e da mãe.

Dia de festa para a família real espanhola. O rei Felipe VI comemora esta quinta-feira, dia 30 de janeiro, o seu 57º aniversário, uma data que deverá festejar na companhia de familiares e amigos.

O rei com a mulher, Letizia e as filhas de ambos, Leonor e Sofía
Foto: @ Casa de S.M. el Rey 

De recordar que, tal como aconteceu no ano passado, o soberano não poderá contar com a presença da filha mais velha, a princesa Leonor, de 19 anos, neste dia especial, uma vez que a jovem se encontra a bordo do ElCano, um navio-escola da marinha espanhola.

Este é o décimo aniversário que Felipe VI vive enquanto monarca, depois de o pai, o rei Juan Carlos, ter abdicado a seu favor em junho de 2014.

Recorde, na galeria acima, 56 fotografias do rei de Espanha, desde a infância do filho de Juan Carlos e de Sofía de Espanha, à época em que apenas era infante, até ao momento em que se tornou príncipe das Astúrias e rei de Espanha.

Hoje, dia 30 de janeiro, é dia de festa para a família real da Jordânia e em dose dupla. O rei Abdullah e o filho mais novo, Hashem, celebraram 63 e 20 anos, respetivamente.

A Rainha Rania aproveitou a ocasião para divulgar duas novas fotos, uma na qual surge ao lado do marido e outra com o filho mais novo.

Recorde-se que Rania da Jordânia e o rei Abdullah têm ainda mais três filhos em comum, o príncipe herdeiro Hussein, de 30 anos, e as princesas Iman, de 28, e Salma, de 24 anos.

Foto: Divulgação

Não são apenas os rumores que correm pelos corredores do hospital — é a própria realidade que parece ter saído diretamente de uma novela. A conhecida dra. Amy Larsen, médica admirada pela sua competência e chefe de Medicina Interna, encontra-se no centro de um triângulo amoroso que promete abalar as estruturas do Westside Hospital.

Durante anos, Amy foi casada com dr. Michael Hamda, respeitado médico e atual diretor do hospital. O divórcio dos dois foi amplamente comentado — uma separação marcada por momentos tensos e especulações que nunca foram totalmente esclarecidas. Mas o tempo parecia ter dado espaço para novas histórias. Apesar da nossa fonte não ter confirmado oficialmente, apurámos que, nos últimos tempos, Amy havia reencontrado o amor. Desta vez, com outro colega: dr. Jake, um jovem e talentoso médico no último ano de Medicina Interna.

“Acordei e achava que estava em 2016”

Foto: Divulgação

E, como se “trocar” um colega por outro não fosse polémico suficiente, a diferença de idades também gerou controvérsia. Foi então que a história deu uma volta. Um grave acidente de automóvel deixou Amy sem memórias dos últimos oito anos. Um apagão completo que fez com que quando acordasse, a dra. se achasse em 2016 — ano em que ainda era casada com Michael. Foi um autêntico mergulho de cabeça numa espiral emoções. Jake foi esquecido. Michael voltou a aparecer em cena.

Foto: Divulgação

Nos corredores, os colegas de Amy especulam. “Se o Jake não estiver na equação, não há nada que impossibilite ela voltar a ter uma relação com Michael. Aliás, acho que é bem visível que ele nunca deixou de a amar”, comentou uma enfermeira que preferiu manter o anonimato. Já outro membro da equipa acredita no poder do novo amor. “Jake tinha um efeito especial nela. Não sei se a memória dela volta, mas os sentimentos podem falar mais alto.” Sabemos que a mente esquece, mas o coração não. E é nesse limbo que Amy Larsen se vê neste momento.

Um limbo difícil de equilibrar, mas ainda assim privado, visto que a dra. recusou prestar quaisquer declarações. É caso para dizer: neste jogo do amor, as apostas estão abertas.

Descubra todos os segredos e reviravoltas na estreia de Doutora Larsen, a nova série do AXN, no dia 5 de fevereiro, às 22h00.

© Freepik

Sandra Rodrigues tinha 54 anos quando o seu mundo abalou. Casada, mãe de dois filhos adultos, a vida parecia seguir um curso tranquilo até ao dia em que recebeu o diagnóstico de cancro da mama triplo negativo. “Nunca imaginei que o diagnóstico acabasse por ser esse”, relembra.

A descoberta veio em fevereiro de 2022, mas os sinais começaram a surgir antes. Ao perceber que a mama direita estava mais dura e densa, decidiu procurar o ginecologista. “Apesar de não encontrar nada de anormal, pediu exames complementares para que eu ficasse tranquila, até porque regularmente já estava a ser seguida por profissionais de saúde por apresentar microcalcificações”.

A mamografia levantou as primeiras suspeitas, confirmadas por uma ressonância magnética. O veredicto foi claro: a luta contra o cancro teria de começar imediatamente. “A médica acalmou-me, mas disse que o tratamento seria para ontem”, conta Sandra.

A oncologista Joana Simões, do Centro Hospitalar Universitário de Santo António, explica que o cancro da mama triplo negativo é um dos subtipos mais desafiantes. “O cancro da mama triplo negativo é um subtipo de cancro da mama no qual as células tumorais não expressam os três recetores mais importantes desta doença: recetores hormonais (estrogénio e progesterona) e recetor HER2”. Assim, explica a profissional, este tipo de cancro não responde aos tratamentos convencionais, como os tratamentos hormonais (hormonoterapia) ou os fármacos-alvo dirigidos ao recetor HER2. “Por isso, o cancro da mama triplo negativo é mais difícil de tratar, uma vez que as opções terapêuticas são mais limitadas, estando tradicionalmente limitadas a quimioterapia”. Este é, tendencialmente um cancro mais agressivo e o risco de recidiva “e metastização é maior, especialmente nos primeiros 3-5 anos após o diagnóstico”.

Tentar manter o foco e seguir o que os médicos dizem. É essencial confiar nos profissionais de saúde e encarar a situação com positividade

Sandra rodrigues

A importância de um estilo de vida saudável

O tratamento de Sandra iniciou-se com quimioterapia em março de 2022, totalizando 16 sessões até agosto. “Foi duro, mas sabia que tinha de fazer”, afirma. Posteriormente, foi submetida a uma cirurgia conservadora que evitou a mastectomia. Em seguida, vieram 15 sessões de radioterapia.

Os médicos reforçaram a importância de um estilo de vida saudável. “Os grandes conselhos foram manter uma boa alimentação, fazer exercício físico e evitar o sedentarismo”, recorda. Mas os efeitos do tratamento deixaram marcas. “O que mais me custou foi perceber que nunca mais iria ser a mesma coisa. Há um cansaço instalado que insiste em não sair”.

Apesar das dificuldades, Sandra encontrou força no apoio da família e dos amigos. “Tento manter-me ocupada. Mais complicado do que ouvir o diagnóstico é o processo que se segue, a incerteza do futuro. Questionamos se vai valer a pena”, desabafa. Ainda assim, deixa um conselho a quem enfrenta situações semelhantes: “Tentar manter o foco e seguir o que os médicos dizem. É essencial confiar nos profissionais de saúde e encarar a situação com positividade”.

Estes avanços não só estão a impactar o tratamento na doença avançada como também na doença localizada, reduzindo significativamente o risco de recidiva e metastização

Joana simões, oncologista

Avanços terapêuticos são significativos

Quanto aos avanços terapêuticos, Joana Simões enfatiza o papel da imunoterapia. “No que diz respeito ao cancro da mama triplo negativo, a imunoterapia tem demonstrado bons resultados quando associada à quimioterapia, ao ajudar e potenciar o sistema imunitário a identificar e a combater as células cancerígenas”.

Além disso, diz a oncologista, também a identificação de alvos moleculares específicos à superfície das células tumorais tem levado ao desenvolvimento de terapias-alvo para atacar as mesmas. “Estes avanços não só estão a impactar o tratamento na doença avançada como também na doença localizada, reduzindo significativamente o risco de recidiva e metastização”. A profissional não tem dúvida que no cancro da mama triplo negativo metastático, estes tratamentos têm prolongado o tempo de sobrevida, “assim como também têm contribuído para um melhor controlo dos sintomas e maior qualidade de vida para as doentes”.

A abordagem multidisciplinar também se revela fundamental. “A colaboração entre oncologistas, cirurgiões, psicólogos e outros profissionais permite um acompanhamento integrado, melhorando não só os resultados clínicos, mas também o bem-estar emocional e social das doentes”, explica Joana Simões.

Sandra Rodrigues representa muitas mulheres que enfrentam o cancro da mama com coragem. Histórias como esta, aliadas aos avanços médicos, mostram que, apesar dos desafios, a luta contra o cancro tem vindo a ganhar novas armas. Para Joana Simões, a mensagem é clara: “O diagnóstico precoce salva-vidas. Estejam atentas aos sinais do vosso corpo, sigam as recomendações de rastreio e nunca subestimem o poder da prevenção”.

Com uma combinação de avanços na ciência e uma rede de apoio sólida, o futuro para estas mulheres pode, de facto, ser cada vez mais promissor. Como o da Sandra.


Quais são os primeiros sinais que podem indicar um Cancro da Mama Metastático e como podem as mulheres estar mais atentas ao seu corpo?

O cancro da mama metastático ocorre quando o cancro se propaga para outras partes do corpo além da mama. Os locais mais comuns são os ossos, fígado, pulmões ou cérebro. A essas lesões tumorais chamamos metástases e os sintomas podem variar conforme a localização das mesmas, estando entre os mais comuns a dor óssea persistente, falta de ar, tosse ou perda de peso inexplicada. Estes sintomas podem ser causados por outras condições, mas a persistência ou o agravamento dos mesmos deve motivar o pedido de ajuda médica.

É fundamental que as mulheres estejam atentas ao seu corpo e a qualquer alteração que persista por semanas ou meses. Da mesma forma, a auto-palpação mamária e a realização do rastreio regular com mamografia a partir dos 45 anos, de acordo com as recomendações da DGS, são fundamentais para a deteção precoce do cancro da mama numa fase inicial, aumentando as probabilidades de sucesso do tratamento e diminuindo o risco de metastização.


Descubra mais informações sobre o Cancro da Mama Triplo Negativo aqui.

Referências:

Liga Portuguesa Contra o Cancro | Cancro da Mama Triplo Negativo
DGS | Norma 122024 – 06/12/2024 | Programa de Rastreio de Base Populacional do Cancro da Mama
SNS | Prevenção e Cuidados de Saúde | Rastreio do Cancro da Mama

PT-UNB-1238


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Foto: Neusa Ayres/Contraponto Editores

Longe de querer passar a imagem de que a sua vida é feita de episódios espetaculares, Tânia Ribas de Oliveira, de 48 anos, prefere mostrar-se tal como é, sem filtros nem artifícios no seu livro Ser Feliz nos Dias Normais, no qual mostra que é possível sentir-se completa e realizada nos dias banais. É também assim que a apresentadora do programa A Nossa Tarde, da RTP1, se revela nesta conversa com a CARAS, em que falamos das suas memórias de infância e adolescência, da passagem dos anos, que encara com completa serenidade, e da família, o seu grande pilar. Com o marido, João Cardoso, e os filhos, Tomás, de 12 anos, e Pedro, de 9, encontrou o equilíbrio perfeito.

Uma entrevista para ler na CARAS desta semana.

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Foto: João Lemos

Aos 69 anos, Teresa Guilherme continua a surpreender com a sua energia, humor e autenticidade, seja ao desafiar tabus sobre a sexualidade feminina no teatro ou a refletir sobre as opções que moldaram a sua vida, como a decisão de não ter filhos. Entre confidências sobre trabalho, saúde e a importância do descanso, Teresa inspira com a leveza e determinação de quem sempre viveu à sua maneira. Uma conversa imperdível sobre liberdade, preconceito e as pequenas e grandes felicidades do dia a dia, marcada a propósito do seu regresso aos palcos, desta vez com As Vaginas e Eu – Tudo o que Ficou por Dizer. Escrita pela apresentadora, em parceria com Miguel Dias, a peça estará em cena até 2 de fevereiro no Teatro Armando Cortez, na Casa do Artista, e partirá depois em digressão pelo país.

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Foi há dois anos que Roberto Martínez se mudou com a mulher, Beth, e as duas filhas, Luella, de 11 anos, e Safianna, de 5, para Portugal, quando aceitou o desafio de ser o selecionador nacional. Bastou pouco para que ganhasse o carinho dos portugueses. Pela primeira vez desde que está no nosso país, o espanhol de 51 anos, nascido e criado em Lérida, abriu o seu coração e a porta da sua vida privada, deixando a CARAS entrar no seio da sua família para conhecer melhor o homem que comanda a equipa das Quinas, nas suas vertentes de pai e de marido, apresentando-nos também a Beth, a escocesa que o conquistou com a sua beleza, sentido de humor e simpatia há 16 anos. Roberto, que canta Na Escola, de Os Quatro e Meia, com a mesma facilidade com que entoa A Portuguesa, tem na mulher e nas filhas o pilar da sua estabilidade emocional e é, acima de tudo, um homem de família.

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Foto: José Oliveira

Joana Santos, de 39 anos, recebeu o prémio de Melhor Atriz no Festival Premiers Plans d’Angers, em França, pelo seu desempenho em On Falling, a primeira longa-metragem da realizadora portuguesa Laura Carreira. Recorde-se que a talentosa atriz já tinha sido reconhecida pela sua interpretação de Aurora, uma jovem portuguesa emigrada na Escócia, que trabalha num armazém e se depara com dificuldades financeiras, na 65.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Salónica, na Grécia, no mês de novembro. O filme, que teve estreia mundial em setembro, no Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, ganhou o prémio de Melhor Realização no Festival de San Sebastián.

A Semana de Alta-Costura de Paris abriu com um dos desfiles mais importantes e aguardados, o da casa Dior, contando com a presença de várias celebridades internacionais na primeira fila, como Beatrice Borromeo, Pamela Anderson, Anya Taylor-Joy, Carla Bruni e Laetitia Casta, que aplaudiram o trabalho criativo de Maria Grazia Chiuri.

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