Para 2025, a decoração de interiores destaca-se pela combinação de estética contemporânea com um toque de tradição e sustentabilidade. Exploramos algumas das principais tendências que prometem transformar os espaços este ano. Tendências na decoração para 2025

Cor Tendências na decoração para 2025

A tendência de cores para 2025 destaca tons terrosos e naturais, combinados com paletas mais vibrantes que conferem energia e personalidade aos ambientes.

Na Loja Real, pode encontrar uma seleção de propostas que refletem esta tendência: um ambiente com mobiliário em tons escuros que contrasta harmoniosamente com peças decorativas, tapetes e cadeiras de design único, mas cheios de cor. Tendências na decoração para 2025

Clean Tendências na decoração para 2025

O minimalismo clean continua em alta, promovendo espaços mais leves e organizados.

A Pura Cal é uma referência também para esta tendência, com propostas que utilizam uma paleta monocromática em tons de branco e cinza. Móveis de linhas simples e materiais naturais, como madeira e linho, criam uma atmosfera serena e sofisticada.

Papel de parede

O papel de parede reafirma-se como um elemento fundamental na decoração de interiores.

A marca Pierre Frey oferece uma vasta gama de opções que vão desde estampados florais a padrões geométricos, permitindo personalizar qualquer divisão da casa. Um exemplo é uma sala de estar onde o papel de parede com motivos botânicos dá vida e profundidade ao espaço.

Importância da luz natural

A luz natural é essencial para criar ambientes acolhedores e saudáveis.

As janelas Velux são uma solução perfeita, permitindo uma abundância de luz natural em qualquer espaço. Imagine uma sala de estar cheia de luz, onde o teto inclinado com janelas Velux transforma o ambiente, tornando-o mais arejado e convidativo.

Criatividade e ousadia

Peças ousadas e criativas estão em voga e funcionam como o destaque em qualquer decoração.

Destacamos, como exemplo desta tendência, o sofá verde vibrante da Roche Bobois. Com um design arrojado e confortável, este sofá é uma declaração de estilo que adiciona um toque de personalidade à sala de estar.

Estas tendências sublinham a importância de criar espaços que sejam não apenas funcionais, mas também repletos de carácter e beleza, refletindo a individualidade e os gostos de quem os habita.

É um tom que nunca sai de moda e, por isso, é uma escolha privilegiada em todas as estações. Elegante e versátil, o branco é uma aposta segura para as mais diversas ocasiões.

Nesta galeria, apresentamos algumas sugestões inspiradoras para incorporar este tom de forma descontraída neste inverno.

Palavras-chave

Foto: João Lemos

Jornalista por vocação, pivô pelo desafio, Sara Pinto, de 38 anos, tem feito um percurso seguro na sua carreira, que começou no Porto depois de terminar a faculdade.

Há três anos, deixou a SIC para abraçar novos projetos na TVI e não se arrepende. Atualmente, conduz o Jornal da Uma, uma decisão que esteve longe de significar uma despromoção depois de ter feito o horário nobre, mas uma decisão tomada por ela, em conjunto com a direção de Informação do canal, e que lhe permite acompanhar melhor os filhos, Vasco, de 4 anos, e Manuel, de 2, do casamento com o engenheiro civil Edgar Alves Ribeiro, por quem se apaixonou em Roma, quando ambos estudavam na capital italiana. “O mais importante para mim é ser feliz e só sou se conseguir equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”, afirma.

– Passou para o jornal da hora de almoço, decisão na qual os seus filhos tiveram peso. Como descreveria esta fase da sua vida?

Sara Pinto – Estou numa fase muito feliz da minha vida, tanto pessoal como profissional. Esta mudança veio proporcionar mais felicidade, porque me permite conjugar melhor a vida familiar, passar tempo com os meus filhos, o que não acontecia quando estava no ar à noite. Eles são muito pequenos ainda. E do ponto de vista profissional também, porque havia o desafio de colocar o jornal com outros números nas audiências e tem corrido bem.

Pensou que a mudança poderia significar um retrocesso na sua carreira?

– Não, até porque esta mudança parte de uma necessidade da redação, mas também minha. Para mim, não foi dar um passo atrás. Cada coisa tem o seu tempo e, neste momento, fazia todo o sentido estar neste horário.

– Trocou a SIC para a TVI há três anos. Foi uma boa aposta?

– Sem dúvida. Nunca me arrependi. Veio na altura certa. Estava e estou muito ligada às pessoas da SIC, tenho lá grandes amigos, foi lá que comecei. Há sempre um peso emocional nestas decisões, mas o facto de esta proposta ter vindo depois de ter sido mãe e de ter estado afastada a gozar a licença de maternidade ajudou-me a ter alguma coragem extra. Se fui capaz de gerar um ser humano e de estar a criá-lo, se calhar consigo fazer muito mais coisas, foi o que pensei.

– Com a maternidade passou a ver a vida de outra maneira?

– Sim, a maternidade traz-nos uma visão diferente da vida e até coragem para nos superarmos. Se calhar, esta mudança profissional também foi isso: superar medos, arriscar, mudar.

Foto: João Lemos

– É portuense, mas veio para Lisboa. Era imprescindível para o seu crescimento profissional?

– Não tinha outra alternativa. No Porto, as oportunidades são mais limitadas. Na altura, em 2008, estávamos em plena crise económica e agarrei-me ao que havia. Isso exigia a mudança para Lisboa e não hesitei.

– Deixarmos o local onde nascemos e crescemos pode ser difícil.

– E foi. No início, foi muito complicado. O meu marido, na altura namorado, continuou no Porto, era lá que tinha a família e os amigos. Mudar para Lisboa de repente, sozinha, foi difícil, mas creio que já posso considerar que esta é a minha casa.

– A dada altura, o Edgar veio ter consigo?

– Não foi imediato. Demorou cinco anos a conseguirmos estar juntos em Lisboa. Ele ainda trabalhou dois anos em Londres, eu ponderei mudar-me para lá. Cheguei a ir a uma entrevista na BBC, mas depois acabei por decidir ficar, até porque a minha carreira estava a tomar um caminho ascendente e veio ele.

– Foi uma decisão ponderada pelos dois.

– Sim. Queríamos constituir família, estávamos cansados de estar longe e decidimos que era hora de ficarmos juntos no mesmo sítio. O meu marido acabou por abdicar de seguir a carreira dele de uma forma diferente para estar comigo e concretizarmos os nossos sonhos.

– Durante este caminho nunca houve arrependimento?

– Não. Escolhemos ficar no nosso país e somos felizes. Seria ainda mais complicado criar filhos no estrangeiro, se bem que aqui também não temos grande apoio familiar, mas numa emergência está a três horas de distância.

– Como foi crescer em Marco de Canaveses?

– Tive uma infância muito feliz, com algumas rebeldias, mas no geral era bastante atinada. Cresci muito ao ar livre, a brincar com os vizinhos até ser de noite. Recordo esses tempos com alguma saudade.

– Foi em pequena que forjou o desejo de ser jornalista?

– Aconteceu muito nova, de facto. Sempre tive gosto pelo jornalismo. Era hábito em minha casa ver as notícias e sempre me imaginei a fazer algo deste género.

– Como pivô ou noutra área dentro do jornalismo?

– Via-me como repórter. O caminho que me levou a ser pivô surgiu depois de estar a trabalhar como repórter. Foi uma proposta que, na altura, me foi feita e que aceitei. Tenho a sorte de poder juntar os dois lados, ainda que, neste momento, esteja mais a apresentar.

– Uma função que conjuga com a maternidade, sendo os seus filhos ainda muito pequenos.

– Eles estão ambos numa idade muito exigente. A vantagem de estar neste horário é que, de facto, me permite dedicar-lhes mais tempo, ir buscá-los à escola, jantarmos em família, que era algo que não acontecia antes. Eles já estavam a dormir quando chegava.

– Precisava de equilibrar a balança?

– Completamente. Não quero olhar para trás um dia e ver que perdi a infância dos meus filhos. Quero aproveitar o tempo com eles, enquanto são pequenos, criar memórias, e daí ter dado prioridade a um outro trabalho.

Foto: João Lemos

– A carreira é importante, mas a família sobrepõe-se?

– Tem de haver um equilíbrio. Não sou só mãe, também sou jornalista e gosto muito do que faço.

– Sente que é importante passar a mensagem de que, para nos impormos profissionalmente, não temos de abdicar da maternidade?

– É importante passar duas mensagens. Uma é essa: a de que não temos de tentar uma afirmação profissional à custa da nossa vida pessoal. Ainda há essa pressão sobre as mulheres. A outra é que, se a mulher achar que deve dedicar mais tempo à sua vida profissional, deve fazê-lo sem constrangimentos sociais. Tem de ser uma escolha pessoal. Mães felizes proporcionam crianças felizes. E isto também é válido para os homens.

– Teve total liberdade para tomar a sua decisão?

– Estava muito decidida e senti total liberdade para conversar com a direção de Informação e, em conjunto, tomarmos esta decisão.

– O que gosta mais de fazer no tempo que dedica aos seus filhos?

– Eles têm muita energia e podiam estar sempre no parque a correr e a dar chutos numa bola. O mais velho anda encantado com o futebol. O mais novo também, mas menos. O que gosta mesmo é de autocarros. Fazê-lo feliz é pô-lo num e levá-lo a passear. Fomos recentemente a Londres e delirou com os autocarros de dois lugares. Ocupamos o máximo de tempo possível ao ar livre e é muito engraçado ver como aos olhos das crianças é preciso muito pouco para ficarem felizes. Também fazemos artes plásticas. Somos muito restritivos com ecrãs, portanto puxamos pela imaginação.

– Não deixa de viajar com eles por ainda serem pequenos?

– Ainda não viajámos para fora da Europa, mas já fomos a Londres e a Cinque Terre, em Itália. Faltou mostrar-lhes Roma, a cidade onde os pais se conheceram. É cansativo, eles não se vão lembrar, mas nós vamos e estamos a criar memórias, por isso vale a pena.

– Há uma dose extra de romantismo quando se encontra o amor em Roma. Como se conheceram?

– Estávamos a fazer Erasmus, conhecemo-nos através de um grupo de portugueses com que nos dávamos e ficámos juntos desde então. Tinha 21 anos. Levámos muito tempo até conseguimos viver os dois em Lisboa, mas cá estamos.

– São a prova de que o amor vence a distância.

– O amor quando é a sério, vence todas as distâncias. Estamos quase a fazer 20 anos de relação, já atingimos a maioridade. A vida é, obviamente, muito diferente agora. Há dias em que mal conseguimos falar os dois, porque os miúdos requerem a nossa atenção. É preciso uma relação muito forte para se conseguir superar os dias de exaustão. Felizmente, as bases que temos de amor um pelo outro têm feito com que este barco continue a navegar, mesmo que, às vezes, por águas tumultuosas.

– Pensa ter mais filhos ou dois é a conta perfeita?

– Gostava de ter mais um filho. Se viesse uma menina era muito bom, mas, se for outro menino vou ficar igualmente feliz.

Cabelos: Paula Correia para Lúcia Piloto
Maquilhagem: Marta Cruz

Agradecemos a colaboração de Casiraghi Forever, Cristina Lemos, Eugénio Campos, Hyatt Regency Lisboa e Luís Onofre

Em Lisboa, projeto de remodelação de uma casa centenária. Assina o estúdio Maison Amarande. Foto: Francisco Nogueira

A Caras Decoração de janeiro é dedicada ao bem-estar e aposta no poder renovador da casa e em espaços que curam – com a capa desta edição a fazer disso eco.

Descubra o conceito de design salutogénico, explicado por Vanda Boavida, peças marcantes no tom verde esperança e propostas que promovem o conforto físico e mental, assim como boas entradas, o cartão de visita da casa.

No mobiliário, uma seleção de estantes para expor livros e não só. No shopping, cerâmicas que revelam o poder da mão criadora. Nas entrevistas, falámos com Elizabeth Leriche, Joana Dornellas (na rubrica Página ilustrada) e a dupla criativa do estúdio Draga & Aurel: Draga Obradovic e Aurel K. Basedow (Palavra de profissional).

CASAS

Desvendamos três projetos inspiradores: uma casa centenária, em Lisboa, que ganhou uma nova vida pelo estúdio Maison Amarande, uma residência, também na capital portuguesa, com projeto de renovação assinado pelo Verum Atelier e um refúgio de campo, em Menorca, Espanha, com a assinatura de Anne-Cécile Comar e Philippe Croisier, do Atelier du Pont.

A CONHECER

Mostramos ainda o passado e futuro na celebração dos 150 anos da Topázio, a cerâmica de autor com o selo da Terrakota, marca fundada por Liliana Silva, o projeto de alojamento Luz Charming Houses na Serra de Aire e os novos espaços públicos a conhecer. São eles: a luxuosa e renovada Cartier, na artéria mais sofisticada da capital, a flagship store da Azulaico inaugurada na Avenida da Boavista, no Porto, e a marca espanhola La Nena que, também instalada na Invicta, chega a Portugal pela mão da arquiteta Ana Pinto, fundadora do aniStudio.

Anote tudo (das notícias, dicas e sugestões às receitas inspiradas na famosa sitcom norte-americana Friends) e, a fechar a revista, conheça a nova versão cromática do icónico candeeiro Colombo, desenhado por Joe Colombo e editado pela italiana Oluce.

Edição 329 disponível nas bancas e na nossa loja online.

Em junho de 2019, Rodrigo Herédia abria as portas do Sul Villas & Spa, em Lagoa, na ilha de
São Miguel, Açores, um projeto que nasceu de uma paixão à primeira vista. E foi esta unidade hoteleira do empresário e antigo campeão nacional de surf, marido da apresentadora Liliana Campos, que foi consumido pelas chamas, ontem, 15 de janeiro.

Através de um comunicado enviado à agência Lusa, o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores fez saber que o incêndio foi dado como extinto pelas 21h04 locais (22h04 em Lisboa) e que “apesar da unidade hoteleira, que se encontrava desocupada por motivos de obras, ter sido totalmente tomada pelas chamas” não há vítimas a registar.

Triste com o sucedido, Liliana Campos reagiu ao incêndio através de uma publicação nas redes sociais, na qual mostra também o antes e o depois da destruição: “Hoje é um dia triste. Muito triste… O Sul ardeu, e com o Sul ardeu uma parte do sonho do Rodrigo… Ainda não é conhecida a causa que fez deflagrar este incêndio, mas Graças a Deus os danos que são muitos, são apenas materiais. O edifício principal ficou completamente destruído. Agora vai levar tempo, muito tempo… Primeiro vai ter que ser demolido e depois reconstruído.”

A apresentadora escreveu ainda que está certa de que o marido vai conseguir voltar a pôr de pé o resort: “Sei que vai demorar, mas sei que vai acontecer porque conheço a força, a determinação e a resiliência do Rodrigo. Nos próximos tempos sei que vai ficar novamente mais afastado de mim, pois vai querer estar no terreno a ajudar nas obras, de manhã à noite, a carregar baldes de cimento se for preciso. Já foi assim na construção, será igual na reconstrução.”

Liliana deixou ainda uma palavra de agradecimento a todos os que estiveram a lutar contra o fogo e esclareceu que “os clientes que já tinham as reservas feitas para este ano” serão contactados para que lhes seja devolvido o dinheiro das mesmas.

Kate Middleton visita hospital onde foi tratada e anuncia remissão do cancro
A princesa de Gales distribuiu sorrisos e palavras de esperança
Foto: @The Prince and Princess of Wales

Kate Middleton visita hospital oncológico onde foi tratada naquele que é o primeiro evento público em que participa este ano.

A princesa de Gales regressou ao hospital The Royal Marsden, onde recebeu tratamento no ano passado quando lhe foi diagnosticado cancro. Durante a visita, que marcou o primeiro compromisso que faz sozinha desde 2023, a mulher do herdeiro ao trono britânico reuniu-se com funcionários e doentes que estão em tratamento, distribuindo sorrisos e palavras de esperança por quem luta contra a doença. Agradeceu, também, a todos os que cuidaram dela enquanto lá esteve internada.

“Queria aproveitar a oportunidade para agradecer ao The Royal Marsden por ter cuidado tão bem de mim durante o ano passado”, escreveu numa mensagem pessoal após a sua visita.

“Os meus sinceros agradecimentos vão para todos aqueles que, calmamente, caminharam ao lado do William e de mim, à medida que íamos ultrapassando tudo. Não poderíamos ter pedido mais. Os cuidados e conselhos que recebemos ao longo do meu tempo como doente foram excecionais”, adiantou.

Foi também anunciado que os príncipes se tornaram patronos em conjunto do The Royal Marsden NHS Foundation Trust como recohecimento pelo trabalho realizado e na pespetiva de que através deste fundo, se possam ajudar cada vez mais pacientes e as suas famílias.

Doença entrou em remissão

Na sua mensagem, Kate expressou o seu compromisso na batalha concra o cancro: “No meu novo papel de patrona conjunta do The Royal Marsden, a minha esperança é que, ao apoiar a investigação inovadora e a excelência clínica, bem como ao promover o bem-estar dos doentes e das famílias, possamos salvar muitas mais vidas e transformar a experiência de todos aqueles que são afectados pelo cancro.”

Mas foi mais longe e fez uma declaração pessoal, ao anunciar que se encontra numa nova fase da doença, depois de um ano em tratamento.

“É um alívio estar agora em remissão e concentrada na recuperação”, afirmou, pedindo, no entanto, tempo para recuperar totalmente.

“Como qualquer pessoa que tenha recebido um diagnóstico de cancro saberá, é preciso tempo para ajustar a um novo normal”, continuou. “No entanto, estou ansiosa por um ano cheio de realizações. Há muito por que esperar. Obrigada a todos pelo vosso apoio contínuo”, declarou a princesa.

Veja o vídeo.

Kate Middleton visita hospital oncológico onde foi tratada

Fotos: Luís Coelho

Foram muitas as caras da SIC que marcaram presença na apresentação das novidades do canal para 2025, que decorreu num ambiente descontraído no Hotel Vila Galé Paço de Arcos, em Oeiras, e nos contaram como receberam este ano que está a começar e o que esperam que aconteça nos próximos meses.

Veja o vídeo.

Estrelas da SIC revelam o que desejam para este ano

Francisca Loureiro aka Kika Illustration. Foto: Sofia Vidal Pinheiro

Sempre demonstrou aptidão para as artes?
Quando era pequena passava horas a desenhar e os meus cadernos da escola tinham sempre muito mais desenhos que apontamentos.
Como é o seu processo criativo?
Inspiro-me muito nas coisas do dia a dia. Para além da técnica e do que vou realmente desenhar, gosto de pensar que o meu trabalho pode vir a estar na parede de alguém e essa ideia de influenciar o espaço em que as pessoas vivem dá mais sentido ao que faço. Acho que trouxe isso comigo da Arquitetura (Mestrado Integrado em Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra).

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Vale tudo (tela, papel, paredes)?
Sim! Uso muito o digital, mas ultimamente regressei ao desenho à mão e tenho gostado da liberdade que isso traz.
O que nasce primeiro: a ideia, a ilustração?
A ideia, sem dúvida. Tenho uma lista muito longa de ideias que visito quando quero criar alguma coisa nova. Não são todas boas, mas felizmente são sempre muitas.
Que mensagem e símbolos são recorrentes nos seus trabalhos?
As paisagens, os objetos do dia a dia, os lugares onde passo mais tempo. O meu trabalho é muito uma interpretação dos sítios por onde passo.

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Quais as cores mais utilizadas nas suas ilustrações?
É muito difícil escolher só uma. Uso muita cor no meu trabalho por ser uma coisa que me traz muita alegria e é esse sentimento que quero passar aos outros. Acho genuinamente que a cor influencia o meu estado de espírito e sei que não sou a única. É um elemento muito importante nos meus desenhos, por isso não posso ter preferidas.
Quais são as suas principais influências e fontes de inspiração?
Artistas que trabalham a cor inspiram-me muito. Ultimamente diria que David Hockney é a minha maior referência, pela cor e pelos temas. A arquitetura também continua a ter um papel importante no meu trabalho, mesmo sem querer. O trabalho do arquiteto Ricardo Bofill é um bom exemplo disso.

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Tem trabalhos seus em casa?
Sim, na minha sala. Tenho uma mistura de trabalhos e os meus estão lá muito bem acompanhados.
Qual é a peça de decoração que mais gosta, ou não prescinde?
Quadros nas paredes. Tenho pavor às paredes brancas e por isso estou lentamente a transformar a minha casa numa pequena galeria esquizofrénica.
A sua divisão preferida é…
A sala, porque é onde tenho mais paredes para preencher!

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O que gostaria de ter feito e ainda não fez?
Uma residência artística, de preferência num sítio com muita natureza à volta e pouca Internet.
Próximos planos, projetos?
Vou ter uma exposição no Porto no próximo verão e tenho mais alguns projetos ainda em fase de concepção. Acima de tudo, planeio dedicar mais tempo ao desenho.

FOTOS: cedidas

Prepare-se para fazer uma viagem sensorial pelo melhor da gastronomia italiana. No próximo sábado, dia 18 de janeiro, pelas 20h00, o restaurante Don Alfonso 1890, no Legacy Hotel Cascais, será palco de um exclusivo Jantar a 4 Mãos com dois dos maiores nomes da alta cozinha italiana: Ermanno Nicolella e Ernesto Iaccarino.

Este encontro de talentos promete surpreender os apaixonados pela gastronomia, com um menu exclusivo que une as visões e os estilos únicos destes dois chefes italianos. Uma experiência íntima e inesquecível, limitada a apenas 40 pessoas.

Há meio-mundo a tremer por estes dias e não é só no exterior. Em casa, o tempo frio também se faz notar, sobretudo quando Portugal é conhecido por não saber acautelar a temperatura das suas habitações: frias de inverno, quentes no verão.

São bem-vindas, por isso, todas as estratégias que possam diminuir o desconforto térmico. Algumas destas dicas são empíricas e qualquer um as pode colocar à prova.

Lareiras
É a solução mais evidente para combater o frio numa casa. Os modelos variam de acordo com muitos fatores. Aqui, lareira Ergo, suspensa e giratória, a lenha, da Focus, disponível na Pedra & Decoração.

Focus

Salamandras
A pellets, construída em cerâmica e com câmara de combustão em ferro fundido, dispõe da possibilidade de canalizar ar quente. Na foto, modelo Core, da MCZ, disponível no Leroy Merlin.

MCZ

Temperatura certa
Varia em função de vários fatores, mas os especialistas recomendam que durante o inverno a casa se mantenha entre os 20 e 24 graus. Aqui, quarto da LA Redoute.

La Redoute

Sensação térmica
Paredes, janelas e pisos frios influenciam o bem-estar numa casa. Ajuda a ultrapassar o problema se der prioridade aos têxteis, com destaque para os tapetes, por exemplo. Ambiente de sala com sofá na Conforama.

Conforama

Radiadores
Há equipamentos que são verdadeiras obras de arte. Permitem aquecer e, ao mesmo tempo, são elementos estéticos a ter em conta, como se exemplifica com este radiador Trame, da marca italiana Tubes, com design de Stefano Giovannoni.

Tubes

Janelas
Uma boa circulação de ar e o controlo eficaz da humidade são alguns dos fatores que favorecem o conforto, mesmo em áreas assotadas, onde janelas especializadas (na foto, da Velux) ajudam a regular mais facilmente a temperatura na casa.

Velux

Isolamento
Além das conhecidas fontes de calor tecnológicas: ar condicionado, lareiras, salamandras ou radiadores, mantém a sala (Ikea) mais quente se conseguir melhorar o seu isolamento. Será mais sustentável e poupará em energia. tempo frio

Ikea

Lenha
E damos também lugar aos clássicos, aqui com a sugestão de um fogão a lenha em ferro fundido, modelo Jennifer, da Nordica Extraflame, na Worten. tempo frio

Nordica Extraflame