Foto: Fernando Costa

Cláudia Borges é apaixonada pelo Natal e gosta de cumprir as tradições, por isso, a árvore de Natal será apenas montada no dia 1 de dezembro. Um momento sempre feito a preceito, em conjunto com o marido, Samuel Fortuna, e os filhos de ambos, Rodrigo, de 13 anos, e Carolina, de 6. “Pelos meus filhos a casa estava cheia de luzes por todo o lado. Este ano já tenho mais umas decorações que comprei e que escondi para lhes fazer a surpresa, pois é sempre um momento especial que vivemos em família. Acho que até os adultos devem manter a magia da quadra. Não gosto do consumismo que esta época traz e tento passar aos miúdos que não é disso que esta quadra trata e estamos a conseguir que eles percebam a importância e o valor da família”, contou a apresentadora de Fama Show, assim que chegou à Fortaleza do Guincho, onde teve lugar o também já tradicional brunch de Natal da Lego.

“Estamos a viver fases completamente diferentes da paternidade com cada um deles.”

A estrela da SIC está a viver um momento especialmente encantador, dada a diferença de idades entre os filhos: “Se por um lado é muito desafiante, por outro também é incrível. Gosto de passar tempo apenas com cada um e o facto de terem horários escolares diferentes, permite que isso aconteça e faz também com que eu saboreie e acompanhe esta altura com muito mais tranquilidade.”

Dois anos depois de ter inaugurado a sua primeira loja em Portugal, mais concretamente no Porto, a Wewood acaba de abrir um novo espaço, com cerca de 200m2 de área de exposição, distribuídos por dois pisos. A escolha da localização recaiu sobre a cidade de Lisboa.

É no número 31 da Rua Rosa Araújo, vizinha da Avenida da Liberdade, que encontramos toda a coleção da marca portuguesa de mobiliário e também referências nacionais e internacionais de iluminação, tapetes, têxtil-lar e cerâmica.

O projeto de design de interiores da nova loja ficou a cargo da arquiteta Joana Marcelino, diretora criativa da Wewood: “Trata-se de um espaço onde a arquitetura assume a linguagem do edifício (pombalino), totalmente percorrida por paredes em serpentina que contêm espaços para receber o nosso mobiliário à escala humana. É o confronto entre o passado e o presente em harmonia com a nossa matéria: madeira maciça”.

A Wewood – Lisboa, aberta a particulares e profissionais, funciona de terça a sábado, das 10h às 19h.

Foto: Maruja Foto

Em casa de Sofia Fernandes, de 47 anos, o Natal chega sempre mais cedo e, este ano, no dia 16 de novembro, já estavam a montar a árvore e o já tradicional comboio do Pai Natal em torno da mesma. Os presentes vão surgindo e a magia já bateu à porta da família. Sebastião, de 9 anos, e Esperança, de 4, são os principais beneficiários deste mundo que Sofia faz questão de criar, sob o olhar atento do marido, José Barbosa, de 51.

– Esta é a vossa época preferida do ano?

Sofia Fernandes – Somos um bocado viciados no verão, mas, sobretudo eu e os meus filhos, estamos sempre em contagem decrescente – com direito a aplicação no telemóvel e tudo – para o Natal. A Esperança está praticamente o ano inteiro a pôr brinquedos na lista para o Pai Natal.

– Desde que foi mãe que tenta tornar todos os momentos dos seus filhos em magia.

– O Natal tem mais brilho com e por causa das crianças. Já temos muitos rituais que parecem não caber apenas no mês de dezembro, por isso, no espírito das ruas já iluminadas, começamos a meio de novembro já a montar a árvore de Natal para dar início às festas.

– Como vão passar o Natal?

– Mantendo a tradição, o Natal vai ser em Santo Tirso, em casa da prima Celeste. A avó paterna, Albertina, e a tia Clarinda vêm do lar onde residem para se juntar às festas.

– O Natal é uma época de família, mas não costuma passá-lo com os seus pais.

– Dada a distância geográfica temos de dividir um bocadinho as atenções. Temos optado por passar com a minha sogra, de 94 anos, e tia, de 101, que, dada a idade, têm mais dificuldades logísticas de deslocação… Temos de ser nós a facilitar a reunião. Os miúdos ficam felizes porque acabam por estar também com os primos que adoram.

– Costuma dizer-se que é necessário uma aldeia para se criar uma criança. Quem são as pessoas da sua aldeia?

– As maiores referências dos meus filhos somos nós e os primos mais velhos, Celeste e Almerindo, que, apesar de morarem em Santo Tirso, têm sido figuras importantíssimas na vida deles. O Sebastião ainda teve a avó materna, Isabel, mais presente nos primeiros anos de vida, mas a idade vai avançando e os avós não conseguem acompanhar o ritmo algo alucinante, dele e da Esperança. Também têm a tia Lisete que me acompanhou na infância e tem um carinho especial pelos meus filhos como se fosse uma avó de verdade.

Foto: Maruja Foto

– Serem mais vocês obriga-a estar sempre mais atenta a todos os passos dos seus filhos assim como a complementar algumas ausências que eles possam sentir?

– Mesmo que tivesse mais rede de apoio acho que faria questão de estar atenta a todos os passos. Temos abdicado mais das nossas coisas e fazemos tudo para que sejam crianças felizes, equilibradas e saudáveis.

– Esta altura também faz facilmente cair no consumismo, ainda para mais quando se tem filhos. Consegue controlar os seus impulsos assim como a vontade deles?

– Cada vez mais temos privilegiado experiências e momentos em detrimento dos brinquedos e presentes. Eles e nós já temos o suficiente e a prioridade, que lhes temos explicado, é terminar muita coisa que falta na nossa casa. Podem pensar num presente e, se for razoável, podem ter. Obviamente também eu tenho alguns desejos, uns pessoais e outros de decoração natalícia que gostava de fazer em casa… mas vou-me controlando, a bem da “prioridade casa”.

– Há alguma tradição de Natal que façam ou até que tenham criado?

– Felizmente temos conseguido fazer esta sessão fotográfica todos os anos e adoro ver o crescimento deles: as avós adoram receber estas fotos e nós temos aquelas raras imagens de família, sobretudo quando pai e filho não são amigos das máquinas fotográficas [risos]. Este ano vamos começar aquela história do duende brincalhão que gosta de fazer disparates para ver como reagem. Vamos manter os calendários do advento, as visitas a feiras de Natal e o enfeite que escolhem todos os anos.

– Gosta de cozinhar e preparar a ceia ou compra tudo feito?

– A ceia típica é o bacalhau cozido, que nunca como, por isso deixo essa tarefa para quem percebe e gosta do assunto. No Natal não costumo cozinhar, mas sou espetacular a ir comprar os doces.  Ajudo em toda a organização, e contribuo com iguarias dos melhores locais.

– Sempre referiu que gostava de ter tido mais um filho. Já está em paz com o facto de não ter acontecido?

– É engraçado que a Esperança começou agora a dizer que gostaria de ter uma irmã e acaba por me fazer sentir mais nostálgica. Sei que temos a família ideal, por questões de idade e também financeiras, mas continuo a babar ao ver bebés pequeninos…

– O Sebastião e a Esperança são muito diferentes um do outro, mas complementam-se nas suas personalidades.

– É engraçada a forma como por vezes chocam mas também se admiram mutuamente. Ele é tímido, reservado e cauteloso. Ela é extrovertida, descarada e “rainha da festa”. Em bom rigor, dá-nos muito jeito ter um irmão mais velho bastante tranquilo para não inspirar mais a “pirataria” da Esperança. Felizmente têm em comum o facto de serem doces, apesar do Sebastião ser completamente avesso a beijinhos, até à mãe [risos].

Foto: Maruja Foto

– É o mesmo tipo de mãe com cada um deles?

– O Sebastião sempre foi mais fácil, já a Esperança requer que seja uma mãe com dose extra de imaginação para lhe conseguir dar a volta. Tenho de “empurrar” mais o mais velho para a descoberta enquanto que com a Esperança só tenho de a deixar “existir”. Sou só a típica mãe que vai variando a abordagem conforme as personalidades.

– Presumo que se sinta feliz e orgulhosa, quando, juntamente com o Zé, olham para a família que construíram?

– Quando os vemos em momentos de carinho ficamos a olhar verdadeiramente babados. É um desafio educar diariamente, mas, quando sentimos que devemos estar a fazer alguma coisa bem, é uma grande alegria. Bons miúdos, saudáveis e, aos nossos olhos pouco parciais, lindos. Somos mesmo uns sortudos.

Agradecemos a colaboração de Azul Seu, B.ME Party, Docedeamora.pt e Mummy Cool

Príncipes Kate e William marcaram presença com os filhos no tradicional concerto de Natal

Os príncipes Kate e William marcaram presença com os filhos, George, de 11 anos, Charlotte, de 9, e Louis, de 6, no tradicional concerto de Natal, que se realiza sempre por esta altura na Abadia de Westminster, em Londres.

Uma celebração que visa homenagear os voluntários de dezenas de organizações não governamentais que operam por todo o Reino Unido e que este ano teve como tema central a importância amor e da empatia, principalmente nos tempos mais difíceis da vida.

O programa foi gravado sexta-feira, 6 de dezembro, e será, posteriormente, transmitido na televisão britânica na véspera de Natal.

Tal como nos anos anteriores, a princesa de Gales foi a anfitriã e cumprimentou os convidados e artistas que tocaram e cantaram na festa, antes do marido, o príncipe William, e os filhos se juntarem a ela. No total, estiveram na abadia 1600 convidados, pessoas que todos os dias ajudam as suas comunidades das mais variadas formas.

Esta é a primeira vez que vemos as três crianças num evento público desde que a mãe terminou os tratamentos contra o cancro. E como é habitual, Kate esteve muito atenta aos filhos e ajudou-os a acender as velas.

Recorde-se que, no ano passado, o príncipe Louis foi o protagonista de um momento engraçado quando tentou apagar a chama do irmão.

Os mais pequenos também tiveram oportunidade de deixar o seu desejo na árvore, situada fora do templo. As câmaras conseguiram captar a nota de Louis, na qual o príncipe agradece aos avós tudo que fazem por ele.

Total apoio da família

Junto dos futuros reis e dos seus filhos, estiveram também os pais de Kate, Carole e Michael Middleton, e os seus irmãos, Pippa e James. De referir que os Middleton foram um dos pilares fundamentais da princesa durante a sua doença. Um apoio que também transmitiram a William e aos netos.

Os Windsor também não faltaram ao Together at Christmas (Juntos no Natal). A princesa Beatrice, grávida do segundo filho, marcou presença ao lado do marido, Edoardo Mapelli Mozzi, do enteado, Wolfie, e da prima Zara Tindall. Também estiveram na Abadia os príncipes de Kent, lady Gabriella Windsor, Sophie, duquesa de Edimburgo, o duque de Kent e os duques de Gloucester.

O concerto, que contou com atuações do coro da Abadia de Westminster, dos jovens intérpretes do Restore The Music, Paloma Faith, Olivia Dean e Gregory Porter, foi um momento carregado de significado se tivermos em conta que 2024 foi um ano muito delicado para Kate Middleton, que teve que enfrentar um diagnóstico de cancro. Uma fase em que contou com o apoio incondicional do seu círculo mais próximo como referiu nas suas espaçadas comunicações.

Foi em setembro que a princesa de Gales anunciou que tinha terminado o tratamento de quimioterapia. Aos poucos, Kate foi retomando sua agenda de compromissos profissionais e passou a marcar presença em grandes eventos, mas continuando a ter o seu processo de recuperação como principal prioridade.

O “look” de Kate

Para esta ocasião especial, a princesa de Gales escolheu um look composto por um longo casaco vermelho, uma peça romântica com gola, lapelas pontiagudas e botões trespassados e saia longa de xadrez escocês. Um modelo de inspiração natalícia que Kate elevou com um laço de veludo preto.

Quanto aos acessórios, optou por botas de salto alto em camurça preta e brincos de pérola.

Príncipes Kate e William marcaram presença com os filhos no tradicional concerto de Natal

Por altura do Natal, várias cidades europeias enchem-se de mercados que nos fazem querer que esta época se prolongue pelo ano inteiro.

As iluminações que nos remetem para um universo mágico, as árvores de Natal gigantes, as pistas de gelo, as barraquinhas de madeira com comida, bebida e muita oferta de artesanato, os comboios para os mais novos e ainda os carrosséis, são as principais atrações presentes nos mercados de Natal que nascem por esta altura do ano um pouco por toda a Europa.

Conheça alguns dos melhores mercados de Natal do velho continente e deixe-se contagiar pelo espírito da época.

Riga: Labirinto encantador, com aroma de especiarias

Foto: D. R.

As semanas que antecedem o Natal são uma altura particularmente agradável para estar em Riga, na Letónia, onde a neve cobre a cidade, tornando-a ainda mais charmosa e encantadora.

O mercado de Natal, situado na parte antiga da cidade, uma das primeiras da Europa a ter a tradicional árvore, no século XVI, tem início no primeiro domingo do Advento e é um verdadeiro labirinto de pequenos espaços comerciais e lúdicos.

Aqui, o vinho quente é a bebida deeleição, enquanto os aromas de canela, gengibre e amêndoas torradas vindas do pão enchem o ar.

Neste espaço, há também a casa do Pai Natal, onde as crianças escrevem cartas enviadas para Lapónia, e ainda DJ, coros e conjuntos que animam a praça.

Para quem procura presentes sustentáveis, as velas feitas de cera de abelha são obrigatórias, assim como as meias e luvas de lã. De 29 de novembro até 2 de janeiro.

Dresden: Striezelmarkt, onde a magia acontece

Foto: Dreamstime

O Mercado de Natal de Dresdené um dos mais antigos da Alemanha – aconteceu, pela primeira vez, em 1434 – e também um dos mais vibrantes, pois toda a cidade parece estar envolta num verdadeiro conto de Natal. No Striezelmarkt, que se situa na principal praça da cidade, circundada por edifícios históricos de traçada clássica, encontram-se muitos artigos artesanais e é obrigatório provar o tradicional bolo de Natal que deu nome ao mercado, o stollen, que começou por se chamar striezel, feito de massa compacta, com frutas cítricas cristalizadas, uvas passas, especiarias e coberto com açúcar. As crianças podem andar na roda gigante, no carrossel e de comboio. Até 24 de dezembro.

Lisboa: Sob as bonitas luzes da Baixa Pombalina

Foto: Dreamstime

Para quem vive em Lisboa ou está de visita, não pode perder o aconchegante Mercado de Natal do Rossio, situado na Praça D. Pedro IV, em plena Baixa Pombalina, que se enche de luzes para celebrar a quadra. Nas casinhas de madeira, decoradas a preceito, vendem-se os mais variados produtos artesanais, decorações natalícias, doces, queijos, enchidos, mas também o tradicional licor de ginja ou vinho quente. Não faltam também as castanhas assadas. E depois de provar as iguarias, nada como um passeio no pequeno comboio ou descer a Rua Augusta para contemplar a árvore de Natal gigante, situada no Terreiro do Paço. Há ainda música ao vivo e a exposição do Hospital das Bonecas para visitar.

Até 22 de dezembro.

Praga: O Charme único de uma cidade medieval

Foto: Dreamstime

Praga é especialmente encantadora durante a época festiva e o seu charme ganha vida com os típicos mercados de Natal, divididos pelas principais praças da cidade da República Checa: Cidade Velha e Venceslau, a cerca de cinco minutos a pé uma da outra.

Os visitantes podem passear por vielas iluminadas, saborear a gastronomia local, na qual não falta o chocolate quente ou, para quem preferir algo mais forte, o grog.

Nas barraquinhas, encontram-se também bonitos brinquedos de madeira e muitas outras peças de artesanato. De 30 de novembro a 6 de janeiro.

Viena: Chegados ao mundo da fantasia

Foto: Dreamstime

Chegar a Viena nesta quadra é receber um passaporte direto para o mundo da fantasia. Faz muito frio, mas o convite para nos perdermos nas ruas, magnificamente decoradas, é irresistível.

São vários os mercados de Natal e nenhum desilude, mas o mais famoso é o da Praça Rathausplatz, situado em frente à Câmara Municipal.  Aqui, mais de 150 barraquinhas oferecem desde brinquedos artesanais até decorações luxuosas e velas de Natal. Mas também há muitas opções gastronómicas vienenses, de salsichas a apfelstrudel e vinho quente.

Todas as noites se podem ouvir contos e música clássica, assim como andar de comboio no Christkindl Express.

Até 26 de dezembro.

Dez anos depois da primeira edição, “A Festa das Mesas” voltou a acontecer no Salão Atlântico do Hotel Palácio, no Estoril. Doze mesas de autor deslumbraram os 150 convidados que marcaram presença neste jantar, seguido de uma festa que se prolongou pela noite dentro. Carlos Pissarra, mentor do projeto, reuniu um grupo de arquitetos, designers de interiores e criadores de arte floral neste evento memorável.

Fotos: D.R.