Sofá Insula, de Patricia Urquiola para a Kettal, apresentado no Salão do Móvel 2024, novidade brevemente disponível na QuartoSala.

r

Mesa de centro Dendi, da AM.PM, em laredoute.pt.

Mobiliário: tons de verde no exterior

Mesa Spinnaker, extensível, da Roda, com 209/335cm, em garten-stuhl.eu.

Mobiliário: tons de verde no exterior

Porta-vasos Hevea, da Pedrali, em shopdecor.com.

Bellmonde, versão lounge chair, com design de Henrik Pedersen para a Dedon, na Alaire.

Sofá Harbour, de 3 lugares, com design de F. Rota para a Paola Lenti, 239x95x80cm, em shop.mohd.it.

Espreguiçadeira Brava, do Studio Carlesi Tonelli para a Ca\Stil, 190cm, novidade, brevemente disponível em castil.it.

Cumprem-se hoje, 31 de agosto, 27 anos da morte de Diana de Gales, num fatídico acidente de viação em Paris. Um acidente trágico quemudou para sempre a família real britânica e a vida dos príncipes William e Harry, que à época eram ainda adolescentes. Figura de dimensão mundial, ficou conhecida pelas suas ações humanitárias, pela sau beleza e simpatia, pela sua história de amores desencontrados e ainda pelo seu estilo icónico, que ainda hoje tem fiéis seguidores. Recorde alguns dos seus visuais dos primeirosa dias de princesa até à mulger divorciada, que parecia decidida a ser de novo feliz quando a morte a encontrou.

Teresa Horta com os filhos Sebastião e Maria
Foto: Luís Coelho

Teresa Horta Colaço começou por exercer terapia da fala, mas nunca se sentiu completamente feliz. Aos 29 anos, e já depois de ter sido mãe de Sebastião, de 9 anos, e Maria do Mar, de 6, sentiu que precisava de mudar alguma coisa, de se desafiar. Ainda longe de saber que iria entrar no mundo da cozinha, começou, no entanto, devido a uma doença crónica, a estudar macrobiótica, uma área já explorada pelos seus tios Geninha Horta Varatojo e Francisco Varatojo, fundadores do Instituto Macrobiótico de Portugal, e que acabou por influenciar o seu percurso: “Não é todos os dias que podemos conviver de perto com alguém que admiramos tanto. A forma como viviam, como lidavam com as pessoas que procuravam ajuda em termos de saúde e que o meu tio conseguia curar fascinava-­me. E a minha tia Geninha é um ídolo para mim.” 

Em 2021/2022 entrou no programa de culinária da RTP1 MasterChef Portugal, do qual saiu vencedora – com um menu à base de plantas –, e que acabou por mudar a sua vida. Teresa, de 35 anos, teve depois a oportunidade de estar do outro lado, como jurada da 3.ª edição do MasterChef Júnior. Pelo meio lançou Sweet, um livro em que todas as receitas são livres de produtos animais, porque acredita genuinamente, sem extremismos, que se pode arranjar um equilíbrio na forma como consumimos produtos de origem animal.

– Trabalhava como terapeuta da fala. O que é que a levou a alterar o percurso?

Teresa Horta Colaço – Sentia que não estava no sítio certo e, embora fosse bem-sucedida, não me sentia feliz nem realizada.

– Foi uma doença crónica que a levou até à cozinha macrobiótica.

Sim, tinha 23 anos quando tive uma candidíase crónica durante alguns anos. A macrobiótica fez um reset ao meu corpo e curou-me.

– Costuma-se dizer que somos o que comemos. Sentiu, por isso, uma relação entre a mudança de alimentação com o seu bem-estar a nível de saúde?

Sem dúvida nenhuma. Não tenho dúvidas de que a alimentação é a primeira linha de atuação. Seja de prevenção, seja, em muitos casos, de tratamento. Eu acabei por assistir a muitos casos de pessoas com alguns problemas que conseguiram reverter as suas doenças com a alimentação. Mas é claro que a medicina é fundamental e eu não sou fundamentalista.

 

Teresa Horta

– E em relação à alimentação à base de plantas, é fundamentalista?

Zero fundamentalista! Até porque a alimentação plant-based tem todos os alimentos presentes (até carne e peixe), mas as pessoas confundem-na com o veganismo. Uma alimentação à base de plantas privilegia vegetais e produtos não processados, o que não quer dizer que pontualmente não possa haver proteína animal. O tema aqui é a quantidade do que se come e a frequência.

– Há ainda alguma resistência a produtos vegan?

Há alguma confusão ainda, mais do que outra coisa qualquer. As pessoas não entendem os conceitos das novas correntes emergentes sobre a alimentação e isso faz com que haja preconceito. Eu não preciso de ser vegan para comer um iogurte vegan ou beber uma bebida vegetal. Mas sinto que estamos num bom caminho.

– Comete algum “pecado”?

Bem, não considero pecados, mas a doçaria conventual tem um lugar especial no meu coração.

– Que tipo de alimentação incutiu nos seus filhos?

Fazemos uma alimentação à base de plantas, sem extremismos. Sou mais exigente com o tipo de coisas que entram na nossa casa, mas quando comemos fora e em festas há espaço para tudo.

– Como é que faz quando eles vão a festas de aniversário dos amigos, por exemplo?

Estão livres e comem o que quiserem. Tento, acima de tudo, que comam com consciência do que estão a fazer. Prefiro que comam um bolo ou um croquete do que um copo de refrigerante, e eles sabem isso.

– Esta sua nova vertente levou-a ao MasterChef, concurso que venceu. Trouxe-lhe uma grande mudança na sua vida?

Claro, o MasterChef mudou a minha vida no âmbito profissional. Em termos alimentares e da forma como faço essa gestão, mantemos tudo igual.

– Foi convidada para ser jurada do MasterChef Júnior. Como é que foi a experiência?

Foi maravilhoso, um privilégio enorme e uma grande responsabilidade estar do outro lado.

– Com esta sua nova vida mais exposta, não sente necessidade de se isolar?

– Sou uma pessoa que gosta de estar mais no meu espaço sem grandes exposições. Quando tenho que gravar ou estar presente em eventos de trabalho, estou com gosto e faço o meu melhor para ser uma boa companhia, mas voltar a casa e para junto da minha família é sempre o meu sítio preferido.

– Como é que faz em relação aos seus filhos? Tem tempo para os acompanhar?

– Levo a educação deles muito a sério e tanto eu como o Guilherme [o comandante da Marinha com quem está casada há dez anos] nos preocupamos muito com os valores que transmitimos. É uma parte da minha vida onde mais ponho a minha energia e não delegamos em ninguém essa responsabilidade.

– Eles apreciam a sua exposição?

Eles acham graça, mas isso não rege a vida deles de forma alguma.

Teresa Horta com os filhos Sebastião e Maria

– E o seu marido? Deu-lhe sempre apoio para mudar de vida?

Temos apoio total um do outro nos projetos de vida individuais. Somos uma grande equipa e acho que só assim conseguiríamos chegar até aqui, com a vida que temos e com o tipo de trabalho que ele tem, em que se ausenta muito tempo.

– Qual é que gostaria que fosse o passo seguinte?

Tenho um projeto muito bonito que irá arrancar assim que as obras da nossa casa estiverem prontas, em meados de outubro, mas não posso relevar tudo. Desde que acabei o MasterChef que me pedem um restaurante. Não irei abrir um restaurante, mas irei abrir as portas da cozinha de minha casa todas as sextas para grupos muito pequenos, com o objetivo de dar a conhecer às pessoas a minha cozinha e a minha forma de ver os alimentos.

Agradecemos a colaboração de

Vila Galé Cascais

Ângelo Rodrigues | Foto: João Lemos

Esteve recentemente em Cuba a especializar-se na realização de documentários na conceituada Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba. Durante um mês e meio teve formação e, numa das disciplinas, o desafio era procurar uma pessoa que fosse objeto de um documentário. Ângelo Rodrigues deu de caras com Milagros, uma cubana de fibra, cheia de sabedoria, como a define, que o fez confrontar-se “com a inevitabilidade da perda, mas também com a beleza da resiliência humana”. Foi por aqui que começou a nossa conversa no Brunch Caras, na Kinta do Meko, mas que rapidamente deu lugar a algumas partilhas relacionadas com aquele que foi o pior momento da sua vida. Recorde-se que em 2019 o ator, que podemos ver na novela da SIC Papel Principal, esteve em coma e correu risco de vida na sequência de uma grave infeção decorrente de injeções de testosterona.

Milagros marca a sua estreia na realização de documentários em espanhol. De que é que se trata?

Ângelo Rodrigues – Milagros é uma cubana, de 66 anos, que conheci. Percebi que a realidade dela era bastante diferente da nossa, com um pai de 96 anos de quem estava a tomar a tempo inteiro. Reformada, tinha, no entanto, de fazer trabalhos domésticos de limpeza para lhe proporcionar qualidade de vida. Faz-nos refletir sobre como a sociedade ocidental lida com os idosos, como os descarta.

– E descarta.

– Há uma diferença grande entre o mundo ocidental e oriental. No Oriente, a posição do mais velho é sempre a mais respeitada. Os mais velhos são vistos como os anciãos, pessoas com os conselhos mais sábios, e isso seria o correto. No Ocidente, evoluímos para uma sociedade em que os cidadãos que não contribuem diretamente para a economia são considerados descartáveis, o que está profundamente errado. Os mais velhos deveriam ser os mais protegidos e recompensados pela vida que tiveram.

– Li numa publicação sua no Instagram que a Milagros o fez recordar a sua tia Estrela Novais. Que legado é que ela lhe deixou?

– A minha tia foi uma pessoa muito importante na minha vida. Tinha 69 anos. É ela a responsável por eu ser ator, porque desde criança que me levava a ver espetáculos. Era o exemplo da resiliência, de uma força fora do comum, e foi esse o legado que me deixou.

– Como é que lida com a inevitabilidade da perda dos que mais ama?

– Esse é um assunto muito presente na minha vida, porque já tive uma experiência que me levou a estar muito perto da morte. E por já ter perdido algumas pessoas próximas leva-me a refletir. Se não o fizesse seria inconsciente. E isso ajuda-me a focar-me mais no presente, porque sei que tudo é efémero. Só quem não passa por experiências dessas é que não percebe a fragilidade da nossa condição enquanto seres humanos.

Ângelo Rodrigues | Foto: João Lemos

– Quando se está perante a morte e se consegue sobreviver, de que forma é que uma pessoa se agarra a vida?

– Quero acreditar que é como se eu tivesse adquirido um superpoder, que é uma oportunidade que mais ninguém tem. Eu percebi na primeira pessoa que a vida é finita, e foi-me dada uma segunda oportunidade para voltar a fazer as coisas, mas de outra forma. Uma oportunidade para valorizar o presente, o que não fazia até então. Sou eternamente grato a esse momento, porque fez de mim uma pessoa muito melhor.

Como é que está a aproveitar essa oportunidade que a vida lhe deu?

– Carpe diem, na sua perfeita definição. Aproveitar o dia, mas não numa perspetiva hedonista, não na busca constante do prazer diário, é mais encontrar validade nos momentos que vivemos e nas pessoas que conhecemos. Naturalmente, consigo fazer uma triagem melhor do que preciso na minha vida e do que não preciso.

– Houve certamente mudanças significativas nas prioridades. Alterou crenças ou valores?

– Sim, comecei a pensar mais no tipo de ser humano que queria ser, e percebi que o que queria agregar à minha existência eram valores verdadeiramente significativos, para ficarem na memória daqueles de quem gostamos. Aproximei-me da espiritualidade e até da fé. Tinha uma forma completamente ateia de ver o mundo e como é um milagre o eu ter sobrevivido, negar tudo o que era espiritual era só um lugar de conforto.

– Que Ângelo é que descobriu depois desse processo?

– Um Ângelo com a velocidade certa que quer ter na vida, com o balanço correto entre a efusividade de alguns momentos e a calmaria de outros, ter esse equilíbrio.

– A imagem passou a ter uma importância secundária?

– A minha profissão vive disso, é-nos exigido de alguma forma que, para termos alguma longevidade nesta profissão, para durarmos mais tempo, tenhamos de ter cuidado com a imagem, e até nisso coloquei as coisas no devido lugar, ao tornar-me mais consciente para não cair numa imagem mais superficial que tive no passado, era só uma estratégia de sobrevivência.

Ângelo Rodrigues | Foto: João Lemos

– De que forma é que essa experiência mudou a forma como se relaciona com os outros?

– Mudou completamente. Ajudou-me a fazer uma filtragem automática de quem quero ter na minha vida e das pessoas que não me interessam, e a saber valorizar os momentos, sem me render à efemeridade dos mesmos.

– Cinco anos depois, e agora com maior distanciamento, quais foram as maiores lições que retirou com essa experiência.

– A principal é que a minha intimidade foi de tal forma devassada que percebi que não era de facto por causa disso que eu estava nesta profissão. Sou ator por uma paixão intrínseca, então não preciso de eventos, de fotografias, mas, ao mesmo tempo, é uma consequência da minha profissão, por isso tornei-me mais consciente do ser humano que sou e de como quero passar essa informação. Antes, vivia sem refletir tanto sobre isso.

– É por isso que tem resguardado a sua vida amorosa?

– Sim, escreve-se tanta coisa que já não me dou ao trabalho de desmentir. Se não quero ser desviado do meu centro de tranquilidade, ignoro certas coisas. Já consigo fazer outra leitura. Há pessoas que fazem “barulho”, porque às vezes, para nos tornarmos relevantes, é preciso fazer ruído. E eu pude conquistar algumas coisas na minha vida privada e na minha carreira para já não precisar de fazer ruído. É uma paz que nem consigo explicar.

Agradecemos a colaboração de

Clarins Portugal, Continente Seleção, Guronenergy, Heineken, Kasa Decoração, Pólis Mice e Quinta da Pacheca

O reencontro de William e Harry um ano depois
Harry e William encontram-se depois de um ano separados

De costas voltadas desde que Harry publicou a sua polémica biografia e ao fim de um ano sem se verem, William e Harry reencontraram-se, finalmente, nesta quarta-feira, 28 de agosto – curiosamente na semana em que se cumprem 27 anos da morte da mãe, a princesa Diana -, numa missa em honra do tio, Lord Robert Fellowes, cunhado da mãe dos príncipes e antigo secretário da rainha Isabel II, que morreu no passado mês de julho,O reencontro de William e Harry um ano depois

Sem alarde e sem anúncios, o duque de Sussex, viajou para o Reino Unido e visitou a sua terra natal de forma quase “secreta”, para assistir às crimónias fúnebres do tio. Segundo o jornal Independent, apesar de estarem a partilhar o mesmo espaço físico, os filhos do rei sentaram-se longe um do outro e não foram vistos a trocar sequer cumprimentos. “Eles sentaram -se no fundo do templo, mas separaram-se e não trocaram gestos ou palavras.” confidenciou um dos convidados. “William e Harry estavam lá, mas nunca os vimos a conversar e eles mantiveram a distância.”, acrescentou a mesma fonte.

O reencontro de William e Harry um ano depois
Harry e William
Foto: Getty

Segundo o jornal The Sun, os irmãos da realeza chegaram ao evento de forma “muito despercebida”, e os jornalistas só notaram a presença de Harry apenas quando chegaram no local. Assinalam ainda que depois do último adeus ao seu tio, Harry regressou de iemdiato a Los Angeles, onde vive desde 2020 com Meghan Markle e os filhos de ambos, Archie, de cinco anos e Lilibet, de dois.

Harry tinha estado em Londres no início do ano quando foi revealdo o dioagnóstico de cancro do pai, com quem esteve num breve encontro de cerca de 45 minutos. Na altura não viu William mas manifestou, de certe forma, esperança que a doença do pai pudesse reunir a família desavinda. Segundo uma fonte afirmou à revista People, há entre os irmãos uma “discórdia muito séria” e as tentativas de contacto de Harry junto do irmão são sempre ignoradas.

Recorde-se que a última vez que William, de 42 anos, e Harry, que no dia 15 de setembro faz 40, se encontraram foi na cerimónia de coroação do rei Carlos III, a 6 de maio de 2023, mas também sem terem trocado – pelo menos em público – uma única palavra.