São inspiradores e contribuem para uma casa mais energética. As cores intensas, com destaque para as variações de verde, padrões dinâmicos à base de flores, de motivos animais ou geométricos remetem para ambientes clássicos e até mais rústicos, mas nunca passam de moda.
Experimente colocar uma destas peças na sua casa, que pode até estar pensada num estilo mais contemporâneo, e perceba o impacto que possa causar. Mesmo que lhe pareça que alguns destes objetos o levam até ao passado, não deixe de ensaiar e verificar o seu efeito. É que o resultado pode ser verdadeiramente inspirador. Aqui o segredo reside na mistura criativa. Reciclar peças, enquadrá-las com outras e brincar com os objetos. Vamos experimentar? casa mais energética
São inspiradores e contribuem para uma casa mais energética. As om destaque para as variações de verde, os padrões dinâmicos, à base de flores, motivos animais ou geométricos, remetem para ambientes clássicos e até mais rústicos, mas nunca passam de moda.
Experimente colocar uma destas peças na sua casa, que pode até estar pensada num estilo mais contemporâneo, e perceba o impacto que possa causar. Não deixe de experimentar, o resultado pode ser verdadeiramente inspirador, mesmo que lhe pareça que alguns destes objetos o levam até ao passado, é que o segredo está na mistura.mais
energéticaExperimente colocar uma destas peças na sua casa, que pode até estar pensada num estilo mais contemporâneo, e perceba o impacto que possa causar. Mesmo que lhe pareça que alguns destes objetos o levam até ao passado, não deixe de experimentar, o resultado pode ser verdadeiramente inspirador. Aqui o segredo reside na mistura. Vamos experimentar?
A última vez que conversámos com Marco Rodrigues foi em 2018. Tinha lançado há meia dúzia de meses o álbum Copo Meio Cheio, que foi um sucesso de vendas. Conciliava a profissão, que lhe exige muita dedicação, com o papel de pai de Bernardo, hoje com 8 anos, fruto de uma relação entretanto terminada. Desde então, muita coisa aconteceu. O fadista, de 42 anos, voltou a apaixonar-se, chorou a morte da mãe, a quem dedicou o álbum Judite, teve mais três filhos, Francisco, de 4 anos, e os gémeos Duarte e Dinis, de 2, passou por mais uma separação e enfrentou outra perda quando Carlos do Carmo, o homem que o fez apaixonar-se pelo fado, que alimentou o seu sonho de ser fadista e que se tornou, além de um grande mestre, um amigo, morreu, a 1 de janeiro de 2021. Uma figura incontornável que homenageia agora com Marco Rodrigues Canta Carlos do Carmo. Um trabalho que nos levou a pormos a conversa em dia. E como são seis anos para passar em revista, Marco disse estar por nossa conta. E esteve.
– Depois da morte da sua mãe, em 2020, houve uma espécie de recomeço?
Marco Rodrigues – Houve um recomeço, mas um recomeço estranho. Não estava preparado para viver com a ausência da minha mãe. Morreu ainda não tinha 60 anos, com leucemia. Era o meu porto seguro, era a minha base. Eu e ela tivemos um percurso de luta. Morávamos em Arcos de Valdevez, e quando os meus pais se separaram, ela veio para Lisboa comigo, sem trabalho. Eu tinha 14 ou 15 anos. Cantava, mas não fado. Não tinha referências, não sabia nada sobre o assunto e foi ela quem me incentivou a abraçar este género musical, que me inscreveu na Grande Noite do Fado em 1999, concurso que acabei por ganhar. Foi uma lutadora e fez a vida dela em prol da minha.
– Dedicou-lhe um disco. Numa das canções, Amar para Sofrer, canta: “E depois olhar nos olhos pra dizer/Do jeito que não se quer perder/De vista quem não se quer largar.” Olhou sempre a sua mãe nos olhos e disse-lhe tudo o que lhe ia na alma ou deixou alguma coisa por dizer?
– Não deixei nada por dizer. Se podemos dar sempre mais? Podemos. Houve alturas em que seguramente não fui justo, em que na adolescência fui um bocado egoísta. Mas eu tinha muito respeito, admiração e carinho por ela. E se houvesse situações em que tivesse de optar entre estar com ela ou fazer outras coisas, ela era a minha prioridade. Por isso, sinto-me tranquilo. No entanto, também sinto que ainda tinha muitas coisas para lhe dar.
– Viver sem ela é uma espécie de caminhada no deserto?
– Uma grande caminhada, mesmo. A morte da minha mãe foi uma perda gigante, destruiu-me. A minha maior dor é não poder partilhar os meus filhos com ela, que nem sequer chegou a conhecer os três mais novos. Sei o bem que eles lhe fariam e o amor que ela teria para lhes dar. A partilha entre eles iria ser das coisas mais enriquecedoras do mundo. E isso, sim, é a minha maior tristeza.
– Tem o mesmo relacionamento próximo com os seus filhos?
– Sim, próximo, diário. Com os quatro. O Bernardo é filho de uma primeira relação e está uma semana comigo e outra com a mãe. O Francisco, o Duarte e o Dinis vivem com a mãe, de quem já estou separado, mas estou com eles todos os dias. Os meus filhos são o que de mais inacreditável tenho na vida. Com eles conheci o amor incondicional, que até então não sabia sequer o que era. São a minha sorte grande.
“A maior falha de uma relação é mantê-la quando já não funciona só porque existem filhos.”
– Essas relações com as mães dos seus filhos terminaram. Sente que foram projetos falhados?
– Falharam porque não estão a acontecer, mas a maior falha de uma relação é mantê-la quando já não funciona só porque existem filhos. Ficar numa relação em que as discussões acabam por se tornar inevitáveis e o mal-estar por se instalar é uma “doença” que as pessoas preferem alimentar em vez de limparem essa toxicidade da sua própria vida e da das crianças. E os filhos só sofrem com a separação se a mãe e o pai não forem competentes. Eu não sinto que algum dos meus filhos neste momento tenha necessidade de voltar a ver os pais juntos. Eles veem que os pais têm uma relação saudável, que não houve um momento em que um ou outro estivesse menos presente ou menos atento às necessidades deles. Sabem que têm pais que têm como prioridade protegê-los. Eles foram muito desejados.
– Continua a acreditar no amor? Numa união para a vida toda?
– Acredito sim. Às vezes as coisas não funcionaram por falta de maturidade, ou por maturidade a mais, ou porque o período de vida em que as pessoas se juntaram não era a altura certa por algum motivo. Agora continuar a acreditar no amor? Claro que sim.
– Bom, focando-nos no que nos trouxe aqui: o seu mais recente trabalho, Marco Rodrigues Canta Carlos do Carmo. É uma homenagem à altura do mestre?
– Não sei. Sei que é a minha homenagem ao mestre. Até à morte do Carlos todos os meus discos foram ouvidos por ele antes de estarem prontos, cheguei a fazer alterações e arranjos porque ele me aconselhava a fazê-lo. Para mim fazia sentido homenagear a pessoa que mais me deu profissionalmente, que mais me ajudou a evoluir enquanto intérprete, que fez com que me apaixonasse pelo fado. Este disco não é só mais um disco. Teve de ter uma série de cuidados que num disco meu não tenho necessariamente.
– Uma coisa é ter o disco fechado a sete chaves, outra é passar a ser património público. Houve um nervoso miudinho para saber o feedback?
– Não. Tenho a certeza de que está feito com muito cuidado, tenho a certeza de que os arranjos do Luís Figueiredo são incríveis. Queríamos que o disco fosse charmoso, musicalmente requintado, como era o Carlos do Carmo, e todos os temas foram trabalhados com esse cuidado.
– Tem uma carreira sólida de mais de 20 anos. Foi difícil chegar aqui?
– Sinto-me feliz com o meu percurso, mas ainda tenho muitas coisas para conquistar.
– É caso para dizer: “O tempo não espera pela gente”, como canta em O Tempo, um dos seus temas mais conhecidos?
– Mesmo. É preciso agarrá-lo, vivê-lo intensamente. Por vezes é preciso tomar decisões, fazer mudanças, para se conseguir que esse tempo valha a pena. Quero viver de forma leve, quero que os meus filhos sejam felizes e saudáveis. E enquanto assim for, está tudo certo.
Texto: Cristiana Rodrigues
Marco Rodrigues no Miradouro Nossa Senhora do Monte, Graça Fotos: João Lima
Tom Brady homenageia o filho mais velho no dia do seu aniversário Foto: @tombrady
Jack, filho de Tom Brady, de 47 anos, e da atriz Bridget Moynahan, de 53, fez 17 anos nesta quinta-feira dia 22. Um data que o antigo craque do futebol americano da NFL quis assinalar nas suas redes sociais, onde partilhou não só algumas fotos mas também uma carinhosa mensagem para John Moynahan, o seu verdadeiro nome:Tom Brady homenageia o filho mais velho no dia do seu aniversário
“Feliz 17º aniversário para o mais simpático, mais doce e mais atencioso jovem de 17 anos que conheço. És verdadeiramente uma bênção na minha vida e estou muito grata por te ver amadurecer e tornares-te um jovem.” Começou por escrever o pai, visivelmente orgulhoso.
Fisicamente muito parecidos, pai e filho partilham a mesma paixão pelo golfe Foto: @tombrady
“O teu amor pela família, pelos amigos, pela escola, pelo desporto, o trabalho árduo e a dedicação a tudo aquilo em que colocas a tua energia são apenas algumas das tuas qualidades extraordinárias. Adoro passar todos os minutos contigo e gosto muito do tempo que passamos juntos. Estas são todas as minhas coisas favoritas em ti.”, acrescentou. “O que menos gosto é o facto de me conseguires vencer no um contra um.”, brincou Tom Brady, que partilhou ainda fotos do aniversariante com os irmãos mais novos Benjamin, de 14 anos , e Vivian, 11, fruto do casamento com Gisele Bündchen, de quem se divorciou em 2022.
Jack, ainda muito criança, com Gisele Fotos: @gisele
A manequim brasileira, de 44 anos, também recorreu às redes sociais para felicitar o enteado, com quem conviveu desde muito pequeno:
Gisele e o o filho amis velho do ex-marido
“Feliz aniversário para esse querido que se tornou um lindo, gentil e incrível homem. Somos tão sortudos por te ter nas nossas vidas. Amo-te muito.”, escreveu Gisele que partilhou duas fotos com Jack.
Princesa Victoria partilha fotos das férias em família Fotos: @kungahuset
“O verão é curto, mas ainda há tempo para desfrutar dos dias soalheiros de agosto na Suécia”, revela a princesa Victoria da Suécia na conta oficial de InstagRam da Casa Real, onde partilharam alguns dos melhores momenttos das férias de verão em família da filha mais velha dos reis da Suécia, cujo destino não foi revelado.Princesa Victoria partilha fotos das férias em família
Vitctoria e Oscar
Nas imagens, vestidos de forma descontraída, a princesa Victoria e o marido, Daniel Westling, aproveitam ao máximo a companhia dos filhos, a princesa Estelle, que fez 12 anos a 23 de fevereiro, e o príncipe Oscar, que fez de oito a 2 de março.
Em diversas ocasiões públicas, a princesa herdeira já provou ter uma relação muito próxima, cúmplice e afetuosa com os filhos. Uma característica que parece estender-se ao resto da família. Ainda recentemente, no dia do 78.º aniversário do rei Carlos Gustavo da Suécia, a 3o de abril, foi possível testemunhar um momento de enorme ternura e amizade entre a rainha Sílvia e a neta mais velha, Estelle.
Mãe e filha e o “patudo” da família
E nestas férias não foi diferente. Nas imagens partilhadas é possível ver o lado mais afetuoso de Victoria, que celebrou 47 anos no passado dia 14 de julho, com os filhos e o marido. o agora duque da Gotalândia Ocidental.
Victoria e Daniel, de 50 anos, conheceram-se em 2002 quando ele era seu treinador pessoal. O namoro levou algum tempo a ser aceite, mas a princesa acabou por ter a aprovação do pai, o rei Carlos Gustavo e casaram-se a 19 de junho de 2010, na Catedral de São Nicolau, em Estocolmo, na presença de cerca de 1200 convidados.