Nesta quarta-feira, 17 de junho, o assunto em torno do suposto infiltrado no programa “Passadeira Vermelha”, da SIC, voltou a marcar presença na própria emissão, reavivando um tema que já há algum tempo gera desconfiança entre os bastidores do formato.

Durante o programa, Sara Norte (41) não poupou elogios a Sofia Jardim (50), mas aproveitou também o momento para abordar os rumores que têm circulado acerca da relação entre as duas apresentadoras: “Andam a dizer que a Sofia pede para não fazer programa comigo.” As comentadoras presentes fizeram questão de esclarecer que tal boato não passa de uma inverdade, e quando questionada sobre a possível origem da informação, Sara Norte foi direta: “Dizem que são fontes da produção, mas eu tenho aqui um dedinho, que sei quem é.”

A apresentadora deixou ainda um recado bem direto no ar, sem identificar nomes: “Fruta podre cai sozinha” — uma frase que rapidamente gerou especulação sobre a identidade do tal infiltrado que estaria a divulgar informações confidenciais do programa.

O episódio que despertou as suspeitas de um infiltrado

Recorde-se que toda esta polémica teve origem numa informação sobre o romance entre Sofia Ribeiro e João Jesus, que acabou por ser divulgada em diversos sites antes mesmo de ser exibida no programa. A notícia tratava-se, na realidade, de uma exclusiva da produção do “Passadeira Vermelha”, o que tornou o episódio ainda mais delicado.

Na altura, Liliana Campos (55) aproveitou para esclarecer a situação junto do público: “As pessoas não sabem que o programa é gravado, e à hora em que foi gravado ainda ninguém tinha comentado sobre o assunto. Depois, infelizmente, como é que a informação chegou a esse site é algo que ainda estamos para adivinhar, ainda que haja desconfianças. Há desconfianças sobre quem é que passa a informação. Foi um exclusivo da nossa equipa.”

Sandrina Pratas (26) surpreendeu os seguidores quando partilhou um testemunho profundamente pessoal sobre a sua saúde mental. Conhecida pela energia contagiante e pela boa disposição que conquistaram o público desde a sua participação no Big Brother, a influenciadora revelou estar a enfrentar uma depressão, numa mensagem que gerou uma forte onda de apoio nas redes sociais.

A alentejana decidiu mostrar um lado mais vulnerável da sua realidade, confessou que os sorrisos que habitualmente partilha nem sempre refletem aquilo que sente longe dos holofotes. Numa publicação emotiva, admitiu que tem travado uma luta diária para recuperar o equilíbrio emocional, sobretudo depois da maternidade.

O desabafo surgiu numa altura em que Sandrina tem vivido meses particularmente intensos. Além das exigências naturais de ser mãe da pequena Ariel, de dois anos, a ex-concorrente de reality shows enfrentou recentemente uma situação delicada relacionada com a saúde da filha. A menina foi diagnosticada com perda auditiva num dos ouvidos, uma realidade que levou a família a procurar respostas médicas e acompanhamento especializado.

A notícia acabou por ter impacto na sua própria estabilidade emocional. Ainda assim, Sandrina tem procurado manter os compromissos profissionais e continuar próxima dos seguidores, que acompanham a sua vida desde os tempos da televisão.

Sandrina Pratas – Foto: Reprodução / Instagram

Uma mensagem que gerou identificação

A partilha reuniu muitos comentários de apoio. Os seguidores elogiaram a coragem da jovem mãe por falar abertamente sobre um tema que continua a afetar milhares de pessoas em silêncio. Nas mensagens deixadas nas redes sociais, multiplicaram-se palavras de incentivo, carinho e admiração pela transparência demonstrada.

Ao longo dos últimos anos, Sandrina construiu uma relação muito próxima com o público, habituando-se a dividir momentos felizes, conquistas pessoais e desafios familiares. Desta vez, optou por mostrar também as fragilidades que fazem parte da sua nova fase de vida.

Apesar do momento delicado, a influenciadora deixou uma mensagem de esperança. Ao assumir as dificuldades que enfrenta, procurou igualmente lembrar que pedir ajuda e falar sobre saúde mental pode ser um passo importante no caminho da recuperação.

A reação dos seguidores demonstra precisamente isso: por trás da figura pública existe uma mulher que continua a lidar com os mesmos desafios e emoções que tantas outras mães enfrentam diariamente, encontrando agora na partilha e no apoio recebido uma força adicional para seguir em frente.

A estreia de Portugal na Copa do Mundo de 2026 ficou aquém do esperado para muitos adeptos. Diante da seleção do Congo, no NRG Stadium, nos Estados Unidos, a equipa das quinas não foi além de um empate amargo em 1 a 1, que deixou um sabor agridoce no primeiro jogo do Grupo K. No entanto, se dentro de campo o espetáculo não foi o mais brilhante, fora dele houve quem conseguisse captar todas as atenções: as companheiras dos futebolistas portugueses, que marcaram presença nas bancadas com um estilo impecável e cheio de pormenores personalizados.

Entre os nomes mais comentados nas redes sociais estiveram Madalena Aragão (20), Carolina Cunha e Silva (25) e Ana Pinho, que não hesitaram em viajar até ao Texas para apoiar os seus parceiros e vibrar com a equipa nacional.

A arquiteta Ana Pinho, companheira de Bruno Fernandes (31), optou por uma abordagem descontraída e prática, sem perder a elegância. Através dos stories do Instagram, partilhou um registo ao lado dos filhos, onde exibia uma jaqueta jeans azul, usada como sobreposição, que conferiu um ar casual ao visual. Por baixo, destacava-se a camisola oficial da seleção portuguesa, na tonalidade verde, que trouxe o equilíbrio perfeito entre conforto e patriotismo. A imagem, repleta de cumplicidade familiar, arrancou elogios dos seguidores pela naturalidade e bom gosto.

Arquiteta Ana Pinho ao lado da família – Reprodução: Instagram

Camisola personalizada

Já Madalena Aragão, atriz e namorada do jovem craque João Neves (21), não passou despercebida com a sua produção. Nos registos publicados no Instagram, antes do apito inicial, a atriz surgiu com uma camisola da seleção cuidadosamente personalizada – ostentando o número 15 e o nome do médio português estampados nas costas, numa clara homenagem ao companheiro. Para complementar o look, Madalena apostou num chapéu em sarja vermelha da conceituada marca Miu Miu, que adicionou um toque sofisticado e contemporâneo à sua presença no estádio.

Amigas nas bancadas, estilos a combinar

Ao seu lado, a influenciadora Carolina Cunha e Silva, natural de Lisboa e namorada do médio ofensivo Pedro Neto (26), também soube como marcar pontos no capítulo do estilo. Carolina partilhou nos seus stories vários detalhes do seu visual, com destaque para umas calças jeans totalmente personalizadas com strass, onde brilhavam o número 18, o escudo da Federação Portuguesa de Futebol e uma bola alusiva às cores nacionais. O resultado foi um conjunto vibrante, cheio de personalidade e que demonstrou, acima de tudo, o orgulho em apoiar a seleção e o seu companheiro.

Madalena Aragão em stories ao lado de Carolina Cunha e Silva – Reprodução: Instagram

A estreia de Portugal no Mundial 2026 ficou marcada não apenas pelo futebol, mas também por um dos momentos mais emocionantes da competição até ao momento. Quase um ano depois da morte de Diogo Jota (1996-2025), a memória do internacional português voltou a ocupar um lugar especial junto da seleção nacional.

Em Houston, nos Estados Unidos, milhares de adeptos assistiram a uma homenagem carregada de simbolismo ao antigo avançado do Liverpool, que perdeu a vida a 3 de julho de 2025, juntamente com o irmão, André Silva (2000-2025), num trágico acidente de viação em Espanha.

Nas bancadas encontravam-se Joaquim e Isabel Silva, pais dos dois futebolistas, convidados pela Federação Portuguesa de Futebol para assistirem ao encontro de estreia da equipa das quinas frente à República Democrática do Congo.

Diogo Jota. Foto – Reprodução/ Getty Images.

Uma homenagem que uniu a seleção

Antes do apito inicial, os adeptos presentes no estádio assistiram a um dos momentos mais tocantes da noite. Após a execução do hino nacional, a imagem de Diogo Jota surgiu nos ecrãs gigantes do recinto, provocando uma longa salva de palmas.

Em campo, os jogadores portugueses também prestaram tributo ao antigo companheiro. Grande parte do grupo utilizou pulseiras especiais com os nomes dos convocados e uma referência a Diogo Jota, um gesto que acompanhou a equipa desde os primeiros dias de estágio nos Estados Unidos.

Entre os jogadores que aderiram à iniciativa esteve o capitão Cristiano Ronaldo (41), numa demonstração da forte ligação que o avançado mantinha com o grupo da seleção nacional.

A ausência sentida pela família

Enquanto os pais de Diogo Jota marcaram presença em Houston, houve uma ausência que não passou despercebida. Rute Cardoso (29), viúva do jogador, optou por não assistir ao encontro, apesar de também ter sido convidada.

Segundo foi revelado na televisão portuguesa, a decisão esteve relacionada com a dificuldade emocional que continua a sentir ao acompanhar os jogos da seleção. A ligação de Diogo Jota à equipa nacional permanece tão forte que ver Portugal em campo continua a ser um processo doloroso para quem lhe era mais próximo.

A escolha tornou-se mais um reflexo do impacto que a perda do futebolista continua a ter junto da família, dos amigos e dos adeptos portugueses.

Um legado que continua vivo

Diogo Jota tinha apenas 28 anos quando morreu, mas deixou uma marca profunda no futebol português. Internacional A por Portugal, participou no Mundial do Catar, conquistou duas edições da Liga das Nações e construiu uma carreira de sucesso em Inglaterra ao serviço do Wolverhampton e do Liverpool.

Um ano depois da tragédia que abalou o país, o seu nome continua a ser recordado com emoção. A estreia de Portugal no Mundial 2026 mostrou precisamente isso: embora já não esteja em campo, Diogo Jota continua presente na memória coletiva da seleção.

E, por alguns momentos, em Houston, pareceu que toda a nação portuguesa jogava também por ele.

 

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Enquanto dezenas de estrelas internacionais desfilaram pela passadeira vermelha do Festival de Televisão de Monte-Carlo, foi a princesa Charlene do Mónaco (48) quem acabou por captar grande parte das atenções na cerimónia de encerramento da 65.ª edição do evento.

Ao lado do príncipe Alberto II (68), a antiga nadadora olímpica surgiu num visual sofisticado e luminoso que rapidamente se destacou entre os convidados. A escolha não passou despercebida aos especialistas de moda nem aos fãs da família principesca, reforçando o estatuto de Charlene como uma das mulheres mais elegantes das monarquias europeias.

A cerimónia decorreu na Salle des Princes, no Grimaldi Forum, reunindo algumas das maiores figuras da televisão e do entretenimento internacional para celebrar os melhores projetos do último ano.

Um vestido digno de uma noite de gala

Para a ocasião, Charlene apostou num vestido champagne da estilista britânica Jenny Packham (61), uma das criadoras preferidas de Kate Middleton (44). O modelo, totalmente adornado com aplicações brilhantes, destacava-se pela gola subida, mangas compridas e uma silhueta elegante que combinava glamour e sofisticação.

A princesa completou o visual com sapatos metalizados em tons dourados e discretos brincos de diamantes. O seu característico cabelo curto foi penteado para trás, conferindo um toque moderno ao conjunto.

As imagens da chegada do casal principesco rapidamente circularam nas redes sociais e nos meios de comunicação internacionais, com muitos observadores a apontarem Charlene como uma das personalidades mais bem vestidas da noite.

O momento que uniu realeza e Hollywood

Mas não foi apenas a moda que colocou a princesa no centro das atenções. Durante a cerimónia, Charlene teve um papel de destaque na entrega dos principais galardões da noite.

Um dos momentos mais aguardados aconteceu quando entregou o prestigiado Crystal Nymph Award ao ator norte-americano Kurt Russell (75). A distinção reconhece o contributo excecional do artista para a indústria do entretenimento ao longo de uma carreira que já ultrapassa seis décadas.

No palco, Kurt Russell esteve acompanhado pelo príncipe Alberto II, enquanto na plateia contava com o apoio da companheira de longa data, Goldie Hawn (80).

Charlene também distinguiu o ator britânico Matthew Broome (25) com o prémio International Golden Nymph for Most Promising Talent. O jovem intérprete conquistou projeção internacional graças ao sucesso de “My Fault: London” e da série “The Buccaneers”, tornando-se uma das promessas mais comentadas da nova geração.

Festival de Televisão de Monte-Carlo. Foto – Reprodução/ Getty Images.

Monte-Carlo celebra 65 anos de televisão

A edição de 2026 do Festival de Televisão de Monte-Carlo teve um significado especial ao assinalar o seu 65.º aniversário. Ao longo de vários dias, o principado recebeu produtores, realizadores, atores e executivos de todo o mundo para exibições exclusivas, estreias internacionais e debates sobre o futuro da indústria audiovisual.

No final da noite, a presença de Charlene voltou a demonstrar a importância da família principesca naquele que continua a ser um dos eventos culturais mais prestigiados do Mónaco. E, entre prémios, estrelas e momentos memoráveis, foi precisamente a princesa quem conseguiu protagonizar uma das imagens mais comentadas desta edição histórica do festival.

Nesta quarta-feira, a Jordânia entrou em campo pela primeira vez numa partida oficial de um Campeonato do Mundo. Para celebrar a estreia histórica do país na competição, o Príncipe Herdeiro da Jordânia, Hussein bin Abdullah II (31), e a Princesa Rajwa (32)juntaram-se aos adeptos nas bancadas, num gesto que não passou despercebido aos olhos do público.

A partida, que assinalou um marco verdadeiramente especial para a seleção asiática no panorama desportivo mundial, terminou, no entanto, num resultado pouco favorável à equipa jordana. A Jordânia perdeu por 3-1 frente à Áustria, ocupando agora a terceira posição na classificação do Grupo J da competição. Ali Olwan (26) foi o responsável por marcar o primeiro e único golo do país nesta fase do Mundial.

Seleção da Jordânia em estreia na Copa do Mundo – Imagem: Scott Gould/ISI Photos/ISI Photos via Getty Images

Presença da família real

O casal real esteve acompanhado pelo Príncipe Hashem bin Abdullah (21), e assistiram juntos à partida no San Francisco Bay Area Stadium, nos Estados Unidos.

A presença da família real revelou-se de enorme significado para os futebolistas jordanos, que se sentiram apoiados, motivados e orgulhosos de representar o país perante os seus próprios príncipes.

Numa publicação mais recente no Instagram, Hussein bin Abdullah II aproveitou ainda para deixar uma declaração emotiva aos jogadores: “Nem por um momento pareceu a primeira partida da Jordânia numa Copa do Mundo da FIFA. Deram-nos uma exibição heroica e honrosa. Lembrem-se: isto é apenas o começo, e o que vem a seguir reserva uma oportunidade ainda maior.”

A ligação da família real jordana com o futebol

O Príncipe Ali Bin Al-Hussein (50) da Jordânia ocupa o cargo de presidente da Federação de Futebol da Jordânia desde o ano de 1999, tendo chegado mesmo a concorrer à presidência da própria FIFA em 2015, frente a Joseph Blatter (90). Na altura, o príncipe não conseguiu vencer a corrida e acabou por assumir o cargo de vice-presidente da organização.

Depois de semanas marcadas por uma agenda pública cada vez mais intensa, Kate Middleton (44) voltou a captar todas as atenções. A Princesa de Gales reapareceu esta quarta-feira no Royal Ascot, um dos eventos mais emblemáticos do calendário social britânico, e fê-lo com um visual impossível de ignorar.

Vestida de amarelo vibrante da cabeça aos pés, Kate juntou-se ao príncipe William na tradicional procissão de carruagens, protagonizando uma das imagens mais comentadas da edição deste ano da prestigiada competição hípica.

A aparição ganha um significado ainda maior por marcar o regresso da princesa ao Royal Ascot após uma ausência de três anos. Em 2025, a sua presença era aguardada, mas acabou por cancelar a participação à última hora, numa fase em que procurava equilibrar a recuperação e o regresso gradual aos compromissos oficiais após o tratamento contra o cancro.

Kate Middleton. Foto – Reprodução/ Getty Images.

Um regresso simbólico ao Royal Ascot

Sorridente e visivelmente descontraída, Kate Middleton integrou a segunda carruagem da procissão oficial ao lado do príncipe William (43), do Duque de Richmond e Gordon (71) e da Duquesa de Richmond e Gordon (65).

A presença da princesa surge poucos dias depois de ter participado no Trooping the Colour e na cerimónia da Ordem da Jarreteira, confirmando uma fase de maior regularidade na sua agenda institucional.

A escolha do Royal Ascot para mais uma aparição pública não passou despercebida. Trata-se de um dos eventos favoritos da família real britânica e um dos palcos onde o estilo das convidadas é analisado ao detalhe.

O vestido amarelo faz parte da história de Kate

Se a cor foi impossível de ignorar, o vestido também não era uma novidade para os admiradores da realeza. A criação assinada pela marca Roksanda já tinha sido usada pela princesa em 2022 durante a visita oficial à Jamaica e voltou a surgir meses depois na final feminina de Wimbledon.

Agora, quatro anos depois, Kate recuperou novamente a peça, demonstrando a sua conhecida preferência por reutilizar roupas marcantes em ocasiões especiais.

O modelo destaca-se pela silhueta elegante, cintura marcada e um volumoso laço assimétrico sobre o ombro, elementos que transformam um vestido clássico numa proposta sofisticada e contemporânea.

Kate Middleton em Jamaica, 2022. Foto – Reprodução/ Getty Images.

Uma mensagem de confiança através da moda

Mais do que uma simples escolha de guarda-roupa, o visual foi interpretado por vários observadores reais como uma declaração de confiança. Nos últimos meses, Kate tem privilegiado tons suaves e discretos nas suas aparições públicas. Desta vez, optou por um amarelo intenso, luminoso e impossível de passar despercebido.

O coordenado foi complementado com um chapéu da designer Jane Taylor London (45), sapatos em tons coordenados e algumas das joias mais simbólicas da coleção real, incluindo peças associadas à princesa Diana (1961-1997) e à rainha Elizabeth II (1926-2022).

Ao lado de William — que surgiu com uma flor amarela na lapela, num subtil apontamento coordenado com o visual da mulher —, Kate Middleton voltou a demonstrar porque continua a ser uma das figuras mais influentes da realeza mundial, transformando um simples regresso numa das imagens mais marcantes do verão britânico.

Num Mundial repleto de estrelas milionárias e nomes consagrados, foi um homem mais velho do que a maioria dos protagonistas em campo e praticamente desconhecido do grande público internacional quem roubou todas as atenções. Vozinha (40), guarda-redes e capitão da seleção de Cabo Verde, tornou-se uma das figuras mais faladas da competição depois de protagonizar uma exibição histórica diante da poderosa Espanha.

O internacional cabo-verdiano foi o grande responsável pelo empate sem golos na estreia da sua seleção em Campeonatos do Mundo, assinando várias defesas decisivas e conquistando o prémio de melhor jogador em campo.

Mas se as suas intervenções dentro das quatro linhas impressionaram adeptos de todo o mundo, foi a história por detrás da alcunha “Vozinha” que acabou por despertar ainda mais curiosidade.

O homem por detrás do nome que ninguém esquece

Poucos sabem que Vozinha se chama, na verdade, Josimar José Évora Dias. O nome próprio foi inspirado no antigo internacional brasileiro Josimar (64), mas o apelido que hoje corre o mundo nasceu de uma forma muito mais familiar.

Criado pelos avós enquanto os pais trabalhavam, o futebolista cresceu em Mindelo, em Cabo Verde. Quando era criança, jogava frequentemente contra rapazes mais velhos e regressava a casa frustrado depois das derrotas. Os amigos brincavam dizendo que ele ia “queixar-se aos avós”. Foi daí que nasceu o apelido “Vozinha”, que acabaria por acompanhá-lo para sempre.

Décadas depois, é precisamente esse nome que está a fazer sucesso muito para além dos relvados.

De jogador discreto a fenómeno das redes sociais

A atuação frente à Espanha transformou Vozinha numa verdadeira celebridade internacional. Durante e após a partida, o número de seguidores nas redes sociais disparou de forma impressionante.

Em menos de 24 horas, o guarda-redes passou de algumas dezenas de milhares de seguidores para vários milhões, tornando-se um dos fenómenos virais mais inesperados deste Mundial.

Nas redes sociais, multiplicam-se as mensagens de apoio, os vídeos das suas defesas e até os comentários divertidos sobre o seu apelido, que rapidamente se tornou um dos mais populares da competição.

Um herói improvável que está a inspirar uma geração

A história de Vozinha é ainda mais surpreendente porque foge completamente ao percurso habitual dos grandes craques do futebol mundial.

Sem ter passado pelas academias mais famosas da Europa, construiu uma carreira marcada pela persistência. Jogou em países como Angola, Moldávia, Chipre, Eslováquia e Portugal, onde representou o Gil Vicente e, mais recentemente, o Desportivo de Chaves. Atualmente encontra-se sem clube, apesar de ser uma das figuras mais mediáticas do Mundial.

Aos 40 anos, quando muitos atletas já terminaram as suas carreiras, Vozinha vive o momento mais marcante da sua vida profissional.

O rosto de um sonho chamado Cabo Verde

Mais do que um guarda-redes, Vozinha tornou-se símbolo de um país inteiro. Cabo Verde, que participa pela primeira vez numa fase final de um Campeonato do Mundo, viu o seu capitão transformar-se num exemplo de resiliência, dedicação e esperança.

Entre lágrimas, no final do encontro frente à Espanha, o guarda-redes admitiu que esperou toda a vida por aquele momento. E talvez seja precisamente essa autenticidade que está a conquistar tantos admiradores.

Num torneio dominado por superestrelas, foi um homem chamado Vozinha quem acabou por se tornar a história mais inesperada — e mais emocionante — deste Mundial.

Durante anos, os telespectadores habituaram-se a ver Hugo Mendes (40) comentar a atualidade dos famosos com segurança, humor e opiniões sem filtros. No entanto, por detrás da confiança que demonstra diariamente no ecrã, existe uma história que continua a acompanhá-lo e que expõe uma realidade muitas vezes invisível nos bastidores da televisão.

Atualmente uma das figuras mais reconhecidas do “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, Hugo Mendes construiu um percurso sólido no formato, onde desempenha funções de comentador, editor e coordenador de conteúdos. Em agosto de 2024, assinalou cinco anos ligado ao programa, uma etapa que descreveu como uma “viagem boa” e da qual se mostrou particularmente orgulhoso.

Mas foi precisamente ao recordar os primeiros tempos em frente às câmaras que revelou um episódio que nunca esqueceu.

Hugo Mendes. Foto – Reprodução/ Passadeira Vermelha SIC CARAS.

O comentário que deixou marca

Numa conversa sobre autoestima e exposição mediática, Hugo Mendes recordou os desafios que enfrentou quando começou a aparecer regularmente na televisão.

“Eu quando comecei a sentar-me aqui como comentador, passado um mês, dois meses, tinha um bocadinho de peso a mais, ou ganhei peso”, começou por explicar.

Foi então que uma pessoa da televisão, cuja identidade preferiu não revelar, mas por quem tinha grande consideração, lhe dirigiu um comentário que acabaria por o marcar profundamente.

“Uma pessoa da televisão que eu considero bastante e que é uma voz que obviamente teria um impacto muito grande e teve, passou por mim e disse: ‘Agora que és comentador, vê lá, não podes continuar a engordar dessa forma’.”

A frase pode ter durado apenas alguns segundos, mas o impacto foi muito mais duradouro.

“Foi violentíssimo, foi muito duro”, confessou.

A pressão da imagem continua a existir

As palavras de Hugo Mendes trouxeram para cima da mesa um tema que continua a fazer parte da realidade de muitos profissionais da comunicação: a pressão constante relacionada com a imagem física.

Quem trabalha em televisão vive sob um escrutínio permanente, onde a aparência é frequentemente alvo de comentários e avaliações. No caso do comentador da SIC Caras, o peso emocional do episódio foi agravado pelo facto de a observação ter partido de alguém cuja opinião respeitava profundamente.

Apesar do tempo que passou, Hugo Mendes admite que aquele momento nunca desapareceu totalmente da sua memória.

“E não é porque hoje me sinto um pouquinho mais capaz ou com ferramentas que isso lá atrás não deixou de me pesar”, afirmou.

Uma voz cada vez mais influente na SIC Caras

Ao longo dos últimos anos, Hugo Mendes tornou-se uma das vozes mais influentes do universo da SIC Caras. Além da participação diária no “Passadeira Vermelha”, tem assumido um papel relevante na linha editorial do programa, sendo frequentemente responsável por temas que geram debate entre os comentadores e os espectadores.

Conhecido pela frontalidade das suas opiniões, o comentador já falou publicamente sobre vários desafios pessoais e profissionais, desde a exposição mediática às consequências que o seu papel televisivo pode ter na vida pessoal e profissional.

Desta vez, porém, optou por revelar uma vulnerabilidade mais íntima. E a sua partilha acabou por lançar uma reflexão que ultrapassa o universo da televisão: a forma como um simples comentário sobre o corpo de alguém pode deixar marcas profundas durante anos.

 

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Nesta quarta-feira, 17 de junho, a família de Cristiano Ronaldo (44) vive um dia de dupla emoção: além da estreia de Portugal no Campeonato do Mundo, celebra-se também os 16 anos do filho mais velho do craque português, Cristiano Ronaldo Jr. (16).

A família, que amanheceu num dia muito especial, não tardou a assinalar a data com diversas publicações repletas de carinho ao primeiro filho do internacional português, fazendo questão de não deixar que a estreia da seleção nacional no campeonato mundial ofuscasse este momento tão importante.

A família Aveiro assinala a data com mensagens de carinho

Kátia Aveiro (48), tia e também madrinha do rapaz, recorreu aos stories do Instagram para deixar a sua mensagem de afeto: “16 anos passam a voar!” A irmã de Cristiano Ronaldo aproveitou ainda para descrever o sobrinho numa sucessão de elogios ternurentos: “Ele é doce, é leve, é da paz e do amor.”

Katia Aveiro em seus stories – Reprodução: Instagram

Também Elma Aveiro (52), igualmente tia de Cristianinho, não deixou a data passar em branco nas redes sociais. Numa publicação a celebrar o aniversário do sobrinho, escreveu: “Que sejas sempre muito feliz, estarei aqui sempre para ti.”

Dolores Aveiro (71), avó do jovem, juntou-se também às homenagens com uma mensagem cheia de ternura: “Hoje é dia de festa, o meu menino faz anos.” Na mesma publicação, a avó aproveitou ainda para confirmar que estará em breve junto do neto para celebrar a data em conjunto: “Já já estamos juntos para comemorar, e que este dia se repita por muitos e muitos anos. Beijinhos, a avó ama-te muito.”

 

A mensagem de Cristiano Ronaldo ao filho antes de entrar em campo: “O pai ama-te”

Mesmo em pleno dia de estreia naquela que poderá ser a sua última participação num Campeonato do Mundo, o capitão da seleção portuguesa não deixou de marcar presença nas celebrações e dedicou uma mensagem emotiva ao filho mais velho, que celebra agora 16 anos ao lado do pai nesta fase tão especial da sua carreira. Numa fotografia partilhada nos stories ao lado do filho, o futebolista escreveu: “Parabéns filho, o pai ama-te.” O capitão da equipa das quinas tem agora a oportunidade de oferecer ao filho uma vitória memorável na estreia da competição internacional.

Cristiano Ronaldo em seus stories ao lado do filho – Reprodução: Instagram