A razão por trás de Príncipe Harry e Rei Carlos III não se falarem. Veja o porquê de o Rei da Inglaterra estar em "silêncio total" com o filho
Diz-se que o príncipe Harry e o rei Carlos III já não se falam

A razão por trás de Príncipe Harry e Rei Carlos III não se falarem

A relação da família real britânica com Harry começou a piorar desde que este e a mulher, Meghan, decidiram abandonar Inglaterra, em 2020, e agravou-se ainda mais quando o duque de Sussex publicou a sua biografia, Na Sombra, em janeiro de 2023, na qual fazia acusações graves a vários familiares. Nos últimos tempos, consta, o rei Carlos III já nem atenderá as chamadas telefónicas do filho.

O rei sempre está ‘indisponível neste momento'”, disse um amigo de Harry à People. “As chamadas de Harry não são atendidas. Ele tentou falar sobre a saúde do pai, mas essas chamadas também ficaram sem resposta.”

Apesar de uma breve deslocação de Harry a Inglaterra para ver o pai, em fevereiro último, após o diagnóstico de cancro que este recebeu, a comunicação entre os dois deteriorou-se. Sem o apoio do pai na batalha judicial que Harry está a enfrentar para recuperar a segurança policial para a sua família, e com os depoimentos que deu no documentário Tabloids On Trial, onde uma vez mais não retratou a família real da melhor forma, a tensão tem vindo a aumentar, passando agora da frustração para o “silêncio total” por parte do rei.

A razão por trás de Príncipe Harry e Rei Carlos III não se falarem. Veja o porquê de o Rei da Inglaterra estar em "silêncio total" com o filho

Ainda assim, o amigo do duque de Sussex disse à People que este já demonstrou querer melhorar a relação: “Nada daria mais felicidade a Harry do que poder restabelecer a sua ligação com o pai. Afinal de contas, não se podem desfazer laços de sangue”,comentou o amigo, que permaneceu no anonimato, acrescentando: “Ele não está a pedir ao pai carros mais bonitos, está a pedir ajuda por causa da realidade da situação, ele está em risco.”

Príncipes William e Kate devem ir aos Jogos Olímpicos em breve. A Princesa de Gales sente-se bem e pretende acompanhar a família aos Jogos
Príncipes William e Kate pretendem ir aos Jogos Olímpicos

São várias as famílias reais que estão a desfrutar dos Jogos Olímpicos de Paris2024, sendo que até ao momento a britânica se fez apenas representar pela princesa Ana, que esteve na abertura, na condição de membro do Comité Olímpico Internacional. Mas, de acordo com o Daily Express, em breve Kate e William poderão deslocar-se a Paris para assistirem a algumas provas daquele que é o maior evento de desporto a nível mundial.Príncipes William e Kate devem ir aos Jogos Olímpicos em breve

Já se esperava que o príncipe de Gales fosse a Paris e levasse com ele os filhos, George, Charlotte e Louis, estando previsto que torçam pelos atletas de escalada da equipa do Reino Unido já na segunda-feira, 5 de agosto. Mas agora, segundo uma fonte do Palácio de Kensington, tudo indica que Kate, que ainda está a convalescer do cancro no abdómen que lhe foi diagnosticado no início do ano, se junte à família.

A princesa adoraria ir aos Jogos Olímpicos. Ela tem boas recordações de Londres2012 e está ansiosa por ir a outros Jogos, que ainda por cima são perto de casa“, esclareceu a referida fonte. “A princesa quer aproveitar ao máximo o facto de se sentir bem e vai esforçar-se por participar em eventos nos próximos meses, se se sentir capaz”, acrescentou a mesma fonte.

Príncipes William e Kate devem ir aos Jogos Olímpicos em breve. A Princesa de Gales sente-se bem e pretende acompanhar a família aos Jogos

Kate deixou de cumprir uma agenda oficial desde que adoeceu, mas tem estado a demonstrar um forte sinal da evolução favorável do seu estado de saúde, tendo comparecido no dia 15 de junho ao Trooping the Colour, a parada comemorativa do aniversário do rei Carlos III, e no dia 14 de julho à final do torneio de Wimbledon, ela que é grande adepta de ténis.

Cláudia Schiffer faz campanha de moda para marca italiana. A super modelo alemã volta ao público deslumbrando na coleção de Ermanno Scervino
Foto: @ermannoscervino

Aos 53 anos, a modelo alemã Claudia Schiffer foi escolhida para protagonizar a campanha da coleção Ermanno Scervino para o outono/inverno 2024-2025, da qual a casa de moda italiana já divulgou duas fotos.Cláudia Schiffer faz campanha de moda para marca italiana

A modelo, que se tem dedicado à produção de cinema, deu a cara e o corpo a este projeto em Itália, demonstrando estar em grande forma. Para a campanha, Claudia foi fotografada pela famosa dupla Luigi & Iango, vestida pela stylist Sissy Vian, maquilhada por Georgi Sandev e penteada por Lorenzo Barcella.

Cláudia Schiffer faz campanha de moda para marca italiana. A super modelo alemã volta ao público deslumbrando na coleção de Ermanno Scervino
Foto: @ermannoscervino

A campanha promove a ligação entre a alta-costura e o desporto e, numa das fotos divulgadas, Schiffer posa com um casaco de pele de ovelha com bordados, que combina com uns calções de lantejoulas bem curtos.

Considerada uma modelo de sucesso desde os anos de 1990, Claudia seleciona muito bem os seus trabalhos, tendo desfilado nas passarelles apenas duas vezes nos últimos 20 anos.

Confere o vídeo com alguns spoilers das peças da nova coleção:

A modelo alemã é mãe de Casper Matthew, de 21 anos, e Clementine Poppy, de 19, que já trabalha também como modelo, ambos nascidos do casamento com o produtor e realizador de cinema inglês Matthew Vaughn.

Meghan Markle revela que gostava que a Harry não tivesse tantas batalhas legais. A Duquesa de Sussex não quer ver o marido sobrecarregado.
Meghan gostaria que Harry não tivesse tantas batalhas legais

Sendo o grande apoio do príncipe Harry, Meghan Markle está preocupada e gostaria que ele não continuasse a lutar em tribunal para garantir a segurança da sua família, relatou uma fonte próxima do casal.Meghan Markle gostava que Harry não tivesse batalhas legais

Segundo o depoimento de uma antiga funcionária da Fundação Archwell, criada pelos duques de Sussex em 2020, Meghan deseja que o príncipe “se liberte de tudo isto. Mas também sabe que, devido a tudo o que ele passou e ao seu amor por [ela e os filhos], ele não pode. Ela quer que ele viva num mundo onde não seja sobrecarregado por isso”, disse a referida fonte.

O príncipe tem estado envolvido em vários processos judiciais nos últimos anos, sendo o mais crítico de todos a batalha que ainda está a enfrentar para recuperar a segurança policial para a sua família. Em 2020, na sequência do Megxit, deixou de ter guarda-costas da Polícia Metropolitana e tem lutado, desde então, para recuperar essa proteção policial. No início deste ano, perdeu a tentativa de restabelecer a sua segurança financiada pelos contribuintes ingleses.

Harry acredita que quem pode reverter essa situação é o seu pai, o rei Carlos III, que, por sua vez, segundo disse uma fonte do Palácio de Buckingham à People, considera essa presunção do filho “totalmente incorrecta“. Esta situação agravou o estado da relação entre pai e filho, que praticamente não se falam.

Meghan Markle revela que gostava que a Harry não tivesse tantas batalhas legais. A Duquesa de Sussex não quer ver o marido sobrecarregado.
O casal no passado dia 11 de julho

Além da segurança, os processos judicias que Harry enfrenta contra jornais ingleses também preocupam Meghan, que gostaria que o marido “deixasse de lado esses processos, fosse feliz e vivesse o momento“.


A Buccellati, marca milanesa de alta joalharia, não quis deixar créditos por mãos alheias, por isso, a pensar neste verão, desafiou a designer Patricia Urquiola a fazer uma interpretação contemporânea da icónica coleção Tahiti de exclusivos e luxuosos cestos de piquenique. Um luxo de piquenique

Inicialmente concebida na década de 1960 pela Maison Buccellati, a coleção pensada para duas pessoas inclui talheres em prata e bambu, copos em prata e vidro de Murano, têxteis de mesa em tecidos delicados, um saco térmico, entre outros acessórios indispensáveis para uma refeição ao ar livre funcional e cheia de glamour. Um luxo de piquenique

Os talheres Tahiti são as vedetas deste cesto. Nasceram nos anos 60 com base em desenhos originais de Gianmaria Buccellati e a pedido de um empresário italiano, que os encomendou para o seu iate. O conjunto em prata e bambu evoca as maravilhas naturais da Polinésia e propõe uma combinação entre elegância e sustentabilidade. O nome da coleção está também intimamente ligado à memória de Paul Gauguin, artista que viveu no Taiti durante o último período da sua vida e que se inspirou naquela ilha para as suas famosas obras.