Com meio mundo a pensar em férias, há muitas formas de fazer uso daqueles maravilhosos dias de descanso. No entanto, para quem fica em casa e até tem um jardim ou uma piscina, há que tornar esses espaços em verdadeiras salas a céu aberto, confortáveis e atrativas. Por isso, é tempo de as decorar ao seu gosto. sala a céu aberto

Na hora de selecionar as peças e se não se sente confortável em arriscar, opte pelos tons cru, pelos materiais naturais, como palhinhas e cimento, e depois pontue o ambiente com alguns salpicos de cor. O mercado dispõe de muitas alternativas, de acordo com o seu orçamento ou estilos que mais gosta. Aposte na simplicidade como valor seguro ou experimente outros caminhos, se já se sente com vontade de fazer a diferença. sala a céu aberto

Por isso e para começar, já que os dias de calor estão aí em força, aqui deixamos 15 sugestões, entre propostas para sentar ou de mesa, e muitos acessórios, que tanto pode escolher para o exterior, agora que apetece estar ao ar livre, como depois ‘reciclar’ e levar para dentro de casa.

Por isso e para começar, já que os dias de calor estão aí em força, aqui deixamos 15 sugestões, entre propostas para sentar ou de mesa, e muitos acessórios, que tanto pode escolher para o exterior, agora que apetece estar ao ar livre, como depois ‘reciclar’ e levar para dentro de casa. a céu aberto

Na hora de selecionar as peças e se não se sente confortável em arriscar, opte pelos tons cru, pelos materiais naturais, como palhinhas e cimento, e depois pontue o ambiente com alguns salpicos de cor. O mercado dispõe de muitas alternativas, de acordo com o seu orçamento ou estilos que mais gosta. Aposte na simplicidade como valor seguro ou experimente outros caminhos, se já se sente com vontade de fazer a diferença.

Fotos: D.R. E @HELDERAFONSO

Do alto dos seus 1,83 m, Hélder Afonso deu nas vistas na Fonte da Telha, onde passou um dia bem animado a convite da Intimissimi Uomo. Nesta Summer Experience da marca de roupa íntima masculina, o ator participou em duas atividades: aprender a fazer o seu cocktail favorito e a personalizar camisas de linho. Este último foi o seu workshop favorito e fazê-lo na Costa da Caparica teve “um sabor especial, por ter sido feito frente ao mar, pois tudo sabe sempre bem quando é feito ao pé da água”.

– Como é que um rapaz de Bragança chega a Nova Iorque para trabalhar como modelo?

Hélder Afonso – A moda apareceu por acaso na minha vida. Durante todo o tempo que trabalhei diretamente na moda, tive a oportunidade de me apaixonar por ela e vê-la como uma forma de arte, não só na perspetiva de quem cria tendências, mas também de quem usa, consome e contribui para ela. Viver em Nova Iorque sempre foi uma etapa que vi como progressão na carreira e um objetivo. Olhando para trás e vendo aquele miúdo que saiu de Bragança, nem pensava nisso, mas ao longo do tempo foram-se criando objetivos e desafios a alcançar e esse foi um deles.

– Já esteve em várias cidades europeias, há alguma em que gostasse de viver ou da qual guarda boas recordações?

– Existem duas que me tocaram de forma especial. A primeira foi Los Angeles, pelas vivências que tive lá. Fizeram-me dar um salto quântico enquanto pessoa, tive muitas aprendizagens que foram ouro para o meu crescimento humano e guardo muitas saudades e boas recordações dessa cidade, por essas razões. E a segunda é Paris. A cidade que respira arte por todo lado, é incrível ver e viver de um ponto de vista artístico. A própria cidade vive e sente a arte de uma forma muito especial. E isso, para mim, foi muito mágico de se viver.

– Já fez de hippie na novela da SIC A Serra e de padre na série da RTP Braga. Agora é um lisboeta a trabalhar nos Açores em Senhora do Mar. Na diversidade está o ganho?

– A verdade é que nunca pensei ter tanta diversidade no início da minha carreira, por isso diria que sim. É algo que prezo muito porque me faz crescer profundamente enquanto ator. Falta o transmontano ou o agricultor.

– O seu David Monteiro na novela de horário nobre da SIC parece ser bom rapaz, mas mente com muita facilidade… Poderemos considerá-lo um (quase) vilão?

– Só parece bom rapaz mesmo. Considero o David um vilão que sabe ser cordeirinho e sabe passar pelos pingos da chuva, mas como se diz na cultura popular, a mentira tem perna curta e mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo.

Fotos: D.R. E @HELDERAFONSO

– Todos os seus colegas de elenco dizem que gravar na ilha Terceira é das melhores coisas deste trabalho. Partilha da mesma opinião?

– É um privilégio filmar na Terceira, é uma ilha mágica cheia de pessoas incríveis, fomos sempre bem recebidos e acolhidos. Partilho da opinião dos meus colegas, seguramente. É também um privilégio porque, como estamos semanas seguidas na ilha, temos a oportunidade de conhecer e criar vínculos com os nossos colegas, trocar perspetivas e experiências juntamente com toda a equipa. Isso vale ouro!

– Representar era um sonho de menino?

– Era, sim, um sonho de menino. A moda apareceu na minha vida e fez-me esquecer um pouco esse fascínio que tinha pela representação. Mais tarde a representação acabou por aparecer de novo e sinto-me extremamente grato por isso.

– Ser modelo ajuda-o na arte da representação ou nem por isso?

– Ajuda muito, aquilo que trago de mais valioso da moda é a fisicalidade. A moda foi importante para conhecer muito bem o meu corpo e saber como usá-lo. Sinto que há cenas em que tenho mais facilidade em exprimir-me fisicamente, precisamente porque tenho esta consciência corporal.

– E ser bonito pode ser desvantajoso?

– Não acho desvantajoso, mas também não o vejo como uma vantagem. O que cada vez mais conta é a energia que o ator tem em cena, aquilo que é capaz de transmitir e o seu grande profissionalismo.

Fotos: D.R. E @HELDERAFONSO

– Esteve num evento da Intimissimi Uomo. Dá importância à escolha da roupa íntima que usa? Que cores prefere? E o que não gosta mesmo de vestir?

– Dou uma grande importância, porque é a primeira linha de contacto com a nossa pele, primo pelos materiais e gosto de usar sempre cuecas. Gosto de cores neutras, não complico muito.

– Se lhe oferecerem uma peça mais íntima fica contente?

– Fico, claro, mas por ser algo tão nosso, tão íntimo, prefiro ser eu a escolher.

– E também dá de presente a alguém do seu sexo ou tem vergonha de o fazer?

– Não tenho vergonha, mas às vezes pode ser um pouco evasivo, mas gosto sempre de surpreender com uma boa roupa interior.

Abriu um novo spot em Lisboa, o quiosque com esplanada MAAT Café, e algumas caras conhecidas marcaram presença na sua inauguração.

Espreite, na galeria que preparámos, quem passou por este espaço, situado em frente ao Tejo com vista privilegiada para a Ponte 25 de Abril e o Cristo-Rei.

Ns últimos meses, tem sido uma das suas peças favoritas para grandes eventos. No final de junho, nos Prémios da Televisão do Mónaco, Charlene supreendeu num vestido-jumpsuit de Elie Saab, que é um dos seus designers preferidos. Esta semana, na inaguraçção de uma exposição em Monte Carlo voltou a usar um dos estilista libanês, mas agora em encarnado-paixão. E nao há dúvida que o jumpsuit é uma peça que favorece a figura da princesa do Mónaco: alta, magra e com uma estrutura larga, herança dos seus anos de nadadora olímpica.