Foto: João Lima

Depois do fim do programa da TVI Esta Manhã, que conduzia há três anos ao lado de Sara Sousa Pinto, Nuno Eiró e Pedro Carvalhas, e de umas férias nos Estados Unidos, onde vive a filha, Carolina, de 21 anos, que ali estuda Cinema, Iva Domingues regressou com energias renovadas e pronta para se dedicar de novo ao trabalho. “Ganhei anos de vida nestas férias, andei sempre bem-disposta. Estive duas semanas em Los Angeles, uma delas com a Carolina. Gosto muito daquela zona, tenho muitos amigos lá e fez-me lindamente. Na segunda semana ela voltou para a universidade, em Vermont. Agora cheguei e tenho o Big Brother. O que vier a seguir, virá”, declarou Iva no Estoril Open. A apresentadora, de 47 anos, não poderia estar mais feliz com este novo desafio. “Adorei fazer o Esta Manhã, talvez o programa que mais gostei de fazer até agora. Mas não vou negar que estou muito feliz por mudar e fazer outras coisas. Sou um bocadinho impaciente, gosto de mudança.”  

“Ganhei anos de vida nestas férias. Estive duas semanas em Los Angeles, uma delas com a Carolina.”

No próximo mês de maio vai regressar aos EUA para assistir à cerimónia de graduação da filha – nascida da sua relação com o jornalista Pedro Mourinho –, uma conquista que a enche de orgulho. “Vou chorar imenso [risos]. Estou preparada para ela ficar lá. Já fez alguns trabalhos e já tem umas propostas em vista”, revelou.

Foram inúmeras as caras conhecidas que passaram pela Loja da Meias de Cascais para conhecer o novo conceito, a nova decoração e as mais recentes tendências de luxo daquela emblemática loja de roupa. 

Carolina Patrocínio, Catarina Gouveia, Lili Caneças e Maria Dominguez foram algumas das convidadas que marcaram presença no evento que assinalou a reabertura da loja, que existe há 30 anos e foi recentemente alvo de remodelações.

a arte chega à casa

A alegria e a energia positiva que transparecem dos trabalhos de Emily Jackson, artista plástica britânica conhecida sob o nome de Wolffia Inc., não deixou indiferente a casa Pierre Frey. Seduzida por aquelas vigorosas pinceladas, traduzidas em dinâmicas formas abstratas e cores intensas, a editora de tecidos desafiou Emily a colaborar numa das suas coleções, a Carnet de Voyage. arte chega à casa

A arte chega à casa

O estúdio de design da marca encarregou-se de reinterpretar em tecidos e papéis de parede todo o universo da artista, trabalhado por Emily de forma instintiva em sucessivas camadas de óleo ou tinta acrílica. São múltiplas composições, pinceladas ora opacas, ora transparentes, foscas ou brilhantes, lisas ou com relevo, que os designers da marca procuraram replicar em dois tipos de materiais tão distintos. arte chega à casa

Os papéis de parede revelaram-se quase cópias fiéis das telas da artista: conservam cores, motivos e a mesma escala das suas pinturas. Já os tecidos eliminam a dimensão das formas, mas mantêm as principais características da obra de Emily. arte chega à casa

A emoção e liberdade criativa está refletida numa profusão de pontos bordados à mão, em relevo e de espessura diversa, que enriquecem os delicados linhos. Curioso notar que, apesar destas duas diferenciadas interpretações do trabalho artístico, os designers da Pierre Frey souberam manter intacto o sentido lúdico que tão bem caracteriza o trabalho e postura desta artista britânica. a

A arte chega à casa

Fotos: Philippe Garcia, William Keeler, Constance E.T. de Tourniel

rO estúdio de design da marca encarregou-se de reinterpretar em tecidos e papéis de parede todo o universo da artista, trabalhado por Emily de forma instintiva em sucessivas camadas de óleo ou tinta acrílica. São múltiplas composições, pinceladas ora opacas, ora transparentes, foscas ou brilhantes, lisas ou com relevo, que os designers da marca procuraram replicar em dois tipos de materiais tão distintos.te chega à casa

Foto: João Lemos

Tudo foi pensado ao pormenor por Catarina Gouveia para que o dia decorresse conforme tinha idealizado. A lista de convidados, maioritariamente influenciadoras digitais, a decoração, o local e até a música ambiente ajudaram a tornar ainda mais especial a apresentação da nova coleção de vestidos de linho da marca que criou, a Pura Slow Living.

Mariana Monteiro, Angie da Costa, Vanessa Martins e Helena Costa foram algumas das amigas que não quiseram faltar à chamada para assistir ao desfile, que aconteceu na Quinta da Comporta.

“Sei o quão valioso e poderoso é o trabalho delas e reconheço isso precisamente por também estar no meio digital, portanto a minha gratidão é muito profunda e eterna por este tempo que dedicaram a apoiar-me, a mim  e ao projeto que lancei”, disse Catarina Gouveia à CARAS.

Espreite neste vídeo algumas imagens do evento e não perca a reportagem completa, que será publicada na próxima edição da CARAS a ir para as bancas.

Foto: João Lima

Vítor Silva Costa nasceu e cresceu no Porto há 31 anos e mudou-se para Lisboa há mais de uma década, para continuar a “dar asas” ao seu sonho de ser ator. Com o curso da Academia Contemporânea do Espetáculo e frequência da Escola Superior de Teatro e Cinema, é presença assídua em televisão e teatro. Neste momento está na novela Senhora do Mar e no Teatro Aberto, em Lisboa, até 28 de abril, na peça de David Mamet Uma Vida no Teatro, que marca a estreia da atriz Cleia Almeida na encenação. Neste espetáculo sobre dois atores de gerações diferentes, que tanto estabelecem uma relação de camaradagem como de competição dentro e fora de cena, num jogo de espelhos em que ambos se reveem, divide o palco com Alfredo Brito, de 61 anos.

Apesar da exposição que a profissão lhe traz, Vítor afirma que a discrição é a sua melhor arma e prefere guardar apenas para si o que lhe é mais precioso.

– Como é para um ator interpretar outro ator?

Vítor Silva Costa – É muito difícil e delicado, mas comum, na verdade. Nós, atores, estamos sempre neste jogo, estamos fora, estamos dentro. Nesta peça é o teatro dentro do teatro, uma coisa muito shakespeariana.

– Sai do teatro a pensar na diferença de gerações, em que o mais velho pode ser o espelho do mais novo?

– Temos este cliché, e que é real, de que o tempo passa muito depressa. Tenho 31 anos e sinto que comecei a trabalhar ontem e que tudo é muito efémero. Estou muito no presente, mas mais no futuro, numa ânsia de fazer e de querer que se torna cansativa. Já me aconteceu muitas vezes ver o final da personagem do Alfredo e projetar isso para mim daqui a 30 anos.

– Acha que pode chegar a um ponto da carreira em que, de certa forma, é passado para trás?

– É a ordem natural das coisas. Claro que nós temos o privilégio de podermos trabalhar até morrermos. Podemos estar uma vida toda a fazer o que gostamos, o que é maravilhoso. No entanto, também é delicado e assustador, pois há o inevitável avançar do tempo. Quem vir a peça vai sentir-se identificado, porque o passar do tempo toca a todos.

Foto: João Lima

– Tem conjugado teatro com novela. Como tem conseguido desdobrar-se em dois projetos tão exigentes?

– É uma rebaldaria, mas lá está, é o amor que temos pelo que fazemos. Tenho um ritmo frenético, mas sinto-me bem. O objetivo é sempre o mesmo: contar bem uma história. Mas o palco é onde me sinto mais confortável.

– É a total entrega ao ofício que escolheu?

– Sim. Faço o que faço com total dignidade e entrega. Não podia ser de outra forma. Se calhar, quando for mais velho, vou-me esquecer do texto, porque foram muitos anos a dormir pouco, mas para já aproveito a juventude e energia que tenho.

– Tem como objetivo apostar numa carreira internacional?

– Claro que sim. A globalização joga a nosso favor. Não vivo ansioso por fazer projetos internacionais, porque acho que um ator que trabalha bem fá-lo aqui ou noutro lado qualquer, não é melhor nem pior por isso, mas, enquanto experiência, gostaria de ter essa possibilidade, conhecer outras formas de trabalho. Acima de tudo, quero trabalhar no que acredito.

– Depois de vários anos a viver em Lisboa, onde fica o Porto?

– No meu coração. Sou um homem do Porto e com muito orgulho. Gosto muito da minha cidade e volto lá sempre que posso, até porque tenho lá a minha família. Nestes últimos tempos não tenho ido, porque é impossível, mas no final no ano vou lá estar com um espetáculo de teatro. Vou voltar ao Teatro do Bolhão, com malta que foi da minha escola.

– Inevitavelmente, a vida privada fica exposta na sua profissão, mas parece querer mantê-la o mais reservada possível.

– Embora seja ator, sou muito discreto e continuo a tentar manter a minha vida privada. Claro que, com a exposição pública que tenho, há naturalmente um maior interesse, mas fui sempre gerindo da melhor maneira, da forma que é mais confortável e segura para mim e para os meus. Continuo a acreditar que a vida privada deve ficar privada.

– Mesmo namorando com a atriz Bárbara Branco, que também é uma figura pública?

– Independentemente de com quem estou ou deixo de estar quero manter a minha vida privada e não abrir precedentes.

– Ainda há pouco tempo esteve no mesmo evento que a Bárbara, mas distantes. Não seria mais fácil mostrarem-se juntos, uma vez que as notícias que saíram foi a de que poderiam estar separados?

– A questão é que nem eu, nem a Bárbara, nem qualquer pessoa que esteja ligada a nós falou sobre isso. Essas notícias são uma suposição e mantenho o mesmo princípio de não falar.

Foto: João Lima

– Prefere deixar a dúvida no ar?

– Não tem a ver com deixar no ar, tem a ver com, e falo só por mim, se não digo uma coisa, depois não vou desmentir o que sai, pois aí estou a dar importância. Vou manter sempre a minha posição. Percebo a pergunta, pois poderia ser mais fácil clarificar, mas mantenho aquilo em que acredito.

– E se perguntar diretamente se está com Bárbara Branco, não responde?

– Não, porque é a minha vida privada.

“A minha posição é sempre a de não abrir as portas, para me proteger.”

– Como é que consegue manter esta coerência?

– Não é fácil, mas o que acontece é que não me preocupo, independentemente de estar ou não numa relação, com o que podem ver ou dizer. Quando sou confrontado, porque é o trabalho do jornalista fazê-lo, a minha posição é sempre a mesma, a de não abrir as portas, para me proteger a mim e, sobretudo, às pessoas à minha volta.

– Mas está numa boa fase a todos os níveis?

– Sim, estou ótimo! Estou com muito trabalho, mas gosto de trabalhar, isso deixa-me muito feliz. À minha volta está tudo luminoso.

O divertido vídeo do 2.º aniversário da filha de Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo
O divertido vídeo do 2.º aniversário da filha de Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo
Foto e vídeo: @georginagio

A filha mais nova de Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo fez ontem, 18 de abril, dois anos. Uma data que será sempre agridoce para o casal, uma vez que Angel, o outro gémeo, morreu no parto, em Londres. No entanto, é uma data que merece ser assinalada com alegria porque foi exatamente isso que a pequena Bella Esmeralda trouxe à vida do craque português do Al Nassr e à influencer digital.

Aliás, o internacional português dedicou-lhe mesmo uma carinhosa mensagem nas suas redes sociais: “Felicidades mu amor, amamos-te #AngelyBella“, afirmou Ronaldo sem esquecer o filho que perderam.

No vídeo partilhado por Georgina Rodríguez, Bella mostra-se encantada com a vela do bolo e com toda a atenção à sua volta. “2 anitos meus bebés”, escreveu a empresária, lembrando também Angel.