No passado sábado, dia 14 de junho, o rei Felipe VI visitou a a Base Aérea de San Javier, em Múrcia, onde voltou a vestir o fato de piloto de aviões para testar o moderno Pilatus PC-21, o novo avião de treino da Força Aérea espanhola. A visita coincidiu com as comemorações do Festival Aéreo “AIRE 25”, que assinalam o 40.º aniversário da Patrulha Águia, reunindo dezenas de aeronaves e milhares de entusiastas da aviação.
Para o rei, esta visita teve também um significado pessoal, pois foi naquela mesma base que, entre 1987 e 1988, se formou como piloto, e agora ao regressar à Academia, reviveu o seu próprio percurso militar.
Será nesta mesma Academia que a princesa Leonor iniciará a sua formação a partir de setembro. A filha mais velha dos Reis de Espanha irá utilizar precisamente o novo PC-21 durante o seu treino, dando continuidade ao legado familiar na aviação militar.
Beatrice Borromeo, uma das figuras mais elegantes e discretas da realeza europeia, está à espera do seu terceiro filho com Pierre Casiraghi, filho da princesa Carolina do Mónaco. De acordo com fontes próximas do casal, trata-se de uma menina — a primeira filha do casal — e a novidade tem sido recebida com enorme felicidade.
Depois do nascimento dos dois filhos, Stefano Casiraghi, de 8 anos e Francesco Casiraghi, de 7, o casal volta agora a viver a emoção da gravidez, desta vez com a expectativa de terem uma filha.
Foto: Arquivo CARAS
Esta nova gravidez, confirma o desejo do casal de construir uma família numerosa. A chegada da bebé será certamente um momento marcante para a família real monegasca.
Foto: Josh Shinner / @The Prince and Princess of Wales
O Dia do Pai foi celebrado com carinho, especialmente pelo Príncipe William, que recebeu a atenção dos seus três filhos, o príncipe George, de 11 anos, da princesa Charlotte, de 10 anos e do príncipe Louis, de 7. Num dia que foi menos sobre deveres reais e mais sobre a família, William mostrou, uma vez mais, o seu lado de pai.
Através das redes sociais, o Príncipe William partilhou duas fotografias, que captaram o momento feliz, de um pai presente, descontraído e a rir com os filhos.
Foto: Josh Shinner / @The Prince and Princess of Wales
Neste Dia do Pai, mais do que uma celebração real, foi um lembrete poderoso de que, por trás dos protocolos e das tradições, existe uma família como tantas outras,
Foram várias as figuras públicas que marcaram presença no stand do El Corte Inglés no festival nortenho que decorreu de 12 a 15 de junho no Parque da Cidade, na Invicta.
Teresa Sanjurjo, Diretora da Fundação Princesa das Astúrias
A Fundação Princesa de Astúrias e o Festival Flamenco Lisboa, XVIII edição, apresentaram nos cinemas UCI, no El Corte Inglés de Lisboa, o documentário Carmen y María. Dos caminos y una mirada. A obra documental é inspirado nas figuras da cantora Carmen Linares e da bailarina e coreógrafa María Pagés, ambas galardoadas em 2022 com o Prémio Princesa de Astúrias das Artes.
Este galardão, referência a nível internacional desde a sua criação, celebra a excelência e o mérito em áreas tão diversas como as artes, as ciências, as humanidades e o desporto. Ao longo dos anos, diversas personalidades e instituições têm sido reconhecidas como por exemplo, José Saramago, Shirin Ebadi ou Pedro Almodóvar.
A apresentação do documentário contou com a presença de Teresa Sanjurjo, diretora da Fundação Princesa das Astúrias desde 2009 e membro do seu conselho de patronato desde 2018.
Luís Prados, Adido Cultural da Embaixada de Espanha em Portugal, Teresa Sanjurjo, Diretora da Fundação Princesa das Astúrias, Carlota Costa Cabral, da Zález Artist Collect e Vasco Marques Pinto, do departamento de Comunicação e Relações Institucionais El Corte Inglés Portugal.
A Fundação Princesa de Astúrias é uma instituição privada, sem fins lucrativos, cujos objetivos são contribuir para o enaltecimento e promoção de todos aqueles valores científicos, culturais e humanísticos considerados como património universal, bem como consolidar os vínculos existentes entre o Principado de Astúrias e o título que tradicionalmente ostentam os herdeiros da Coroa de Espanha.
Inspirado na vida de Eça de Queiroz, o MS Collection Aveiro – Palacete de Valdemouro celebra a história e a cultura de Aveiro em cada detalhe. Localizado no centro da cidade, este hotel de cinco estrelas ocupa um edifício histórico do século XVIII, meticulosamente restaurado para preservar a sua traça original.
Os quartos temáticos, batizados com nomes de personagens icónicas das obras do escritor, oferecem uma experiência única, complementada pelo espólio da Fundação Eça de Queiroz disponível na sala de leitura do hotel. O restaurante Prosa apresenta uma carta desenhada pelo chef Rui Paula que une a tradição gastronómica de Aveiro à alta cozinha contemporânea, realçando os sabores do mar e da terra com criatividade e mestria. Com 39 quartos, spa, ginásio, piscina interior e exterior, bar e serviços personalizados, o MS Collection Aveiro é um refúgio de conforto e requinte. Um espaço onde a história, a cultura e o luxo se encontram para criar memórias inesquecíveis no coração de Aveiro.
A poucos passos do hotel, encontram-se as principais atrações da cidade: o Teatro Aveirense, os museus, os cais dos moliceiros e a vibrante Praça do Peixe. Para os amantes da natureza, o Parque de Santa Joana e as salinas de Aveiro oferecem momentos de tranquilidade, enquanto as praias da Barra e da Costa Nova, a apenas 15 minutos, proporcionam paisagens deslumbrantes e experiências gastronómicas inesquecíveis.
É um dos talentos promissores da representação em Portugal e foi nesse contexto que foi convidado a marcar presença no 10.º aniversário da Intimissimi Uomo. Bernardo Cascais tem acompanhado de perto a evolução da marca italiana, agora também conhecida como Iuman. O novo conceito foi apresentado num evento em Verona, Itália, onde foram ainda reveladas as próximas tendências do underwear masculino. “Adorei esta apresentação, o desfile foi incrível, com muita música, muita dança, foi um grandioso espetáculo”, disse Bernardo, de 27 anos. “Tenho vindo a colaborar com a Intimissimi nos últimos anos e sempre gostei muito das peças. Nunca desfilei para a marca, apenas participei em eventos e campanhas digitais”, acrescentou, confessando que, nesta fase, não se sentiria à vontade para subir à passerelle. “Gostava de estar com o corpo ideal para desfilar hoje. Se um dia tiver essa oportunidade e souber antecipadamente, com certeza que me vou preparar para tal.” Bernardo admite, no entanto, que, apesar de não estar, no seu entender, na melhor forma física, não descura a sua aparência. “Tenho bastante cuidado com a minha imagem, até porque, na minha profissão, isso é essencial. Mas tive um acidente de mota recentemente, que me obrigou a parar o ginásio e me levou a desleixar um pouco a alimentação”, revelou.
Foi com vista para o Tejo e numa manhã de sol que Inês Gutierrez conversou com a CARAS sobre os objetivos profissionais e pessoais que tem em mente. Se durante vários anos foi um dos rostos da TVI, nos últimos tempos a comunicadora tem estado mais dedicada ao universo digital e à representação, uma paixão antiga que começou ainda com tenra idade e à qual está a retomar. Entre janeiro e março, esteve em cena no Teatro Independente de Oeiras com uma comédia. “Foi giríssimo e deu-me muito prazer. Desde que fiz o curso de Comunicação e Jornalismo que parei a representação, mas, há uns tempos, senti vontade de me desafiar. É isso que me fascina no meu trabalho: não me restringir somente a uma área ou projeto. Quero continuar a fomentar a representação, mas nunca largando a comunicação e produção de conteúdos, que gosto muito. Tenho um lado empreendedor e estou sempre com ideias”, afirmou a comunicadora e atriz, de 33 anos, durante a apresentação da nova coleção de swimwear da Women’secret.
O que concentra as suas atenções a tempo inteiro é a maternidade. Inês é mãe de Maria Luísa, de 3 anos, da relação de nove com o apresentador da TVI João Montez, de 34. “Ser mãe está a ser maravilhoso e cada etapa tem os seus desafios. Agora é a fase em que ela começa a ganhar a sua identidade. Tem uma personalidade forte, diz o que sente, se está zangada. Ou seja, tem o seu génio, tal como a mãe e o pai. Sai aos dois”, revela-nos Inês Gutierrez: “É muito giro vermos uma pequena pessoa em construção e fazermos parte disso.”
Foto: João Lemos
Entre o casal mantém-se o desejo de aumentar a família. “Na teoria, adorava ter mais filhos, mas, na prática, sinto que ainda não estou pronta nem com essa vontade. Gosto de ser uma mãe muito presente e não ter de delegar por falta de tempo”, revela a comunicadora, que ainda está a concluir as obras da nova casa. Oficializar a relação também é um desejo do casal, mas não deverá acontecer nos próximos anos. “Eu e o João dizemos na brincadeira que casamos quando fizermos 40. Em vez de uma crise de idade, celebramos dessa forma. Na verdade, gostava de casar-me, mas não faz parte dos planos para breve.”
A viverem em Londres, Maria Francisca de Bragança e o marido, Duarte de Sousa Araújo Martins, marcaram presença na cerimónia de Ação de Graças pelos 30 anos de casamento dos duques de Bragança, que decorreu na Basílica da Estrela, em Lisboa, e pelo 80.º aniversário de D. Duarte Pio, num momento repleto de significado familiar e espiritual.
O casal, visivelmente feliz, destacou o impacto profundo que o exemplo dos pais da duquesa de Coimbra teve na sua própria vivência conjugal. “O casamento dos meus pais é um exemplo e a nossa meta também. E continuar depois dos 30 anos. É raro, hoje em dia, um casamento tão duradouro e sólido. Tenho muito orgulho em poder dizer isto sobre os meus pais”, afirmou Maria Francisca à CARAS.
A jovem sublinhou ainda os valores que foram transmitidos pelos duques de Bragança aos três filhos: “Passaram-nos muita alegria no casamento, compromisso e fé. O compromisso também depende da fé que nós temos. Na verdade, é sabermos que depois de nos casarmos já não há volta a dar.”
O marido, Duarte, reforçou esse sentimento, destacando também a importância de D. Duarte e D. Isabel não apenas na família mas também no país: “Os meus sogros são um exemplo de unidade, para lá de muitas outras qualidades que têm. Este dia é muito importante também para Portugal e isso tem a ver com o exemplo que os dois são para o país, não apenas para nós.”
Casados há quase dois anos, Maria Francisca e Duarte, que é advogado, vivem atualmente na capital inglesa, onde têm construído a sua vida a dois. “O nosso casamento está a correr lindamente. Foi ótimo termos ido para Londres, ter o nosso cantinho e crescermos os dois juntos, que é o que temos feito”, partilhou a filha dos duques de Bragança. “Gostamos muito de viver em Londres, tem sido uma experiência muito boa, mas mais dia menos dia vamos voltar para Portugal. Entretanto, estamos a ganhar estrutura os dois. Vamos fazendo o nosso caminho juntos”, acrescentou Duarte.
Foto: Luís Coelho
Sobre o futuro, ambos revelaram à CARAS o desejo de alargar a família. “Queremos ser pais, claro que sim”, respondeu a duquesa, de 28 anos. O marido reforçou a intenção de ambos, mas sublinhou que tudo acontecerá “a seu tempo.” O casal partilha a experiência de ter crescido em famílias numerosas e essa vivência molda o seu projeto de vida desde que começaram a namorar: “Termos filhos sempre fez parte dos nossos planos. Ambos vimos de famílias grandes e gostamos muito, é algo de que nos orgulhamos, mas seremos pais a seu tempo.”
Num ambiente de fé, amor e continuidade, a nova geração da Casa de Bragança mostrou-se pronta a honrar o legado e a dar seguimento aos valores familiares que há séculos marcam o percurso dos seus antecessores, mostrando que estão preparados para o desafio que lhes tem vindo a ser passado pelos duques de Bragança.
Com uma vida dividida entre Portugal e o Brasil, onde nasceu, Joana de Verona é uma cidadã do mundo. Aos 35 anos, a atriz e realizadora luso-brasileira tem participado em diversos projetos que atravessam as duas culturas que formam a sua identidade. Entre filmes, teatro, séries, novelas e a sua constante ponte aérea entre Rio de Janeiro e Lisboa, Joana revela ser uma mulher independente, corajosa e determinada, qualidades que também marcam a sua personagem em Mania de Você, a novela das 21h00 da TV Globo, onde interpreta Filipa, uma fisioterapeuta forte e decidida.Atualmente no Brasil, Joana partilhou com a CARAS algumas das memórias da sua infância naquele país, falou dos desafios de ser luso-brasileira, da conexão com o seu público e dos bastidores do seu trabalho artístico, que mistura a paixão pelo teatro, pela dança e pelo cinema.
– Tem uma relação muito forte com o Brasil, especialmente com o Rio de Janeiro, onde passou parte da adolescência. Como tem sido gravar aí?
Joana de Verona – O Rio sempre foi um lugar especial para mim. Vivi aqui na adolescência e, mesmo tendo trabalhado em muitos lugares, o Rio continua a ser um cenário familiar. Desde 2013, tenho filmado em diversos estados brasileiros e, cada vez que vivo e trabalho aqui, sinto-me em casa, de alguma forma. Além disso, a minha família brasileira é carioca, por isso, mesmo quando não estou a filmar, muitas vezes estou no Rio ou noutras cidades do Brasil, a visitar a família, a viajar, a passear. Muitas das vezes em festivais de cinema para apresentar filmes. Venho para cá com muita frequência. Portanto, sinto-me bem justamente por isso, por ser uma prática comum e por ter vínculos à cidade, não só profissionais, mas também pessoais.
– Nasceu no Maranhão e cresceu entre o Brasil e Portugal. Como descreve a sua relação com esses dois países? Sente que há algo de único em ser luso-brasileira? De que forma estas duas culturas influenciam a sua vida e o seu trabalho?
– Sou fruto de duas culturas distintas que me influenciaram como pessoa e como artista. Vou “beber” muitas coisas à cultura brasileira na minha personalidade, na forma como encaro a vida, como lido com as pessoas, e também tenho muitas coisas da cultura portuguesa. Sou fruto dessas duas cidadanias, dessas duas culturas, e ambas me marcam por razões diferentes.
– Integra o elenco de Mania de Você, onde dá vida a Filipa, uma personagem muito independente e determinada. Há alguma característica dela com a qual se identifique mais?
– A Filipa é uma mulher muito forte, que corre atrás dos seus objetivos com determinação e coragem. Identifico-me muito com essa força dela, essa vontade de realizar. No início da novela, ela é muito luminosa, que ajuda as pessoas, mas, com o tempo, essa determinação transforma-se em obsessão. Entendo a motivação dela, embora a leve a tomar decisões erradas. É interessante ver como ela se vai redimindo ao longo da novela. A determinação da Filipa é uma característica com a qual me identifico, mas é claro que ela vai muito além disso, evoluindo ao longo do enredo. Tem uma complexidade emocional que gosto de explorar. Ela também tem uma grande vulnerabilidade, que é algo com que me identifico profundamente. A perfeição de uma mulher forte é muitas vezes cercada por inseguranças internas, e é essa dualidade que me interessa e me atrai.
Vinícius Mochizuki
– E como foi o desafio de interpretar uma personagem com sotaque português, mas entendida pelo público brasileiro?
– Foi um desafio interessante. Mantive o sotaque português, com a minha preocupação de o tornar acessível ao público brasileiro. Fiz, por isso, uma mistura de algumas gírias portuguesas e brasileiras, de forma a ser compreendido em todo o Brasil. Foi um trabalho de detalhe, e divertido também. O público tem sido bastante recetivo, o que me deixou muito feliz.
– Estudou teatro e dança quando era mais nova. Como é que essas duas formas de arte ajudaram a moldar a sua carreira e influenciam a forma como encara o trabalho como atriz?
– Moldaram em tudo. Comecei no teatro e na dança com 8 anos. O teatro trouxe-me uma incessante vontade de pesquisar, de estudar, de repetir, de entender, de aprofundar. O teatro traz essa endurance atlética da repetição e do improviso, de todas as noites o espetáculo ser diferente. É a minha escola, a minha base, a minha estrutura. A dança trouxe-me também muita alegria. É uma das minhas maiores paixões. Trouxe-me o contacto com o corpo, uma lógica para tudo. Preciso estar sempre ligada a esse lugar do teatro e da dança, da performatividade, do improviso. É mesmo muito importante para manter ativos o corpo, a imaginação e a criatividade de um ator.
– O público brasileiro tem sido muito caloroso consigo. Como lida com esse carinho?
– As pessoas acompanham a novela, gostam da personagem e abordam-me na rua sempre de forma muito calorosa. Tenho recebido muito carinho, e essa recetividade deixa-me muito feliz. O que caracteriza o público brasileiro é esse calor na receção, é essa coisa efusiva de ligarem muito à novela, de prestarem muita atenção às personagens, de seguirem a história da novela, de se envolverem muito.
– Foi musa no Baile Alto Rio, no Carnaval. Como foi essa experiência e o que significou para si? Além disso, o Carnaval é uma verdadeira paixão brasileira, tem alguma memória especial dessa época?
– Foi muito divertido, a banda era ótima, tocaram maracatu, musicalidade do Nordeste, que é o meu estado (nasci em São Luiz do Maranhão). Os músicos, os percussionistas deram um show muito bom, foi ótimo. O Carnaval para mim é importante não só quando estou no Brasil, mas quando estou em Portugal também. É um momento de celebração, de música, muita energia, de corpos políticos na rua e isso interessa-me muito. Tenho muitas histórias que envolvem o Carnaval, mas destaco a primeira vez que desfilei na avenida, na Sapucaí, com 12 anos, pela Tradição, uma escola de samba que já não existe, e participei do desfile de Carnaval com a minha mãe, em 2002. Foi intenso, nunca me hei de esquecer. A minha mãe queria muito ir, eu também, então fomos juntas, e essa é uma memória muito afetuosa, alegre.
Foto: Vinícius Mochizuki
– E para o futuro, o que podemos esperar?
– No futuro, vou repor o espetáculo de teatro A Noite do Choro Pequeno, que fiz com a Maria D’Aires, com o qual vamos fazer uma digressão. Além disso, estou com alguns projetos futuros, mas ainda não posso falar muito. O que sei é que quero continuar a trabalhar com bons profissionais, fazer cinema, teatro, e também dirigir os meus próprios projetos autorais. A minha intenção é continuar a explorar essa ponte entre Portugal e o Brasil, que tem sido uma parte fundamental do meu percurso profissional. Tenho alguns projetos em mente, mas estou muito focada nas produções em que já estou envolvida. O importante para mim é continuar a crescer como artista e continuar a explorar essas duas culturas que fazem parte de mim.
– O que mais a motiva a continuar no mundo artístico?
– A arte, para mim, é a capacidade de transitar por diferentes mundos e construir outras realidades. É a capacidade de abstração, o poder da criação como força motora. A minha profissão permite-me viajar, estar em contacto com outras culturas e tocar as pessoas. A cultura educa, tem um poder transformador, porque é muito poderoso.
Maquilhagem e cabelos: Walter Lobato “Styling”: @ovni_saopaulo