Carla Rocha, de 52 anos, é mãe de Inês, de 25 anos, e Vasco, de 16, e uma profissional cuja trajetória se destaca pela paixão em ajudar pessoas e organizações a comunicar com impacto. A sua mais recente iniciativa, Entrevistas Que Dão Emprego, um curso 100% online, destina-se a ajudar quem procura entrar no mercado de trabalho ou fazer uma transição de carreira. Ferramentas práticas e estratégicas que vão desde a elaboração de currículos e cartas de motivação até à preparação para entrevistas de emprego, incluindo técnicas para responder a questões desafiantes e alinhar comunicação verbal e não verbal.
Com 30 anos de experiência como locutora de rádio, Carla conquistou audiências em programas como Café da Manhã, na RFM, e As Três da Manhã, na Renascença, onde continua a ser uma das vozes mais conhecidas do país. Paralelamente, é autora de três livros, professora convidada em instituições prestigiadas como a Nova SBE, o ISEG e a Egas Moniz School of Health & Science, e uma referência em formação empresarial e de liderança. Recentemente, a comunicadora tomou a decisão de se afastar temporariamente das manhãs da rádio para poder apoiar a filha Inês, que enfrentou crises de ansiedade após a pandemia. Um gesto que reforça os valores que defende na sua carreira e vida pessoal: autenticidade, empatia e coragem.
Uma entrevista para ler na CARAS desta semana.
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A atriz Victoria Guerra, de 36 anos, anunciou no Dia da Mãe que está grávida do primeiro filho, fruto do relacionamento discreto com o realizador Francisco Botelho. A CARAS encontrou a atriz de A Promessa, da SIC, num evento da marca portuguesa de biquínis, fatos de banho e roupa de praia Latitid, que teve lugar no Nirvana Studios, durante o qual revelou detalhes da gravidez – encontra-se no segundo trimestre – falou da pausa que irá fazer na sua carreira e dos planos que tem para este momento mágico da sua vida.
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Localizado na Costa Adeje, em Tenerife, a maior ilha do arquipélago das Canárias, o Royal Hideaway Corales Villas situa-se entre montes e praias de areia escura e água quente, fundindo-se com a natureza.
Com uma estética moderna e elegante, o hotel foi concebido pelo arquiteto Leonardo Omar, em colaboração com o K-Studio, e é um exemplo claro de design arquitetónico contemporâneo, caracterizado por linhas limpas, minimalistas e que dão uma sensação de amplitude, criando um refúgio calmo e sereno. É o local ideal para quem procura desligar-se num ambiente exclusivo, onde o luxo silencioso se expressa em cada detalhe, oferecendo uma experiência de sofisticação discreta e refinada.
A nova unidade dispõe de 139 quartos – 78 suítes júnior, 40 suítes deluxe e 21 villas com dois e três quartos – a maioria com piscina privada e terraço a partir do qual se pode desfrutar de uma vista espetacular sobre o oceano Atlântico
Há largos anos apaixonada pela pintura e colagens de folhas e flores, Regina Duarte escolheu aquela que considera a sua “segunda pátria” para apresentar a sua primeira exposição internacional. Conhecida do grande público e com uma carreira aclamada na representação, a atriz (e agora artista plástica), de 78 anos, tem no Palácio Biester, em Sintra, mais de duas dezenas de obras que podem ser adquiridas. A exposição, patente até junho, tem curadoria de Ana Carolina de Villanueva, responsável pela Luka Art Gallery.
Polémica e doce, sensível e pragmática, Regina Duarte conversou com a CARAS sobre esta nova fase da sua vida, mas também da carreira, do papel enquanto mãe de três e avó de sete e da sua ligação à política, que durou apenas 75 dias.
– Há muitos anos que visita Portugal. Sente-se sempre acarinhada?
Regina Duarte – Há anos que venho a Portugal. Quando as novelas saíam do Brasil, o primeiro país onde “aportavam” era Portugal. Vinha muitas vezes, convidada para vários eventos, e era sempre muito bem recebida. Há anos que venho a Portugal. Acho que a primeira vez que vim foi para um Carnaval em Sines, em 1992. Sinto muito o carinho dos portugueses, somos uma irmandade. Entendem-me, entendem as minhas personagens e a humanidade que pretendo transmitir no meu trabalho. Isso faz com que veja Portugal como a minha segunda pátria. Sou muito grata aos portugueses.
– Como começou esta vertente de artista plástica?
– É uma opção artística nova. Comecei a observar folhas caídas no chão, ressequidas. E a pensar: “Para onde vão essas folhas?” Do nada comecei a recolhê-las. Lavava, limpava, fazia colagens e depois misturava com flores. Comecei a criar quadros e era algo que me dava um entretenimento saboroso. A pintura já fazia parte da minha vida desde 1974. O meu primeiro quadro foi inspirado numa foto da minha família a festejar um Domingo de Páscoa. O quadro ainda está lá. Comecei logo a pintar a óleo.
– Não tem projetos na representação?
– Não há nenhum projeto, mas continuo a pesquisar sobre teatro, à procura de algo que ainda não tenha feito, algo que me entusiasme, que me dê prazer voltar ao palco. Algo novo para mim e para o público. Estou a reorganizar-me.
– Tem três filhos: André, de 55 anos, Gabriela, de 51, e João, de 44. Como é que a maternidade influenciou a sua vida e a sua carreira?
– A maternidade é sempre um enriquecimento para qualquer mulher. Pensamos: “Como é que vou criar este ser?” Mas, depois de ele nascer, surge uma paz e um encantamento. E, a partir daí, começamos a aprender a ser humanos com as novas lições que a criança nos oferece. Começamos a ver a vida com esse olhar infantil. É fascinante e o maior presente que a maternidade nos dá. Gostaria de ter mais filhos, mas tive três e sete netos.
– Que avó é?
– Sou tradicional, no sentido em que acredito que o ser humano não pode perder o respeito pelas relações e deve ser sério com as responsabilidades. São coisas que não podemos deixar para trás e que devemos exercitar com as crianças. Por outro lado, e tendo em conta que os meus pais não brincavam comigo por estarem muito ocupados, hoje há mais tempo para nos divertirmos, convivermos e reaprendermos com as crianças. E gosto disso.
– Teve cinco “casamentos”. Sempre se sentiu uma mulher livre nesse sentido?
– Sou de uma geração que chamava “casamento” quando os apaixonados iam viver juntos. Não fui criada para ficar a namorar. Se me sentia apaixonada e havia reciprocidade, aquilo já era “casamento”. Só o primeiro foi na igreja, vestida de branco e com papel passado. Depois, começava a namorar, a relação ficava mais séria, havia relação sexual, e então “casávamo-nos”, ou seja, morávamos juntos e assumíamos a relação. Foram paixões vividas, às vezes, por quatro, sete ou 12 anos.
– Tem saudades de voltar a apaixonar-se?
– Não sinto necessidade de ter uma relação amorosa. Sou apaixonada pelas pessoas. Tenho a minha vida, gosto dela, tenho quatro gatas que dormem na minha cama. Imaginem ter um companheiro ou companheira? Elas iam ficar furiosas [risos]. Está muito bom assim, graças a Deus.
– Sente que, em algum momento da vida, perdeu o controlo da sua vida?
– Lembro-me da fase em que estive em Brasília, a convite do ex-Presidente Jair Bolsonaro, que foram só 75 dias na Secretaria Especial da Cultura. De repente, percebi que havia poderes a pressionarem-me para fazer opções. Tinha um cargo que era meu e que queria exercer com liberdade. Senti que não ia conseguir e, imediatamente, pedi para sair. Estava apaixonada, feliz, como um guerreiro na luta. Queria concretizar o que considerava bom para a atividade artística, mas dei-me conta de que havia um interesse enorme pelo meu cargo e percebi que ia ser empurrada para um beco. E eu não queria lutar. Percebi que algumas pessoas de poder desejavam o meu cargo. Hoje não quero mais cargos, abomino-os.
– Quando a arte se alia à política, ganha-se ou perde-se?
– O papel que tentei desempenhar era algo para o qual não estava preparada. A política deveria ser uma forma de expressão, um exercício de atuação, uma coisa séria. O povo precisa de pessoas que estudem e gostem de política, sejam sérias e honestas, que respeitem o país e possam fazer em Brasília o que nós, o povo, não podemos fazer “de baixo”. A política deveria ser uma devoção quase religiosa, todos deveriam apoiar, pois temos o direito de escolha. Muita gente não se interessa por política, mas só através dela poderemos ter o país que queremos: conhecendo os candidatos que vão falar por nós, vendo o que cada prefeito [presidente do município] faz.
– Sente que com a sua curta passagem pela política prejudicou a vida profissional?
– Nada. Coincidiu com um período em que não tinha nenhuma proposta que me interessasse há três anos.
– Não há convites para voltar às novelas?
– Não há nada. Estou em paz com isso. Prefiro não ter uma oferta que não me agrade. Sei que o público tem saudades minhas, e eu tenho saudades do público e do meu trabalho.
– Uma personagem marcante foi Raquel na novela Vale Tudo, cujo remake está agora a ser feito. Tem boas recordações?
– É uma novela maravilhosa. É o Brasil ali representado. Estou a torcer, mas às vezes penso que os remakes deviam ser feitos com histórias que tiveram sucesso mediano. Tenho muita pena deste elenco de Vale Tudo, porque será sempre comparado com o da versão anterior. Acho isso de uma crueldade terrível.
– É um presente envenenado?
– É, mas esta versão tem um elenco maravilhoso e toda uma geração que vai ver-se retratada, com certeza. Estou a torcer para que corra tudo bem e seja um sucesso. O que é o sucesso? Ter audiência!
Cabelos e maquilhagem: Joziane Lima e Francisco Souza
Deixe-se transportar para o mundo de romance e sedução através de uma destas fragrâncias, criadas para envolver os sentidos e despertar emoções. Das notas florais que evocam a feminilidade às notas mais sensuais contam histórias de paixão, esta seleção é um convite para celebrar o amor.
Quando Ana Mesquita idealizou a exposição Não Descartáveis em 2019, a ideia parecia um sonho distante. Hoje, concretizada no emblemático Edifício do Relógio, na Baía de Cascais, a mostra não só materializa a visão da artista como também revitaliza um espaço histórico. Com apoio da Câmara Municipal de Cascais e o patrocínio da Sociedade Ponto Verde, a exposição é mais do que arte: é um manifesto, uma experiência comunitária e um convite à reflexão sobre sustentabilidade e humanidade.
– O título da exposição “Não Descartáveis” é muito forte e sugestivo. Como surgiu esta ideia e que mensagem espera transmitir?
Ana Mesquita – O título resulta de anos a juntar embalagens cujo design gráfico me prendia, como foi o caso do Chá Mandela que comprei em Maputo, numa das viagens à minha terra, Moçambique, em 2018. Quando em 2022 criei obras de arte com os utentes da Associação Quinta Essência, associei a ideia de não descartáveis, no sentido do não desperdício e da reutilização para a arte, à ideia de que “nada nem ninguém se descarta”, por me incomodar o racismo galopante, aplicado a tudo e a todos, dos novos desumanos.
– O Edifício do Relógio foi revitalizado para acolher esta mostra. Como tem sido trabalhar neste espaço histórico, transformando-o num ateliê e galeria?
– Quando visitei o primeiro andar do Edifício do Relógio, em março de 2023, dei com um espaço cheio de potencial, porém devoluto há quase uma década e em mau estado. Em oito meses construí uma galeria, com um ateliê integrado e uma sala e cinema, que hoje acolhe os visitantes. Aqui tenho sido feliz a criar novas obras de grandes dimensões.
– Além das obras, a exposição inclui atividades com foco na educação ambiental. Como vê o papel da arte na sensibilização para questões ecológicas?
– Toda a ideia da exposição pretende alertar para a importância da economia circular. Reutilizando materiais que teriam sido lixo, fazemos a ponte entre a ancestralidade e o contemporâneo, dando uma nova existência a todo o tipo de embalagens de cartão e papel. A multiculturalidade expressa nestes invólucros de diferentes origens, idiomas e iconografias, junta-se e segue uma paleta de cores preestabelecida, que cria unidade entre as obras patentes.
– Ao longo da sua carreira, tem transitado entre várias linguagens artísticas, do design de moda ao jornalismo e à videoarte. De que forma estes diferentes campos moldaram a artista que é hoje?
– O denominador comum do meu percurso profissional é a curiosidade. Foi movida pelo desejo de conhecer e de fazer acontecer que me envolvi com a criação artística, a escrita, o jornalismo e a comunicação. Em qualquer processo criativo, opto pela motivação da curiosidade em lugar do medo. Penso, logo afirmo e atrevo-me. Procuro transformar o medo em coragem.
Foto: Luís Coelho
– A exposição também celebra a inclusão, com a participação de iniciativas como o Café Joyeux e a Associação Quinta Essência. Porque é que era importante para si incluir essa dimensão no projeto?
– O conceito “não descartáveis”, nada nem ninguém se descarta, diz tudo. O conceito nasceu da verdade dos dias. Interessa-me explorar os caminhos do diálogo. Sei que, com estes companheiros que escolho, levo o meu processo criativo por caminhos inexplorados e farto-me de aprender, trabalhando com quem cria arte com o puro intuito de erguer pontes.
– A sustentabilidade não está apenas nas obras, mas também no próprio conceito de economia circular. Qual é a importância de trazer essa visão para a arte contemporânea?
– A atividade da espécie humana tem tido cada vez pior impacto global. Se falarmos a linguagem dos nossos corações inquietos, temos de o fazer em consciência e com coragem. Cada um opta pelo método que o seduz e melhor domina, “a narrativa” que lhe parece espelhar melhor a sociedade e o ambiente que o rodeia. Nasci em África e aprendi a fazer nascer das coisas outras coisas. No meu processo, utilizo o papel-cartão, um material incrivelmente colorido, duradouro e moldável. Crio colagens e esculturas e procuro transmitir a ideia de que temos tudo e não sabemos.
Foto: Luís Coelho
– Como descreveria a essência do seu trabalho artístico? Existe algum tema ou emoção que esteja sempre presente nas suas obras?
– Criar uma consciência de solidariedade, de que somos muito mais interessantes quando construímos pontes do que quando inventamos guerras, fossos raciais ou distâncias de credos. Foi por causa da capacidade de nos entreajudarmos que nos tornámos a espécie dominante que somos. Crescer em África, viver lá, ou frequentar aquele continente, traz estas lições.
– Qual é o maior ensinamento que a arte trouxe para a sua vida pessoal?
– Sempre a aprender em cada novo projeto. Quem aprende a fruir a arte, seja pela perspetiva estética ou conceptual, quem lê, quem ouve música com prazer, nunca está sozinho. E se por acaso tiver de sofrer, sofre mais bonito.
Podemos vê-la na antena da RTP1 na nova série de humor de Bruno Nogueira, intitulada Ruído, que estreou a 7 de maio. Aos 32 anos, Rita Cabaço tem conquistado público nas diferentes áreas da representação, sendo considerada uma das mais talentosas da sua geração. “Por ter feito a Escola Profissional de Teatro de Cascais, e depois a Escola Superior de Teatro e Cinema, fui criando desde cedo uma rede forte que me tem permitido continuar a ter trabalho. O reconhecimento vem porque temos a sorte de ter trabalho”, revela-nos a atriz, ainda a habituar-se aos eventos sociais onde tem que marcar presença, como as cerimónias de entrega de prémios. “O que conta verdadeiramente é termos a sorte de trabalhar com pessoas boas, que gostamos e admiramos. Os vestidos, as galas… aí estou fora do meu habitat.”
Com sonhos a curto prazo, a artista pretende voltar a dedicar-se à encenação: “O meu sonho é criar, espero encenar espetáculos meus. Há muito por fazer, mas não me imagino a deixar de representar. Seria muito infeliz.” Por agora, Rita Cabaço prepara-se para começar a gravar dois filmes: a primeira longa-metragem de Flávio Ferreira e o próximo projeto do realizador Marcos Martins.
A marca Paul & Shark, que celebra 50 anos desde a sua fundação por Paolo Dini, inaugurou o seu mais recente espaço na Avenida da Liberdade, bem no centroda capital e quase junto ao Marquês de Pombal. A abertura da loja, que ocupa 190 metros quadrados no piso térreo do edifício, contou com a presença de várias figuras públicas, que não quiseram deixar de conhecer a mais recente aposta da marca de vestuário.
Ainda que a carreira de ator seja o seu plano principal, Lourenço Ortigão demonstra vontade em não depender a tempo inteiro da representação. “Quando não estou com nenhum projeto na televisão, dedico-me aos negócios. Eu e a Kelly temos alguns investimentos em que estamos a trabalhar, a fazer obras de valorização”, revela o artista, que tem a sua casa em obras: “Temos essa e outra que estamos a remodelar ao mesmo tempo. Dá trabalho, mas depois vamos colher os frutos.”
Sem novos projetos em ficção de imediato, o ator cimenta uma maior estabilidade financeira a longo prazo: “A minha vida enquanto artista é o plano A e a preparação para o futuro (a 10, 20 ou 30 anos) é plano B. São negócios que vou fazendo, que me dão prazer e ajudam a ocupar quando não estou a gravar. Estou dedicado a novos investimentos, por exemplo, empresas que estejam a formar-se e eu acredite nelas.” Restauração, imobiliário, tecnologia e moda estão entre as suas preferências.
Foto: Rui Valido
Contudo, o foco principal continuar a ser a educação do filho, Vicente Blue. “Sermos pais tem sido desafiante, mas também a melhor coisa do mundo. Depois de ele nascer, tornei-me mais responsável, sereno e as prioridades mudaram”, afirmou Lourenço à CARAS, na abertura da nova loja da marca italiana de roupaPaul & Shark, em Lisboa.
No primeiro filme em que participou, Revolução (sem) Sangue, do realizador Rui Pedro Sousa, Helena Caldeira recebeu a nomeação para Melhor Atriz Secundária na última edição dos Prémios Sophia. A atriz, que brevemente voltaremos a ver nas próximas temporadas da série Rabo de Peixe, na Netflix, sonha com uma carreira internacional desde que trabalhou com um reconhecido realizador e encenador norte-americano. “A vontade de internacionalizar a carreira surgiu quando fiz o espetáculo Trouble, com Gus Van Sant, no Teatro Nacional Dona Maria II. Até aí nunca tinha pensado em sair do país. Depois comecei a pensar: ‘Se calhar consigo’. Agora estou a perceber o que posso melhorar em mim e a que portas posso bater para mostrar que tenho essa vontade”, revela à CARAS, assumindo o desejo em vingar no grande ecrã: “Desejo fazer mais cinema, essa vontade existe há muito tempo.”
Para já, segue-se um novo desafio na televisão. “Vou fazer a protagonista Pilar na série Águas Passadas, adaptada do livro de João Tordo, com realização de Bruno Gascon. Estou cheia de vontade, nenhum desafio me assusta, quero é fazer.”