Com vista sobre a cidade do Porto e a Foz do Douro, o apartamento, com 126,29m², foi adquirido em fase de construção para ser utilizado como casa de férias.

“O cliente não queria fazer qualquer tipo de alteração estrutural. Os espaços amplos e bem divididos, com sala/cozinha em plano aberto, permitiram um bom fluir, e a varanda (40m²), virada para o mar e rio, aliados ao facto de não haver qualquer obstáculo, transmitem a sensação de tranquilidade. Nos quartos, as camas foram orientadas por forma a retirar o máximo partido da vista privilegiada”, contam Manuela Babo e Matilde Babo, do ateliê Tangerinas & Pêssegos.

“O briefing passou por compor um espaço neutro, funcional, sem muitos elementos supérfluos, de fácil manutenção, ideal para um homem solteiro. Era essencial que todo o projeto respeitasse os acabamentos preexistentes e que os novos elementos tivessem ligação e se complementassem, permitindo um visual agradável e sereno”, continuam as profissionais.

“Peças com linhas clássicas, formas arredondadas e acabamentos neutros permitiram criar um ambiente que irá resistir ao passar do tempo, mantendo-se atual, confortável e sofisticado.”

FOTOS: Rute Ferraz

Foto: Luís Coelho

De um problema de pele que a levou a questionar tudo até à fundação do The Therapist, Joana Teixeira viveu uma transformação que hoje é uma inspiração para quem acompanhou o seu percurso. Após anos de stress, má alimentação e desafios no mundo corporativo, encontrou na medicina chinesa e na nutrição funcional o caminho para se curar. Em 2017, lançou um projeto pioneiro, enfrentou altos e baixos no empreendedorismo e aprendeu lições valiosas que agora partilha como mentora. Uma história de resiliência, determinação e paixão por um estilo de vida mais saudável, que a CARAS ficou a conhecer durante uma conversa acompanhada por um almoço, saudável e saboroso, no espaço The Therapist do Lx Factory, em Lisboa.

– Como surgiu a ideia de criar o The Therapist?

Joana Teixeira – A ideia nasceu de uma necessidade pessoal. Aos 21 anos, desenvolvi um problema de pele que me afetava muito e que resultou de muitos erros alimentares que fui cometendo ao longo do tempo. Consultei vários dermatologistas, passei dois anos a fazer tratamentos, tomei antibióticos, e nada resultava. Foi então que decidi experimentar a medicina chinesa. Através de acupuntura, fitoterapia e mudanças na alimentação, fiquei curada em menos de um mês. Esse episódio mudou a minha vida. Fui procurar mais informação sobre nutrição funcional e comecei a aplicar o que aprendia no meu dia a dia.

– Começou a cozinhar para si própria?

– Sim, e a descobrir que era possível comer saudável com sabor, porque achava que comida saudável era tipo alpista, que não tinha graça nenhuma. Depois tornou-se um prazer cozinhar comida verdadeira.

– O que é comida verdadeira?

– É comida feita com ingredientes reais, sem processados, sem aditivos. Costumo dizer que é fácil comer saudável, é só não comprar coisas de pacote. Nessa altura, decidi arriscar e, aproveitando uma reestruturação na multinacional onde trabalhava, deixei a empresa e, em 2017, abri o The Therapist, no Lx Factory.

– O conceito inicial era o mesmo que o atual?

– Não, na verdade o plano original era uma clínica de terapêuticas não convencionais com uma pequena cafetaria de apoio. A ideia era integrar consultas com refeições saudáveis, para que as pessoas pudessem cuidar do corpo e da mente ao mesmo tempo, no mesmo espaço. No entanto, a cafetaria começou a ganhar um protagonismo inesperado. Na altura, não havia o conceito flexitariano, não havia espaços, como este, com comida sem glúten, laticínios e refinados. Era ainda uma novidade. Rapidamente, percebi que a alimentação funcional tinha um apelo mais amplo e acessível. Foi então que mudei o foco e decidi investir mais nesse lado do negócio. A transição não foi fácil, porque precisei repensar a estrutura e a operação.

– Qual foi o momento mais desafiante até agora?

– Houve vários, na verdade. A pandemia foi um deles. Em 2020 tive de encerrar dois espaços que entretanto tinha aberto, um na Rua Rodrigo da Fonseca e outro no exterior do Ubbo, na Amadora. Entretanto, fui despejada do Lx Factory, onde o The Therapist tinha começado. Para mim, foi um golpe emocional muito grande. Recomeçar do zero foi uma experiência que me marcou profundamente. Fui à procura de um novo espaço e consegui abrir um novo The Therapist em Alvalade. Outro grande desafio foi lidar com um burnout. É algo de que raramente se fala, mas ser empreendedor pode ser solitário e desgastante. Trabalhei tanto para sustentar o negócio que, ironicamente, deixei de cuidar de mim mesma. Foi mais ou menos um ano e tal depois de ter aberto o primeiro restaurante. O meu primeiro filho tinha 7 meses e ainda mamava quando abri o espaço, e só começou a dormir a noite inteira aos 2 anos, o que também não ajudou. Eu estava muito cansada, exausta mesmo, e decidi repensar a minha forma de viver. Não fazia sentido estar a vender saúde sem a praticar. Acabei por criar uma estrutura para que as coisas não dependessem só de mim para funcionar. Contratei um gerente e uma pessoa para me ajudar em casa. Mudei um bocadinho a minha forma de fazer as coisas, organizei equipas que me permitiam gerir o restaurante de forma mais tranquila. Mas foram anos neste processo, a aprender, e a errar.

Foto: Luís Coelho

– Como define a alimentação funcional?

– Alimentação funcional não é só sobre comer saudável. É entender o impacto que os alimentos têm no nosso corpo, como eles podem prevenir doenças e melhorar o bem-estar geral. No The Therapist, trabalhamos muito com ingredientes sazonais, locais e maioritariamente vegetais. Mas a ideia principal é mostrar às pessoas que comida saudável pode ser prática e deliciosa. Uma das coisas que mais gosto de fazer é desmistificar o conceito de “alimentação chata”. Há tantas combinações e sabores incríveis que podemos explorar. Comer bem não precisa ser complicado.

– O que aprendeu com os erros que cometeu?

– Aprendi, acima de tudo, a importância de planear e delegar. No início, queria fazer tudo sozinha. Era gestora, responsável pelo marketing… e isso simplesmente não é sustentável. Outro erro foi subestimar o lado financeiro. Muitas vezes, os empreendedores começam com paixão, mas esquecem-se de garantir que o negócio é viável.

– Que conselho daria a quem está a pensar empreender?

– Empreender é maravilhoso, mas também é duro. Um dos erros mais comuns é pensar como é que vão abrir o negócio, mas não pensarem como é que o vão manter até começarem a faturar o suficiente. Outro erro é estar muito na operação e pouco na gestão. É preciso ter resiliência, paciência e saber lidar com o fracasso. Mais importante ainda, nunca perder de vista o nosso propósito. É ele que vai guiar todas as nossas decisões, especialmente nos momentos difíceis.

Foto: Luís Coelho

– Como concilia o trabalho com a vida pessoal?

– Essa foi uma das minhas maiores batalhas. Durante muito tempo, o trabalho ocupava tudo. Eu vivia para o The Therapist e deixava a minha família e até a minha saúde para segundo plano. O burnout foi um aviso claro: ou eu mudava ou ia desmoronar. Hoje, tento manter um equilíbrio. Organizo a minha semana de forma a reservar tempo para mim e para a minha família. Passeios com os meus filhos, momentos de pausa, viagens… tudo isso é essencial para me manter focada e feliz. Aprendi que, quando cuido de mim, tudo funciona melhor. É uma lição simples, mas que muitos de nós ignoramos no dia a dia. Não se fala muito da sanidade mental dos empresários e dos pequenos empreendedores, mas é extremamente importante estarem equilibrados. Quando eu estive mal, a minha equipa estava desorientada, desmotivada. É muito importante estar bem, para poder transmitir isso à equipa e aos meus filhos também. Se quero inspirar os outros a cuidarem da saúde, preciso dar o exemplo.

– Quais são os planos para o futuro do The Therapist?

– Acredito que há muito mais a fazer. Neste momento estou a investir em mentoria. Quero ajudar outros empreendedores que, como eu, têm ideias incríveis, mas não sabem como transformá-las em negócios viáveis. Se puder usar a minha experiência para evitar que outros cometam os mesmos erros, sinto que estarei a cumprir a minha missão.

Em Santar, conhecida como a vila jardim do concelho de Nelas, o Valverde Santar Hotel & Spa convida a dias de descanso num solar do século XVII, que já pertenceu aos representantes da Casa Real portuguesa, morada de Miguel de Bragança, duque de Viseu, e que foi recentemente convertido num boutique hotel membro da Relais & Châteux.

Mantendo a traça antiga, a unidade insere-se numa área com quatro hectares de vinha e três de jardim, e conta com 21 quartos e suítes, várias salas cheias de história, um restaurante de alta cozinha portuguesa, um luxuoso spa e um idílico jardim pós-renascentista com uma piscina exterior aquecida e locais perfeitos para passear e relaxar, fazendo deste o destino perfeito para uma fuga da cidade.

Fotos: D. R.

Foto: José Oliveira

A propósito da sua presença na estreia de um documentário sobre a copywriter que criou, há 51 anos, o icónico slogan da L’Oréal Paris “Porque eu mereço”, conversámos com Rita Ferro Rodrigues sobre questões relacionadas com o empoderamento feminino e a luta pela igualdade. “Infelizmente esse slogan ainda é muito atual. Nós nem deveríamos ter de o dizer constantemente, mas a verdade é que nós, mulheres, o fazemos, até para justificarmos que estamos apenas a ter um momento para nós próprias. Às vezes dou por mim a dizer aos meus filhos: agora vou jantar com as minhas amigas”, reconhece a comunicadora, de 48 anos, admitindo que, embora os filhos, Leonor, de 22 anos, e Eduardo, de 13 anos, saibam que ela “merece”, ainda há um certo sentimento de culpabilidade.

Foto: José Oliveira

Falando de novas gerações, Rita diz-se impressionada com a evolução das jovens e acredita que estas já têm um entendimento mais claro dos seus direitos: “Fico pasmada com a maravilha de miúdas que há nesta nova geração, que já têm conhecimento dos seus direitos, de quando podem bater o pé. Direitos pelos quais outras mulheres, as suas mães, avós, bisavós, lutaram para que hoje estejam um bocadinho mais empoderadas, mas ainda falta muito. Quem está convencido de que esta luta acabou, está muito enganado. Aliás, basta vermos o mundo à nossa volta e percebemos que temos de estar sempre muito atentos. A qualquer momento os nossos direitos, que achamos adquiridos, podem ser-nos retirados. Nada é adquirido para sempre, infelizmente.” A apresentadora afirma ainda: “Se nós, mulheres, nos ajudarmos umas às outras, se formos sempre o ‘pé de ladrão’ de cada uma, o mundo muda  e muda para muito melhor, e conseguimos finalmente a igualdade.”

Foto: Luís Coelho

Antes do arranque das gravações do seu próximo trabalho, uma novela da SIC que marca o seu regresso aos papéis de protagonista dos quais estava afastada há alguns anos, Cláudia Vieira esteve na ModaLisboa, que decorreu no Pátio da Galé, na capital, para assistir ao desfile de Luís Carvalho, de quem segue com atenção o trabalho e que a veste nas ocasiões mais especiais. A amizade que têm é bem conhecida, e por isso não podia faltar no dia em que ele apresentou a coleção outono//inverno 2025-2026.

Para o homenagear, a atriz, de 46 anos, usou dois coordenados assinados pelo designer e que a fizeram arriscar nos bastidores e na primeira fila do desfile. No primeiro conjunto, sobressaem as bolas num assimétrico em tons branco e preto, no outro, um fato de calças e blazer oversize, mas é a tonalidade cinza e a estrutura que lhe conferem uma elegância intemporal com toque de modernidade. “Gosto desta versão camaleónica. Sabem-me bem estes dias. É verdade que é muito intenso, estou imenso tempo numa cadeira a ser maquilhada e penteada, mas ao mesmo tempo estou com pessoas de quem gosto, estou a conversar. É sempre prazeroso”, disse.

Foto: Luís Coelho

Em breve, a mudança poderá ser maior e mais consistente, pois está a iniciar um novo projeto, que é, desde já, um enorme desafio na sua carreira de mais de duas décadas, celebradas recentemente. “Vou mudar o visual. Os testes de imagem são na próxima semana. Hoje ainda sou eu, mas a brincar um bocadinho com a minha imagem. É raríssimo apresentar-me de cabelo liso, não é a minha imagem. Cabelo comprido, sim, mas com as minhas ondas, numa versão mais solta e mais selvagem. Mas quando aqui chego e me entrego nas mãos desta caracterização, sou eu a fugir para outro registo. Façam o que quiserem, porque isto é moda. Estou entregue nas mãos dos profissionais certos para me transformarem ou não, mas para fugir um bocadinho do meu registo”, contou quando ficou pronta.

Para a nova personagem também não tem medo de arriscar. “Estou disponível para fazerem o que quiserem, mesmo que tenham de cortar muito, mas já sei que querem o cabelo comprido, logo, não vai haver grandes mudanças.”

A maior mudança acontecerá dentro dela. Para dar vida a uma mulher a quem roubam os filhos, que crescem longe dela e, mais tarde, não a aceitam, Cláudia sabe que vai ter longos e intensos meses de trabalho e emoções que vão mexer com o seu interior. “Sou uma atriz que não leva para casa as personagens, mas há as que nos drenam e já percebi, só pelas semanas de ensaios, em que já chorei, que vou precisar daquele momento no carro entre estúdio e casa para a arrumar. Não tenho de viver com esta densidade, este drama todo, mas estou a sentir muito as dores dela, porque são dores que envolvem o papel de mãe, que também é o meu. Isso é altamente pesado, angustiante e dramático”, sublinhou.

Foto: Luís Coelho

Inevitavelmente, a rotina da família, na qual está muito presente, também será um pouco afetada este ano e a filha mais nova, Caetana, de 5 anos, da relação com o empresário João Alves, será certamente a que mais sentirá. “Vai sentir a ausência da mãe, até porque a última protagonista que fiz ainda estava grávida dela. A Caetana ainda não sabe o que é a mãe a fazer uma novela com uma personagem destas, com uma carga imensa. Vamos ter de fazer uma pequena adaptação, porque ela agora está muito apegada a mim e eu, em vez de estar a fazer o ‘desmame’, estou a aproveitá-la enquanto posso, a ir levá-la e buscá-la à escola e isto pode não correr bem.” Com a mais velha, Maria, de 14 anos, que se encontra na adolescência, a atriz tem outras preocupações e não são menores. “A Maria está numa outra fase, com muita vida, mais independente, mas também a precisar muito da mãe próxima. As duas precisam muito de mim. A minha vida vai ser uma ginástica. Nada de novo, mas realmente vai ser um ano intenso e vou precisar de uma gestão familiar bem feita. Belisco a vida social e o tempo para mim. É sempre assim”, assumiu.

Para compensar algumas ausências, pensou, no entanto, cumprir alguns dos objetivos familiares antes de começar as gravações e fez, neste início de ano, duas viagens que não podia falhar: Paris e ilha do Sal. “Tenho feito alguns ‘checks’ na lista. Estava combinado irmos à Disney, então toca a antecipar e já fomos, pois sei que vou entrar num ritmo de trabalho avassalador. Também tinha falado com os meus irmãos [Sérgio e Carina Vieira] em fazermos uma viagem só nós, sem mais ninguém, e consegui numa data espetacular, o aniversário do meu irmão, mas também antecipando, senão sabia que não ia acontecer. E foi incrível.”

Foto: João Lemos

Não é apenas uma cantora, Maria João é uma intérprete de mão-cheia. Cria e transforma a música de uma forma única, especial. Com uma entrega emocional intensa e uma criatividade sem limites, traz à tona uma forma de comunicar autêntica que nos envolve do princípio ao fim. Foi também assim que construiu um percurso riquíssimo e sólido na música, agora celebrado com Abundância, um álbum que inclui faixas como Ao Sol e Esperança, feito em conjunto com João Farinha e André Nascimento, aliados do projeto OGRE. Foi este o pretexto que nos levou ao encontro com uma das grandes vozes do jazz português.

Espontânea nas palavras e expressiva na forma como se movimenta, acabámos por mergulhar no seu universo mais pessoal. Confessa que o seu amor incomensurável pela música só é superado pelo amor que tem pelo filho, João, de 34 anos, revela que viveu bonitas histórias de amor, a mais mediática com o pianista Mário Laginha, com quem cresceu artisticamente, e de como as suas características físicas na infância, como ser “gordinha, usar óculos” e não ser “100% branca”, a ajudaram a moldar a mulher e artista que é hoje. Mas vamos dar a palavra à cantora, de 68 anos, que nos conduziu por diferentes paisagens sonoras.

– Ao Sol e Esperança são dois dos temas do álbum. Devem ser vividos com abundância?

Maria João – Sim, e existem em abundância. O sol é aquela bola maravilhosa que nos aquece e ilumina. Quando nasce, é uma sensação absolutamente gloriosa. Gosto da sensação de luz, de um novo dia. A esperança é algo que todos precisamos ter, e é também um poema de José Craveirinha, um dos maiores poetas de Moçambique.

– Há algum saudosismo quando se prepara um trabalho de carreira? Revisitam-se temas?

– Neste álbum só há um tema que revisito que é o Beatriz, meu e do Mário Laginha, mas com um arranjo completamente diferente e uma nova forma de o cantar. Há outros temas que não entraram no álbum mas que serão tocados ao vivo. Acho que os discos devem ser curtos, sucintos, como as frases, como uma conversa. Deve ser uma história com princípio, meio e fim.

– O Mário não participa neste disco, então.

– Cada coisa tem o seu lugar. A parceria que tivemos foi incrível. Foi mais do que profissional, fomos um casal durante oito ou nove anos. E foi muito rico o que vivemos juntos. Acabámos por crescer na música, influenciando-nos e desenvolvendo-nos, ele como pianista e eu como cantora. Ele acabou por se tornar pianista-cantor e eu tornei-me uma cantora-instrumentista. Foi uma sorte incrível trabalhar com uma pessoa tão talentosa como ele. Ele faz parte da minha abundância também.

– Já disse várias vezes que o Mário Laginha é genial. Não reconhece em si essa mesma genialidade, ou será que, quando fazemos autocrítica, somos menos generosos connosco mesmos?

– Tenho qualquer coisa de original que é só meu, algo que me dá o privilégio de poder fazer o que faço. Tenho a sorte de ter este instrumento, a voz, que é muito versátil, forte e saudável, e que me permite fazer o que quero. Acho que sou uma boa cantora, uma boa artista. Amo a arte que existe na música, reconheço-a e ambiciono-a. Sinto que tenho cumprido bem os dons que me foram dados. Fiz o meu trabalho, o meu caminho.

Foto: João Lemos

– Tem uma voz muito característica, que passou por mudanças ao longo dos anos. Como é que se adapta a essa transformação vocal?

– Sempre fiz muitas vozes, nunca é só uma ou outra. Tenho em mim tantas vozes quanto as personagens que habitam em mim, e por isso, às vezes, ando à procura de qual é a minha voz. Não sei se a minha voz mudou ao longo dos anos, mas sei que agora uso mais graves, uma região que sempre me fascinou, mas à qual não dava tanta atenção. Depois de tantos anos a explorá-la, ela continua saudável, e, se assim é, é porque tratei bem dela.

– Como é que se cresce artisticamente de forma a que não haja uma estagnação?

– Sendo curiosa, corajosa e sem ter vergonha na cara. Faço o que for preciso pela música. Vou em frente, desbravo caminho. O meu amor pela música é imenso. Maior que este só o que tenho pelo meu filho. Vou fazer isto até morrer.

– O processo criativo deste álbum foi diferente do que fez anteriormente?

– Não. Eu, o João Farinha e o André Nascimento começámos por gravar a parte eletrónica em Portugal, com os teclados e as melodias. Depois fomos para Maputo, onde gravámos com os músicos. Foi uma felicidade gravar com aquela gente maravilhosa.

– Moçambique é um país que guarda no coração…

– Nasci em Portugal e só comecei a ir a Moçambique depois dos 11 anos. A minha mãe é moçambicana, assim como a minha família materna, por isso tenho uma forte ligação com aquele país. Tenho lá um grande amigo, o António Prista, fundador do coletivo TP50, que foi o nosso produtor lá. Portanto, Moçambique tinha de estar presente neste disco. Era incontornável. Quando era mais nova, com 10 anos, passei por momentos difíceis na escola devido às minhas características: era gordinha, usava óculos e não sou 100% branca. Depois, fui-me “esbranquiçando”, estiquei o cabelo, emagreci e procurei, até de forma inconsciente, a melhor maneira de viver sem ser agredida. Tinha de fazer as pazes com isso. Queria mostrar que sou isto e aquilo.

– Como é que se defendia desses ataques?

– Batia em quem me tratava mal… Não fazia queixas, apenas me defendia. A história do se alguém te bater dás a outra face não é comigo.

– Que marcas é que isso deixa? Algumas inseguranças, medos?

– Não. O que me trouxe foi uma imensa força. Nada me deita abaixo e acho que isso vem dessa altura. Esse espírito de sobrevivência fica marcado. E comove-me falar disso, porque era uma experiência tão desnecessária para uma miúda tão novinha.

Foto: João Lemos

– Estamos hoje em dia mais tolerantes e generosos com o outro?

– Na verdade, não sei. Esta questão da imigração traz à tona algo que, infelizmente, ainda persiste nos portugueses quando se trata de pessoas de outras cores e nacionalidades. Espero sinceramente que não seja mesmo assim. Seria uma vergonha tremenda eu dizer que Portugal é um país racista. Será que não aprendemos nunca nada?  

– Sempre pareceu ser uma mulher livre ou tem algumas amarras, algum espartilho?

– Sou uma mulher livre. Digo o que penso, faço o que quero. Talvez viva espartilhada pela necessidade de ganhar dinheiro, ter o suficiente para me sustentar e para poder cuidar de tudo à minha volta. Esta é uma luta que me limita, que me atrapalha. Custa-me imenso que as pessoas ainda acreditem que ser músico é apenas uma festa, uma farra, que nadamos em dinheiro. E falo, sobretudo, do jazz.

– A cultura ainda é encarada como o tal “parente pobre”.

– Sim, e o jazz então… Não vejo, por parte dos governantes, propostas que nos tragam a segurança de que precisamos de ter. Tudo parece ser tão lento, como se a cultura não fosse uma prioridade…

– Quando, tantas vezes, é ela que nos salva.

– Exatamente. Basta olhar para o que aconteceu durante a pandemia. A música, o cinema, as séries televisivas tantas vezes foram o que nos salvou.

– Como equilibra a sua vida pessoal com a carreira artística? Consegue manter uma relação amorosa?

– Neste momento, não tenho ninguém. E, para ter, teria de ser alguém realmente incrível.

– As mulheres tornaram-se mais independentes, mais exigentes…

– Também, mas as pessoas que passaram pela minha vida foram todas incríveis. O pai do meu filho, o Mário Laginha, que foi um grande amor, o João Farinha e outros namorados – sou uma pinga-amor, como se pode ver… [risos] – foram todas experiências muito boas. Por isso, agora, para alguém fazer parte da minha vida, é preciso que seja uma pessoa incrível, que esteja ao nível da música, para me oferecer o que ela me dá.

– Há momentos de solidão?

– Adoro. Sou filha única e sempre fui muito solitária. Brincava sozinha e acho que desenvolvi a minha imaginação muito por causa disso. Sinto-me bem assim e gosto mesmo da minha companhia. E isso, para mim, é um luxo. Acho que nunca mais vou viver com ninguém.

– Mas não passou a desacreditar no amor?

– De todo, não. Mas gosto de morar sozinha. Gosto de passar tempo comigo. Cada vez conheço mais casais em que cada um mora no seu lugar e depois encontram-se e é ótimo. É o melhor dos dois mundos. É inteligente até.

– Para terminarmos, o que é que seria da vida sem música?

– Não faço ideia. Para mim, seria impossível. Fazer qualquer coisa que amamos profundamente e ficar sem isso… seria terrível, a morte do artista.

Processo de emigração do príncipe Harry nos Estados Unidos foi tornado público
O príncipe mudou-se para os EStados Unidos há 5 anos
Foto: LUSA

Processo de emigração do príncipe Harry nos Estados Unidos foi tornado público, mas não totalmente.

O filho do rei Carlos III mudou-se com a família para os Estados Unidos em 2020, depois de se ter afastado dos seus deveres como membro sénior da família real britânica, porém até à data o seu visto, documento oficial que lhe permite entrar e residir no país, continua a ser motivo de polémica.

Esperava-se que o juiz que supervisiona o caso, Carl Nichols, tornasse públicos todos os documentos relacionados com o visto, ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação (FOIA), o facto esclareceria se o duque de Sussex foi completamente honesto nos formulários que preencheu há cinco anos e não goza de privilégio especial.

No entanto, e apesar da grande expectativa gerada, os documentos que foram divulgados contêm partes censuradas, priorizando o direito do príncipe à privacidade, em detrimento do alegado interesse público.

O Gabinete de Liberdade de Informação argumentou que a divulgação do material exporia o filho mais novo do monarca britânico a danos ou assédio por parte do público e referiu que não foi encontrado qualquer tratamento preferencial no processo. Neste sentido, recordou-se ainda que a publicação de registos de imigração viola as leis de privacidade e que terceiros não podem solicitar essa informação sem autorização do beneficiário.

Processo de emigração do príncipe Harry nos Estados Unidos foi tornado público
As posições políticas de Meghan Markle podem prejudicar o marido
Foto: LUSA

Apesar desta decisão, a Heritage Foundation contrapõe que o irmão de William pode ter omitido o uso anterior de drogas no seu pedido de visto de residência, citando, para fundamentar a afirmação, excertos do seu livro de memórias Na Sombra, no qual Harry refere ter experimentado várias substâncias ilícitas.

Os pedidos de visto dos EUA exigem que os requerentes divulguem o uso passado e presente de drogas, e tais afirmações, por parte do marido de Meghan Markle, podem ser motivo para negação de permanência.

A fundação, que tem na sua base posições muito conservadoras, expressa igualmente que a publicação parcial e editada de documentos relacionados ao visto de Harry não satisfaz o seu pedido de total clareza. Segundo esta, não se trata de um ataque pessoal contra o duque de Sussex, mas uma questão de princípios jurídicos e de confiança do público no sistema.

A Heritage Foundation é apontada internamente e por observadores internacionais como tendo uma relação próxima com Donald Trump, embora na última campanha este tenha querido manter distância. E é evidente que o presidente americano não gosta de Harry e vice-versa.

Ainda assim, o chefe de Estado americano afirmou, numa entrevista ao The New York Post que não tinha intenção de deportar o príncipe, dizendo: “Vou deixá-lo em paz. Ele já tem problemas suficientes com a sua mulher. É terrível.”

Semanas depois, o seu discurso mudou. “Teremos que ver se há algo relacionado com drogas e, se ele mentiu, terão que tomar as medidas necessárias”, disse, expressando que Harry não deveria receber tratamento especial.

Recorde-se que Markle tem sido crítica da política de Trump, chamando-o de “divisivo” e “misógino”.

Processo de emigração do príncipe Harry nos Estados Unidos foi tornado público

O Dia Mundial do Tiramisù, que se celebra hoje, 21 de março, é a ocasião perfeita para prestar homenagem a uma das sobremesas mais apreciadas do mundo. O icónico doce italiano, que combina camadas de biscoitos embebidos em café, creme mascarpone e cacau em pó, é um verdadeiro clássico que transcendeu fronteiras e conquistou paladares um pouco por todo o mundo.

Seja a versão tradicional ou com toques criativos, adicionando frutas frescas ou licores, deixamos aqui algumas receitas para que possa preparar um tiramisù. Afinal, não há melhor forma de homenagear o tiramisu do que saboreá-lo, de preferência em boa companhia.

Buon appetito!

Tiramisù clássico por ‘chef’ Sergio Crivelli (Ristorante Italiano)

Ingredientes

• 400 g de palitos de champanhe
• 500 g de queijo Mascarpone
• 140 g de açúcar
• 4 ovos médios
• 1 chávena grande de café
• Cacau amargo q. b.

Preparação

Juntar os ovos, o Mascarpone e o açúcar numa taça e bater em velocidade média durante 15 minutos ou até que a mistura fique com a consistência de uma maionese.

Preparar o café e colocar numa tigela. Acrescentar um pouco de água ou de licor a gosto e passar os palitos no café, dispondo-os, de seguida, no fundo de um recipiente. Espalhar por cima uma camada do creme anteriormente preparado e nivelar com a ajuda de uma espátula. Repetir a sequência (uma camada de palitos, outra de creme), finalizando com uma camada de creme.

Levar o tiramisù ao frigorífico durante, pelo menos, três horas. Servir polvilhado de cacau amargo.

Tiramisù clássico por ‘chef’ Giorgio Damasio (Mercantina)

Ingredientes (4 pessoas):

• 100 g de palitos “la reine” • 2 ovos inteiros
• 250 g de mascarpone • 50 g de açúcar
• 50 g de café • 25 g de vinho “marsala”
• 10 g de cacau em pó • 2 folhas de gelatina

Preparação:
Realizar uma gemada com o açúcar e as gemas de ovo até ficar esbranquiçada e espumosa.
Hidratar a gelatina e misturar com uma colher do preparado anterior ligeiramente aquecido.
Montar as claras em castelo firme.
Juntar a gelatina e a gemada e, de seguida, as claras em castelo.
Molhar os biscoitos numa mistura de café expresso e vinho “marsala” e fazer camadas alternando os biscoitos molhados, o creme mascarpone e o cacau em pó.
Reservar no frio durante 4 a 5 horas antes de servir.

Tiramisù de limão

Ingredientes:

• 2 ovos separados
• açúcar fino, branco
• 500g de queijo Mascarpone
• 4 limões maduros
• 1 colherada de licor de limão
• 1 pacote de palitos La Reine

Preparação:

Bata as gemas com 100g de açúcar peneirado.
unte o queijo Mascar­pone e bata de novo até obter um creme homogéneo e espesso.
Reserve.
Bata as claras em castelo e adicione-as, aos poucos, ao creme que reservou.
Lave os 4 limões, esprema o sumo e rale em juliana fina a casca de 2.
Misture o sumo com igual porção de água e 2 colheres (sopa) de açúcar.
Regue com o licor e misture bem.
Passe os biscoitos, um a um, pela mistura líquida.
Prepare, num prato, camadas alternadas de biscoitos e creme. A última camada deve ser de creme.
Decore com a casca de limão em juliana.
Guarde no frigorífico até servir.

Tiramisù com ricota, iogurte e canela

Ingredientes:

• 150 ml de café forte frio
• 1 pitada de canela em pó
• 400 g de queijo ricota
• 75 g de açúcar em pó
• 250 ml de iogurte grego
• 1 embalagem de palitos la reine
• manteiga
• cacau puro q. b.

Preparação:

Deite o café numa taça e polvilhe com a canela.
Misture, muito bem, o queijo ricota com o açúcar em pó.
Junte o iogurte e misture de novo.
Passe os biscoitos, um a um, pelo café e faça uma camada no fundo de um pirex barrado com manteiga.
Cubra com creme de queijo.
Repita as camadas terminando com uma boa porção de cacau.
Guarde o doce no frigorífico durante umas horas antes de servir.

Nota: Em vez de queijo ricota ou mascarpone pode usar outro queijo suave, próprio para barrar.

Tiramisù de frutos do bosque

Ingredientes:

• 5 colheres (sopa) de mel de acácia
• 3 ovos separados
• 350g de queijo ricota
• 1 embalagem de Palitos de La Reine
• sumo natural de frutos vermelhos
• chocolate puro em pó
• frutos vermelhos, para decorar

Preparação:

Amorne o mel em banho-maria numa tigela.
Junte as gemas e bata tudo muito bem.
Adicione o queijo ricota previamente passado por um passador de rede.
Bata as claras em castelo, à parte, noutra tigela, e incorpore-as ao preparado anterior, envolvendo-as delicadamente.
Passe os biscoitos, um a um, pelo sumo de frutos vermelhos.
Dentro de uma taça transparente faça camadas alternadas de biscoitos e creme de queijo.
A última camada deve ser de creme.
Polvilhe a superfície com chocolate em pó (opcional) e guarde no frigorífico durante cerca de 2 horas.
Decore com frutos vermelhos no momento de servir.

Tiramisù clássico

Ingredientes:

• 250g de Mascarpone
• 3 ovos
• 50g de açúcar
• 1 copo grande de café forte, morno
• 200g de biscoitos de champanhe
• Marsala ou outro licor à escolha, como Cointreau, ou ainda rum
• cacau amargo em pó

Preparação:
Bata as gemas com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado.
Adicione o queijo Mascarpone e bata novamente.
Bata as claras em castelo e envolva-as no preparado anterior, cuidadosamente.
Reserve no frio.
Misture o café morno com o licor.
Disponha metade dos biscoitos, embebidos em café, no fundo de um recipiente de servir.
Coloque por cima metade do creme de queijo.
Coloque outra camada de biscoitos embebidos em café e por fim o creme restante.
Leve ao frigorífico durante 4 horas.
Antes de servir, polvilhe com cacau.

Espreguiçadeiras da coleção Oda.

A marca Vincent Sheppard apresenta novidades para os espaços exteriores, entre elas novas peças. É o caso da espreguiçadeira que se junta à família Oda.

Além da nova sunlounger (198x73x32,5cm), esta coleção de exterior, em teca maciça, conta também com uma cadeira de jantar (60x64x82cm).

Coleção Akari.

A coleção Akari é composta por cadeira de jantar (59x61x82cm), lounge chair (85x84x75cm) e dois sofás (um modelo com 165x85x75cm e outro – de três lugares – com 213x85x75 cm).

A coleção Frida introduz uma nova tonalidade: Dark green.

Dark green (verde escuro) é a nova cor escolhida para o acabamento em corda da cadeira de jantar (61x60x85cm) e lounge chair (91x81x80cm) da coleção Frida.

Mesa de refeições da coleção Sandro.

As mesas de jantar para exterior, da coleção Sandro, com tampo em cerâmica e base cónica, estão disponíveis em dois formatos: redondo (120x75cm e 150x75cm) e oval (240x120x75 cm).

Não há coisa pior do que entrar no grupo de WhatsApp das amigas, para ver as fotografias da festa da noite anterior, e descobrir que se tem o nariz vermelho, qual rena natalícia, e a testa tão oleosa que brilha como um farol. Que seria de nós sem o Photoshop e os filtros do Instagram, não é verdade? Há, porém, outra pergunta mais pertinente. É que se a base que usa não tem cobertura e durabilidade suficientes para o seu estilo de vida, então, claramente, está a usar a base errada. E a verdade é que não tem de se conformar. Imagine uma base com a duração de 30 horas, leve como uma pena, que simplesmente não se sente na pele, e com um acabamento mate luminoso. Ou seja, uma base que parece a sua pele num dia muito bom, que matifica e cobre imperfeições, mas que a deixa com um brilho que vem de dentro. Pode parar de imaginar. Essa base já existe. Chama-se Maybelline Super Stay Lumi Matte e é tudo o que sempre procurou.

A nova base de maquilhagem Maybelline tem uma fórmula inovadora que lhe permite combinar leveza e longa duração. Normalmente, quando se quer durabilidade, sacrifica-se luminosidade e vice-versa, mas não com esta base. Super Stay Lumi Matte tem a capacidade de resistir ao calor, ao sol e à água, mantendo-se impecável e sem transferências durante até 30 horas. Não é por acaso que, nos países onde já foi lançada, já se tornou viral, com inúmeras influencers digitais a borrifarem a pele recém maquilhada com água e colocando um lenço de papel por cima para testarem a sua resistência. O lenço, como já deve ter imaginado, não mostra um único vestígio de base.

Ao contrário de outras bases mate e de longa-duração, que tendem a ser muito espessas, formando uma espécie de máscara que sufoca a pele e causa desconforto, 94% dos utilizadores reportam uma sensação de conforto na pele ao experimentar esta base. Além disso, a fórmula de Maybelline Super Stay Lumi Matte está enriquecida com aminoácidos, e é não comedogénica, pelo que não obstrui os poros nem provoca a formação de pontos negros ou borbulhas. Não contém fragrância, é adequada para todo o tipo de peles, incluindo as mais sensíveis, tem uma fórmula vegana e está disponível em 24 tons.

Maybelline Super Stay Lumi Matte é uma base líquida, contida numa embalagem de vidro com doseador, permitindo regular, com facilidade, a quantidade de produto que aplica. Se quiser uma cobertura mais leve, aplique apenas uma camada fina, mas, se preferir um acabamento mais opaco, aplique uma segunda camada ou reforce onde achar que precisa de mais cobertura, por exemplo, no contorno dos olhos ou em redor do nariz. E não precisa de se preocupar porque o look final é sempre natural e luminoso. A aplicação deve ser feita sobre a pele limpa e hidratada, e pode usar os dedos, um pincel ou uma esponja.

Super Stay Lumi Matte é uma autêntica revolução para as amantes da maquilhagem, com uma fórmula ultraleve que se funde com a pele para proporcionar uma cobertura impecável sem se acumular nas rugas e linhas de expressão. Unifica o tom, controla brilhos, cobre imperfeições e vermelhidões, ilumina o rosto, e transforma a pele na melhor tela possível para que o resto dos produtos se integrem na perfeição e o resultado seja uma maquilhagem com efeito de pele bonita e saudável.