A duquesa de Sussex foi uma das conviddas do evento DealBook organizado pelo New York Times. Meghan falou de paridade salarial e abordou temas polémicos, como as acusações de que usa o seu título real para aproveitamento pessoal. Em conversa com o jornalista Andrew Ross Sorkin, diretor geral e fundador do ‘Times’ também abordou a relação difícil com a imprensa.
O visual foi também uma mensagem, mas se a ideia inicial parecia ser passar despercebido para realçar o que a duquesa dizia e não o que vestia. teve o efeito contrário. Meghan elegeu um ‘look’ em preto total, constituído por uma camisola de manga curta, calças e sapatos de salto alto. Um visual sóbrio para um evento em que o foco eram os temas abordados, não a roupa escolhida. Porém, quando se fala de Meghan, isso torna-se impossível, principalmente porque algumas das peças eram inegavelmente de luxo – e isso foi comentado. Falamos do cinto com assinatura da Ferragamo, que custa cerca de 600 euros, e das joias que, no total, somavam 30 mil euros: o relógio Tank Française de Cartier – quase 21 mil euros – a pulseira Love da mesma marca, cujo preço ronda os 6800 euros, uma pulseira Jennifer Meyers de 2850 euros e a pulseira Olho de Proteçção de Mateo New York, que custa cerca de 1200 euros.
Porém, a polémica não se fica por aqui: ao peito, Meghan usava um símbolo da Coroa Britânica: o símbolo da papoila e que assinala o 11 de novembro, data em que se recordam os sacrifícios de membros das Forças Armadas e civis britânicos em tempos de guerra, nomeadamente da Primeira Guerra Mundial. Dadas as acusações de quem tem sido alvo de que usa o título de duquesa para fins políticos, usar uma das insígnias da Coroa britânica é para muitos uma mensagem à família real e aos críticos de que não se rende a esse tipo de pressões.