O Mundial de Futebol 2026, que prende as atenções de milhões de espectadores, não é consensual para todos. Luana Piovani (49) utilizou as redes sociais para manifestar o seu profundo desagrado com o entusiasmo em torno da competição, questionando o desinteresse do público face às crises que assolam o Brasil e o resto do mundo.
“É mais do que chocante e ninguém faz nada, estão todos preocupados com a Copa do Mundo. Parem com esta história. Vocês não estão a ver o que se está a passar com o país?”, questionou a atriz num vídeo que rapidamente se tornou viral.
O tom inflamado de Luana Piovani não passou despercebido em Portugal. Na passada terça-feira, dia 16 de junho, o painel do programa Passadeira Vermelha, da SIC Caras, dedicou parte da emissão a analisar este desabafo, com os comentadores a mostrarem-se pouco convencidos com a postura da atriz.

Liliana Campos (55) foi uma das vozes mais diretas, sugerindo que o timing da crítica não foi o mais feliz. “A Luana só pode fazer isto para chamar a atenção. No Brasil, eles são assim desde sempre com a Copa do Mundo. Ela até pode ter razão no fundo do que diz, mas não é nesta altura”, afirmou a apresentadora.
Sara Avelar corroborou esta visão, apontando que a mensagem acaba por ser prejudicada pela forma como é entregue: “Acaba por mostrar alguma ignorância. No meio de tanta guerra e desgraça que há no mundo, se calhar o futebol é o que salva. Ela queria falar sobre esses países, está um bocadinho revoltada”, argumentou.
‘A forma como se expressa é que se perde’
Sofia Jardim (51), também presente em estúdio, destacou que, embora o fundo da questão possa ser legítimo, a atitude da atriz acaba por ser contraproducente. “Até podia ser uma mensagem correta, mas a forma como ela se expressa é que se perde. Houve um exagero da parte dela. Parece que ninguém pode ver futebol”, concluiu.
A polémica em torno das declarações de Luana Piovani reflete a polarização habitual que as suas opiniões causam nas redes sociais. Enquanto uma parte do público apoia a sua preocupação com questões sociais, outra parte acusa a atriz de ser desproporcional ao tentar “vilanizar” um evento desportivo que serve, para muitos, de escape e união nacional.
