Desde que assumiram a sua relação, há três anos,
Diana Chaves e
César Peixoto têm sempre demonstrado que estão apaixonados e que são felizes juntos. Por isso, não foi de estranhar que o jogador do Sport Lisboa e Benfica quisesse estar presente na apresentação de uma coleção de óculos assinada pela namorada, Diana Chaves By Multiopticas, que teve lugar no Wonder Bar do Urban Beach.
Assim que chegou ao local, no entanto, César frisou aos jornalistas que não prestaria declarações sobre a sua ex-mulher,
Isabel Figueira, nem sobre o recente internamento desta, que o levou a sentir a necessidade de proteger o filho de ambos,
Rodrigo, de quatro anos, afastando-o temporariamente da mãe. César garantiu, ainda assim, que essa situação não afetou a sua relação com Diana:
"Só venho a eventos relacionados com a Diana, pois gosto de a apoiar e de demonstrar todo o orgulho que tenho nela. Quando existe amor e as pessoas gostam umas das outras, as coisas correm sempre bem e há sempre forma de resolver tudo. Não falo sobre os últimos acontecimentos, mas nada abala a nossa relação. Estou aqui para apoiar a Diana demonstrar o quanto gosto dela."
Minutos antes da apresentação, que deixou Diana bastante orgulhosa, a atriz conversou com a CARAS e, à semelhança do namorado, tentou manter-se um pouco à margem das polémicas que envolvem Isabel Figueira.

– É uma mulher preocupada com o aspeto exterior?
Diana Chaves – Um bocadinho, mas isso também se deve um pouco à minha profissão. Também sou descontraída só que, dentro do confortável, gosto de me sentir gira [risos].
– Habitualmente não usa óculos, mas foi convidada a criar uma coleção…
– Uso óculos de descanso e tenho uma série deles [risos]. A essência desta coleção da Multiopticas é também a de que usar óculos não é sinónimo de estarmos feias, mas sim de estarmos na moda. Sinto uma grande responsabilidade em relação a esta campanha, pois as pessoas passam a identificar-nos com aquela marca.
– Denoto que está um pouco nervosa, o que não é habitual…
– Pois, é verdade. É o lançamento da minha coleção e, por isso, sinto uma responsabilidade acrescida. Estou ansiosa por saber se as pessoas gostaram, se tudo vai correr bem. Estou ansiosa, mas também gosto quando isso acontece, pois é sinal de que queremos fazer as coisas bem feitas e que tudo corra bem. O nervosismo faz parte, enquanto o excesso de confiança pode trazer desleixo.

– Profissionalmente, tem tido uma carreira repleta de sucessos…
– Sim, posso dizer que a vida me tem corrido bem… Tenho tido muita sorte, mas também acho que às vezes somos nós que fazemos a sorte. Luto por aquilo que quero, tento fazer as coisas o melhor possível, aplicar-me ao máximo, e isso tem-me dado muitas alegrias. Acredito muito que se lutarmos com afinco as coisas são possíveis, acabam por acontecer.
– E é esse acreditar que faz com que ‘aguente’ determinadas coisas?
– Da mesma forma que vejo a vida desta maneira, também sei que nem tudo é fácil e que há muitas contrariedades. Mas também sei que sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela. Acho que as coisas acontecem nem que seja para nos tornarmos mais fortes, para aprendermos, e por isso também lido com as adversidades de uma forma bastante positiva.

– Ao longo da sua relação com o César têm sofrido algumas dessas adversidades, que vos poderiam prejudicar enquanto casal, mas isso não tem acontecido…
– Não quero entrar muito por esse tema, mas há uma frase que diz tudo: ‘Aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes.’ Acho que isso tem vindo a aplicar-se à nossa situação.
– E não se aplicará também a expressão de que por detrás de um grande homem está sempre uma grande mulher?
– [risos] Acho que o fundamental numa relação é haver amor, compreensão, confiança e apoio entre o casal. Se esses fatores se conjugarem é muito difícil abalar uma relação. Tudo o que é exterior não vai conseguir.
– O César e as suas irmãs vão estar presentes nesta apresentação. O apoio deles é fundamental nestas ocasiões?
– Claro que sim. É muito bom estar rodeada das pessoas de quem gosto e que gostam de mim. Só o meu pai não estará presente, pois está no norte com a minha avó.

– Mudando um pouco de assunto, como lida quando vê o seu nome nas páginas da imprensa em situações com as quais não está a contar?
– São coisas que fazem parte da minha profissão. Já sabemos que a exposição pública tem dois lados, um deles positivo, que é o reconhecimento do nosso trabalho, o outro negativo, que é falta de privacidade. Mas é normal…
– Houve alguma ocasião em que lhe apetecesse voltar a ter a sua antiga vida e ser desconhecida?
– Não. Estou muito feliz com a situação que tenho e com o que consegui. Fora do trabalho consigo abstrair-me de tudo isso e não penso muito no que sai nas revistas.
– Até julho estará a gravar a novela
Laços de Sangue, da SIC, que tem sido um enorme sucesso…
– Já sabia que este projeto teria muita qualidade, mas, ainda assim, as audiências e a forma como as pessoas aderiram surpreenderam-me. Estou felicíssima e muito orgulhosa por fazer parte de um projeto tão bom.
– Apesar de já estar habituada a conciliar a vida pessoal com a profissional, há ocasiões em que isso se torna mais difícil?
– Acho que tudo depende da organização. Sou uma pessoa organizada e metódica. Com vontade e bom senso tudo se consegue.
– É esse bom senso que a tem feito manter-se afastada de algumas polémicas?
– [Silêncio].
– Mas está numa fase feliz?
– É óbvio. Profissional e pessoalmente tudo me corre maravilhosamente bem. Mais não posso pedir.
*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.