A viver a etapa final da sua segunda gravidez, e apesar de já se sentir bastante cansada,
Sofia Jardim não dispensou as já habituais férias algarvias em família, que lhe permitiram usufruir em pleno da companhia do namorado,
Domingos Amaral, da filha de ambos,
Leonor, de dois anos, e também de
Carolina e
Duarte, nascidos do anterior casamento de Domingos.
A relações-públicas e o escritor e jornalista aguardam com tranquilidade o nascimento da segunda filha, conforme partilharam com a CARAS durante um final de tarde em que encontrámos a família toda na Praia Verde, em Altura.

– Como estão a ser estas férias?
Domingos Amaral – Estão a ser ótimas. Apanhámos bom tempo, mas não demasiado calor, sendo que esse era o objetivo, pois a Sofia já se está a aproximar da fase final da gravidez. Tem sido ótimo para nós e para os miúdos.
– Já têm tudo preparado para a chegada da bebé?
Sofia Jardim – Já, até porque basicamente vamos aproveitar todas as coisas da Leonor. Desta vez a preparação vai ser mais mental! [risos]
– E a esse nível, estão preparados?
Sofia – Sim, até porque a Leonor ainda é um bocadinho bebé. Está a começar a deixar as fraldas e quanto às noites, umas são boas, outras nem por isso. Agora com mais um bebé, as noites vão ser piores, mas se fosse mais tarde ainda nos custaria mais.
Domingos – Ainda estamos com as rotinas dos bebés bastante presentes e dessa forma é mais fácil. A complicação adicional será tratar das duas ao mesmo tempo, mas, apesar de tudo, não é algo que nos preocupe por aí além.

– E como é que a Leonor está a reagir à chegada da irmã?
Domingos – Ela toca na barriga e diz que vem aí a mana, mas não sei se já entende o que isso significa.
Sofia – Por vezes mexe na minha barriga, diz que a mana já acordou e dá beijinhos. No outro dia disse que queria dar um tautau à mana! [risos]
Domingos – Presumo que só quando a irmã nascer é que a Leonor vai perceber. E terá com certeza a sua adaptação. Também é bom, porque ela ainda está nu-ma idade em que não vai à escola e vai estar com a Sofia na altura em que ela estiver em licença de maternidade e passarão juntas pela mesma experiência.
– Preocupam-se com o facto de a Leonor poder vir a ter ciúmes?
Sofia – Preocupo-me um bocadinho, até porque ela é a menina bebé da família, é muito mimada por todos, pelas tias, pelos avós… Acho que vamos ter que ter um pouco de cuidado e que não será boa ideia deixá-la sozinha com a irmã! [risos]

– Já escolheram o nome?
Domingos – Ainda não há um consenso. Temos várias opções, os irmãos não gostam de algumas, os avós de outras e, para agradar a toda a gente é um pouco complicado. Há quem diga que o melhor é esperar que nasça e olhar para a cara dela. Vamos ver…
– Como tem corrido esta gravidez?
Sofia – Melhor do que a primeira, pois não tive enjoos, mas por outro lado sinto-me um pouco mais cansada, pois quando chego a casa ainda tenho de tomar conta da Leonor. Ainda falta um mês e começo a achar que é muito tempo para me continuar a sentir assim tão cansada.
Domingos – De facto, nesta fase final a Sofia precisa de mais ajuda, pois, além de se sentir mais pesada e cansada, há ainda um cotomiço elétrico a pedir constantemente atenção. Por isso, tenho de ajudar um pouco mais nesta fase, mas, de uma maneira geral, foi uma gravidez bastante tranquila, ao contrário da primeira, em que a Sofia andava mais ansiosa.

– Antes de conhecer o Domingos a Sofia não planeava casar-se nem ter filhos, agora é uma mulher de família…
– Foi uma mudança que chegou na altura certa e com a pessoa indicada. Se calhar não tinha essa vida porque não tinha com quem a partilhar. Agora faz sentido viver esta fase dedicada à família, mas, mesmo assim, continuamos a sair e a fazer os nossos programas a dois.
– Para o Domingos é com certeza muito bom ver que os seus filhos mais velhos estão totalmente inseridos na sua nova família…
– Sim e foi algo que aconteceu desde o começo e acredito que a personalidade da Sofia muito contribuiu para isso. Ela é uma muito amável e meiga com as crianças desde que as conheceu. É claro que houve uma habituação inicial, mas foi muito fácil. E acho que ela tem cumplicidades especiais tanto com a Carolina como com o Duarte. Com a Carolina porque, por ser menina, têm muito em comum, com o Duarte porque têm temperamentos parecidos. Foram vínculos afetivos que se desenvolveram muito bem e isso para mim é uma grande alegria. Sinto que eles estão muito bem enquadrados com a Sofia, a Leonor e a bebé que aí vem.