Na sua escrita, Margarida Rebelo Pinto sempre privilegiou mulheres fortes, apaixonadas e decididas. E no seu 18.º livro, que é também o seu primeiro romance histórico, a escolha recaiu igualmente sobre uma figura a quem reconhece tais características: D. Inês de Castro. Minha Querida Inês, a obra que acaba de lançar, acontece porque, como a escritora nos explicou, esta figura da História de Portugal “é para mim a maior figura romântica de sempre. Como era contra o sistema, gostei logo dela”.
Este projeto começou a germinar em 2005, quando foi convidada por Jorge Pereira de Sampaio, diretor do Museu de Santa Clara, para que fizesse uma peça de teatro inspirada em D. Inês, e foi crescendo “até que se tornou inevitável fazer o livro”.
Depois, na fase de investigação e escrita, Margarida dedicou três anos a Minha Querida Inês, em que se concentrou nos últimos dias de vida de Inês de Castro. Na apresentação deste trabalho, que decorreu no Grémio Literário, a escritora teve à sua volta, as pessoas mais importantes da sua vida, desde a família – a mãe, o filho, os irmãos e os sobrinhos –, e vários amigos.
Margarida Rebelo Pinto evoca o maior amor da história lusa
A escritora apresentou o seu 18.º livro, ‘Minha Querida Inês’.