
Luciana Abreu e Yannick Djaló
Divulgação
Luciana Abreu e Yannick Djaló estão prestes a ser novamente pais de uma menina, e optam por fazer a criopreservação das células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical com o laboratório BEBÉ VIDA.
O Hospital dos Lusíadas foi a unidade hospitalar escolhida para a realização do parto, altura em que será feita a recolha das amostras do sangue e do tecido do cordão umbilical a criopreservar no laboratório BEBÉ VIDA, no Porto.
“Estamos a viver esta segunda gravidez com muita serenidade, entusiasmo e felicidade e, tal como na primeira, decidimos preservar as células estaminais, pensando sempre em salvaguardar a saúde das nossas filhas. Optar pela BEBÉ VIDA foi uma decisão muito fácil de tomar, principalmente porque se trata de um banco 100% nacional que nos transmite a confiança que necessitamos. Para além da recolha das células do sangue do cordão umbilical, faremos também a criopreservação das células do tecido do cordão umbilical, um novo serviço disponibilizado pela BEBÉ VIDA, que nos dá ainda mais segurança se um dia necessitarmos de utilizar a amostra”, refere Luciana Abreu.
O casal optou pelo serviço de criopreservação de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical a 25 anos, que inclui o Plano Protecção de Saúde, válido por 25 anos. Em caso de necessidade de utilização do sangue do cordão umbilical, a BEBÉ VIDA, comparticipará com até 20 mil euros, os custos da terapia celular, de acordo com as doenças abrangidas pelo Plano. O Plano Protecção de Saúde é valido para o bebé e familiares directos (pai, mãe e irmãos) e disponibilizado imediatamente, sem burocracias.