Poucos dias após o anúncio da Rainha Rania (55) sobre a segunda gravidez da sua filha, a Princesa Iman (29), surge mais uma grande novidade sobre a família real jordaniana. O prestigiado site Vanitatis confirmou, nesta terça-feira, dia 14 de julho, que a princesa espera, na verdade, o nascimento de gémeos até ao fim do verão de 2026.
De acordo com o jornal espanhol, esta informação exclusiva provém de fontes “altamente confiáveis” próximas da corte. A revelação explica também o porquê de a gestação de Iman parecer tão avançada na fotografia oficial partilhada pela sua mãe nas redes sociais. Na publicação realizada pela Rainha na quinta-feira, dia 9 de julho, não foi especificado se o bebé seria um rapaz ou uma rapariga, mantendo o mistério. “O clube dos avós está a crescer”, declarou Rania na altura.
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O riquíssimo historial da família real ajuda a explicar esta forte probabilidade biológica, uma vez que o nascimento de gémeos requer antecedentes genéticos específicos. No caso da gravidez de Iman, a genética manifesta-se em ambos os lados da família. Por um lado, as irmãs do pai de Iman Rei Abdullah II (64), as Princesas Aisha e Zein (57), são gémeas. Além disso, as filhas do irmão do Rei, Príncipe Faisal (62), Sara e Aysha bin Faisal (29), também nasceram da mesma gestação. Por outro lado, na ala paterna, a irmã do marido de Iman, Jameel Thermiotis (31), Alexandra (34), deu à luz os gémeos Athina e Alexandros em outubro de 2024.
E a sucessão ao trono?

Contudo, o nascimento destas crianças não alterará as regras de sucessão ao trono hachemita. A monarquia da Jordânia rege-se de forma estrita pela lei sálica, na qual o direito à Coroa é transmitido apenas por via paterna a descendentes do sexo masculino. Dessa forma, o primeiro na linha é o seu irmão, o príncipe herdeiro Hussein (32), seguido do seu irmão mais novo, o Príncipe Hashem (21), excluindo inteiramente a Princesa Iman e os seus filhos da sucessão régia.