Alfredo Di Stéfano morreu na passada segunda-feira, dia 7, aos 88 anos, no Hospital Gregorio Marañón, em Madrid, onde estava internado na sequência de uma paragem cardiorrespiratória. Para que lhe fosse prestada uma merecida homenagem o corpo ficou em câmara ardente na capela do Estádio Santiago Bernabéu, onde durante dez horas apareceram milhares de pessoas. O primeiro a chegar ao estádio foi Florentino Perez, presidente do Real Madrid. O rei Felipe de Espanha fez questão de estar presente e à saída qualificou Di Stéfano como uma “figura irrepetível, única no mundo e que fez do futebol uma arte. Reconhecemos nele uma personalidade extraordinária. Lamentamos muito e manteremos sempre a nossa admiração e gratidão para sempre. Di Stéfano foi um grande entre os grandes.”
O caixão, coberto com a bandeira merengue e ladeado por inúmeros troféus conquistados ao serviço da equipa espanhola, vai permanecer no estádio até hoje à hora do almoço. O funeral realiza-se esta tarde no cemitério de La Almudena, onde apenas estará presente a família.
Emoção no último adeus a Alfredo Di Stéfano
O rei de Espanha esteve no Estádio Santiago Bernabéu para prestar uma última homenagem ao presidente honorário do Real Madrid.