Na noite em que estreou a peça Kilimanjaro, uma adaptação de vários contos de Hemingway, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, Pedro Lima contou com a presença e apoio da família: “Felizmente, e sempre que é possível, a minha família faz questão de estar presente nestes dias, e claro que eu fico muito satisfeito, é reconfortante. Somos uma família muito unida, estamos juntos com muita frequência, por todas as razões e mais alguma, e esta é mais uma”, garantiu o ator, que, depois de duas horas de espetáculo, pôde reunir-se à mulher, Anna Westerlund, aos filhos mais velhos, Francisco e Emma, à avó Bernardete Teixeira e à mãe, Conceição Barata.
Minutos antes do início da peça, e assim que chegou com o enteado e a filha mais velha, Anna contou estar bastante ansiosa por ver o marido em palco e explicou porque não levou os filhos mais novos: “O Max ficou muito triste por não vir, mas ainda é muito pequenino, e a Mia ficou a dormir na escola, onde havia uma festa. [Risos] Assistir às peças do pai é um privilégio que se vai conquistando. [Risos] Não vi nada desta peça, na realidade sei muito pouco sobre ela, porque andamos ambos com muito trabalho e pouco nos vemos, mas estou muito curiosa e tenho a certeza de que vou ser surpreendida. Este é um grande desafio para ele e sei que vai correr bem.”
Pedro Lima conta com o apoio da família em noite de estreia
O ator com a avó, Bernardete Teixeira, e a mãe, Conceição Barata
Paulo Jorge Figueiredo
Pedro Lima com a mulher, Anna Westerlund, e os filhos mais velhos, Francisco e Emma
Paulo Jorge Figueiredo
O ator reuniu a mulher, dois filhos, a mãe e a avó na estreia de 'Kilimanjaro'.