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Carrie Fisher
Getty Images
Dias depois de ter sido revelado que a apneia do sono, uma doença que causa obstrução das vias respiratórias durante o sono, tinha sido considerada a principal causa da morte de Carrie Fisher, a imprensa internacional adianta mais pormenores. De acordo com o relatório de autópsia, a atriz, de 60 anos, tinha no seu organismo três tipos de drogas – cocaína, heroína e ecstasy – o que significa que estas foram consumidas até pelo menos três dias antes da morte, a 27 de dezembro. “Carrie Fisher sofreu o que parecia ser uma paragem cardíaca no avião, acompanhada de vómitos, e tinha historial de apneia do sono. Com base nas informações toxicológicas de que dispomos, não podemos avançar a importância das múltiplas substâncias detetadas no seu organismo para a morte”, esclarece o relatório.
A filha da atriz, Billie Lourd, não se mostrou surpreendida com as notícias. “A minha mãe lutou contra o vício das drogas e a doença mental toda a sua vida. Acabou por morrer por causa disso. Em toda a sua vida ela sempre foi transparente e falou abertamente sobre as suas dependências”, afirmou em comunicado.
A atriz, que ficou mundialmente conhecida por dar vida à princesa Leia na saga Guerra das Estrelas foi diagnosticada com transtorno bipolar quando tinha apenas 24 anos.
Recorde-se que Carrie Fisher sofreu o que numa primeira fase foi qualificado de ataque cardíaco num voo entre Londres e Los Angeles, a 23 de dezembro. A atriz ainda esteve hospitalizada, mas acabou por não resistir.