
João Lima
As prioridades de Fernanda Serrano são as mesmas de sempre: ser feliz junto dos que mais ama e proporcionar-lhes bem-estar, sobretudo aos quatro filhos, Santiago, de 14 anos, Laura, de 12, Maria Luísa, de dez, e Caetana, de quatro. E depois de um ano de mudanças, em que anunciou o divórcio de Pedro Miguel Ramos, após 14 anos de casamento, o foco mantém-se.
Dedicada à família e ao trabalho, a atriz, de 46 anos, quer usufruir da melhor forma do que a vida guardou para ela e prefere não confirmar que reencontrou o amor, o que pareceu evidente depois de ter sido fotografada na companhia do personal trainer Ricardo Pereira durante as férias que passaram entre amigos, no início do ano, em São Tomé e Príncipe. “Fui com um grupo de amigos, que desejam manter o anonimato, por isso irei dar continuidade a esse desejo que os assiste”, esclareceu. Conversámos com a atriz por ocasião da sessão fotográfica que fez para a Majorica a propósito do São Valentim.
– Fez esta campanha para o Dia dos Namorados. É uma data que costuma celebrar?
Fernanda Serrano – Não sou grande apologista de celebrar dias em específico, seja Dia da Mãe, do Pai, da Mulher ou dos Namorados. Acho que são situações que devem ser aplicadas todos os dias e não dar-lhes destaque apenas num dia especificamente. Os afetos devem ser praticados todos os dias.
– Uma joia é um bom presente para o Dia dos Namorados?
– É um bom presente para qualquer dia, e também é o caso do Dia dos Namorados. Neste caso são joias com muito bom gosto, elegantes, imparciais e que podem e devem ser utilizadas tanto em dias especiais como em dias normalíssimos, seja para mães, namoradas, avós ou filhas. Tenho peças para a minha filha mais nova, a Caetana, e também para a Laura, que tem 12 anos e já gosta de as usar.
– Os seus filhos adolescentes costumam abordar os assuntos amorosos consigo?
– O Santiago está a entrar na adolescência. Os rapazes são sempre mais fechados do que as raparigas, portanto ele não aborda este tipo de assuntos comigo. As minhas filhas ainda não falam comigo sobre nada, pelas razões óbvias: porque felizmente – espero eu – ainda não têm assunto.