
Estávamos em março, mesmo no início da pandemia, quando Sofia Jardim, acabada de regressar de uma viagem à neve, descobriu que estava infetada com Covid-19. O seu estado nunca foi preocupante, mas a incerteza que marcou aqueles dias, o medo que se sentia de um vírus do qual pouco se sabia e o receio de ter contagiado alguém deixaram-lhe marcas que ainda não desapareceram passados todos estes meses.
Além do impacto psicológico, Sofia também ficou com sequelas físicas, algo que pode ocorrer até nos doentes ligeiros. O facto de ainda não ter recuperado totalmente o olfato e de ter ficado com a tensão alta são alguns dos “lembretes” diários que lhe provam que este vírus não é algo que faça parte do passado, como nos contou nesta conversa.
Uma entrevista para ler completa na edição n.º 1330 da revista CARAS.