O futebolista argentino Ángel Di María estava a jogar ma partida do campeonato francês com a sua equipa, o Paris Saint-Germain, quando, de repente, foi substituido em campo. O motivo não era estratégia do treinador ou por causa de lesão, mas uma situação que afetou toda a família de Di María. A casa do jogador tinha sido assaltada.
Aos 60 minutos do jogo no estádio Parque de los Príncipes, o diretor desportivo do clube foi avisado do sucedido e informou o treinador, Mauricio Pochettino. Retirado do campo, Maurício contou a Di María o que tinha sucedido. A casa do jogador em Paris, na região de Neuilly-sur-Seine, tinha não só sido assaltada, como a sua mulher, Jorgelina Cardoso, e as duas filhas do casal, Mía e Pía, de 7 e 3 anos respectivamente, estavam lá dentro. Porém, só se aperceberam do sucedido quando os ladrões já tinham deixado a residência.
Da casa foi levada uma quantidade substancial de joias e relógios no valor de 500 mil euros, roubados de um pequeno cofre localizado no andar superior da casa.
Di María seguiu de imediato para casa, acompanhado por membros da segurança do PSG.
O jogador já tinha sido vítima de assalto em 2015, quando jogava no Manchester United. Na altura, optara por deixar a casa e ir com a mulher para um hotel.
Outro dos companheiros de equipa, o brasileiro Marquinhos, também teve a sua casa assaltada.