
Nas últimas semanas, Paulo Pires tem estado embrenhado nas gravações da série O Codex 632, adaptado do romance de José Rodrigues dos Santos. Um projeto que, apesar de duro e intenso, lhe tem dado muito prazer.
“Atravessámos um período duro com as ondas de calor, mas só nos lembramos da parte positiva. Foi muito bom. Adorei trabalhar com os brasileiros Alexandre Borges, Deborah Secco e Betty Faria. Não conhecia nenhum dos três e são incríveis, ficam no meu coração. Já tenho saudades e ainda não acabei. Tenho pena que esteja a terminar”, revelou antes de viajar para o Rio de Janeiro.
O ator elogiou as produções realizadas em Portugal. “Temos cuidado com o que fazemos, o produto é bem tratado. Fazemos muito bem, com os meios que temos. Quanto mais coproduções com outros países conseguirmos, apostando em mercados maiores do que o nosso, mais dinheiro, qualidade e tempo teremos. Não temos de ser só um país onde os outros vêm fazer produções baratas, temos de participar e passar as nossas histórias”, disse num cocktail no Level Eight Rooftop, em Lisboa.