
Após um Natal passado em família e onde a alegria e a união reinaram, Tânia Ribas de Oliveira, de 47 anos, aguarda pela entrada num novo ano com o otimismo que a caracteriza. “Tenho alguma esperança em 2024, porque 2023 foi um ano terrível a nível mundial. Não consigo ficar indiferente. Ponho fé no que agora chega, mas começa por nós fazer a diferença”, disse a apresentadora da RTP, que, para si própria, deseja o mais simples da vida. “Honestamente, se mantiver aquilo que tenho, fico muito feliz. Espero que a minha família continue ótima e que consigamos todos, em momentos mais complicados, dar a volta juntos. Importante é saber que temos com quem contar, mesmo quando as coisas correm menos bem”, afirmou.

Apesar de se assumir como uma privilegiada, pois tem a família que sempre desejou, saúde e uma profissão pela qual continua apaixonada, Tânia é igualmente muito frontal e diz que tem momentos difíceis de ultrapassar. “Todas as pessoas têm dificuldades e eu também. Não há sempre dias cor-de rosa em parte nenhuma do mundo. Os dias cinzentos fazem parte, os pretos, negros e densos também. Temos é de saber dar a volta, pedir ajuda quando não conseguimos sozinhos. Ainda assim, tenho uma vida boa, não me posso queixar. Seria muito injusto e ingrato se o fizesse. Sou, acima de tudo, alguém que recebe e vive num ambiente de amor.”
“Os meus filhos são miúdos felizes, preocupados com os outros, superanimados.”
Mãe de dois rapazes, Tomás, de 11 anos, e Pedro, de oito, do seu casamento com o judoca João Cardoso, Tânia preocupa-se em passar esta mensagem aos filhos e está segura de que estes estão a fazer bem o seu caminho. “São miúdos muito felizes e que fazem por ter as pessoas à sua volta igualmente felizes. São preocupados com os outros, superanimados, divertidos, mesmo giros para se conviver. Sou uma mãe muito orgulhosa”, contou.