
Foto: @julianapaes
Uma semana após a morte do seu pai, Carlos Henrique Paes, no dia 16 deste mês, Juliana Pais continua a chorar a sua morte e num vídeo emotivo contou como está a fazer o luto e falou da falta que o seu “melhor amigo, maior fã, grande incentivador e conselheiro emocional” lhe está a fazer.
A atriz recordou ainda alguns momentos da sua infância, que a marcaram para sempre: “Ele colocava-me sempre para cima, fazia-me ver as coisas pela melhor perspectiva. Ele tinha alma de criança. E como amava as crianças… todas. E fez da nossa infância, irmãos e primos e de todas as crianças que passaram pela sua vida, mais brilhante. Ele gostava e levava-nos ao circo, aos karts, ao bowling, à praia, ao cinema, ao carnaval, brincávamos às escondidas, às corridas, à mímica, ao poker, buraco, ‘purrinha’, víamos quem fica mais tempo debaixo d’água e furávamos as ondas juntos, de qualquer coisa que fosse brincar! Ele nunca estava triste ou mal-humorado… Ele tinha sempre uma palavra de coragem, de alento ou uma piada!
Juliana contou ainda que tratava o pai por “Daddylove”, porque “ele era todo amor… ele atravessava a ponte a qualquer hora para me ver, para ver meus filhos, para me perguntar: E aí? Muito trabalho esta semana? Amava brincar de dançar e queria aprender a sambar. Ele gostava de gente, queria saber das pessoas, dos nossos amigos.”
A atriz assumiu que o seu pai era o seu maior fã e que isso lhe dava muita tranquilidade e confiança: “Ontem, ele estaria colado à televisão para ver a estreia de Renascer, para depois me ligar e dizer ‘parabéns, minha filha’. Ele adorava dar um jeitinho, onde fosse, de dizer que eu era a sua filha, mas o prazer e sorte foram sempre meus! Hoje sinto uma dor que corta, mas creio nesse tempo de Deus que transforma a angústia em saudade e memória! Te amo, Pai!”