
O trabalho (in)visível doméstico e de cuidado não pago é assumido 74% pelas mulheres que, integradas no mercado laboral, têm uma sobrecarga naquele que é considerado o “segundo turno”, gastando, em média, mais 1 hora e 23 minutos do seu dia. Esse esforço diário não contabilizado, mas estrutural na sociedade – e ainda uma das principais formas de desigualdade de género –, representaria cerca de 78 mil milhões de euros na economia portuguesa (mais do triplo do setor do turismo). Foi este o tema da 13.ª Conferência da Associação Corações Com Coroa, fundada e presidida por Catarina Furtado, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Entre discursos, dados e reflexões, houve também espaço para uma conversa com a apresentadora.
Uma entrevista para ler na CARAS desta semana.
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