
Em 2023 despediu-se do escritório de advogados onde trabalhava para investir no sonho de vingar no mundo da música. Comunicou a decisão à família e seguiu com a sua convicção. Com enorme habilidade para contar histórias através das suas canções e para tocar guitarra, Afonso Dubraz lançou em 2024 o seu álbum de estreia, intitulado Barulho de Fundo, com 10 temas que mergulham nas inquietações do quotidiano, na coragem de arriscar e nos dilemas amorosos. O disco contou com uma equipa de produtores de renome.
O cantor, de 27 anos, tem vindo ainda a afirmar-se como autor. Voodoo é o nome do seu mais recente single, que fará parte do segundo álbum. Entretanto, vêm por aí alguns concertos que serão imperdíveis.
Livro
“O Ato Criativo: Um Modo de Ser”, de Rick Rubin

Fala da importância que devemos dar ao processo, sem nos deixarmos levar pela obsessão pelo resultado. Um ensinamento que levo enquanto autor e artista.
Concerto
Afonso Dubraz,no Capitólio (Lisboa)

Tenho de aproveitar para fazer um pouco de publicidade. A 29 de novembro, vou estrear-me no Capitólio, num concerto onde não vão faltar músicas novas e convidados especiais. A ideia é ser uma noite de “forrobodó”, emoção e terapia coletiva, onde cantamos, dançamos e choramos todos juntos. Venham daí!
Viagem – Japão

Para mim este país tem tudo, muito devido ao facto de, por lá, o passado e o futuro conviverem lado a lado. Da loucura vibrante de Tóquio à calma do Monte Fuji e dos templos centenários, sem esquecer a gastronomia e as tradições. Esta é a minha viagem de sonho. Aceito companhia!
Série
“Shrinking”, na Apple TV+

Esta foi a última série que vi e ando a dizer a toda a gente para ver. Com um elenco de luxo (Harrison Ford está um espetáculo!) e um guião provocador e inteligente, consegue equilibrar de forma incrível a comédia com temas completamente contraditórios, como o luto e a saúde mental. São episódios de 30 minutos onde ri e chorei ao mesmo tempo. Aconselho!
Canção – “Voodoo”

Introduzindo aquele que será o meu 2.º álbum de originais, é uma música que pretende fazer “tirar o pé do chão” e levar todos a cantar de peito cheio. Fala da maldição dos solteiros que procuram a pessoa perfeita e ela teima em não aparecer.