
Na apresentação da nova temporada da SIC, Júlia Pinheiro não escondeu o entusiasmo com o seu próximo desafio televisivo, Aldeia do Amor, que marca o regresso a um reality show. Entre novidades profissionais e a vida familiar preenchida, a comunicadora, de 62 anos, não tem dúvidas de estar a viver um dos momentos mais felizes da sua vida.
– Está entusiasmada com este regresso aos reality shows?
Júlia Pinheiro – Muito. Há 14 anos que não fazia um programa do género, desde Peso Pesado. O que mais me encanta é que nunca há nada previsível. Aldeia do Amor é um projeto novo, com uma escala de produção surpreendente. Fiquei esmagada com a dimensão e com a evolução tecnológica que encontrei.
– O que tanto a atrai neste género de programas?
– São pessoas absolutamente comuns, que vivem experiências inesperadas. Fascina-me vê-las descobrirem coisas sobre si próprias, questionarem-se, pararem para pensar. Gosto de conhecer as pessoas na sua autenticidade, na espontaneidade e imprevisibilidade.

– A nível pessoal, vive também uma fase muito feliz. Como é ser avó?
– É maravilhoso, fico babada e mostro fotografias em exagero, como qualquer avó. A chegada da Pilar, filha da Matilde, foi muito especial, porque durante muito tempo não sabíamos se ela poderia ter filhos. Como já disse publicamente, tínhamos muitas dúvidas que a Matilde alguma vez pudesse ter filhos, porque teve realmente doente muito tempo. Tudo indicava que não seria possível e, de repente, aparece-nos a Pilar, não programada, não projetada. E foi uma alegria extra para toda a família.
– Como descreve o seu estado de espírito atual?
– Muito feliz, muito bem-disposta e cheia de energia para este novo desafio.