Não há contos de fadas! Há, isso sim, uma aprendizagem da descoberta da magia do quotidiano e de si mesmo, bem como a tentativa de encontrar capacidade para transformar a vida em algo sempre melhor, com maior positivismo e esperança. Esta a tese que
Rosetta Forner explica em
O Último Sapo que Beijei.
Pergaminho, 16,50
*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
“O Último Sapo que Beijei”
Um livro de Rosetta Forner.