Chegou, finalmente, o grande dia. De forma a prosseguir com a sua formação militar, Leonor embarcou, como estava previsto, no navio-escola da Marinha espanhola Juan Sebastián de Elcano no dia 11 de janeiro. A jovem de 19 anos, juntamente com outros 75 aspirantes, partiu numa missão internacional que terá a duração de cerca de seis meses.

Para ler na CARAS desta semana.

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Ângelo Rodrigues | Foto: João Lemos

Ângelo Rodrigues, de 37 anos, está internado no Hospital de São José na sequência de uma pneumonia por aspiração, uma infeção respiratória grave. De acordo com a SIC, que cita uma fonte próxima, o ator não corre perigo de vida. 

Recorde-se que, em 2019, Ângelo Rodrigues esteve em coma e correu risco de vida devido a uma grave infeção generalizada, resultante de injeções de testosterona.

Jessica Athayde sofre perda gestacional antes do casamento
Foto: @jessica_athayde

Poucos dias antes do casamento com Diogo Amaral, a 30 de novembro, Jessica Athayde sofreu um aborto. A revelação foi feita no decorrer do podcast Voz de Cama com Tânia Graça e Ana Markl.

Durante a conversa, a atriz contou que descobriu que estava grávida pela segunda vez antes do casamento, tendo, no entanto, acabado por sofrer um aborto espontâneo logo a seguir.

Jessica disse ainda que a gravidez foi recebida com muita surpresa: “Quando fui à casa de banho, mandei um grito, porque o teste deu positivo. E eu tinha duas peças planeadas, um filme a estrear, projetos… E ia casar-me daí a uma semana.”

Apesar de inicialmente ter sido um choque, acabou por aceitar: “Na primeira hora, foi tipo ‘Não, não, não’. Na segunda hora, já foi : ‘Ok, pronto. Estou. Agora, já está. Seguimos viagem. É o que é’.”

Jessica Athayde sofre perda gestacional antes do casamento
Foto: @jessica_athayde

No entanto, nessa mesma noite, um desfecho inesperado trouxe-lhe um sentimento de perda profunda que a levou a ficar alguns dias de cama a processar o luto. “Casei-me e dois dias depois morri. Fiquei mesmo, mesmo, mesmo triste. Fui três dias para a cama”, confessou.

Jessica Athayde sofre perda gestacional antes do casamento

Os National Board of Review Awards são um prenúncio para os Óscares, onde os críticos que fazem parte da organização distinguem o que de melhor se fez no último ano na indústria cinematográfica dos EUA. Na mais recente edição, que teve lugar a 7 de janeiro, em Nova Iorque, uma das estrelas em destaque foi Nicole Kidman, que arrecadou o galardão de Melhor Atriz pelo seu desempenho em Babygirl.

Veja os looks escolhidos pelas estrelas que estiveram nesta noite de premiação.

O fascínio do veludo
Ambiente com propostas da Mindthegap, em mindtheg.com.

Mergulhe num universo onde o fascínio do veludo é o protagonista. Este material, com a sua textura suave e aparência lustrosa, é sinónimo de luxo, transcendendo épocas e estilos. Eis uma seleção que celebra o veludo em toda a sua glória, combinando a tradição com o design contemporâneo. O fascínio do veludo

Cada peça é uma homenagem à versatilidade do veludo, refletindo a sua riqueza cromática e a capacidade de se adaptar a diferentes ambientes e tendências. De tons profundos e vibrantes a nuances subtis, o veludo transforma qualquer espaço, conferindo-lhe uma atmosfera de elegância intemporal. O seu toque inigualável desperta os sentidos, criando ambientes acolhedores e sofisticados. O fascínio do veludo

Descubra como este material nobre continua a ser uma escolha preferida, capaz de reinventar-se e manter-se relevante ao longo dos tempos. Seja em mobiliário, acessórios ou moda, o veludo permanece um símbolo de bom gosto e requinte, pronto para enriquecer a casa e o estilo pessoal com um toque de charme inigualável. O fascínio do veludo

Além de ser um ícone de estilo, o veludo também é reconhecido pela durabilidade e capacidade de conferir um caráter distintivo a cada peça. As suas múltiplas facetas tornam-no ideal tanto para decorações clássicas como modernas, garantindo um impacto visual que impressiona e encanta. O fascínio do veludo

Aqui, exploramos não apenas o veludo tradicional, mas também variações inovadoras que trazem novas texturas e acabamentos. Estes detalhes contemporâneos permitem que cada peça se destaque, oferecendo soluções que vão ao encontro das preferências mais exigentes e dos gostos mais sofisticados.

Transforme o espaço com o veludo, um material que continua a inspirar e a encantar, marcando presença com beleza e funcionalidade. Transforme o espaço com o veludo, um material que continua a inspirar e a encantar, marcando presença com beleza e funcionalidade.

Após sete anos de união, Kelly Bailey, de 26 anos, e Lourenço Ortigão, de 35, estão noivos.

O ator fez o pedido de casamento durante as férias que passaram recentemente com o filho, Vicente Blue, de 1 ano, no México. A novidade foi partilhada por ambos nas redes sociais.

No Instagram, a atriz escreveu: “Então isto aconteceu! Como assim?! Mil vezes sim! Amor da minha vida.” Kelly partilhou ainda algumas fotografias com Lourenço, nas quais é possível ver o anel de noivado, e um vídeo do momento em que aconteceu o pedido, que contou com a presença do filho.

Foto: @flotus
Joe e Jill Biden no casamento da neta, Naomi Biden com Peter Neal
Foto: @naomibiden

No final de uma conferência de imprensa sobre os incêndios na Califórnia, Joe Biden, de 82 anos, anunciou o nascimento do bisneto William Brannon Neal IV, filho da neta Naomi Biden Neal e de Peter Neal.

O Presidente aproveitou o facto de estar na Califórnia para conhecer o recém-nascido no hospital, acompanhado da mulher, Jill.

Biden não resistiu a pegar-lhe ao colo.

Foto: Divulgação

O Meu Nome é Rachel Corrie, é um espetáculo de teatro que chega pela 1ª vez a Portugal pelas mãos da 100 Dramas. Uma recém-criada companhia de teatro com um profundo compromisso com a inovação artística e a aposta em novos artistas.

Esta peça conta a história real de Rachel Corrie, uma ativista norte-americana que foi morta em 2003, aos 23 anos, enquanto tentava impedir a demolição de casas palestinas na Faixa de Gaza por forças israelitas. A peça é uma compilação dos diários, cartas e e-mails escritos por Rachel, reunidos e adaptados para o palco por Alan Rickman (ator e encenador) e Katharine Viner (jornalista e atual editora-chefe do The Guardian)

Com uma tradução de Miguel Graça, este espetáculo integra na sua equipa artística oencenador e ator Rafael Balão, as atrizes, Beatriz Ferreira, Maria Romana, Raquel Ferradosa e Vera Macedo. Contam também com a colaboração de diversos e independentes artistas,tais como; Ahmad Adawy, pintor palestiniano, residente em Gaza, reponsável pela partegráfica do projeto.

Com estreia marcada para dia 16, 17 e 18 (Sessão com LGP) de Janeiro no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, este espetáculo passará também pelo Centro Cultural da Malaposta nos dias 31 de Janeiro e 1 e 2 de Fevereiro.

Maria Pratas. “O meu percurso assenta, desde sempre, numa curiosidade natural pela arte, o que me levou à formação superior em Educação Visual. Mais tarde, meti literalmente mãos à obra para dar forma e volumetria a imagens, através dos fios e tecidos. Foi com a técnica da cestaria de espiral que comecei a explorar a minha verdadeira expressão artística.”

Como se define: artista têxtil, artesã?  
Defino-me como escultora têxtil por traduzir melhor o que faço enquanto artista.
De onde vem o interesse pelos têxteis?  
De uma infância feliz vivida num contexto onde os tecidos, as linhas, as ferramentas foram muitas vezes os brinquedos preferidos. A cor de cada novelo ou dos tecidos talvez tivesse sido o despertar para trabalhar o gosto por fazer composições através da roupa, que fazia e vestia, ou quando criava texturas em quadros para decorar as paredes de casa.
O que mais a fascina na área têxtil?  
A versatilidade dos materiais e a capacidade que a matéria-prima oferece com as suas características peculiares e bastante adaptadas a diferentes soluções. É um crescendo perceber o potencial infinito dos têxteis como meio de criação, tanto pela sua maleabilidade, quanto pela carga emocional que carregam.

  Qual é a sua abordagem artística?  
A minha abordagem é intuitiva e muito experimental. Como estrutura para as esculturas vou buscar uma técnica de cestaria e gosto de explorar as possibilidades dos materiais, de transformar algo comum, fácil de ser observado, em algo inesperado e único. A fusão entre o conceito e a forma é sempre o que me move.  
Existe um estilo que defina o seu trabalho?
A minha linguagem, a minha impressão digital, combina a organicidade com a percepção do que observo. Gosto de criar obras que refletem equilíbrio, transformação e sustentabilidade, explorando a relação entre o natural e o humano.  
Quais são as suas influências?  
Formalmente sou inspirada pela cultura da Bauhaus, escola que deu origem a artistas que criaram um diálogo único e aparentemente impossível entre o artesanato e a arte. Sonia Delaunay e Anni Albers serão sempre uma referência. O que observo nas pessoas e aquilo que a natureza me devolve são também pontos de partida e isso reflete-se no meu processo criativo.

Como parte para o processo de criação?  
No meu processo criativo há sensações, sons e imagens ou objetos que são desconstruídos e representados inicialmente por um desenho simples e cru. Depois, deixo os materiais e a cor guiarem-me. Frequentemente, começo por experimentar as fibras até que as formas ganhem alguma vida.
O que mais gosta de criar?  
Todas as peças esculturais que provoquem uma ligação emocional com o espaço onde vão ser expostas. Gosto especialmente de obras que exploram formas orgânicas, como se fossem uma extensão do mundo natural, que contenham uma história para contar. São esculturas que vivem para se contemplar a beleza.
Que cores, materiais e suportes mais utiliza?  
Várias… A cor é uma direção que o objeto toma. É o primeiro elemento que se destaca, pelo que tenho uma paleta diversificada. Identifico os tons vibrantes que gosto de contrastar com cores mais neutras. Trabalho, sobretudo, com fibras naturais, elegendo a lã e as fibras vegetais como materiais nobres. Pela estética e sustentabilidade, integro quase sempre materiais reciclados, porque gosto de explorar e reutilizar as cordas que recolho nos meus passeios pela praia. 

 Há algum material por experimentar?  
Gostaria de trabalhar com as novas fibras têxteis produzidas a partir da proteína do leite,
por exemplo, explorando a possibilidade de interação com as fibras tradicionais.  
O que se segue (projetos, workshops)?  
Estou envolvida em dois projetos singulares. O primeiro é a participação num trabalho que integra inteligência artificial no processo criativo. O outro é a Ingrina – House and Studio, a minha casa na praia, com o meu acervo, aberta a receber quem procura um estúdio para criar ou uma estadia tranquila, na Costa Vicentina, perto de Sagres. Entretanto, estou a criar e produzir peças para espaços a inaugurar em 2025 e os workshops (mariapratas.com/workshops) continuam a acontecer por marcação, geralmente no meu ateliê, com experiências guiadas e livres, dedicadas a partilhar técnicas e a inspirar outros a explorar o universo da escultura têxtil.

FOTOS: cedidas

Do esqui ao après-ski, são vários os looks para arrasar na neve. Além de roupas adequadas para o frio intenso, como fatos impermeáveis, casacos e calças quentes, há acessórios indispensáveis, como luvas, gorros, meias térmicas e óculos de esqui.

Inspire-se nestas propostas e parta à aventura.