Terminado o mestrado em Gestão de Moda e Luxo, que realizou em Roma durante um ano e meio, Luisinha Oliveira iniciou “uma fase nova e superentusiasmante”. E deu ainda outro passo importante que há muito desejava: adquirir o seu primeiro imóvel na zona de Lisboa. “Já tenho casa e vou começar a tratar das mudanças. Foi um processo tranquilo porque comecei essa procura no início do verão. Sabia que haveria de encontrar a casa certa. Mesmo quando ia visitar uma e acabava por não ser essa, nunca foi algo que me deixou desanimada. Agora aconteceu e estou muito feliz”, contou à CARAS a influenciadora digital, que marcou presença no jantar de Natal da H&M.
“Tenho três projetos entusiasmantes para 2025. Um deles é em grande e uma surpresa até para as pessoas que me são próximas.”
Também na procura por uma nova habitação está o namorado, o ator José Condessa. Os dois não irão, por agora, viver juntos, mas poderão permanecer na mesma zona.
Este não é o único projeto que a jovem, de 25 anos, tem pela frente e o próximo ano avista-se promissor. “Sou muito supersticiosa e não falo das coisas antes de acontecerem. Mas tenho três projetos entusiasmantes para 2025, sendo que um deles não tem nada a ver com moda. Vai ser algo em grande e uma surpresa até para as pessoas que me são próximas”.
Étoile é o nome da nova coleção da Spal, marca portuguesa que celebra 60 anos de existência já no próximo ano. A história da Spal está profundamente ligada aos valores que a viram nascer. Começou por ser a primeira empresa do sector cerâmico a lançar um concurso de design, no ano de 1970, e, desde então, mantém parcerias com escolas de design e de engenharia de materiais. Através do seu departamento interno de design – o Spal Studio – promove não só a criatividade como também a investigação e desenvolvimento nesta área. mesa
Do seu percurso faz ainda parte a colocação no mercado de coleções de conceituados designers internacionais, entre outros, Stefanie Hering, David Queensberry, Martin Hunt ou do estúdio dinamarquês Seidenfaden Design Copenhagen.
E nesta nova coleção o destaque vai para a escolha do verde em tom esmeralda e de apontamentos a ouro que se encontram na decoração e na filagem das peças, o conjunto que se revela requintado e ao mesmo tempo discreto, confere elegância e sofisticação em qualquer mesa festiva, seja para celebrar o Natal ou a chegada de um novo ano.
Produzido em porcelana, com a assinatura Spal, o serviço Étoile junta-se assim a um património que mantém a marca portuguesa como referência no sector. O serviço de mesa está disponível na loja da Fábrica Spal e no El Corte Inglés de Lisboa e Gaia.
Étoile é o nome da nova coleção marca portuguesa que celebra 60 anos de existência já no próximo ano. A história desta empresa está profundamente ligada aos valores que a viram nascer. Começou por ser a primeira empresa do sector cerâmico a lançar um concurso de design, no ano de 1970, e, desde então, mantém parcerias com as escolas de design e de engenharia de materiais. Através do seu departamento interno de design – o Spal Studio
Nesta nova coleção, destaque perde esmeralda e os apontamentos a ouro que se encontram na decoração e na filagem das peças, conferem a todos os elementos uma elegância e uma sofisticação que se alinham com as mais elevadas expectativas dos que desejam bem receber. Produzido em porcelana, com a assinatura SPAL, marca que completará os seus 60 anos no próximo anos, este serviço junta-se assim a um património que mantém a marca Portuguesa como uma referência do seu sec
Ator consagrado, com provas dadas no palco, cinema e televisão, e diretor do Teatro da Trindade, Diogo Infante, de 57 anos, recusa-se a baixar os braços ou a encarar um novo desafio apenas como mais um trabalho. Consistente e seguro, sabe exatamente o caminho que quer continuar a fazer e que, agora, passa pelo papel de um canalha que o diverte na novela A Fazenda, e pelo atormentado Tomás, na peça Telhados de Vidro, que depois de ter estado em cena em Lisboa, começou uma digressão pelo país.
O ofício que escolheu como forma de vida preenche-o e deixa-o feliz, mas é o filho, Filipe, de 21 anos, que acaba de se licenciar, quem lhe rouba o maior sorriso. “O meu filho é um ser humano muito bonito, luminoso”, disse no decorrer da entrevista.
– Integra a mais recente novela da TVI. Fale-nos sobre este trabalho que acaba de estrear.
Diogo Infante – Estamos a gravar desde setembro e parece-me que tem havido uma constante em procurar estabelecer pontos com os PALOP. Isso já foi notório noutras produções. Desta vez, o foco volta a ser a relação com Angola e é a partir daqui que nascem as várias tramas que são clássicas e têm que ver com a essência da natureza humana: a ambição, a corrupção, o poder, o dinheiro, o amor. Só que isto tudo tem agora uma roupagem fresca, no sentido em que houve um grande investimento em termos de imagem e de forma. Há também uma aposta em atores jovens, bonitos, que significam a continuação da ficção, e depois os mais velhos, onde me incluo, que sustentam os alicerces.
– Para si, o que significa este papel?
– De um ponto de vista mais pessoal, esta personagem é muito prazerosa de fazer, porque sendo um canalha, é um canalha charmoso e dá-me espaço para brincar. E eu, como ator, gosto de brincar. Estou a gostar imenso do que estou a fazer e sinto-me apreciado, respeitado, tenho espaço para exercer-me como ator. Digamos que estou numa boa fase da minha vida, na qual sinto que o meu trabalho é reconhecido.
– Pensa no que gostaria de fazer no futuro ou prefere saborear o presente?
– Penso no futuro, no sentido em que preciso de programar a minha agenda e estou confiante. Tenho o privilégio de poder conciliar a atividade na televisão com o teatro. Continuo a ser responsável pelo Teatro da Trindade e a junção destes dois universos deixa-me apaziguado. No fundo, gosto de saborear o presente com um pé posto no futuro.
– Estes dois pilares são necessários para o seu equilíbrio enquanto ator?
– São, apesar de me darem muito trabalho. É uma gestão complicada e estou numa fase particularmente cansativa, pois estou a conciliar a gravação da novela com um espetáculo à noite, mas faço-o com um sorriso nos lábios. Terminando a peça, já fico com mais de tempo para respirar e assumir as outras responsabilidades que tenho como programador. Mas estou bem assim, feliz e expectante. Estou habituado a isto, não me escuso. Dou o melhor de mim e espero que seja suficiente.
Foto: Luís Coelho
– Já deu por si a fazer um balanço deste seu percurso tão cheio?
– Não tenho tempo para fazer balanços, porque estou sempre a pensar no que ainda vou fazer e não no que já fiz. Tenho orgulho de muitas coisas que fiz, outras correram muito mal, mas todas fizeram parte do meu crescimento. Balanços, talvez quando chegar aos 80 e fizer o Rei Lear. Agora, ainda me sinto muito ativo, dinâmico, tenho muitos projetos, ando a correr de um lado para o outro. Acabei de vir de um treino de ténis para aqui, porque me dá uma picazinha e me faz bem à alma.
– É importante ter estes pontos de fuga?
– Sem dúvida. Tento encontrar esses equilíbrios, porque entendo que é bom para a minha saúde física, mas sobretudo bom para a minha saúde mental. Estou sujeito a muitas pressões e, quanto maior é a responsabilidade, maior a expectativa, não só para outros como para mim próprio. E encontro uma forma de viver a vida em que procuro sempre ver o lado positivo das coisas, o copo meio cheio.
– A vida de um ator nunca é fácil, muito menos linear.
– A natureza do trabalho do ator é intermitente e depende do mercado de trabalho e das ofertas. Não me considero um bom exemplo, porque como também me tornei produtor muito cedo, comecei a criar as minhas próprias oportunidades, não queria ficar refém de que o telefone tocasse. Neste momento, tenho um contrato com a TVI, que me dá estabilidade, e com a INATEL, detentora do Teatro da Trindade. Não vivo dessa alternância de ter trabalho e de não ter trabalho, não me posso queixar. Sinto-me absolutamente privilegiado: estou onde quero estar.
– Imaginava estar no lugar em que se encontra hoje quando chegou a Lisboa para estudar no Conservatório?
– Não, de todo. Quando vim para Lisboa, tinha um sonho e lembro-me de me dar a mim próprio cinco anos para me safar e isso significava sobreviver, porque há 30 anos o mercado ainda era mais complicado. Já na altura era muito pragmático e a verdade é que, no final do primeiro ano do Conservatório, comecei a trabalhar. Que me lembre, nunca tive um período sem trabalho, a não ser propositado, um ou dois meses para descansar. Tive sorte, mas também trabalhei muito para isso.
– Sempre com o apoio da família?
– Sempre. Quando comecei, a minha mãe e a minha avó deram-me todo o apoio e força. A minha atual família, o Rui [Calapez, o marido] e o Filipe [filho], também o fazem. Todos me deram e dão espaço e respeitam aquilo que faço e não é fácil, porque trabalho em horários esquisitíssimos. Fui recentemente à entrega do diploma de licenciatura do meu filho. Queria muito lá estar e achava que não ia conseguir por causa das gravações, mas fui e deixou-me muito feliz poder testemunhar esse momento único, mas às vezes falham-me esses momentos.
– O seu filho aceita bem as ausências?
– Sim, claro. Sempre compreendeu, até porque cresceu assim. Desde pequenino que sabe que esta é a minha profissão e é um grande apoio para mim.
– Falou na licenciatura do Filipe. Qual foi a sua escolha?
– Licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacionais e está a fazer o mestrado fora do país.
– Foi difícil vê-lo partir?
– Não. Ele desde pequenino que gosta muito de viajar. Viajou connosco para todo o lado, já foi a todos os continentes. Lembro-me que, com 12 anos, foi para Londres tirar um curso intensivo de verão. Eu, no aeroporto, a chorar e ele a olhar para trás todo contente. Habituei-me e fico muito contente por ele, até porque no ir, há o ir e voltar, e ele volta sempre com muita saudade, com muito carinho. Entretanto, falamos todos os dias por videochamada e, vejo-o, ele conta-me as coisas dele. Não é uma relação ausente. O meu filho está longe fisicamente, mas continuamos muito próximos.
– É já um jovem adulto com os seus sonhos.
– Vamos ver onde é que os sonhos o levam. A escolha é dele e terá sempre o meu apoio incondicional. Só quero que o meu filho seja feliz e se possa exercer da mesma forma que eu tive possibilidade de fazer, que seja algo que o deixe realizado.
– Foi a mensagem que lhe passou: que fosse atrás do que o fizesse feliz?
– Evidentemente. Na altura de escolher o curso, falámos, discutimos, apresentei-lhe propostas, andei à procura de cursos para o ajudar, mas no limite a escolha foi dele. Insisti para ele tirar o mestrado, confesso, porque acho que uma licenciatura, hoje em dia, é pouco. A vida é um mundo de oportunidades, cabe-lhe agora a ele lutar por elas. Qualquer pai fica babado ao ver um filho fazer o seu caminho bem. Eu não sou diferente.
Foto: Luís Coelho
– Dizia recentemente que lhe saiu a sorte grande com o filho que tem.
– Sem dúvida. O meu filho é um ser humano muito bonito, luminoso, muito em contacto com a sua natureza, com a sua realidade. É alguém que me parece bem resolvido. Ele é luz e não se pode pedir mais. Claro que há dias maus e que há discussões, conflitos como com todos os pais e filhos, mas sinto que aquilo que o meu filho trouxe para a minha vida foi tão incrível que só posso estar grato. É uma permuta contínua, porque não lhe sei ensinar tudo. Não tenho as respostas todas.
– Ser pai era uma meta importante de concretizar na sua vida?
– Absolutamente. Se não fosse, não me teria sujeitado a um processo de seleção, a um período de espera que não sabia quanto tempo iria durar. O processo de adoção é complexo, tem poucas certezas, e quando nos sujeitamos a isso temos de estar muito motivados e conscientes das implicações, porque não estamos a escolher crianças em catálogo. Estamos a escolher crianças que têm dificuldades, que passaram por situações horríveis, que estão numa situação de adotabilidade porque alguém não as quis, abandonou, maltratou. Tive a criança que mereci e estou muito feliz com isso. A minha experiência é muito bonita.
– Já deu por si a pensar em netos, embora o seu filho ainda seja muito novo?
– Quero muito ter netos, mas ainda é cedo. Gostava de aumentar a família. Em cada fase da vida temos de aproveitar aquilo que ela nos dá e à medida que vamos envelhecendo – já começo a olhar para os 60 – apreciamos coisas diferentes.
– Tem medo de envelhecer?
– Não vale a pena lutar contra a passagem do tempo, é uma inevitabilidade, podemos é tirar partido o máximo de cada fase da vida, senão vamos estar sempre infelizes e a azucrinar a cabeça aos outros, porque estamos zangados connosco. Não quero isso, portanto, cuido de mim, tendo uma alimentação saudável, fazendo exercício. Estou atento para me manter ativo e saborear isto enquanto der. O que é mais assustador na ideia de envelhecer é perdermos faculdades. Quero chegar aos 75 ainda a bater bola num jogo de ténis e com gana para ganhar.
– Como será o seu Natal?
– Em casa, nós os três mais os amigos que se juntam a nós. O Natal é sempre uma oportunidade para comermos, bebermos, confraternizarmos. Cada vez mais deixamos cair esta coisa das prendinhas, que só significam um consumismo desenfreado, que não faz sentido nos tempos que correm, com as dificuldades, as guerras e tudo o que se vive. Adoro dar, mas não gosto do caráter de obrigatoriedade que se deu a estas datas. Lá em casa, combinámos que não há prendas. O Filipe também já está crescidinho, portanto logo lhe dou uma prenda boa, uma coisa que queira ou faça falta, mas não tem de ser naquele dia. Ligo, sim, à árvore de Natal, porque gosto das decorações, das luzes. Faço-a no exterior. O Natal é a festa da família, dos amigos, o termos tempo para o outro, porque tudo o mais parece-me folclore e artifício.
Produção: Sandrina Francisco, assistida por Camila Sofia e Alana Adolfo
Agradecemos a colaboração de Pestana Cidadela Cascais e Koati Store
Uma nova versão de O Quebra Nozes espera por si no Cineteatro D. João V, na Damaia, nos dias 6 e 7 (às 21h00) e 8 de dezembro (às 16h00). O conceito e a coreografia desta obra é de Daniel Cardoso, fundador e diretor artístico da Quorum Dance Company (ex-Quorum Ballet), que em 2025 festejará o 20.º aniversário.
A CARAS conversou com o responsável por esta companhia de dança contemporânea que foi fundada em 2005 e que apresenta anualmente uma média de 50 espetáculos de norte a sul do país, tendo já atuado em 18 países. Além disso, Daniel Cardoso dedica-se a várias atividades ligadas a esta arte, como poderá constatar na entrevista que se segue.
– Conte–nos um pouco a sua história.
Daniel Cardoso – Nasci em 1977 em Lisboa, no Hospital da Estefânia. Vivi toda a minha infância no bairro da Graça onde morava com os meus pais e a minha irmã, Diana, dois anos mais velha. Mais tarde, quando tinha 19 anos, os meus pais adotaram a Débora, que é 22 anos mais nova do que eu. Passei também parte da minha infância em Oeiras, onde viviam os meus avós e onde hoje em dia vive quase toda a minha família.
– Com que idade soube que queria ser bailarino?
– Quando tinha mais ou menos 15 anos. Já estava no Conservatório Nacional desde os 10, mas foi quando fiz o meu primeiro espetáculo no palco de um teatro que percebi que era o que queria fazer para o resto da vida. Foi no Teatro São Luiz, em Lisboa, no espetáculo final do Conservatório Nacional com o Baile dos Cadetes.
– A família aceitou bem a sua decisão?
– Foi a minha mãe que me colocou no Conservatório. Foi ela quem me inspirou, incentivou e passou o gosto pela dança, pela música e pela arte em geral. Sim, a família aceitou bem, apesar de no início haver alguma resistência por parte dos homens. Hoje em dia todos eles são o meu maior apoio. Quando regressei a Portugal foi a minha família quem mais me ajudou na criação de tudo o que consegui até à data. A minha tia foi e continua a ser o meu braço direito a nível profissional e um dos meus maiores apoios.
– Por ser rapaz interessado na dança, sentiu algum preconceito?
– Sim, senti algumas vezes. Em especial por pessoas que não estavam ligadas ao meio artístico e cultural. Mas não foi nada que me tivesse marcado pela negativa. Utilizava isso para marcar a diferença e para mostrar que a profissão que escolhemos nada tem a ver com as nossas escolhas sexuais ou de género. E sinto que fui muito protegido no Conservatório onde sempre tivemos um ambiente muito saudável.
Foto: Luís Coelho
– Hoje é, ou não, uma questão ultrapassada?
– Acho que não. Existe mais informação, está muito melhor, mas as pessoas continuam ignorantes no que diz respeito a este assunto. É um fenómeno internacional, não é só em Portugal. Infelizmente são preconceitos que estão enraizados na nossa sociedade e que vão demorar a desaparecer. Na realidade, se todos tivessem a capacidade de parar para pensar, sem estarem contaminados com o que lhes foi incutido desde crianças, iriam perceber o caricato que é ligar uma determinada profissão às escolhas sexuais de cada um.
– Estudou na Escola de Dança do Conservatório Nacional, em Lisboa, onde hoje é membro do Conselho Geral. Todos os interessados em seguir dança devem passar por esta formação?
– É uma escola de excelência que é uma referência na nossa área. No entanto, existem outras opções no que à formação diz respeito. Tudo depende que linha artística os alunos querem seguir e o caminho que pretendem para as suas futuras carreiras. Fui membro do Conselho Geral durante dez anos, hoje em dia colaboro com a escola regularmente, como professor, coreógrafo e júri. É um sítio muito especial para mim, foi lá que passei dos melhores momentos da minha infância. Sinto-me muito agradecido por isso.
– Com que idade partiu para Nova Iorque, onde estudou?
– Tinha 19 anos. Terminei o Conservatório um ano mais tarde porque tive de ser operado a um pé quando tinha 17 anos. Terminei o curso em 1996. Fui bolseiro na escola da Martha Graham nos primeiros tempos e depois integrei o elenco da Martha Graham Dance Company.
– Como foi essa experiência?
– Foi um sonho tornado realidade. Era o que mais queria, poder trabalhar na Martha Graham. Era um dos meus grandes objetivos profissionais na altura. Foram tempos incríveis. Cresci muito como pessoa e como bailarino. Aprendi muito num curto espaço de tempo. Hoje percebo que essa experiência contribuiu muito para o que anos mais tarde consegui criar em Portugal. Foram cinco anos em que trabalhei com diversas companhias de dança, coreógrafos e fiz inúmeras digressões pelos EUA e Europa.
– Como surgiu o convite para ser bailarino principal do Peter Schaufuss Ballet, onde esteve de 2001 a 2005?
– Foi através de uma audição privada no verão de 2001. Mesmo depois de sair da companhia, em 2005, continuei a colaborar com o Peter durante muitos anos como bailarino e coreógrafo em projetos em Londres, Edimburgo e Dinamarca.
– Em que altura surgiu a coreografia na sua vida?
– Desde miúdo, a criatividade sempre esteve presente na minha vida. A coreografia surgiu quando tinha cerca de 23 anos, altura em que comecei a experimentar coisas e coreografei a minha primeira peça intitulada No Começo. Esta peça acabou por fazer parte do programa de estreia da Quorum Dance Company em dezembro de 2005.
– O que o levou a criar uma companhia fora de Lisboa?
– A Amadora tem sido o nosso mais importante parceiro ao longo dos anos. Foi a cidade que nos abriu as portas e que acreditou no nosso trabalho quando ainda não éramos “ninguém”. Estou muito agradecido à cidade e ao importante contributo que têm dado à Quorum Dance Company, à Quorum Academy e ao Quorum Project. A nossa ligação com a Amadora já vem desde 2006, é a nossa casa, é onde todas as peças são criadas e onde iremos em breve ter uma nova sede. O Quorum Studios irá começar a ser construído em 2025 e será no Mercado da Damaia, futuro Mercado da Dança. Temos muito orgulho nesta nossa parceria com a cidade da Amadora e no trabalho contínuo de educar, inspirar, fazer sentir, e mudar o estigma/preconceito ligado à cidade, através da dança, cultura e arte.
Daniel Cardoso com a filha Íris Foto: Luís Coelho
– Bailarino, coreógrafo e diretor artístico: o que tem sido mais desafiador para si?
– Sinto-me com muita sorte por ter esta profissão, mas tem sido um desafio tremendo. São muitas vertentes e muitos desafios diários. O ser bailarino foi sem dúvida o mais simples. Quando era só bailarino e só dançava, em comparação com o que faço hoje em dia, era como se fossem férias pagas. Fazia o que gostava e só tinha de me preocupar comigo, com o meu corpo, com o meu desempenho. Foi uma altura incrível da minha vida, fui muito feliz.
– E como coreógrafo?
– O ser coreógrafo acaba por ser uma extensão de mim como pessoa e penso ser a evolução natural depois da carreira que tive como bailarino. Coreografar acaba por me preencher ainda mais do que o ser intérprete, sinto-me sortudo e muito realizado a nível profissional.
– Acresce a direção artística…
– É a área que me traz as preocupações, o stress e as dores de cabeça. Não tanto pelo trabalho em si, mas pelo facto de não termos uma robustez financeira equivalente ao trabalho que estamos a realizar a nível artístico. Tem sido um desafio do tamanho do universo manter uma estrutura fixa já há quase 20 anos (fazemos 20 em 2025) sem apoio contínuo do Estado Português ou da DGArtes. Tem sido também uma lição de vida aprender a gerir pessoas e tomar decisões que por vezes não são fáceis, mas tenho crescido muito como pessoa. Tudo é possível graças ao trabalho em equipa, às pessoas que tenho a trabalhar comigo e ao apoio de diversas entidades
– Quem é que o inspira como criador de dança?
– É a minha vida, as minhas vivências, a sociedade que me rodeia, as relações humanas e a música. Na realidade, a coreografia tem sido o meu maior escape. Hoje em dia a coreografia é algo quase terapêutico, é uma necessidade que tenho. Muitas das peças que tenho coreografado para a Quorum têm um carácter muito pessoal, quase que são um diário vivo, um diário em movimento.
– E ter uma filha a dançar deixa-o orgulhoso?
– A Íris tem 15 anos e já dança desde os 3. O que me deixa orgulhoso é muito mais do que o seu desempenho como jovem bailarina, é o facto de já saber o caminho que quer levar com a sua vida, a sua simplicidade, humildade, criatividade, talento e enorme capacidade de trabalho. Tudo o resto naturalmente surgirá.
– Ela pede conselhos ao pai?
– Não costuma pedir conselhos acerca da dança, mas vê, ouve e está muito atenta a tudo. É como se fosse uma esponja. Tenho muita sorte com a filha que tenho.
– Comente a seguinte frase de Martha Graham: “A dança é uma canção do corpo, seja de alegria ou de dor”.
– Para mim a dança é a forma mais orgânica e honesta de nos manifestarmos. O movimento e o corpo têm a capacidade única de transmitir o que as palavras nunca conseguiram.
Agradecemos a colaboração de Câmara Municipal da Amadora e Cineteatro D. João V
Focada no trabalho e muitas vezes dividida entre vários desafios profissionais, Bárbara Branco aproveita o Natal para abrandar o ritmo e estar mais tempo junto dos seus, especialmente dos irmãos. “Somos uma família superdescontraída. Acima de tudo gosto de aproveitar o tempo que tenho, que normalmente não é imenso, para estar com eles. É esse o verdadeiro significado desta época”, revela a atriz, de 25 anos, já dedicada à sua personagem na próxima trama da SIC.
Foto: Luís Coelho
Outro desafio foi aprender a gerir melhor os tempos livres. “Estou numa fase boa, a investir em mim e em encontrar um equilíbrio mais saudável. Sempre trabalhei muito e a um ritmo acelerado – felizmente surgiram oportunidades de trabalho incríveis – mas acho que nunca soube gerir bem esse tempo e esforço. Agora aproveito para fazer mais coisas que gosto e estar com pessoas que amo”, confidencia. Recorde-se que Bárbara Branco namora há mais de um ano com o ator Vítor Silva Costa. E já tem planos para o réveillon: “Vou passar o final de ano a Paris.”
No mesmo ano em que disse “sim” e celebrou matrimónio, Isabela Valadeiro reconhece que teve alguns dos seus projetos profissionais mais desafiantes. “Foi um ano espetacular em termos pessoais e profissionais. Agora tenho um marido [casou-se com o manequim Carlos Ferra a 20 de julho]. É muito bom tê-lo ao meu lado e ainda estamos a conhecer-nos melhor. Profissionalmente, tenho entregue cada vez mais de mim, quero sempre elevar a fasquia e preparar-me para voos maiores”, disse à CARAS a atriz, de 28 anos, no jantar de Natal da H&M, ela que terminou de gravar a última temporada da série O Clube para a plataforma de streaming OPTO e transitou para o elenco da próxima novela da SIC. Aumentar a família não será um plano para breve. “Um filho ainda não. Temos muito que namorar.”
“É muito bom ter o Carlos [Ferra] ao meu lado e ainda estamos a conhecer-nos melhor.”
A quadra natalícia vai ser vivida, como habitualmente, no Alentejo, mas não será ainda este ano que Isabela Valadeiro espera aventurar-se nas lides gastronómicas. “A minha mãe e as minhas tias, que estão mais velhas, já me disseram: ‘Vai-te preparando, daqui a algum tempo tens de saber fazer estas receitas tradicionais’. Só de pensar nisso fico sentida [risos]. Prefiro comer as coisinhas boas que têm o gostinho especial delas.”
• 4 pães brioche para hambúrguer • 4 cebolas roxas • 80 g de açúcar • 400 ml de vinho tinto • 200 g de queijo brie • 4 hambúrgueres 160 g by Chakall • Maionese q. b. • ½ alface iceberg • 100 g de cornichons • Sal e pimenta q. b. • Azeite q. b. • 300 g de batata agria
Preparação
Começar por preparar uma compota de cebola roxa, colocando as cebolas roxas laminadas num tacho com um fio de azeite. Deixar alourar. De seguida, adicionar o açúcar e deixar caramelizar bem. Quando as cebolas estiverem caramelizadas, juntar o vinho tinto e deixar reduzir por completo. Assim que estiver sem líquido, adicionar uma pitada de sal e pimenta.
Entretanto, grelhar as 4 unidades de hambúrguer até ao ponto desejado.
Enquanto isso, abrir os pães de hambúrguer, barrar com manteiga de ambos os lados e passar levemente no grelhador.
Para o molho, juntar a maionese, os cornichons laminados, a alface iceberg cortada em juliana, o sal e a pimenta.
Assim que os hambúrgueres estiverem quase no ponto desejado, colocar fatias finas de queijo brie e compota de cebola previamente preparada por cima de cada um para que o queijo derreta.
Por fim, montar o hambúrguer, colocando primeiro um pouco de molho, de seguida a carne com o queijo e a compota de cebola roxa. Acompanhar com batata agria frita.
por “chef” Chakall Fuel Restaurant & Bar by Chakall, The Prime Energize Hotel
Entre memórias de infância, a casa da avó que marcou uma era, e as luzes que transformam o lar numa verdadeira celebração, Vanessa Oliveira partilha como vive o Natal em família. Mesmo com as exigências do trabalho, o espírito natalício permanece centrado na união, simplicidade e muita alegria.
“A seguir aos meus anos, o Natal é a época que gosto mais. Já tenho a árvore montada. Na verdade, não faço só árvore, mudo quase toda a decoração da casa, há luzes por todo o lado, renas, Pais Natais”, disse a apresentadora, de 43 anos, à CARAS, na apresentação da coleção de Natal da Auchan, que decorreu no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha.
– Tem algum plano diferente do habitual para o Natal deste ano?
Vanessa Oliveira – Este ano vou estar a gravar em direto de Óbidos até às 17h30, portanto só vou chegar a casa mesmo perto da hora do jantar. Alguém vai ter de fazer as coisas para mim…
– E isso é tranquilo ou gostaria de intervir mais no processo?
– A minha mãe, a minha sogra e a minha tia tomam conta da ocorrência [risos]. Portanto, vou deixar a mesa preparada, as compras feitas e, quando elas chegarem, tratam de tudo o resto. Claro que preferia lá estar também, mas o meu trabalho é assim. E o que mais importa é o espírito da família.
– O que é que não pode faltar na decoração da sua casa?
– Montes de luzes. Compro imensas, sobretudo desde que se inventaram as luzes com pilhas, que não precisam de estar ligadas à ficha. Tenho luzes por cima do espelho, debaixo na árvore, em cima da lareira, por trás da televisão, há luzes por todo o lado.
– E algum prato natalício que seja indispensável na vossa mesa?
– Adoro bacalhau cozido com grão, cheio de alho cru por cima, e couves. O João não adora, portanto, a minha sogra faz uma espécie de bacalhau com natas para ele. Só não ligo nada aos fritos de Natal…
Foto: D. R.
– Apesar de ser muito doceira.
– Sim, mas não gosto nada de farturas, bolas de Berlim ou fritos de Natal. Gosto de bolo rainha e de lampreia de ovos. Portanto, alimento-me à base destas duas iguarias no Natal. Muito raramente vou a outro tipo de doces. Às vezes a minha irmã também faz o bolo de bolacha que adoro.
– Em relação a presentes, qual foi o mais especial que recebeu e que ainda hoje recorde com carinho?
– Tenho vários de quando era pequenina. Fui filha única até aos 11 anos, e única neta dos dois lados da família, portanto havia sempre pais, avós e tios que se juntavam para me comprar as Barbies que queria, os Nenucos, até baloiços cheguei a receber.
– Os sonhos todos eram concretizados?
– Não éramos ricos, mas eles juntavam-se e conseguiam fazer acontecer. Portanto era sempre uma festa. Ainda hoje a minha mãe guarda as minhas Barbies em sua casa, com as quais a minha filha Diana brinca sempre que lá vai. Mas recebi coisas muito giras, uma BMX – eu era meio maria-rapaz – que adorei.
Foto: D. R.
– E com os seus filhos, como é que gerem a questão dos presentes?
– É raríssimo darmos presentes de Natal aos nossos filhos. Há uns três anos, o João quis comprar uma mesa de mistura para o André, porque ele também gosta de pôr música como pai, e aí comprámos nós. Mas, regra geral, eles fazem uma lista, e nós distribuímos entre os avós, os padrinhos e os tios. Só quando há uma coisa específica que queiramos dar nessa altura, é que damos. De resto, vão recebendo da família. Há sempre muita festa e animação. Temos muitas brincadeiras, jogamos muito e passamos muito bem o tempo.
– Se pudesse passar o Natal em qualquer parte do mundo, onde é que passaria?
– Ai, agora vieram-me as lágrimas aos olhos… Voltava à casa da minha avó paterna, em Lisboa, que foi onde passei o Natal a vida toda. Os natais da BMX, dos baloiços, tudo aconteceu ali. Portanto, há ali muitas boas memórias. O lugar do meu avô nunca foi ocupado, mesmo depois dele morrer, em 2008, e com o falecimento da minha avó, em 2020, acabámos por vender a casa… Ainda fizemos lá um Natal sem a minha avó, mas já era muito estranho. Eu passava os dias naquela casa, o meu avô levava-me à escola, aquela casa era a minha também. E foi sempre a casa do Natal.
“O filme que nunca me canso de ver nesta altura é o Grinch. Acho a história tão gira!”, confessou Paula Lobo Antunes à CARAS, na inauguração da renovada loja GrandOptical do Forum Almada, onde conversámos com a atriz sobre tradições natalícias.
“Ultimamente temos feito sessões de karaoke muito giras. É um momento mágico”, destacou Paula, partilhando sentir saudades do pai nesta época do ano.
“Se pudesse convidar alguém para passar o Natal connosco, convidaria o meu pai, que já não está cá. Faz-me muita falta”, afirmou com emoção. Assista ao vídeo:
O Natal de Paula Lobo Antunes temos feito sessões de ‘karaoke’ muito giras
Sempre com um sorriso e muita simpatia, as conhecidas gémeas da televisão, de 26 anos, estão dedicadas aos projetos profissionais que têm entre mãos. Joana Aguiar encontra-se a gravar a próxima história que irá estrear na SIC, enquanto Inês Aguiar já pode ser vista todos os serões na mais recente trama da TVI. Apesar do ritmo intenso de gravações, garantem que há sempre tempo para estarem juntas e ao lado daqueles que mais amam. Recorde-se que Joana mantém uma relação discreta há dois anos e meio com o ator e cantor Ivo Lucas, de 34 anos, já Inês assumiu este ano o namoro com o futebolista sueco Viktor Gyökeres, de 26. As irmãs e atrizes estiveram nas Carpintarias de São Lázaro, em Lisboa, no jantar de Natal da H&M, que apresenta uma nova coleção de peças e acessórios apropriados às épocas festivas que se avizinham, e contaram em exclusivo à CARAS como vivem esta altura do ano. Ambas estão numa fase feliz e apaixonada e revelam ainda o que mais desejam para o próximo ano.
– Qual o simbolismo do Natal nas vossas vidas?
Joana – É um momento para estar em família, mas como temos a sorte de estar com ela junta muitas vezes, acaba por ser mais um momento. É uma época de encanto, mas sem ser extraordinário.
Inês – É talvez uma das minhas alturas preferidas pelo que representa. Não tem nada a ver com presentes nem com o lado mais materialista que o Natal também tem, mas sim pelo ambiente e pelo espírito que cresce nas pessoas. Espírito esse que deveria existir o ano todo, mas que nesta altura do ano floresce em todos nós um bocadinho mais. Graças a Deus, durante todo o ano a família consegue estar reunida. Então, o nosso Natal é o ano todo. Esta data é só mais uma razão para estarmos juntos.
– Vivem esta quadra de forma muito tradicional em família?
Joana – É uma noite divertida, fora do comum, em que fazemos muitos jogos, vemos filmes e conversamos muito. Temos uma família grande, então juntamo-nos e fazemos coisas diferentes todos os anos. Desta vez decidimos fazer o “amigo secreto” em família pela primeira vez. Vai ser uma dinâmica diferente.
Inês – Todos os anos digo que vou comprar os presentes com antecedência e não o faço. Mais uma vez, ainda não comecei a comprar nada.
– Guardam memórias de quadras que tenham sido especiais?
Joana – O ano em que a minha avó foi buscar um cão bebé. Foi um Natal ainda mais especial.
Inês – Os Natais quando os meus primos eram mais pequeninos ou de quando a minha irmã mais nova era mais pequenina. Bebés e crianças trazem outra alegria à casa. Recordo com muito carinho nesses anos.
Foto: Luís Coelho
– A Joana está a gravar a próxima novela da SIC [com o título provisório Fugir do Destino]. Como está a ser o regresso ao trabalho?
Joana – Não fazia novela há mais de um ano. É uma nova personagem que me tira da minha zona de conforto, num registo completamente diferente e interessante. Está a ser um grande desafio. Ela faz parte de uma família muito tradicional, conversadora, com conceitos predefinidos. Muito diferente da minha realidade. Está a ser muito bom e estou a trabalhar com quem nunca tinha contracenado. Sinto que aprendo sempre muito com as pessoas novas com quem me cruzo em trabalho.
– A Inês integra o elenco de A Fazenda, que já estreou na TVI, e onde interpreta uma vilã. Está a ser um grande desafio?
Inês – Foi um grande presente! É com muito entusiasmo que estou a abraçar esta personagem [Mafalda]. Tenho contracenado com atores incríveis e espero que, daqui em diante, a história apaixone os portugueses.
– Como se preparam para iniciar gravações, sabendo que as novelas são sempre uma jornada de trabalho exaustiva e longa?
Joana – Tenho aprendido a organizar ao máximo (e melhor) a minha vida antes de começar uma novela. Coisas do dia a dia que depois ficamos com menos tempo para fazer. De resto, acho que faço tudo com normalidade. Consigo arranjar sempre tempo para treinar, para estar com as pessoas de quem gosto. Desde cedo fui aprendendo a fazer essa gestão de prioridades. Quando estou num projeto dedico-me muito e preciso de estar bem para isso. E, para tal, também tenho de conseguir estar perto das pessoas de quem gosto. Gerir tudo é difícil, mas é importante.
Inês – Há que definir prioridades de semana a semana, conforme vão mudando os nossos horários. É assim que me organizo. Claro que durante a semana é sempre mais complicado ir a jantares porque no dia seguinte gravamos cedo. Mas acredito que com disciplina consegue-se tudo.
– Estão a gravar as histórias que são rivais na antena da SIC e TVI. Falam muito sobre isso?
Joana – Já não é a primeira vez que acontece. Estive a gravar Amor, Amor e a Inês Bem Me Quer. Mas não, não nos sentamos a conversar muito sobre isso. Mais no dia a dia, pedimos conselhos e opiniões uma à outra. Em nossa casa vivemos tudo com tranquilidade e o trabalho não é muitas vezes tema de conversa. Claro que não fica fora dos assuntos, mas levamos isso de forma muito natural.
Inês – Quando alguma de nós está a começar um projeto novo, há alturas em que até falamos mais sobre trabalho, mas depois não.
Foto: Luís Coelho
– Como estão a viver esta fase das vossas vidas? E que balanço fazem deste ano?
Joana – Estou muito bem e feliz. Acho que foi um ano importante para estudar, dedicar-me à minha formação, para viajar e conhecer outras realidades, para perceber melhor o que me faz bem ou o que me faz falta. Estou muito feliz por voltar a trabalhar num projeto tão bonito como o que estou a fazer. Desejo que o próximo ano traga projetos ainda mais desafiantes e que eu consiga equilibrar sempre tudo da forma que estou a conseguir fazer.
Inês – Está a ser um ano encantador, espero que assim seja até ao fim e que continue assim no próximo. Sinto-me grata por tudo o que se passou.
– As pessoas têm falado muito da Inês, nomeadamente pela relação amorosa com o futebolista sueco Viktor Gyökeres. Isso incomoda-a de alguma forma?
Inês – Não… Não ligo. Ninguém vai viver a minha vida por mim, não é? Só eu. Ninguém sabe o que se passa realmente. Estou dedicada a mim, ao trabalho e muito feliz.