Nesta quinta-feira, 18 de junho, durante mais uma edição do ‘Dois às 10′, na TVI, a apresentadora Cristina Ferreira (48) esteve acompanhada por comentadores como Cinha Jardim (69) para analisar os assuntos mais comentados do momento — e, claro, o pedido de casamento de Carolina Braga (30) não passou ao lado. Contudo, os comentários tecidos pela apresentadora não foram nada bem recebidos pela ex-concorrente do Big Brother.

A apresentadora da TVI começou por questionar a autenticidade dos pedidos de casamento “perfeitos”, levantando a suspeita de que muitos destes momentos são, na verdade, ensaiados e combinados de antemão para serem partilhados nas redes sociais. Cristina Ferreira não escondeu a sua opinião: “Estes vídeos são muito lindos, mas elas estão sempre vestidas de branco quando são pedidas. Não é assim tão surpresa. Lindo é uma pessoa estar no supermercado e, na caixa, estar o noivo a pedi-la em casamento. Isso, sim, é um pedido. Agora, têm sempre as unhas arranjadas. Desculpem lá, mas há aqui alguma coisa.”

Carolina Braga ao lado do namorado – Reprodução: Instagram

A resposta de Carolina Braga

Carolina Braga, ex-concorrente do Big Brother 2025, tinha partilhado recentemente nas suas redes sociais o vídeo do momento em que foi pedida em casamento pelo agora noivo, Diogo Ramos. Recorde-se que o casal já estava junto antes mesmo de a jovem entrar na casa mais vigiada do país.

Em resposta às declarações de Cristina Ferreira e da comentadora Cinha Jardim, Carolina recorreu às suas redes sociais, onde publicou um vídeo a responder de forma irónica aos comentários feitos durante o programa: “Desculpa, Cristina. Já percebi que no supermercado é que era bonito, noutro sítio, noutra circunstância é que era bonito, noutra cor é que era bonito.”

Ao defender-se das críticas sobre as unhas “arranjadas” e o vestido branco usado no vídeo, Carolina justificou-se: “Por acaso estava de branco porque fui de férias dois dias com o meu noivo, e a verdade é que todas as roupas que escolhi, dias antes de ir, foram todas brancas. E, desculpa outra vez, estou com as unhas arranjadas. Por acaso, normalmente ando sempre com elas arranjadas: primeiro porque o meu trabalho assim o exige, e depois porque há uma coisa que costumo fazer, que é uma manutenção rápida.”

Cinha Jardim também não escapa à resposta de Carolina Braga

Nem mesmo Cinha Jardim escapou de uma resposta da jovem. Durante o programa, a comentadora também havia comentado sobre o pedido de casamento partilhado pela ex-concorrente da casa mais vigiada do país, sugerindo que o momento poderia ter sido “combinado”.

Em tom irónico, Carolina não deixou a sugestão sem resposta: “Ó Cinha, a única coisa que foi combinada foi entre o meu noivo e o meu irmão, que ficou a tomar conta dos meus animais. De resto, não houve mais nenhuma combinação para que isto acontecesse. Não foi nada combinado — pelo menos comigo não foi. Se foi contigo, olha, obrigada por não me teres contado.”

Para António Rosa (67), o mediatismo da sexta temporada de Casados à Primeira Vista não terminou quando as câmaras se desligaram. Pelo contrário, o algarvio viveu, fora do programa, aquele que descreve como “o maior trauma” da sua vida. Em entrevista exclusiva à TV 7 Dias, o ex-concorrente expôs um conflito familiar extremo que culminou com uma detenção que garante ter sido uma “cilada”.

Tudo aconteceu num dia comum, enquanto António se deslocava ao Mercado Municipal de Faro. Sem qualquer aviso, foi intercetado por quatro elementos da investigação criminal à paisana. O motivo da detenção? Uma denúncia grave, que o acusava de posse de droga e armas.

Fui preso como o pior criminoso do mundo”, confessa, visivelmente abalado. O que se seguiu foi uma noite de angústia nas instalações da PSP. Segundo o ex-concorrente, a burocracia do sistema — nomeadamente o facto de a juíza de instrução criminal já ter encerrado o expediente — obrigou-o a passar a noite numa cela prisional.

António descreve com revolta o protocolo de detenção, que incluiu a revista pessoal integral. “Tive de me despir nu à frente de três polícias. Até os óculos me tiraram”, recorda, sublinhando que, após as buscas exaustivas às suas propriedades e veículos, nada foi encontrado. Foi libertado sem qualquer acusação, provando-se a inexistência de qualquer crime.

A guerra contra o filho

No centro desta história está uma rutura familiar dolorosa. António Rosa aponta o dedo ao próprio filho, acusando-o de ter forjado a denúncia caluniosa numa tentativa deliberada de o prejudicar. A mágoa é profunda e levou ao corte de relações definitivo.

É duro quando um filho destrata um pai assim. É uma dor comparável à morte de um filho”, desabafa o algarvio, que lamenta ainda estar privado de conhecer os dois netos. Atualmente, o caso segue os trâmites legais, com António a avançar com um processo contra o filho por denúncia caluniosa e difamação, tendo sido aconselhado pelas autoridades a manter total afastamento.

A polémica saída do programa

Para além do calvário judicial, António Rosa mantém-se firme na sua versão sobre a saída do reality show da SIC. Enquanto surgiram relatos de uma alegada expulsão após um comportamento agressivo para com a equipa de produção em Palma de Maiorca, o algarvio insiste que a decisão de abandonar a experiência foi sua e de livre vontade.

Entre a dor da perda familiar e a luta nos tribunais, António Rosa tenta agora virar a página de um período que, garante, mudou a sua vida para sempre.

 

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A família real da Noruega vive um período de extrema fragilidade. Na mesma semana em que o filho mais velho da Princesa Herdeira Mette-Marit (52), Marius Borg Høiby (29), viu ser proferida a sentença de quatro anos de prisão — na sequência de um processo que envolveu 34 acusações, incluindo duas por violação —, o Palácio Real anunciou que a futura rainha foi submetida a um transplante de pulmão.

A cirurgia, considerada de elevado risco, foi bem-sucedida, mas o estado de saúde de Mette-Marit continua a exigir cautela, mantendo a Princesa sob cuidados intensivos no Hospital Nacional de Oslo (Rikshospitalet) por tempo indeterminado.

Para Marius Borg Høiby, que se encontra a cumprir pena na prisão de Ila, a situação tem sido descrita como “insuportável”. Antes de conhecer a sentença, o jovem de 27 anos chegou a pedir a sua libertação, alegando que a incerteza sobre o tempo de vida da mãe era uma tortura psicológica. “É difícil pensar que, a cada domingo que nos vemos, pode ser a última vez que a vejo. Nunca sei quando um pulmão para transplante vai aparecer“, desabafou à época.

Marius Borg Høiby e Mette-Marit - Foto_ Getty Images
Marius Borg Høiby e Mette-Marit – Foto_ Getty Images

O segredo que rodeia o hospital

A imprensa norueguesa, nomeadamente o jornal Se og Hør, tem avançado com detalhes sobre a logística montada em redor do hospital. Segundo relatos, terá sido ativado um dispositivo de segurança discreto para permitir movimentações sob absoluto sigilo, utilizando entradas secundárias do complexo hospitalar. O objetivo seria evitar o escrutínio público e mediático num momento em que a família procura, acima de tudo, a privacidade.

A equipa jurídica de Marius Høiby, que já confirmou a intenção de recorrer da sentença, mantém-se em silêncio sobre a possibilidade de concessão de autorizações especiais para estas deslocações ao hospital.

A Noruega observa com cautela o desenrolar deste drama que mistura a esfera judicial e a vida privada de uma das casas reais mais próximas do povo. Enquanto a Princesa recupera, a questão que permanece no ar é como a instituição monárquica irá gerir a dualidade entre a rigidez da justiça e a necessidade de amparo humano num momento de vida ou morte.

O lançamento de um novo produto da marca de Helena Coelho está a gerar forte discussão nas redes sociais. O que começou por ser uma crítica à composição do grupo de convidadas presentes num evento promovido pela influenciadora rapidamente evoluiu para um debate mais amplo sobre inclusão, diversidade e responsabilidade social das marcas.

A polémica ganhou visibilidade depois de Geovana Rodrigues (26) partilhar um vídeo nas redes sociais onde questionava a reduzida presença de mulheres negras no encontro organizado para apresentar a novidade da marca. A criadora de conteúdos defendeu que as empresas devem assumir uma postura activa na promoção da diversidade e não limitar-se a processos de selecção considerados neutros, sobretudo quando está em causa a representatividade de diferentes comunidades.

Geovana Rodrigues – Foto: Reprodução / Instagram

Perante as críticas, Helena Coelho (33) respondeu através das redes sociais, esclarecendo que as cerca de 30 participantes presentes no evento foram seleccionadas de forma aleatória a partir de uma base de dados de seguidoras. A influenciadora garantiu ainda que a escolha não teve em consideração a cor da pele das convidadas e sublinhou que nunca olha para as pessoas sob essa perspetiva.

Contudo, a explicação acabou por alimentar ainda mais a discussão, levando o tema até à Passadeira Vermelha, da SIC Caras, onde os comentadores analisaram os vários ângulos da controvérsia.

Helena Coelho durante o evento que deu origem à controvérsia — Foto: Reprodução/Instagram

Debate divide opiniões em estúdio

Filipa Torrinha Nunes (37) considerou que a principal questão deixou de estar relacionada com a composição inicial do evento e passou a centrar-se na forma como Helena Coelho reagiu às críticas. “Ela ataca e é arrogante”, comentou. Na sua opinião, a resposta da influenciadora foi excessivamente defensiva e pouco receptiva à reflexão levantada por parte do público.

Durante a sua intervenção, a comentadora argumentou ainda que todas as pessoas transportam preconceitos e referências culturais adquiridas ao longo da vida, defendendo que reconhecer essas limitações é um passo essencial para promover mudanças e construir uma sociedade mais inclusiva. “Não apenas essa empresa, mas as marcas tentem representar um bocadinho de todas as pessoas, olhando sim a cor da pele, para representar mais pessoas”, concluiu.

David Motta (40) reconheceu mérito nas questões levantadas por Geovana Rodrigues, embora tenha admitido algumas reservas relativamente à forma como a mensagem foi transmitida. Ainda assim, foi mais longe na sua reflexão e defendeu que o racismo estrutural continua presente na sociedade. “E não há pessoas brancas não racistas. Todos nós, quer queiramos quer não, infelizmente somos racistas“, afirmou.

Uma discussão que ultrapassa o caso concreto

A controvérsia em torno de Helena Coelho acabou por ultrapassar largamente o evento que lhe deu origem. O debate passou a centrar-se na forma como as marcas abordam a diversidade e na responsabilidade que figuras públicas com grande influência digital têm na promoção de uma representação mais abrangente da sociedade.

Enquanto as opiniões continuam divididas nas redes sociais, o caso demonstra que as questões relacionadas com inclusão e representatividade permanecem entre os temas mais sensíveis do universo digital. A situação voltou a evidenciar a crescente exigência do público perante marcas e criadores de conteúdos, num momento em que a diversidade é cada vez mais vista como um factor essencial de credibilidade e proximidade junto das comunidades que procuram alcançar.

O Royal Ascot é, por tradição, uma montra de cores vibrantes, chapéus extravagantes e elegância diurna. Contudo, este ano, a Duquesa de Edimburgo (61) decidiu seguir um caminho distinto. Ao lado do marido, o Príncipe Edward (62), Sophie surgiu com um clássico vestido preto de mangas bufantes da Suzannah London, combinando-o com acessórios brancos num visual monocromático.

Embora o modelo cumpra todos os requisitos exigidos pelo rigoroso código de vestimenta de Ascot — saia midi, decote discreto e chapéu —, a escolha da cor levantou questões. O preto, na tradição real, está historicamente reservado para períodos de luto ou eventos de gala noturnos.

A opção de Sophie contrastou de forma notória com as escolhas vibrantes de outros membros da família real, como a Princesa de Gales (44), que optou por um tom amarelo-limão. O contraste foi imediato e o impacto visual, inevitável, especialmente considerando que, dias antes, na cerimónia da Ordem da Jarreteira, a Duquesa tinha exibido um traje de tons suaves, muito mais alinhado com o espírito veranil.

 

A história por detrás do preto real

A resistência da monarquia ao uso do preto em contextos diários não é acidental. O tema remete para episódios marcantes da história britânica, como a famosa reação do Rei Charles III (77) ao ver a Princesa Diana (1961-1997) num vestido preto em 1981 — “Só quem está de luto usa preto!” — ou o protocolo rigoroso que obriga os membros da realeza a viajarem sempre com um traje negro na bagagem.

Esta regra tornou-se absoluta em 1952, após a morte do Rei George VI (1895-1952). Na altura, a então Princesa Elizabeth II (1926-2022) encontrava-se no Quénia e não tinha roupa adequada para o desembarque em Londres, tendo de esperar que lhe levassem um conjunto apropriado ao avião. Como explica a correspondente real Danielle Stacey (36), esta precaução visa garantir que a família real esteja sempre preparada para qualquer eventualidade, evitando uma situação de vulnerabilidade protocolar.

Apesar do peso da tradição, a realeza contemporânea tem vindo a flexibilizar estas normas. Se, na era vitoriana, o luto era um processo longo e rígido, a família real moderna adota períodos de luto muito mais curtos — habitualmente cerca de duas semanas.

Sophie de Edimburgo, ao escolher este conjunto preto e branco, parece ter preferido a elegância intemporal à superstição, reafirmando que, mesmo dentro da tradição, há espaço para uma interpretação moderna da moda. Ainda assim, no mundo dos royals, cada peça de roupa é uma mensagem, e o preto em Ascot será, sem dúvida, um dos momentos mais comentados da edição deste ano.

Palavras-chave

A contagem decrescente para Coração de Mãe, a próxima aposta da ficção da TVI já começou e Fernanda Serrano (52) é um dos nomes que promete dar que falar. A atriz, um dos rostos mais queridos do público português, recorreu às redes sociais para levantar a ponta do véu sobre a sua próxima personagem, a Madalena, que promete entrar nas casas dos portugueses logo após o verão.

Com a energia que lhe é característica, Fernanda Serrano confirmou que a preparação para o projeto está em ritmo acelerado. “A minha Madalena que será vossa depois do verão já está a bombar!”, partilhou com os seguidores, acompanhando a mensagem com um vídeo onde exibe o seu novo visual.

A mudança de imagem, essencial para a construção da personagem, não passou despercebida e os fãs foram rápidos a reagir, deixando vários elogios à nova estética da atriz.

Um ‘spoiler’ que promete confundir

Para além da mudança de estilo, Fernanda Serrano quis deixar um tempero extra no segredo da trama. Entre os vários detalhes que foram sendo desvendados, a atriz revelou uma curiosidade que deixou os seguidores intrigados: a Madalena será professora de Português.

Ah, e para vos confundir… ela é professora de Português”, escreveu, com um emoji sugestivo, aumentando assim a curiosidade em torno da personalidade desta nova figura. Será a Madalena uma docente rigorosa ou terá uma faceta oculta que promete surpreender o público?

Uma coisa é certa: o regresso de Fernanda Serrano à ficção da TVI é um dos momentos mais aguardados para a rentrée televisiva. Com um novo look e uma profissão que promete trazer mistério ao enredo, a Madalena já está a gerar grandes expectativas entre os espectadores.

Um simples almoço de Thanksgiving acabou por dar origem a uma das conversas mais delicadas do quarto episódio de Patrocínio, da Prime Video. Durante o encontro familiar, Gonçalo Uva (41), marido de Carolina Patrocínio (39), abordou o tema da relação entre avós e netos, desencadeando uma reflexão que levou a apresentadora a admitir algum desconforto perante as opiniões do companheiro.

Tudo aconteceu quando a conversa à mesa se centrou na forma como diferentes gerações vivem a experiência da avosidade. Enquanto alguns familiares destacavam a importância de manter uma vida ativa, conciliando trabalho, viagens e projetos pessoais, Gonçalo defendeu que uma presença mais constante dos avós pode proporcionar experiências únicas aos netos.

O comentário levou inevitavelmente a uma comparação com Teresa Vieira de Almeida, mãe das irmãs. Sem esconder a sua opinião, Gonçalo afirmou que os seus filhos poderão não viver as mesmas experiências que outras crianças têm com os avós mais presentes no dia a dia.

A observação acabou por merecer uma resposta sincera de Carolina. Em depoimento gravado para o programa, a apresentadora confessou que, por vezes, sente que o marido tem dificuldade em aceitar que a sua mãe não corresponda ao modelo de avó que ele idealiza. “O Gonçalo parece-me, às vezes, que lida mal com o facto da minha mãe não ser a avó que ele gostava que fosse”, afirmou.

Carolina fez ainda questão de defender Teresa Vieira de Almeida, sublinhando que a proximidade emocional não depende necessariamente da convivência diária. A apresentadora recordou que as filhas mantêm uma relação próxima com a avó, apesar de esta nunca ter assumido um papel tradicional de acompanhamento permanente.

Carolina Patrocínio – Foto: Reprodução / Instagram

Visões diferentes sobre a família

A conversa acabou por expor um tema cada vez mais presente em muitas famílias: o equilíbrio entre a vida pessoal dos avós e a dedicação aos netos. Enquanto algumas pessoas defendem uma presença quase diária, outras consideram que é possível construir laços fortes sem abdicar da independência conquistada após décadas dedicadas à família e à carreira.

Sem gerar uma discussão aberta, o momento destacou uma diferença de perspetivas dentro da própria família Patrocínio e revelou um lado mais íntimo da relação entre Carolina e Gonçalo. Entre brincadeiras e reflexões, o episódio mostrou que nem sempre existe uma fórmula única para viver os laços familiares, sobretudo quando entram em cena diferentes expectativas sobre o papel dos avós.

A vida de Ana Barbosa (46) tem sido marcada por uma batalha silenciosa e persistente. A mãe da antiga concorrente do Big Brother enfrenta, há já algum tempo, uma doença oncológica, um tema sobre o qual Ana Barbosa se abriu num momento de grande honestidade.

Questionada sobre o estado de saúde da progenitora, a vencedora do reality show da TVI não esconde a angústia, revelando que a situação clínica é delicada. “Ela está mais ou menos. Já teve dias melhores, outros piores… O cancro nos ossos estagnou, mas não sei até que ponto é que… [pausa]“, partilhou em declarações à SELFIE.

A incerteza sobre o futuro é, talvez, o peso mais difícil de carregar. “Vamos ver quanto tempo mais é que as coisas funcionam. Não sei até que ponto é que aquilo vai durar muito tempo”, admitiu, visivelmente hesitante.

Respeitar o tempo da mãe

Embora esclareça que a mãe não se encontra numa fase de declínio imediato, Ana Barbosa confessa que existem “momentos muito complicados“. Perante esta realidade, a estratégia da filha tem sido a do respeito pelo espaço e pela autonomia da mãe.

Quando ela quer estar, estamos juntas. Porque eu também não gosto de ser a pessoa que pressiona”, explica. Para a antiga estrela da TVI, o segredo da relação atual reside na compreensão mútua: “Pressionar faz com que ela tenha de estar connosco e, muitas vezes, ela não está bem para isso. Por isso, tento não pressionar, como ela também não o faz. Nisso, compreendemo-nos muito bem.”

O papel fundamental da neta

Num cenário tão complexo, a neta surge como uma luz de esperança e um pilar de motivação para a avó. Ana Barbosa acredita que o regresso a Portugal trouxe um novo fôlego à mãe, muito devido à proximidade com a criança.

Contudo, a doença traz limitações que são difíceis de gerir emocionalmente. “A minha mãe não consegue ser a avó que queria ser. Aquela avó que corre, que vai buscar o brinquedo… E isso é algo que, se calhar, uma criança ainda não consegue perceber, porque é muito cedo para lhe explicar”, conclui, revelando a dor de ver a mãe impossibilitada de viver a plenitude do seu papel de avó.

Palavras-chave

Há histórias da realeza que parecem saídas da ficção. A de Alexandre I da Grécia é uma delas. Em outubro de 1920, o jovem monarca, então com apenas 27 anos, sofreu ferimentos depois de tentar separar uma luta entre o seu cão de estimação e um grupo de macacos nos jardins da residência real de Tatoi, nos arredores de Atenas. O episódio, aparentemente banal, acabaria por ter consequências devastadoras.

Na sequência do ataque, Alexandre sofreu várias mordidas. Embora os ferimentos não tenham sido considerados alarmantes num primeiro momento, os dias seguintes revelaram um cenário bem mais preocupante. A infeção espalhou-se pelo organismo e evoluiu para septicemia, uma condição grave que, numa época em que os antibióticos ainda não existiam, deixou os médicos praticamente sem opções.

Durante semanas, o rei lutou pela vida. Chegou a ser discutida a possibilidade de amputar a perna afetada, mas a decisão nunca avançou. O seu estado agravou-se progressivamente até à morte, a 25 de outubro de 1920. O episódio chocou a Europa não apenas pelo caráter insólito da tragédia, mas também porque Alexandre vivia um dos momentos mais felizes da sua vida pessoal.

Alexandre da Grécia – Foto: Coleção Real RCIN 2365086

Um amor que desafiou a Coroa

Ao contrário de muitos membros da realeza da sua época, Alexandre apaixonou-se por uma mulher sem origem real. O casamento com Aspasia Manos provocou polémica na corte grega e foi recebido com resistência por vários setores da monarquia.

Ainda assim, o casal manteve-se unido. Quando o rei morreu, Aspasia estava grávida. A filha de ambos, Alexandra da Grécia, nasceu meses depois da tragédia e nunca chegou a conhecer o pai.

A história de amor entre Alexandre e Aspasia continua a ser recordada como uma das mais marcantes da monarquia grega, marcada pela discrição, pela resistência às convenções e por um desfecho profundamente emotivo.

A tragédia que mudou a História

O impacto da morte do jovem rei foi muito além do drama familiar. Alexandre ocupava o trono numa fase particularmente delicada para a Grécia, em pleno contexto das tensões que se seguiram à Primeira Guerra Mundial.

A sua morte abriu caminho ao regresso do pai, o rei Constantino I, ao poder, provocando uma mudança significativa no cenário político do país. Diversos historiadores defendem que os acontecimentos desencadeados por essa sucessão contribuíram para decisões que acabariam por conduzir a uma das maiores crises da história moderna da Grécia.

A dimensão das consequências foi tal que Winston Churchill viria mais tarde a afirmar que a mordida daquele macaco teve repercussões muito para além da vida do jovem soberano.

Mais de cem anos depois, o caso continua a fascinar historiadores e admiradores da realeza. Não somente pela forma inesperada como tudo aconteceu, mas porque recorda como um acontecimento aparentemente insignificante pode alterar destinos individuais e até o rumo de uma nação inteira.

Entre o dever, o amor e uma tragédia improvável, Alexandre I permanece como uma das figuras mais singulares da história das monarquias europeias.

 

 

Portugal entrou em campo para a sua estreia na fase de grupos do Campeonato do Mundo de 2026, num jogo contra a República Democrática do Congo, nesta quarta-feira, 17 de junho. O resultado terminou em 1-1, num empate amargo que não foi bem recebido por grande parte da torcida portuguesa.

A seleção portuguesa entrou em campo no Houston Stadium, no Texas (EUA), entrando como clara favorita na partida contra a RD Congo, que disputava uma fase de grupos de um Mundial pela última vez desde 1974 — há 52 anos.

O favoritismo foi confirmado ainda no início da partida, aos 6 minutos do primeiro tempo, quando o médio João Neves (21) abriu o marcador para a equipa das quinas. Contudo, ainda antes do intervalo, Yoane Wissa (29) empatou para a seleção africana, dando início a um jogo equilibrado e disputado até aos minutos finais, sem que nenhuma das duas equipas conseguisse levar a vitória de vencedora.

Cristiano Ronaldo em Portugal x Congo – Imagem: Lars Baron/Getty Images

Naquela que poderá ser a sua “última dança” num Mundial, Cristiano Ronaldo (41) teve todos os olhares postos em si. As expectativas do público apontavam para, no mínimo, um golo do capitão da seleção portuguesa. No entanto, o avançado teve uma exibição morna, sem grandes participações ao longo da partida.

Numa publicação no Instagram, o craque português desabafou e lamentou o resultado, mas garantiu que ainda há muito pela frente nesta caminhada: “Não era o arranque que queríamos, mas isto está longe de ter acabado. Cabeça levantada e foco no próximo jogo.”

Aos 41 anos, esta deverá ser a última participação de Cristiano Ronaldo num Campeonato do Mundo, competição em que ainda procura o tão almejado título que falta na sua extensa coleção de troféus conquistados ao longo da carreira. Agora, a seleção portuguesa prepara-se para enfrentar o Uzbequistão — que fará a sua estreia ainda hoje na competição, frente à seleção da Colômbia — na próxima terça-feira, dia 23 de junho.