A vida de Gabriela Barros mudou no dia 26 de agosto de 2023, quando deu à luz Laura, a sua primeira filha, fruto do seu relacionamento com o ator e encenador brasileiro Miguel Thiré. Poucos meses após o nascimento da filha, já estava de volta ao trabalho e neste momento encontra-se com vários desafios profissionais em mãos. Em conversa com a CARAS, confessa que não tem sido fácil gerir tudo. “É difícil conciliar a carreira com a maternidade. Felizmente tenho tido muita ajuda, porque senão seria impossível continuar com este ritmo de trabalho com uma filha de 9 meses e meio. Sendo nós os dois atores, não é fácil, principalmente devido aos nossos horários, porque ora trabalhamos de dia, ora de noite, nenhum de nós tem um horário dito normal”, explica.
“Sendo nós os dois atores, não é fácil, devido aos nossos horários, porque ora trabalhamos de dia, ora de noite.”
Felizmente, a dupla de atores tem conseguido apoiar-se na sua rede familiar e, ao mesmo tempo que lida com as dificuldades decorrentes da agitação dos dias, Gabriela está deliciada com a sua condição de mãe. “A maternidade preenche-me muito, ainda estou a navegar por tudo isto, a descobrir e a tentar gerir emoções. Há dias desesperantes, outros mais apaziguantes, há dias muito felizes, outros tramados, mas sim, é maravilhoso. E tudo aquilo que me disseram – o bom e o mau – é verdade”, reconhece.
A atriz, de 35 anos, já mostrou o rosto da filha nas redes sociais, mas tem optado por ser comedida na exposição pública. “Eu sempre fui assim como sou agora e desde o aparecimento das redes sociais que nada mudou na minha postura. O mundo mudou, mas eu não acompanhei essa mudança. Nunca falei muito da minha vida privada, nunca puxei por esse assunto e sempre fui reservada q. b.. Não escondo o meu namorado nem a minha filha, mas também não tenho intenção de expô-los todos os dias na Internet”, justifica.
Gabriela Barros
A conversa com Gabriela Barros decorreu na apresentação à imprensa da nova temporada de espetáculos do Teatro da Trindade, em Lisboa, à qual compareceu uma vez que integrará uma das produções. “Vou fazer parte do novo elenco de Sonho de uma Noite de Verão. A peça só volta à cena em fevereiro e estou muito entusiasmada, porque sei que é um espetáculo vencedor. Vi a peça, adorei, amei. Vou ficar com o papel que era da Sara Matos, sou fã do trabalho dela, mas a ideia do Diogo [Infante] é que faça o papel recriando-o à minha maneira e dentro do meu universo”, adianta. Este é apenas mais um musical para a carreira da atriz, que ainda tem em cena a peça Mães, no Teatro Villaret, em Lisboa, e cujo balanço é muito positivo, e está também a trabalhar numa produção do mesmo género, mas sobre a qual não pode ainda adiantar grandes informações. “Antes de ser atriz sempre quis ser cantora, tive uma banda durante algum tempo e cantar é algo que adoro fazer, por isso, quando há propostas que impliquem cantar fico sempre muito feliz”, revela.
Ingredientes
• 100 g de macarrão de arroz • 200 g de camarão (ou outra proteína, como frango) • 100 g de vegetais variados (cenoura, beringela, etc.) • 50 g de brócolos pré-cozidos • 30 g de cebola • 30 g de alho-francês • 20 g de alho • Sal e pimenta q. b. • 30 ml de azeite • 20 ml de molho inglês • 20 ml de molho de ostra • 20 ml de molho teriyaki • 20 ml de geleia de cupuaçu (ou geleia de abacaxi)
Preparação
Preparar um caldo de legumes cozinhando, em água a ferver, cenoura, cebola, salsa e alho-francês. Coar o caldo. Voltar a levar ao lume e, assim que começar a ferver, desligar o lume e adicionar o macarrão. Deixar na água quente enquanto se preparam os vegetais e o camarão. Aquecer o azeite numa frigideira e adicionar a cebola, o alho-francês e o alho. Refogar até ficarem macios. Acrescentar os vegetais cortados em juliana (cenoura, beringela), juntar os brócolos e, de seguida, os camarões limpos. Quando tudo estiver cozido e ainda crocante, juntar os molhos (inglês, de ostra e teriyaki) e misturar bem. Por fim, adicionar a geleia de cupuaçu (ou de abacaxi) e mexer até que todos os ingredientes estejam revestidos com o molho. Escorrer o macarrão e adicioná-lo à frigideira com os vegetais e camarão. Misturar tudo delicadamente até que o macarrão esteja completamente envolto no molho e nos ingredientes. Servir.
por “chef” Natacha Fink Restaurante Palaphita Cascais
Decorar a casa com peças às riscas pode ser uma solução para criar um ambiente único e cheio de estilo. Este padrão versátil e dinâmico permite combinações infinitas que podem transformar qualquer espaço, trazendo vida e personalidade aos ambientes. Decorar às riscas
Numa sala de estar umas almofadas com riscas vão contrastar com um sofá neutro, criando assim a dinâmica decorativa. Num quarto a colcha às riscas pode adicionar a dose de estilo pretendido, equilibrando o ambiente com toques de cor e textura. Decorar às riscas
O segredo está em saber equilibrar. Se optar por riscas largas, estas podem ser usadas em grandes peças de mobiliário, como sofás ou tapetes, para dar uma sensação de amplitude ao espaço. Já as riscas mais finas são perfeitas para detalhes e acessórios, como cortinas ou toalhas, permitindo uma abordagem mais subtil, mas igualmente eficaz. Decorar às riscas
Uma dica interessante é misturar diferentes tamanhos e orientações das riscas. Por exemplo, combine riscas verticais nas cortinas com riscas horizontais nas almofadas, criando um efeito visualmente estimulante e dinâmico. E não se esqueça das cores! As riscas multicoloridas podem dar um toque divertido e ousado, enquanto as riscas em tons neutros proporcionam sofisticação e elegância.
Não tenha medo de experimentar e deixar a criatividade fluir. A decoração com riscas é uma tendência que nunca sai de moda e permite personalizar cada canto da casa. Quer esteja a renovar a sala de estar, o quarto ou mesmo a cozinha, as riscas são uma escolha infalível para quem deseja um ambiente cheio de charme e estilo. Decorar às riscasNão tenha medo de experimentar e deixar a criatividade fluir. A decoração com riscas é uma tendência que nunca sai de moda e permite personalizar cada canto da casa. Quer esteja a renovar a sala de estar, o quarto ou mesmo a cozinha, as riscas são uma escolha infalível para quem deseja um ambiente cheio de charme e estilo.
Foi na qualidade de diretor artístico do Teatro da Trindade, em Lisboa, que Diogo Infante revelou à comunicação social o programa da nova época do teatro lisboeta, que arranca a 12 de setembro. “Vem aí uma grande temporada de espetáculos, com textos fantásticos, alguns originais. Acho sobretudo que é uma programação eclética, de qualidade, e que permite corresponder aos nossos vários públicos”, explicou. A produção que vai abrir a rentrée, Telhados de Vidro, um texto de David Hare, fala sobre relações e terá Diogo Infante na pele de um dos protagonistas. “É a história de um homem mais velho – que sou eu – com uma mulher mais nova [papel da atriz Benedita Pereira]. É uma relação amorosa proibida e que mostra dois pontos de vista sobre a sociedade em que se inserem”, revelou.
Foto: José Oliveira
A par deste projeto, cujos ensaios começam a 22 de julho, terá as gravações de uma novela. “É uma produção da TVI, cujo título não sei qual é, nem nada em concreto sobre a minha personagem. Sei apenas que as gravações arrancam em agosto e que será seguramente um papel desafiante”, contou. Por isso mesmo, Diogo Infante já fez as malas e vai gozar um período de descanso antes de se embrenhar no trabalho. “Vou agora de férias. Serão uns dias em família e ficarei em Portugal. Este ano começo as férias mais cedo para depois estar disponível para os ensaios”, explicou.
Quando contou aos pais que ia abdicar do seu emprego seguro no programa das manhãs da estação de Queluz de Baixo para seguir a sua verdadeira ambição profissional, disseram-lhe que só podia estar louca por estar a pôr de lado aquilo que era o sonho de tanta gente: trabalhar em televisão. Só que muito mais do que a visibilidade pública e o dinamismo das reportagens, era a paixão pelas viagens que preenchia Catarina Duarte, de 43 anos. Por isso, há seis anos lançou-se nesse desafio, em grande parte graças à apresentadora Cristina Ferreira, de quem é muito amiga e que foi quem mais a incentivou a abrir o seu próprio negócio.
– Como é que começou esta aventura de abrir uma empresa de viagens?
Catarina Duarte – O ponto de partida foi o enorme prazer e a grande paixão que tenho por viajar. Quando comecei a trabalhar na TVI, onde estive 13 anos, tomei o gosto pelas viagens. Eu e um colega meu estávamos sempre de malas feitas e a planear a próxima aventura. Trabalhava muito e acumulava folgas para depois ir para fora durante um mês. Por volta de 2016, decidi criar um blogue, o Free Mind Travel, onde contava as minhas viagens. E tudo começou aí. Mais tarde, tirei uma licença sem vencimento e acabei por deixar a televisão para me dedicar a este sonho a 100%.
– Fale-nos um pouco do seu percurso profissional, antes de se iniciar na área do turismo.
– Licenciei-me em Comunicação Social com especialização em jornalismo na Escola Superior de Educação, em Setúbal. Durante o curso fiz dois estágios no Correio da Manhã, na parte da agenda, e tinha como funções ligar para os bombeiros, para a polícia, para saber as ocorrências. No fim do curso fiz um estágio de seis meses na SIC e estive no arranque da SIC Notícias. Entretanto, nessa altura namorava com o Luís Maia [repórter do programa Casa Feliz, da SIC], ele estava na TVI e falou-me de uma vaga no programa da manhã, o Você na TV!. Fiz a entrevista com a Júlia Pinheiro e fui contratada.
– Quando é que surgiu o click de que tinha de mudar de área?
– Em 2018 percebi que já não fazia sentido continuar a trabalhar em televisão. O que me dava mais prazer quando lá estava era organizar as viagens da Cristina Ferreira, do Manuel Luís Goucha e de outras pessoas. E foi a Cristina quem me incentivou e me deu a ideia de criar o meu negócio.
– E foi um processo fácil?
– Mais ou menos. É muito burocrático. É preciso tirar o RNAVT – Registo Nacional dos Agentes de Viagens e Turismo, pagar uma licença e depois, para termos acesso a todo o sistema de gestão, temos de contratar uma empresa especializada. Essa empresa é que negoceia com os operadores, com os hotéis, etc.
Foto: João Lima
– Trabalha com todo o tipo de viagens?
– Neste momento, estou dedicada às viagens de luxo que é o que tem mais procura e o que me dá mais prazer. Adoro desenhar os itinerários, gosto de vender este sonho da viagem perfeita.
– Tem alguém a trabalhar consigo?
– Embora às vezes sinta que vou dar em maluca, porque há fases com muito trabalho, sou só eu. Porém, como não tenho horários e sou muito responsável, consigo sempre fazer tudo e conciliar perfeitamente o trabalho com a minha vida familiar e social, que é muito agitada! Quando comecei a organizar viagens ainda estava na TVI, foi de loucos. Ficava até às 5 da manhã a responder a pessoas e a fazer orçamentos. Às 6h30 já estava acordada para ir para o estúdio.
– Foi complicado mudar completamente de área profissional?
– Não foi fácil tomar esta decisão, como já disse, foi a Cristina Ferreira quem me deu força para mudar. Embora nunca tivesse tido aquele sonho de aparecer e ser reconhecida publicamente, a verdade é que deixei de lado uma carreira na televisão para me dedicar às viagens e algumas pessoas olharam para esta minha escolha com algum medo. Isto para os meus pais foi dramático, diziam-me que a televisão era o sonho de muita gente e eu estava a fechar as portas nesse sentido.
– Não teve receio de ser mal sucedida?
– Quando se tem um negócio próprio, os riscos são sempre maiores. Perder a estabilidade de um contrato de trabalho provoca algum medo. Mas sempre trabalhei, desde os meus 16 anos. Trabalhei em lojas, num supermercado, numa loja de surf, portanto, sei que se precisasse poderia voltar a trabalhar em qualquer coisa.
– Não se arrepende de nada?
– Não. Tenho a empresa há seis anos e foi a melhor decisão que tomei na minha vida, passei a ser muito mais feliz. Não é que estivesse infeliz, mas o jornalismo é muito mal pago e eu queria ter tempo para mim, para fazer as minhas coisas.
– E acaba por ter uma profissão de sonho, porque está sempre a viajar!
– Quanto a isso, é engraçado, porque agora viajo muito menos do que viajava antigamente. Fico cansada de planear as dos clientes e confesso que às vezes não tenho paciência para planear para mim. E agora, quando vou, já não gosto de ir um mês, porque sinto falta das minhas rotinas.
– Pode dizer-se que já conhece meio mundo?
– Já estive em mais de 50 países, alguns deles mais do que uma vez. Conheço muito bem a Ásia, mas uma das minhas falhas é o Japão – quero conhecer ainda este ano ou no início do próximo. Também explorei muito pouco a América Latina, tenho ido sempre para o outro lado. A verdade é que quem conhece a Ásia fica apaixonado por aquilo e há aquele receio de a América do Sul não estar ao mesmo nível.
Foto: João Lima
– Que países a impressionaram mais, pela negativa e pela positiva?
– Bom, como dizê-lo sem ferir suscetibilidades? A Índia. Foi um país que gostei de visitar, mas que me esgotou. As pessoas estão sempre em cima dos turistas, agarram-nos, pedem para tirar fotos connosco. Como sou branquinha, até bebés me punham ao colo, pois acreditam que dá sorte! E depois é um país muito sujo e há muita miséria. Por exemplo, as vacas andam na rua e comem o lixo que está espalhado por todos os lados, as pessoas fazem as necessidades em qualquer lado… Enfim, o choque cultural impressionou-me. Pela positiva, surpreendeu-me a Birmânia, adorei, pela diversidade e por não ser nada turístico.
– Costuma viajar com amigos ou a solo?
– Sempre com amigos, nunca viajei sozinha. O que sinto quando viajo é que é uma experiência gira para partilhar. Há pessoas que fazem viagens a solo para se encontrarem e para pensarem na vida, mas não sinto essa necessidade, nunca senti.
– Acha que ser amiga de Cristina Ferreira potenciou o seu negócio?
– O facto de algumas pessoas saberem que somos amigas tem-me trazido muitos pedidos, muitas solicitações, mas clientes em si, não. O que acho que acontece é que as pessoas que me procuram uma primeira vez se sentem mais seguras em fazer algum negócio comigo.
“Fico envergonhada e quando pedem para tirar fotos com a Cristina [Ferreira] afasto-me.”
– Já é reconhecida na rua. Sente-se uma figura pública?
– Sou reconhecida às vezes, mas gosto de manter a minha vida muito tranquila. Foi por isso que nunca quis dar a cara quando era jornalista. Confesso que fico envergonhada e quando pedem para tirar fotografias com a Cristina, por exemplo, afasto-me. Muitas vezes, as pessoas insistem para que eu também fique na foto, mas não me sinto completamente à vontade com isso.
– Vive sozinha? Tem namorado?
– Divorciei-me há quatro anos depois de 11 de relação e não tenho ninguém. Tenho uma vida tão cheia que, apesar de não ter namorado neste momento, não me sinto sozinha. Sou superfeliz, tenho uma família que adoro, amigos espetaculares, portanto, não me posso queixar, sou uma sortuda.
– O que é que leva sempre na sua mala de viagem?
– Bom, além do computador, que é o meu instrumento de trabalho, levo sempre a escova de dentes, o meu desmaquilhante e os meus cremes e, se for para um destino de praia, muitos biquínis.
“É uma das ironias da minha vida: tenho medo de andar de avião!”
– Já apanhou algum susto numa viagem?
– Os maiores sustos que apanho são quando estou a voar. É uma das ironias da minha vida: tenho medo andar de avião! Começou a acontecer-me há 5 anos. Deve ser da idade, não sei. Tenho mesmo ataques de pânico.
“Não trago nada [das viagens], só as memórias e recordações do que vivi.”
– Tem o hábito de trazer alguma coisa quando visita um país?
– Trazia sempre um íman para mim e para a família e amigos. Mas desisti, agora não trago nada, só as memórias e recordações do que vi e vivi.
A convite do presidente Marcelo Rebelo de Sousa, a princesa Leonor esteve hoje em Lisboa, para uma breve mas simbólica visita oficial. Ou não tivesse sido Portugal o país eleito para a primeira visita oficial sozinha ao estrangeiro da futura rainha de Espanha, de apenas 18 anos. Os melhores momentos da visita da princesa Leonor a Lisboa
A filha mais velha dos reis Letizia e Felipe VI aterrou na Base Aérea de Figo Maduro, em Lisboa, por volta das 11 horas e de imediato conquistou os presentes. Com um fato encarnado Carolina Herrera ao melhor estilo da mãe, Leonor desfilou simpatia e sorrisos que não deixaram ninguém indiferente.
Os melhores momentos da visita da princesa Leonor a Lisboa
Durante o seu discurso, lembrou que, há precisamente dez anos, Portugal foi também o primeiro país que os pais visitaram depois de terem sido proclamados reis de Espanha e que, tal como eles, que sempre lhe transmitiram o enorme carinho recebido pelo povo português, também ela se sentiu em casa hoje.
À tarde, por fim, visitou o Oceanário, no Parque das Nações, onde se encontrou com os representantes da Fundação Oceano Azul para conhecer os seus projectos e participou também numa mesa redonda com jovens cientistas, durante a qual debateu temas como a defesa dos oceanos, as expedições científicas e a política e economia dos oceanos.
De regresso a casa e com a sensação do dever cumprido, Leonor não esquecerá certamente esta breve passagem por Lisboa e o carinho dos portugueses.
Meghan inspira-se no seu segundo vestido de casamento Fotos: Getty Images
Depois do surpreendente guarda-roupa usado na visita à Nigéria, em maio último, Meghan volta a surgir em público e causa de novo furor. Nesta quarta-feira 10 de julho, a duquesa de Sussex esteve na entrega dos prémios ESPY 2024, em Hollywood, uma cerimónia marcada pela entrega de um prémio ao príncipe Harry pelo seu trabalho desenvolvido com a Fundação Invictus Game, e oseu look correu mundo. Meghan inspira-se no seu segundo vestido de casamento
A combinar com sandálias Sharp em couro preto de pele de bezerro e um anel Cassandra em ouro triplo de 14 quilates com um laço de diamante, a duquesa de Sussex elegeu um vestido branco com decote halter do designer dominicano Oscar de La Renta.
O segundo vestido que Meghan usou no dia do seu casamento, em 2018, da designer Stella McCartney
Modelo esse que é extremamente parecido com o segundo vestido que Meghan usou no seu casamento com Harry, no castelo de Windsor, a 19 de maio de 2018, Tratava-se de um modelo em seda, com decote halter, desenhado especialmente para si pela designer britânica Stella McCartney.Na altura, a duquesa de Sussex completou ovisual com um anel de água-marinha que pertencia à princesa Diana.
O look causou tanto impacto que, logo de seguida, a estilista lançou uma coleção de vestidos de noite chamada “Made with Love”, que incluía peças extremamente parecidas com o exemplar usado por Meghan.
Na verdade, a imagem de Meghan, de mãos dadas com Harry, a descer os degraus do Castelo de Windsor até à Frogmore House para a receção privada do seu casamento, foi um dos momentos inesquecíveis daquele que viria a ser o dia que mudou para sempre os destinos da família real britânica.