A nova geração de princesas europeias ocupa hoje um espaço curioso entre a tradição e a mudança. Já não lhes basta representar um papel; o mundo moderno exige posicionamento, autenticidade e uma presença que as redes sociais tratam de amplificar. Mas, no caso da Princesa Charlotte (11), a sua verdadeira revolução começou na lei.

Para compreendermos o papel de Charlotte, é preciso recuar à atualização da legislação britânica (o Succession to the Crown Act 2013). Graças a esta mudança, a filha de William (43) e Kate (44)  tornou-se a primeira princesa britânica na história a não ser ultrapassada por um irmão mais novo na linha de sucessão. Se Louis tivesse nascido noutra época, Charlotte teria descido um degrau na hierarquia; hoje, mantém-se firme no terceiro lugar, logo após o pai e o irmão mais velho, George (12).

Esta “herança” legislativa não é apenas um detalhe burocrático: é o símbolo de uma monarquia que tenta manter-se relevante em pleno século XXI, deixando para trás protocolos que já não aceitam o silêncio ou a desigualdade institucional.

Uma infância entre Windsor e o protocolo

Nascida a 2 de maio de 2015, Charlotte cresce sob o olhar atento do mundo, mas os Príncipes de Gales fazem questão de lhe oferecer um quotidiano com “pés na terra”. A viver em Adelaide Cottage, em Windsor, a princesa desfruta de uma rotina longe do ritmo frenético dos compromissos oficiais.

A sua educação na Lambrook School reflete este equilíbrio. Ali, a instrução académica cruza-se com atividades como a equitação, a esgrima e o teatro. Fora das salas de aula, Charlotte demonstra interesses típicos da sua idade, com um talento especial para o piano e uma paixão vibrante por desportos como o râguebi e a ginástica.

O papel de apoio à Coroa

Apesar de ser pouco provável que venha a assumir o trono — dado que George é o herdeiro direto —, o seu papel é visto pelos especialistas reais como fundamental. Charlotte já provou estar à altura do desafio em momentos de grande peso histórico, como o funeral da rainha Isabel II e a coroação do rei Carlos III, onde a sua postura impecável não passou despercebida.

Entre o piano e o protocolo, Charlotte de Gales está a redefinir o que significa ser uma princesa moderna. Mais do que uma herdeira de títulos, ela é a prova de que a tradição pode, e deve, encontrar novas formas de existir num mundo em constante transformação.

Princesa Kate com a filha, Charlotte

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Quase um ano após o trágico acidente que vitimou Diogo Jota (1996-2025) e o seu irmão, André Silva (31), a memória dos dois jovens continua a ser honrada das formas mais nobres. Recentemente, Rute Cardoso (29) recorreu às redes sociais para mostrar aquele que é agora um local de peregrinação e saudade: o memorial permanente instalado pelo Liverpool FC no mítico estádio de Anfield.

A estrutura, que imortaliza a icónica celebração em forma de coração de Diogo e os números 20 e 30 — que os irmãos envergavam nos relvados —, tornou-se um símbolo de amor eterno. No entanto, é no desporto e na superação física que Rute parece estar a encontrar o seu próprio “balão de oxigénio” para lidar com a ausência.


O encontro que surpreendeu as redes sociais

Focada em novos objetivos e visivelmente dedicada ao bem-estar, a influenciadora tem feito do Crossfit e do Hyrox os seus grandes aliados. No último sábado, 9 de maio, um treino numa box em Leça da Palmeira acabou por gerar uma onda de comentários devido a uma presença imprevista.

Numa fotografia de grupo partilhada após uma sessão de treino intensiva, Rute Cardoso surgiu sorridente ao lado de Rui Ribeiro (21), o empresário que os portugueses conheceram na nona edição da ‘Casa dos Segredos’. Rui, que sempre se assumiu como um aficionado do desporto de alta intensidade, parece partilhar agora o mesmo círculo de treino da viúva do craque português.

Uma nova rotina de superação

Este “encontro” em contexto desportivo mostra uma Rute Cardoso cada vez mais integrada na comunidade do exercício físico de elite no Norte do país. Embora tenha sido a primeira vez que foram vistos a treinar no mesmo grupo, a afinidade pela modalidade sugere que este poderá ser um apoio importante na rotina da influenciadora.

Entre a dor das lembranças que chegam de Inglaterra e o suor dos treinos exigentes em Portugal, Rute Cardoso vai provando que é possível encontrar força na disciplina. Os seguidores, que não poupam nos elogios, continuam a ver nela um exemplo de como honrar o passado enquanto se tenta, passo a passo, reconstruir o presente.

A décima edição da Casa dos Segredos terminou, mas as ondas de choque continuam a sentir-se fora da casa mais vigiada do país. O triângulo formado por Ariana Miranda (25), Diogo (23) e Eva Pais (22) foi o motor de grandes emoções no reality show, culminando com a vitória de Eva e o prémio de 100 mil euros. No entanto, se muitos pensavam que a rivalidade persistiria cá fora, Ariana parece decidida a seguir outro caminho.

Esta segunda-feira, 11 de maio, a assistente de bordo marcou presença no Dois às 10, matutino da TVI e foi confrontada com o triunfo daquela que foi a sua maior “adversária” no jogo. Sem rodeios, Ariana manteve uma postura de aparente desprendimento: “A mim não me interessa nada. Ela ganhou, parabéns”, atirou, deixando claro que o jogo ficou para trás.

 

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‘Não faz sentido’

A questão que todos queriam ver respondida, porém, prendia-se com o quotidiano da sua relação com Diogo. Estará o fantasma de Eva presente nas conversas do casal? A resposta de Ariana foi um autêntico “xeque-mate” na curiosidade alheia.

Para mim não faz sentido ela estar nas nossas conversas”, revelou, sublinhando que a vencedora é agora apenas mais uma peça no tabuleiro do passado. Para a namorada de Diogo, Eva foi “uma concorrente como todos os outros” e, embora se confesse contente pelo sucesso alheio, faz questão de demarcar as águas.

Entre o sorriso de quem vive uma relação sólida e a firmeza de quem não quer olhar para trás, Ariana prova que, se Eva ficou com o cheque, ela garante ter ficado com o que mais importa: a paz e o amor de Diogo. Resta saber se o tempo — e os eventos sociais que se aproximam — permitirão que este distanciamento se mantenha tão absoluto.

Nascer dentro da realeza já não significa apenas cumprir um papel definido. A nova geração de princesas cresce num contexto em que tradição e modernidade coexistem sob constante escrutínio. Num tempo em que o silêncio institucional perdeu espaço, espera-se destas jovens figuras mais do que representação: exige-se presença, posicionamento e autenticidade.

É neste equilíbrio que nomes como Leonor de Espanha (20), Ingrid Alexandra da Noruega (22), Aiko do Japão (24) e Elisabeth da Bélgica (24) se afirmam como rostos de uma transformação silenciosa. Mais do que herdeiras de títulos históricos, representam uma monarquia que procura adaptar-se a um mundo em permanente mudança.

Equilíbrio entre tradição e modernidade

Num contexto de crescente escrutínio sobre as monarquias, Leonor de Espanha afirma-se como símbolo de uma nova geração que procura equilibrar tradição e modernidade. Filha de Felipe VI (58) e Letizia Ortiz (53), assumiu o papel de herdeira em 2014 e tem seguido um percurso cuidadosamente estruturado, que combina formação internacional, presença institucional e preparação militar nos três ramos das Forças Armadas. Com experiências fora da corte, como os estudos no País de Gales e compromissos oficiais autónomos — incluindo uma visita a Portugal —, Leonor prepara-se para um futuro que poderá torná-la a primeira mulher a reinar em Espanha desde o século XIX, refletindo uma monarquia que procura manter-se relevante através de adaptação, proximidade e ação.

Princesa Leonor surge fora do protocolo e o gesto não passa despercebido
Princesa Leonor Foto: Reprodução Instagram Casa Real de España

Formação, responsabilidade e exposição

No caso de Ingrid Alexandra da Noruega, o percurso tem sido marcado por uma preparação gradual e estruturada. Nascida em Oslo, ocupa o segundo lugar na linha de sucessão ao trono e tem vindo a assumir, de forma progressiva, um papel mais ativo na vida pública. Após concluir o ensino secundário, integrou o serviço militar durante 15 meses, uma etapa que reforça o compromisso institucional esperado da futura monarca. Em 2025, iniciou estudos na Universidade de Sydney, apostando numa formação internacional ligada às relações internacionais e à economia política.

Princesa Ingrid Alexandra da Noruega
Princesa Ingrid Alexandra da Noruega – Foto: Getty Images

Debate sobre a sucessão

Já Aiko do Japão cresceu no seio de uma das instituições mais tradicionais do mundo, a família imperial japonesa. Filha única do imperador Naruhito (66) e da imperatriz Masako (62), o seu percurso tem sido acompanhado por um debate contínuo sobre a sucessão, uma vez que a legislação vigente não permite que mulheres ascendam ao trono. Ainda assim, a princesa construiu um caminho próprio, com uma formação académica centrada na língua e literatura japonesas e uma crescente ligação ao serviço público. Atualmente, conjuga as funções oficiais com o trabalho na Cruz Vermelha, refletindo uma abordagem mais próxima da sociedade.

Uma geração global

Entre as herdeiras europeias, Elisabeth da Bélgica destaca-se pelo percurso académico e pela projeção internacional. Filha mais velha do rei Philippe (66) e da rainha Mathilde (53), é a primeira na linha de sucessão ao trono belga. Depois de estudar no País de Gales, passou pela Academia Militar Real e formou-se em História e Política na Universidade de Oxford. Atualmente, prossegue os estudos nos Estados Unidos, num mestrado em Políticas Públicas em Harvard.

Paralelamente à formação académica, tem vindo a assumir um papel cada vez mais visível na vida institucional, participando em compromissos oficiais e envolvendo-se em causas humanitárias, incluindo missões com a UNICEF. Fluente em várias línguas, move-se com naturalidade em contextos internacionais, refletindo uma geração mais preparada para um mundo global.

Mais do que figuras simbólicas, estas princesas representam uma nova forma de estar na realeza. Entre protocolos que persistem e exigências que evoluem, procuram afirmar identidades próprias dentro de estruturas que mudam lentamente. Num cenário em que cada gesto é observado e amplificado, o maior desafio talvez resida precisamente nesse equilíbrio: honrar o passado, sem perder de vista o presente.

Júlia Belard (37) emocionou os seguidores com uma partilha profundamente pessoal nas redes sociais, onde revelou que foi durante a gravidez que viveu o luto pela morte da mãe. A atriz abriu o coração para falar sobre a perda e o impacto duradouro que esse momento teve na sua vida.

Numa publicação no Instagram, acompanhada por várias imagens — entre elas uma fotografia de infância ao lado da progenitora —, recordou o momento em que recebeu a notícia mais difícil: a mãe estava a morrer com um cancro terminal. “Há dias que marcam a nossa vida para sempre. Quando soube que a minha mãe estava a morrer, nunca mais fui a mesma”, escreveu.

Um testemunho de perda e renascimento

A artista revelou que atravessou este período particularmente delicado enquanto estava grávida do seu segundo filho, descrevendo uma intensa dualidade de sentimentos. “Foi como viver entre a morte e a vida, ao mesmo tempo. Enquanto me preparava para perder a minha mãe, carregava dentro de mim uma vida”, partilhou.

No mesmo testemunho, Júlia Belard confessou que o impacto foi também físico e emocional. “Como era possível viver o luto e a celebração da vida ao mesmo tempo? O meu corpo colapsou”, desabafou. Ainda assim, o nascimento do bebé trouxe uma nova perspetiva: “O meu bebé nasceu e eu voltei a ver a cor da vida”.

Júlia Belard. Foto – Reprodução/ Instagram.

Apesar da dor, a atriz garante que tem procurado um caminho de cura, não só por si, mas também pelos filhos, Matias (8) e Sebastião (3), fruto da relação com Francisco Sérvulo Correia. “Uma parte de mim nunca mais foi a mesma. Mas, devagar, ao cuidar das feridas e emoções que nunca tinha verdadeiramente processado, fui-me transformando em alguém que espera estar a fazer o seu caminho de cura… para que vocês não o tenham que fazer por mim, queridos filhos”, escreveu.

Recorde-se que Júlia Belard é uma das caras conhecidas da ficção nacional, tendo integrado vários projetos marcantes da televisão portuguesa, entre os quais a série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde interpretou a personagem Raquel Gameiro na quinta temporada, “Geração Rebelde”, em 2007.

O que durante anos foi apresentado como uma frente unida contra tudo e todos poderá estar a dar sinais de desgaste. O Príncipe Harry (41) e Meghan Markle (44) voltam a estar no centro de rumores sobre uma alegada crise — e, desta vez, os indícios apontam para um cenário que vai além de simples divergências.

Agenda separada e distância visível

Segundo revelou o jornalista de celebridades Rob Shuter (52), antigo editor da revista OK!, o casal estará, na prática, a viver “vidas separadas”. Em declarações ao podcast The Nerve, Shuter afirmou que os Duques de Sussex mantêm atualmente rotinas, interesses e até círculos sociais distintos. “Ela tem os amigos dela, ele tem os seus… já não partilham praticamente nada em comum”, afirmou.

Enquanto Meghan Markle continua focada na sua presença nos círculos mais exclusivos da Califórnia e em novos projetos profissionais, Harry terá assumido um papel mais discreto e familiar, dedicando grande parte do tempo aos filhos do casal, Archie (7) e Lilibet (4). Esta diferença de estilos de vida estará a acentuar o distanciamento entre ambos.

Harry e Megan. Foto – Reprodução/ Getty Images.

Uma das mais recentes tentativas de recuperar a proximidade terá passado por uma viagem à Austrália, pensada como uma espécie de “digressão alternativa” às tradicionais visitas reais. No entanto, a iniciativa não terá corrido como esperado. A fraca adesão às palestras e eventos acabou por expor fragilidades na popularidade do casal e, segundo fontes próximas, terá agravado as tensões internas.

Também as aparições em separado têm vindo a alimentar os rumores. Meghan viajou recentemente sozinha para Chicago, num jato privado, para marcar presença num evento social — uma decisão que não passou despercebida, tendo em conta os meios do casal para viajar em conjunto.

Do lado de Harry, fala-se num crescente sentimento de isolamento nos Estados Unidos. De acordo com as mesmas fontes, o príncipe terá dificuldades em adaptar-se plenamente à vida na Califórnia, onde não construiu uma rede sólida de amizades. Esse desconforto estará a reacender o desejo de regressar ao Reino Unido.

“Ele sente que não devia ter de correr atrás das pessoas. Na cabeça dele, continua a ser um príncipe”, revelou Shuter, sublinhando uma possível frustração com a nova realidade longe da estrutura real.

Para vários observadores, o que poderá estar a manter a união não é apenas a relação pessoal, mas também a chamada “Marca Sussex”. Após o fim de alguns contratos mediáticos e projetos conjuntos, Harry e Meghan terão hoje menos pontos de convergência profissional, o que reforça a ideia de uma relação cada vez mais simbólica.

Apesar de nenhuma confirmação oficial por parte do casal, os rumores intensificam-se e colocam em causa a solidez de uma das relações mais mediáticas da realeza contemporânea. As próximas aparições públicas poderão ser determinantes para perceber se se trata apenas de uma fase passageira — ou do início de um novo capítulo na história dos Duques de Sussex.

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O mundo da alta gastronomia em Portugal foi abalado esta semana com a confirmação de que Ljubomir Stanisic (47), o carismático e irreverente chef de origem jugoslava, deixou oficialmente a gestão do Grupo 100 Maneiras. Após 17 anos à frente de um império que ajudou a redefinir a restauração lisboeta, o chef e os seus sócios de longa data, Nuno Faria (45) e Nelson Santos (53), passaram o testemunho ao grupo internacional Dhurba Subedi. A decisão marca o encerramento de um capítulo histórico que começou em Cascais e se tornou um símbolo de audácia culinária no coração do Chiado.

Contudo, este “adeus” não acontece num momento de glória, mas sim de profunda turbulência. O ponto de rutura terá sido a perda da Estrela Michelin no início de 2025, um golpe que afetou severamente a saúde financeira do grupo, resultando numa quebra de faturação na ordem dos 40%. A saída estratégica de Stanisic surge como a resposta final a um período de desgaste, onde o prestígio internacional deu lugar a uma luta pela sobrevivência num setor cada vez mais exigente e implacável.

Ljubomir Satnisic, Nuno Faria e Nelson Santos. Foto – Reprodução/ Instagram.

O rasto de polémicas

O percurso recente de Ljubomir foi tudo menos tranquilo, assemelhando-se por vezes a um dos episódios dramáticos que protagonizou na televisão. Além do rombo financeiro causado pela despromoção no Guia Michelin — que o próprio atribuiu, em parte, às suas declarações polémicas sobre o valor das distinções gastronómicas —, o chef enfrentou uma sucessão de contrariedades. Em abril, um violento incêndio destruiu o Carnal Gastrobar, um dos seus projetos mais recentes, e na esfera judicial a pressão mantém-se elevada com um processo milionário movido pela TVI, que exige mais de 1,2 milhões de euros por quebra de contrato.

A par dos problemas financeiros e judiciais, a figura pública do chef continuou a ser alvo de escrutínio. Entre queixas na ERC por violência verbal e o histórico de declarações controversas sobre figuras do panorama nacional, Stanisic viveu um ano de autêntico “pesadelo” mediático. Apesar de ter sido ilibado de processos graves, como as acusações de assédio movidas por uma ex-concorrente do “Hell’s Kitchen”, o peso acumulado destas situações parece ter precipitado a necessidade de um afastamento definitivo da linha da frente dos seus negócios em Lisboa.

O pronunciamento do chef

Num comunicado carregado de emoção, que descreveu como uma “carta de amor”, Ljubomir Stanisic não escondeu a tristeza que acompanha esta despedida. “O 100 Maneiras é gente. Foi, antes de mais, o meu primeiro filho”, partilhou, sublinhando que este projeto foi a concretização de um sonho de juventude. O chef fez questão de destacar que, apesar da venda, sai com a consciência tranquila e o orgulho de ter construído algo único, admitindo que o processo de separação é doloroso e acompanhado por “lágrimas”, como qualquer desamarrar de um vínculo profundo.

Nesta mensagem de despedida, Stanisic deixou ainda uma nota sobre o futuro, indicando que este passo não é uma rendição, mas sim uma busca por “tempo” e por novos fôlegos. Sem revelar detalhes sobre os seus próximos passos profissionais, o chef garantiu que o seu legado continuará vivo nas mãos dos novos proprietários, enquanto ele se recolhe para processar o fim desta era, prometendo que a sua essência inquieta e a vontade de fazer a diferença na gastronomia nunca se apagarão.

Maria Cerqueira Gomes (42) volta a dar cartas no que ao bom gosto diz respeito. A anfitriã da TVI, que habituou o público a uma elegância natural, partilhou recentemente no seu Instagram uma série de fotografias onde surge com um conjunto em tons de preto e branco, criado pelo espanhol Mario Salafranca. A escolha, embora clássica, provou ser uma aposta vencedora, realçando a silhueta e a sofisticação da comunicadora.

Na legenda da publicação, Maria foi perentória ao partilhar aquele que considera ser um truque infalível com os seus seguidores: “Preto e branco nunca falha! Gostam? Simply the best!“, escreveu, revelando-se confiante na escolha desta combinação intemporal que, estação após estação, permanece no topo das tendências de moda.

Um percurso pautado pelo estilo e pela comunicação

A ligação de Maria Cerqueira Gomes ao universo da moda não é de agora. Natural do Porto e vinda de uma família com raízes profundas na Invicta, Maria estreou-se nas passerelles em 2000, desfilando para o prestigiado estilista Miguel Vieira (60) no Portugal Fashion. Esse olhar apurado para a estética acompanhou-a quando, em 2017, lançou o blogue Come on Mary!, focado precisamente em temas de lifestyle e tendências.

Profissionalmente, a sua ascensão tem sido constante. Depois de 12 anos de sucesso no Porto Canal, onde apresentou formatos como Olá Maria!, a apresentadora deu o salto para a televisão generalista em 2019, ao assumir o desafio de substituir Cristina Ferreira (48) no matutino Você na TV!. Desde então, tornou-se um dos rostos mais queridos da TVI, brilhando em programas como Em Família, A Tua Cara Não Me É Estranha ou, mais recentemente, no formato Ora Bolas!.

Maria Cerqueira Gomes e Ruben Rua no programa Em Famíilia, da TVI
Maria Cerqueira Gomes e Ruben Rua no programa Em Família, da TVI (Fotto: Reprodução/TVI)

Entre a carreira e a família

Aos 42 anos, a comunicadora atravessa uma fase de grande maturidade, tanto à frente das câmaras como na vida pessoal. Mãe de Francisca (Kika), de 23 anos — que seguiu as pisadas da mãe na moda e representação —, e do pequeno João (8), Maria consegue equilibrar a exigência das gravações com o papel de mãe dedicada.

Recentemente, o público pôde conhecer um lado mais íntimo da sua vida através do documentário Maria, disponível na Prime Video e exibido na TVI, onde a sua autenticidade foi o ingrediente principal.

Com esta última partilha nas redes sociais, Maria Cerqueira Gomes não só inspirou as suas milhares de seguidoras com uma lição de estilo, como provou que, independentemente das tendências passageiras, o equilíbrio entre o preto e o branco continua a ser a fórmula secreta para um visual irrepreensível.

Maria Cerqueira Gomes com os filhos João e Francisca em 2020 - Foto: Reprodução/Instagram
Maria Cerqueira Gomes com os filhos João e Francisca em 2020 – Foto: Reprodução/Instagram

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Kiko is Hot (31) recorreu às redes sociais para partilhar um desabafo profundo sobre os primeiros anos da sua carreira digital e a revelação está a marcar os fãs. Hoje com uma presença consolidada no Instagram e no TikTok, o influenciador recorda que o início esteve longe de ser fácil.

“Eu tinha 16 anos quando comecei a receber milhares de ameaças de morte”, escreveu, numa reflexão emotiva que rapidamente gerou reações. Na altura, Kiko começava a dar os primeiros passos no YouTube, mas viu-se confrontado com uma onda de ódio motivada pela sua imagem e forma de expressão. “Chamaram-me todos os nomes possíveis. Eu ouvi coisas que nenhum miúdo de 16 anos devia ouvir”, confessou, explicando que tudo aconteceu por “ter um cabelo diferente e usar maquilhagem”.

Kiko is Hot. Foto – Reprodução/ Instagram.

Uma ‘personagem’ criada para sobreviver

Perante os ataques constantes, o criador de conteúdos admite que desenvolveu mecanismos de defesa que moldaram a sua identidade online. “Habituei-me a fechar-me. A não deixar transparecer vulnerabilidade”, revelou, acrescentando que acabou por construir uma versão de si mesmo mais confiante e intensa como forma de proteção. “Aquela versão exageradamente confiante de mim não nasceu só de ego, nasceu de sobrevivência”.

Ao longo dos anos, Kiko diz ter erguido “muros” emocionais para lidar com o ambiente hostil. “Fiz de mim alguém inatingível. Mais alto, mais barulhento, mais seguro do que realmente me sentia”, partilhou.

Agora, numa fase mais madura da vida e da carreira, o influenciador garante que está a tentar fazer o caminho inverso. O objetivo passa por desconstruir essas barreiras e permitir-se ser mais genuíno. “Reaprender que vulnerabilidade não é fraqueza. Que sentir não é vergonha”, escreveu.

A terminar, deixa uma reflexão que tem tocado quem o segue: “Ser sensível é uma coisa bonita. E durante muito tempo fizeram-me acreditar que não era”.

Do bullying a ícone digital

Francisco Soares, mais conhecido por Kiko is Hot, é hoje um dos nomes mais influentes do universo digital em Portugal. Pioneiro nas redes sociais, soma quase um milhão de seguidores entre o Instagram e o TikTok e destaca-se não só pelo humor, mas também pelas críticas às injustiças sociais. Orgulhosamente andrógino e conhecido pela forma autêntica como se apresenta, nunca hesitou em expor vulnerabilidades e incentivar os seguidores a serem fiéis a si próprios. Criou o seu canal de YouTube em 2011, ainda adolescente, como forma de combater a solidão — sem imaginar que se tornaria numa referência para uma geração. Ao longo dos anos, tem também colaborado com várias marcas, participado em projetos televisivos e afirmado a sua presença na rádio e na música, sem nunca abandonar o registo próximo e pessoal que o caracteriza.

 

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Kate Middleton (44) e o príncipe William (43) voltaram a captar todas as atenções ao assumirem um papel de destaque numa das tradições mais emblemáticas da monarquia britânica. Esta sexta-feira, 8 de maio, os príncipes de Gales foram os anfitriões da primeira festa do ano nos jardins do Palácio de Buckingham — substituindo o rei Charles III (77) e a rainha Camila (78) nas honras da casa.