Num tempo em que a monarquia enfrenta um escrutínio constante, a nova geração de herdeiros cresce sob um olhar mais atento — e mais exigente. No centro desse equilíbrio entre tradição e modernidade está Leonor de Espanha (20), cuja trajetória reflete as transformações silenciosas que atravessam as casas reais europeias.

Nascida a 31 de outubro de 2005, em Madrid, Leonor cresceu consciente do lugar que ocupa. Filha mais velha de Felipe VI (58) e de Letizia Ortiz (53), viu o seu destino ganhar contornos oficiais em 2014, quando o pai subiu ao trono. A partir desse momento, assumiu o título de Princesa das Astúrias e passou a ser preparada, de forma visível, para o papel que deverá desempenhar no futuro.

A expectativa em torno do seu reinado é significativa. Caso venha a ascender ao trono, será a primeira mulher a governar Espanha desde o século XIX — um marco que, por si só, acrescenta uma dimensão histórica ao seu percurso.

Entre formação internacional e exigência institucional

Parte dessa preparação passou por uma experiência fora do ambiente protocolar da corte. Ao frequentar o UWC Atlantic College, no País de Gales, Leonor teve contacto com uma realidade internacional e diversificada, distante das estruturas formais da monarquia. Um contexto que contribuiu para moldar uma visão mais ampla do mundo.

Nos compromissos oficiais, a evolução tem sido igualmente evidente. Numa das suas primeiras deslocações internacionais em nome próprio, a Portugal, a convite de Marcelo Rebelo de Sousa (77), demonstrou segurança e domínio do papel institucional. Durante a visita, participou em iniciativas ligadas à preservação ambiental e integrou debates sobre a proteção dos oceanos, incluindo uma passagem pelo Oceanário de Lisboa.

Uma preparação pensada ao detalhe

Desde 2021, o percurso da princesa segue um plano estruturado, inspirado na formação de anteriores monarcas, mas ajustado às exigências contemporâneas. O eixo central dessa preparação passa pela formação militar, essencial para o futuro papel de comandante suprema das Forças Armadas espanholas.

Entre 2023 e 2026, Leonor passou pelos três ramos militares. Iniciou o percurso na Academia Militar de Zaragoza, como cadete do Exército, seguindo depois para a Marinha, onde integrou o navio-escola Juan Sebastián Elcano. A formação culminou na Academia do Ar e do Espaço, com treino em pilotagem, defesa cibernética e tecnologia.

Mais do que herdeira de um trono, Leonor de Espanha representa uma geração que procura redefinir o significado da realeza. Entre tradição e mudança, o seu percurso revela não apenas uma preparação rigorosa, mas também uma tentativa de adaptação a um tempo em que a monarquia já não vive apenas de símbolos — mas também de presença, ação e relevância.

A princesa Leonor de Espanha participa em cerimónia militar. Getty Images

O apresentador de televisão e escritor Cláudio Ramos (52) tem vindo a afirmar uma forte presença no canal TVI desde a sua entrada para o programa Big Brother, em 2020. No entanto, pela primeira vez nos últimos seis anos, enfrenta uma nova fase na sua carreira com um novo projeto.

Esta quarta-feira, dia 6, foi anunciado oficialmente que Cláudio, além de manter a sua presença no programa Dois às 10, ao lado de Cristina Ferreira (48), irá deixar a condução do Big Brother para assumir o papel de apresentador de um novo concurso da TVI.

Cláudio Ramos – Foto: Reprodução/Instagram

Descrito como “fora da caixa”, o programa foi apresentado pela estação à imprensa como um formato de perguntas e respostas sobre cultura geral, mas com “um twist inesperado e cheio de adrenalina”, ainda por revelar. Após o seu percurso na área dos reality shows e na apresentação de um programa matinal, Cláudio revelou, em comunicado, estar satisfeito por abraçar este novo desafio na sua carreira, bem como com o voto de confiança da TVI.

O que motivou a saída do mundo dos reality shows?

Após seis anos como um dos mais reconhecidos apresentadores do reality show de grande sucesso em Portugal, a saída de Cláudio Ramos surge depois de 2025, ano em que as audiências não se mantiveram consistentes ao longo das semanas, resultando numa perda de espectadores.

A partir deste ano, a condução do reality ficará a cargo das apresentadoras Maria Botelho Moniz (42) e Cristina Ferreira, uma decisão que deverá marcar uma nova fase para o Big Brother.

O novo concurso da TVI ainda não tem data de estreia anunciada, mas as inscrições para participantes já se encontram abertas online. A sua exibição deverá ocorrer aos sábados à noite, representando uma experiência inédita para Cláudio. O apresentador afirmou ainda acreditar que o programa será “muito divertido para toda a família” e que poderá tornar-se uma excelente companhia para o público.

Nem todas nasceram para ocupar um trono — mas algumas acabaram por transformá-lo. Ao longo das últimas décadas, várias mulheres chegaram às monarquias europeias por caminhos inesperados, desafiando convenções e redesenhando o papel tradicional das princesas.

Se, por um lado, figuras como Diana Spencer (1961-1997) já pertenciam a famílias aristocráticas antes de entrarem na realeza, outras vieram de contextos completamente distintos. O contraste entre estas trajetórias revela uma mudança significativa: o estatuto de princesa deixou de obedecer a um único modelo.

Entre os casos mais emblemáticos está o de Grace Kelly (1929-1982). Estrela de Hollywood e vencedora de um Óscar, abandonou a carreira no cinema para casar com Rainier III (1923-2005), príncipe do Mónaco, em 1956. A sua transição marcou uma das primeiras grandes fusões entre celebridade e realeza.

Rainier e Grace em casa dos Kelly no dia do pedido de casamento, 7 de janeiro de 1956. À frente, além dos noivos, estão os pais de Grace e a irmã Margaret. Atrás, Mary Freeman, mulher de John Jr., Donald Levine,
marido de Elizabeth, John Jr., George Davis, marido de Margaret, e Elizabeth

Mudança de vida

Também Letizia Ortiz (53) teve um percurso distante da nobreza. Filha de uma família de classe média, construiu carreira como jornalista antes de conhecer Felipe VI (58). O casamento, em 2004, abriu-lhe as portas da casa real espanhola, onde viria a assumir o papel de rainha.

Letizia e Felipe ao lado das herdeiras em 2023

Rania da Jordânia (55) nasceu no Kuwait, numa família de origem palestiniana. Formada no Cairo, viu a sua vida mudar após conhecer Abdullah II (64). Com a subida deste ao trono, tornou-se uma das figuras mais influentes da monarquia jordana.

Sem ligação à aristocracia

A história de Silvia da Suécia (82) também começou longe dos palácios. Nascida na Alemanha, conheceu Carl XVI Gustaf (80) durante os Jogos Olímpicos de Munique, onde trabalhava como intérprete. Viria a tornar-se rainha num sistema monárquico de cariz mais simbólico, mantendo um papel discreto mas relevante.

Reis Carlos Gustavo e Sílvia da Suécia

Mais recente é o caso de Kate Middleton (44). De origem confortável, mas sem ligação à aristocracia, conheceu o príncipe William (43) na universidade. O casamento, em 2011, marcou uma nova geração na monarquia britânica, mais próxima e mediática.

William e Kate em 2007. Foto – Reprodução/ Getty Images.

Entre polémica e reconstrução de imagem

Nem todos os percursos foram lineares. Mette-Marit (52) da Noruega enfrentou forte escrutínio público no início da relação com o príncipe Haakon (52). Com um passado considerado controverso para os padrões da realeza, conseguiu, ao longo dos anos, reconstruir a sua imagem e afirmar-se através do envolvimento em causas sociais.

Mais do que histórias individuais, estes percursos refletem uma transformação profunda nas monarquias contemporâneas. Entre tradição e mudança, estas mulheres provaram que o caminho até ao trono pode ser tão diverso quanto inesperado — e que, muitas vezes, são precisamente essas diferenças que redefinem o seu significado.

Durante a última semana de junho deste ano, o renomado festival de música Rock in Rio Lisboa celebra a sua 11.ª edição no país. No entanto, enquanto os tão aguardados dias do evento não chegam, a organização já está a anunciar as principais atrações de 2026 para o público em geral, incluindo a presença de artistas portugueses.

Esta terça-feira, dia 5, durante o evento de pré-festival “Road to Rock in Rio”, na cidade de Braga, a dupla portuguesa de música eletrónica Karetus foi anunciada como atuação de abertura do palco Super Bock, no dia 28 de junho. Os DJs e produtores musicais atuam na indústria desde 2010. Além disso, foi também anunciada a presença de Jimmy P, alter ego de Joel Plácido (42), no BacanaPlay Digital Stage, no dia 21 de junho.

A presença dos dois artistas demonstra a crescente força de nomes portugueses em grandes eventos musicais e de uma nova geração, como o próprio Rock in Rio Lisboa.

Rock in Rio Lisboa 2024 – Foto: Divulgação/Getty Images

Fique a par dos quatro dias imperdíveis no mundo da música

Os anúncios das atrações do festival continuam ao longo do mês de maio, mas a presença de grandes nomes internacionais já está confirmada ao longo dos quatro dias do evento.

No primeiro dia do Rock in Rio Lisboa 2026, a 20 de junho, a cantora norte-americana Katy Perry (41) será a grande atração da noite, juntamente com Charlie Puth (34) e os brasileiros Pedro Sampaio (28) e Alok (34). No dia seguinte, 21 de junho, o género rock deverá destacar-se, com a banda Linkin Park como cabeça de cartaz.

Nos dias 27 e 28 de junho, lendas do rock’n’roll como Cindy Lauper (72) e Rod Stewart (81), bem como figuras marcantes do panorama atual do hip-hop, como 21 Savage (33) e Central Cee (27), têm presença confirmada no festival.

Esta sexta-feira, dia 8, o “Road to Rock in Rio” passa pela cidade de Viseu, onde deverão ser revelados mais nomes que integrarão aquela que promete ser uma edição inesquecível do festival em Portugal.

Durante a última semana, 27, o rei Carlos III (77) e a rainha Camilla (78) deslocaram-se aos Estados Unidos para uma visita oficial de Estado, no âmbito das celebrações dos 250 anos da Declaração de Independência norte-americana. No entanto, nesta ocasião, foi possível notar mais um desencontro entre Charles e o seu filho Harry (41), que reside no país com a esposa, Meghan (44), e os seus dois filhos desde 2020.

O último encontro entre pai e filho ocorreu em setembro de 2025, quando Harry se deslocou a Londres para compromissos relacionados com a sua instituição de solidariedade. Nessa altura, tomou chá e teve uma reunião privada com Carlos III. Este encontro aconteceu após um ano e meio sem contacto, desde o anúncio do diagnóstico de cancro do rei no início de 2024.

O principal motivo do desencontro

Após quase um ano completo sem novidades, muitos esperavam que a recente visita do rei Carlos III aos Estados Unidos proporcionasse um reencontro entre pai e filho; contudo, tal não aconteceu até ao momento.

No passado domingo, 3, Harry revelou, numa entrevista à BBC, que não mantém contacto com o pai, embora deseje reconciliar-se com a família. Esta declaração surge após a sua derrota numa batalha judicial contra o Governo do Reino Unido, na qual procurava manter proteção policial financiada pelo Estado britânico para a sua família em território nacional.

Perante esta decisão, Harry mostrou-se devastado com a falta de proteção para si e para a sua família, afirmando que gostaria de poder mostrar o seu país natal aos filhos em segurança.

Harry e Meghan em uma viagem para Austrália em abril – Foto: Divulgação/Getty Images

Harry explicou que o pai terá interrompido o contacto devido a essa situação. Ainda assim, apesar de não vislumbrar a possibilidade de visitar o Reino Unido sem proteção policial para a esposa e os filhos, afirma não querer “mais conflitos” com os familiares e procura retomar uma relação próxima com o rei Carlos III.

Na decoração, estampas e materiais têxteis funcionam como uma linguagem silenciosa: comunicam estilo, criam atmosfera e influenciam diretamente a sensação de conforto de um ambiente. Saber combiná-los é essencial para quem quer transformar a casa com personalidade e elegância.

Como estampas e materiais têxteis definem o estilo, o conforto e a personalidade dos ambientes

Quarto Floral. Foto – Reprodução / Getty Images.

As estampas florais, por exemplo, evocam leveza e romantismo. Em versões menores e delicadas, remetem ao estilo provençal e são ideais para quartos ou salas com proposta acolhedora. Já flores maiores e mais vibrantes trazem um ar contemporâneo e podem ser o ponto focal de sofás ou cortinas.

Sala Listrada. Foto – Reprodução / Getty Images.

As listras são clássicas e versáteis. Na vertical, ajudam a alongar visualmente o espaço, enquanto na horizontal transmitem amplitude. Dependendo das cores, podem ir do náutico ao sofisticado — listras em tons neutros, como bege e cinza, criam um ambiente elegante e atemporal.

Sala Geométrica. Foto – Reprodução / Getty Images.

Estampas geométricas carregam modernidade e dinamismo. São perfeitas para quem busca uma decoração mais urbana e atual. Em almofadas ou tapetes, adicionam ritmo ao espaço sem sobrecarregar, especialmente quando combinadas com móveis de linhas simples.

Sala Minimalista. Foto – Reprodução / Getty Images.

Já os tecidos lisos têm um papel fundamental: equilibrar. Linho, algodão e sarja em cores neutras trazem calma e sofisticação, funcionando como base para composições mais ousadas. O linho, em especial, é sinônimo de elegância despretensiosa, muito associado ao estilo mediterrâneo.

Sala Industrial. Foto – Reprodução / Getty Images.

Materiais como veludo e couro introduzem sensações distintas. O veludo acrescenta luxo e aconchego, ideal para sofás ou poltronas em ambientes mais intimistas. O couro, por outro lado, imprime um ar robusto e sofisticado, muito presente em decorações industriais ou clássicas.

Misturar texturas é tão importante quanto combinar estampas. Um ambiente interessante raramente é feito de um único material. Ao unir superfícies macias com outras mais estruturadas, cria-se profundidade visual e uma sensação de equilíbrio.

No fim, a escolha dos têxteis deve refletir não apenas tendências, mas também o estilo de vida de quem habita o espaço. Afinal, mais do que estética, a decoração precisa contar uma história — a sua.

Confira inspirações de espaços com estampas florais:

Os próximos episódios de “Páginas da Vida”, na SIC, trazem uma sucessão de conflitos, revelações e decisões que prometem abalar todas as personagens. Entre escândalos familiares e disputas intensas, a história entra numa fase decisiva.

Veja o que vem aí

No episódio de 5 de maio, um escândalo sobre a paternidade de Clara coloca Helena no centro de uma forte polémica. A notícia espalha-se rapidamente e afeta a sua vida pessoal e profissional. Leo pondera avançar na luta pela filha, enquanto Marta começa a ver a situação virar a seu favor, num cenário cada vez mais tenso.

Já no episódio de 6 de maio, Helena entra em pânico com o pedido de teste de paternidade feito por Leo e enfrenta um ambiente cada vez mais hostil na clínica. Eugénia endurece a sua posição e exige a demissão da médica, aumentando a pressão. Ao mesmo tempo, Carmen entra em conflito com o pai por causa de Gil, Anabela afasta ainda mais Gisele de Salvador e Alex comete um erro grave na AAMA.

No dia 7 de maio, os ataques contra Helena tornam-se públicos e ainda mais intensos, colocando a sua carreira em risco. A disputa por Clara agrava-se e Alex vê a sua vida desmoronar após uma decisão radical de Luís Maria. Carmen leva a sua vingança ao limite, enquanto uma revelação preocupante sobre a saúde de Amália abala profundamente a família.

Marta e Alex
Marta e Alex. Foto – Reprodução / SIC.

Por fim, no episódio de 8 de maio, as consequências de todos estes acontecimentos começam a ganhar forma. Gabriel enfrenta os efeitos dos seus atos e Eugénia pressiona Marta a revelar o que aconteceu na audiência do processo contra Alex. A chegada inesperada de alguém à mansão promete impor ordem a Sandra, enquanto Amália desabafa com Dolores. No meio de tanta tensão, Olívia surpreende ao enfrentar a família e fazer uma proposta a Alex, mesmo contra todas as opiniões.

Com emoções fortes e reviravoltas constantes, Páginas da Vida promete manter os telespectadores agarrados ao ecrã ao longo de toda a semana.

 

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Luíza Abreu (34) e João Moura Caetano (42) vivem uma das fases mais marcantes das suas vidas: a chegada da primeira filha em comum, Maria Guiomar, prevista para junho. A reta final da gravidez tem sido acompanhada com entusiasmo pelos fãs, sobretudo após a partilha recente de uma imagem inédita da “barriguinha”, onde a futura mãe surge radiante e emocionada, assinalando simbolicamente o nome escolhido para a bebé — uma homenagem às raízes familiares de ambos.
A relação entre a ex-concorrente do “Big Brother Verão” e o toureiro tem sido pautada por alguma discrição pública, ainda que marcada por gestos de cumplicidade. Apesar de manterem rotinas em geografias distintas — João Moura Caetano mais presente no Alentejo e Luíza Abreu no Norte — o casal tem demonstrado estabilidade e união, encontrando-se sempre que possível e partilhando momentos importantes, como esta fase final da gestação.

João Moura Caetano e Luíza Abreu. Foto – Reprodução / Instagram.

Momento polémico gera controvérsia

No entanto, nem tudo tem sido tranquilo. Nos últimos dias, Luíza Abreu esteve no centro de uma polémica depois de ter sido fotografada durante uma corrida de touros, em Vila Franca de Xira, ao lado do companheiro. Grávida de sete meses, a irmã de Luciana Abreu (40) foi vista a fumar, um gesto que rapidamente gerou reações e críticas.
As imagens, captadas durante o evento tauromáquico, mostram o casal nas bancadas — uma presença que já por si surpreendeu, uma vez que João Moura Caetano não estava em atuação. Sempre juntos, foram abordados por vários presentes, mas foi o comportamento de Luíza que acabou por dominar as atenções.
A exposição pública do momento desencadeou uma onda de indignação, com várias vozes a apontarem a alegada irresponsabilidade do gesto, tendo em conta o avançado estado da gravidez. Comentadores televisivos e figuras públicas não tardaram a manifestar-se, criticando não só a atitude da futura mãe, mas também a postura do companheiro.

João Moura Caetano e Luíza Abreu. Foto – Reprodução / João Diniz, CM.

Ainda assim, o casal mantém-se focado na iminente chegada de Maria Guiomar, um nome carregado de simbolismo familiar que reflete a ligação às suas origens. Entre a felicidade da espera e a pressão mediática, Luíza Abreu e João Moura Caetano atravessam uma fase intensa, onde a vida pessoal e o escrutínio público caminham lado a lado.

Espreite a partilha do anúncio da gravidez:

Emma Chamberlain (24) foi uma das primeiras a subir a escadaria do Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, na Met Gala 2026, e não passou despercebida. A influenciadora norte-americana surgiu com um vestido que rapidamente se destacou entre os mais comentados da noite — uma criação que parecia transportar a pintura para o universo da alta-costura. Por trás da peça está o designer português Miguel Castro Freitas (45), atual diretor criativo da Mugler.

O look alinhou-se diretamente com o tema deste ano, “Fashion is Art”, assumindo uma leitura literal da proposta. O vestido, em tons vibrantes de amarelo e azul, apresenta pinceladas que remetem para o impressionismo e para a obra de Vincent Van Gogh (1853-1890), em particular as paisagens de Arles. A peça transforma-se, assim, numa interpretação visual entre moda e pintura.

Miguel Castro Freitas. Foto – Reprodução / Getty Images.

Uma criação pautada pelo detalhe e pela identidade da marca

A execução do vestido envolveu um processo técnico exigente. A pintura foi realizada manualmente ao longo de cerca de 40 horas, seguida de quatro dias de secagem ao ar livre, num trabalho desenvolvido em colaboração com a artista Anna Deller-Yee (32). No total, a peça somou 958 horas de confeção.

Com 150 metros de tecido, uma cauda com cerca de nove metros de circunferência e 880 linhas de folhos, o vestido apresenta uma construção complexa, pensada para criar movimento e volume. A silhueta remete ainda para arquivos da própria casa, nomeadamente um vestido “borboleta” de 1997, reinterpretado para o contexto atual.

A escolha da Mugler reforça a dimensão conceptual da criação. A marca francesa tem um histórico ligado à experimentação estética e à teatralidade, elementos que continuam a marcar a sua identidade sob a direção criativa de Miguel Castro Freitas.

O nome por trás da criação

Natural de Santarém, Miguel Castro Freitas assumiu a direção criativa da Mugler em 2025. Formado pela Central Saint Martins, em Londres, construiu uma carreira internacional ao longo de mais de 20 anos na indústria da moda.

Antes de chegar à liderança da maison francesa, passou por casas como Dior, Givenchy e Yves Saint Laurent, além de ter integrado equipas de marcas como Dries Van Noten e Sportmax, do grupo Max Mara. O seu percurso é marcado por uma abordagem técnica e conceptual, com foco na construção de silhuetas e na relação entre corpo e peça.

Na Met Gala 2026, o designer português assinou uma das criações mais mediáticas da noite, contribuindo para colocar o seu nome — e o da moda portuguesa — em destaque num dos eventos mais relevantes do calendário internacional.

Nesta segunda-feira, 4, tem lugar a noite mais aguardada por especialistas e amantes da moda em todo o mundo: a Met Gala 2026. Com a aproximação da grande noite, diversas celebridades começaram a chegar à cidade de Nova Iorque, incluindo Georgina Rodríguez (32). Recorde o seu percurso no evento e no mundo da moda.

Todos os anos, várias figuras são convidadas pelas marcas mais relevantes para se reunirem e celebrarem a história e a evolução da moda com estilo e luxo. Neste ano, Georgina confirmou a sua presença no evento após ter participado na festa Pre-Met, na noite de domingo, 3, realizada na residência de Jeff Bezos (62) e Lauren Sánchez (56).

A evolução subtil e sofisticada do estilo

A companheira de Cristiano Ronaldo (41) marca presença no mundo da moda há vários anos, assistindo às prestigiadas Semanas da Moda de Paris e de Roma, onde apoia marcas como Valentino, Gucci e Tom Ford. No entanto, este ano assinala apenas a sua segunda participação na Met Gala.

Em 2025, Georgina marcou presença no evento mais aclamado do mundo da moda pela primeira vez. Vestida pela marca Vetements, o seu vestido arrojado e sofisticado, em seda preta, foi uma homenagem ao visual do renomado designer de moda John Galliano (65), usado pela Princesa Diana (1961-1997) em 1996.

Georgina Rodríguez no Met Gala 2025 – Foto: Divulgação/Getty Images

Para além de conquistar a atenção do público com o seu visual requintado, o tributo a Lady Di, considerada uma figura revolucionária para a moda nas décadas de 80 e 90, demonstrou a dedicação que a empresária coloca na construção da sua imagem como uma figura moderna e intemporal neste universo.

A edição da Met Gala 2026 contará com anfitriões de grande relevo cultural, incluindo Beyoncé (44), Nicole Kidman (58), Venus Williams (45) e Anna Wintour (76). Com o dress code “Fashion is Art” deste ano, que procura celebrar a moda como uma forma de expressão artística, as expectativas são elevadas quanto ao que irá vestir nesta noite.