
O príncipe William testou positivo para Covid-19 no passado mês de abril, pouco depois de o pai, o príncipe Carlos, ter sido também infetado. Segundo informações avançadas pelo The Sun, o duque de Cambridge manteve o diagnóstico em segredo para “não alarmar a população”, já que naquela altura o príncipe de Gales não era a única figura de destaque infetada. Também o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, se encontrava a enfrentar a doença, tendo o seu caso inspirado mais cuidados, dado que precisou de ser internado e de receber ventilação.
“Estavam a passar-se coisas mais importantes e não queria preocupar ninguém”, afirmou o duque, algum tempo depois, durante um dos seus compromissos. Uma fonte próxima de William revelou ainda que o príncipe foi tratado pelos médicos do palácio, já que manifestou alguns sintomas.
“Houve uma altura em que lhe custava respirar, pelo que obviamente toda a gente entrou em pânico”, contou a mesma fonte, à publicação britânica. Apesar do susto, o príncipe, após ter apoio médico de profissionais e manter-se isolado na sua casa de Anmer Hall, decidiu continuar com a sua agenda oficial, tendo participado em 14 reuniões através de videochamadas durante esse mês, sendo um dos membros da casa real que mais compromissos acumulou durante os meses do confinamento.
De recordar que naquela altura havia diversas personalidades de destaque infetadas com o novo coronavírus e a rainha Isabel II preparava-se para fazer um discurso para dar algum ânimo à população, pelo que o duque de Cambridge não quis ser mais um motivo de preocupação.