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Durante a entrevista a Oprah, que decorreu na noite deste domingo, dia 7 de março, a apresentadora perguntou a Harry e Meghan se se tinham arrependido de algo durante todo este processo e as respostas dos duques de Sussex foram diferentes. Enquanto Harry respondeu que “não”, Meghan sublinhou que tinha apenas um: “acreditar neles [na família real] quando disseram que seria protegida”.
O duque destacou ainda que se sente muito orgulhoso da mulher. “Estou realmente orgulhoso de nós. Estou muito orgulhoso da minha mulher. Ela teve o Archie durante um período que foi muito mau e cruel. Todos os dias eu voltava para casa [e via] a Meghan a chorar e a amamentar o Archie. Fizemos o que tínhamos que fazer…”, concluiu.
Na mesma conversa, e ainda antes de o príncipe se ter juntado a Meghan e Oprah, a duquesa revelou que ainda antes de o pequeno Archie nascer houve alguém na família real que levantou a questão sobre qual seria o tom da pele do bebé. No entanto, Meghan não quis adiantar quem foi o membro (ou membros) da família que iniciaram essa conversa, tendo apenas dito que este foi um tema debatido com o príncipe Harry.
Ao juntar-se à conversa, o duque de Sussex foi questionado por Oprah sobre essa conversa, mas tal como a mulher, não quis mencionar qualquer nome. “Essa conversa eu nunca irei partilhar”, começou por dizer. “Naquele momento, foi estranho e fiquei um pouco chocado”, confessou. Perante a questão da apresentadora sobre se poderia revelar as perguntas que foram feitas durante aquela conversa, o duque foi assertivo: “Não estou confortável em partilhar isso”, começou por dizer. “Mas foi mesmo no início”, revelou ainda.
Oprah questionou ainda o duque sobre a falta de apoio que sentiu da parte da família e sobre o que teria feito se a situação fosse diferente e se tivesse sentido mais apoiado. “Se tivesses tido mais apoio, terias continuado lá?”, perguntou, referindo-se à hipótese de Harry permanecer no núcleo superior da família real. “Seguramente”, referiu o príncipe, não deixando de sublinhar que se sente “confortável por saber que fizeram tudo o que podiam para fazerem as coisas resultarem”.