
Depois de no ano de 2021 ter estado seis meses na África do Sul a recuperar de uma infeção grave – devido à qual se submeteu a três operações – e de ter continuado a sua convalescença numa clínica na Europa, a princesa Charlene do Mónaco tem regressado gradualmente à vida pública, participando em diversos atos oficiais.
No passado mês de dezembro a princesa, de 44 anos, abriu as portas do Palácio Grimaldi para uma entrevista onde, entre vários assuntos, abordou o seu estado de saúde: “Sinto-me muito melhor (…) Sinto menos dor e mais energia. Continuo a recuperar, a reequilibrar-me. Ainda vai demorar, mas estou feliz“, referiu na altura.
Ainda que aparente estar a evoluir positivamente, na entrevista dada há um mês, a princesa frisou que tem na família o seu grande pilar. Nessa altura, Charlene deu a atender que se referia ao marido, o príncipe Alberto, aos filhos, os gémeos Jacques e Gabriella, e ao irmão Gareth Wittstock, que vive no Mónaco desde que Charlene se tornou princesa. No entanto, há mais duas pessoas que têm um papel de grande relevo na vida da princesa, de tal forma que se vão mudar para perto dela: os pais de Charlene, que se mudaram recentemente para o principado.
A notícia foi avançada pelo ‘Daily Mail’, que informou que os pais da princesa e de Gareth deixaram a África do Sul, onde residiam, para poderem estar mais perto da filha e apoiá-la na sua recuperação.
A princesa do Mónaco recorreu ao apoio dos pais durante o tempo em que esteve na África do Sul e é agora vez de Lynette Humberstone e Mike Wittstock fazerem o caminho inverso. Os dois instalaram-se em La Turbie, cidade localizada entre o Palácio do Príncipe do Mónaco e Roc Agel, a residência de verão da família, onde a princesa se refugiou no início de sua recuperação. Desta forma, a proximidade vai permitir que se encontrem com maior frequência e que possam apoiar a filha neste momento de recuperação.