
Foi em maio de 2022 que Kate surgiu em público ao lado de Paul Carberry, o agora diretor executivo da organização apadrinhada pela duquesa de Gales, Action for Children (AfC). De acordo com o The Mirror, nesta altura, nem ela nem William sabiam do passado de Paul e dos atos que marcaram para sempre a sua vida. Tudo aconteceu quando tinha 16 anos e viajava num comboio onde estavam vários adeptos escoceses de futebol, que se dirigiam a Londres para assistir a um jogo contra Inglaterra, em 1979.
Foi neste contexto que Paul Carberry esfaqueou Michael McBain, de 22 anos, e John Murray, de 21, que acabou por morrer. O agressor foi preso numa das paragens do comboio, mas em tribunal disse estar inocente. Contudo, em declarações ao The Mirror, admitiu que este episódio “é algo de que me arrependo todos os dias da minha vida. Uma família não tem o seu ente querido cá por minha causa”.
We were delighted to welcome our Royal Patron and the Duke of Cambridge @KensingtonRoyal to one of our Roots of Empathy sessions.
— Action for Children (@actnforchildren) May 11, 2022
Their Royal Highnesses joined in the class and spoke to students about the importance of understanding and expressing emotions ❤️ pic.twitter.com/qpGtSNABb1
Paul acabou por cumprir pena de prisão por este crime, tendo sido libertado em 1985. O seu passado não o impediu, contudo, de se tornar num nome muito importante, tanto na AfC, como no Grupo de Trabalho sobre Delinquência Organizada, na sua Escócia natal. Sem poder mudar o que fez, Paul tem dedicado a sua vida em liberdade a ajudar jovens mais vulneráveis. Quando se tornou no diretor executivo da Action for Children, o palácio foi informado do seu cadastro.