Apesar do imaginário associado aos palácios, a princesa Beatrice de York (37) voltou a captar atenções com um gesto simples: transportar e organizar as suas próprias malas, perante funcionários e seguranças. A imagem, registada na quinta-feira, 30, mostra a filha de Andrew Mountbatten-Windsor (66) e Sarah Ferguson (66), a colocar bagagem num táxi preto londrino, incluindo uma mala personalizada da Louis Vuitton, avaliada em 2.710 libras, (cerca de 3.170 euros).
O episódio enquadra-se na imagem que a princesa tem vindo a consolidar, de forma discreta, ao longo dos últimos anos. Aos 37 anos, não integra o núcleo de membros da família real com funções oficiais a tempo inteiro e mantém uma carreira independente. De acordo com a revista People, formou-se em História na Goldsmiths, University of London, e trabalha nas áreas da finança e consultoria.
Entre os momentos que reforçam este perfil mais próximo do quotidiano, a imprensa britânica tem destacado visitas a supermercados como Tesco ou M&S, o hábito de reutilizar ou procurar peças de moda e até presenças em eventos populares, como o festival de Glastonbury.

Uma princesa fora do guião tradicional
Em janeiro de 2025, o Palácio de Buckingham anunciou o nascimento de Athena Elizabeth Rose Mapelli Mozzi, segunda filha da princesa com Edoardo Mapelli Mozzi. O casal é ainda pai de Sienna, enquanto Edoardo tem Wolfie, fruto de uma relação anterior.
Se, por um lado, Beatrice transporta consigo o peso simbólico de uma das famílias mais observadas do mundo, por outro, evidencia conforto na construção de um percurso próprio. Gestos simples, como carregar uma mala ou fazer compras sozinha, não surgem como exceções, mas como expressão de uma escolha consistente ao longo dos anos.
Entre títulos, compromissos e um apelido histórico, a princesa aposta numa presença mais discreta e contemporânea — menos próxima do conto de fadas e mais alinhada com uma vida real feita de agenda, filhos, trabalho e, por vezes, mala na mão.
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