A estreia histórica da Jordânia num Campeonato do Mundo de futebol terminou com uma derrota frente à Argélia, por 2-1, mas o resultado acabou por não ser o único assunto da noite. No Estádio da Bay Area, em São Francisco, a família real jordana marcou presença em peso para apoiar a seleção nacional num dos momentos mais importantes da história do desporto do país.
O Rei Abdullah II (64), assistiu ao encontro ao lado do príncipe herdeiro Hussein (31), da princesa Rajwa (32), e do príncipe Hashem (21). Vestidos com as cores da seleção, os membros da Casa Hachemita juntaram-se aos milhares de adeptos que viajaram até aos Estados Unidos para apoiar a equipa.
A pequena princesa que roubou a cena
Contudo, foi a pequena princesa Iman (1), filha de Hussein e Rajwa, quem acabou por se tornar a verdadeira protagonista da noite. Com apenas um ano, a neta mais nova do rei Abdullah II surgiu nas bancadas com uma camisola vermelha da seleção jordana personalizada com o seu nome, protagonizando alguns dos momentos mais ternurentos do encontro.
As imagens divulgadas pela Corte Real Hachemita rapidamente se espalharam pelas redes sociais, mostrando a criança ao colo dos pais enquanto acompanhava o ambiente festivo em redor da equipa nacional. Para muitos adeptos, os sorrisos da pequena princesa acabaram por suavizar a desilusão da eliminação.
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Uma família unida em torno da seleção
A presença da família real não surgiu por acaso. Dias antes do torneio, o príncipe herdeiro Hussein já tinha visitado os jogadores e deixado uma mensagem de apoio à equipa, demonstrando o envolvimento pessoal da realeza nesta campanha histórica.
Aliás, esta não foi a primeira vez que Hussein e Rajwa viajaram até à Califórnia para acompanhar a seleção. O casal já tinha estado presente no encontro inaugural frente à Áustria, reforçando o apoio institucional e emocional a uma geração de jogadores que garantiu a primeira qualificação da Jordânia para um Mundial.

O fim de um sonho histórico
Apesar do entusiasmo nas bancadas, a derrota frente à Argélia colocou um ponto final no sonho jordano de seguir para a fase a eliminar da competição. Ainda assim, a participação no Mundial 2026 já entrou para a história do reino como um marco sem precedentes.
E se o resultado desportivo trouxe tristeza aos adeptos, a imagem de união da família real deixou uma mensagem clara: independentemente do desfecho, a Jordânia continua a celebrar uma conquista que ficará para sempre na memória do país. No centro de todas as atenções esteve, inesperadamente, a pequena princesa Iman — a mais jovem adepta de uma noite que dificilmente será esquecida.