O início do ‘Big Brother Verão’ tem sido marcado por um caminho difícil. Menos de duas semanas após a estreia, a 28 de junho, o formato conduzido por Maria Botelho Moniz (42) não tem conseguido atingir os níveis de audiência esperados pela TVI. A fragilidade nos resultados, que chegou a colocar a estação atrás da RTP1 no horário vespertino, obrigou a administração a tomar medidas drásticas.
A grande novidade desta semana, avançada pela revista TV Guia, é a alteração imediata da grelha: a segunda gala do programa, que estava agendada para o próximo domingo, 12 de julho, foi antecipada para esta terça-feira, dia 7.
Nesta emissão especial, um dos concorrentes nomeados no programa desta segunda-feira, dia 6, será expulso da casa mais vigiada do país. Com esta manobra, a TVI procura criar um efeito de urgência e aumentar o ritmo do jogo, tentando fidelizar o público que tem demonstrado alguma indiferença perante o formato.
Mudanças profundas na dinâmica
Recorde-se que a estação já tinha iniciado um plano de choque para tentar salvar o “Big Brother Verão”. O formato “Última Hora”, com Nuno Eiró (51), sai da grelha para dar lugar ao “Momento Certo”, sob a alçada de João Patrício (50). Além disso, o bloco da tarde do reality show eliminou a presença de comentadores em estúdio, uma decisão que tem gerado controvérsia entre os seguidores mais fiéis do programa.
A pressão sobre o prémio final
Para além da tensão das audiências, a dinâmica da casa também introduziu elementos de incerteza. Ao contrário das edições habituais, nesta temporada o prémio final não é um valor fixo. O montante que será entregue ao vencedor é inteiramente dependente do desempenho dos concorrentes, que, através de desafios constantes, podem aumentar ou ver diminuir o valor em jogo.
Resta saber se esta “agressividade” na programação será suficiente para recuperar o terreno perdido ou se o público continuará a preferir as alternativas da concorrência.
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