
Dominique Strauss-Kahn
Reuters
foi libertado sob uma caução de um milhão de dólares. O ex-diretor do FMI foi formalmente acusado de tentativa de violação e vai aguardar julgamento em prisão domiciliária, depois do juiz
Michael Obus ter concordado com o pagamento de uma fiança.
Para poder ser libertado Strauss-Kahn deu como garantias a propriedade imobiliária que a sua mulher,
Anna Sinclair, possui na cidade de Nova Iorque, e os seus passaportes francês e da ONU. A defesa do líder do Partido Socialista francês tem ainda que entregar os documentos de viagem que se encontram na posse do Tribunal.
A próxima audiência realiza-se no dia 6 de junho, onde Strauss-Kahn terá que declarar-se culpado ou inocente de cada uma das acusações que lhe foram feitas.
Recorde-se que Strauss-Kahn renunciou ao cargo de diretor do FMI através de um comunicado enviado ontem ao conselho executivo do Fundo Monetário Internacional.