Ser mãe é um caminho repleto de amor, mas também de grandes exigências diárias. Que o diga Marta Rangel (44), que decidiu partilhar abertamente as dificuldades que enfrenta na criação da filha, Caetana (5). Em conversa com a equipa da SIC Caras durante o festival NOS Alive, a antiga participante do programa Casados à Primeira Vista classificou a maternidade como uma experiência simultaneamente “maravilhosa e difícil“.
Assumindo-se publicamente como mãe solo, a ex-jornalista, que optou por manter resguardada a identidade do pai da bebé, confessa que a escassez de suporte torna a rotina bastante desafiante. “A minha filha é a melhor coisa da minha vida e também a mais difícil que eu alguma vez fiz. Se o tempo voltasse atrás, eu voltava a tomar exatamente as mesmas decisões de ter a minha filha, só que no dia a dia é complicado tendo uma rede de apoio muito escassa“, desabafou.
A pequena Caetana nasceu em abril de 2021, trazendo uma enorme felicidade à vida de Marta, que engravidou “contra todas as probabilidades“. Isto porque a antiga participante da experiência social da SIC tinha recebido, tempos antes, um diagnóstico médico muito próximo da infertilidade, o que tornou o nascimento da sua filha um verdadeiro milagre.
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Vida profissional e comunicação
Profissionalmente, Marta Rangel continua fortemente ligada ao mundo da comunicação, área à qual já se dedicava antes de se tornar uma cara conhecida da televisão portuguesa. Após ter trabalhado como jornalista durante 16 anos, transitou para a assessoria de imprensa e atualmente divide o seu tempo entre várias frentes. “Faço produção de conteúdos para vários meios de comunicação social, escrevo para marcas. (…) Também apresento eventos, faço consultoria em comunicação, faço muitas coisas relacionadas com comunicação“, revelou.
Na mesma ocasião, a antiga participante recordou a sua passagem pela segunda temporada de Casados, sublinhando o impacto positivo que o formato teve no seu crescimento pessoal. Para Marta, a televisão foi uma oportunidade para arriscar e aprender a confiar mais nas próprias decisões, independentemente dos resultados. “Cheguei à conclusão que, independentemente de podermos ou não errar, as nossas escolhas são sempre as nossas escolhas e devemos ser fieis a nós próprios“, concluiu.